Aliás, a sociedade
deveria ser informada com clareza o que está incutida nessa “pseudonomeação”
para uma Paróquia em Aparecida, onde já existem um Pároco e um Vigário, pois conforme
a nota da Arquidiocese o Padre Luiz será o Vigário “com atendimento pessoal e administração
do Sacramento da Penitência, bem como o cuidado dos mais necessitados e dos
doentes” e deverá ser “assistido” pelo Pároco do local. Qual é a real intenção?
Um cargo de Vigário do Vigário, não que, não sejam respeitados os vigários que
existem por aí, mas convenhamos, em qualquer “emprego” a relação humana é
respeitada valorizando o trabalhador não o rebaixando na hierarquia dos cargos.
No mundo laico o respeito pela vida do ser humano é exigência legal e o
cumprimento desse preceito é cobrado por entidades sindicais, associações de
classe e até pela própria Igreja Católica que no afã de socorrer o próximo prega
por “justiça” trabalhista, no que age corretamente, mas não age assim nesse
caso, como? Tentem entender porque colocar um Sacerdote que tem um legado
histórico administrativo com diversos e bem sucedidos empreendimentos para
ocupar agora o cargo que na linha hierárquica da Igreja representa a posição de
iniciante de carreira, talvez, se pudessem o tinham rebaixado a coroinha.
Mais uma vez o
silêncio é rompido estabelecendo ainda mais uma distância que não condiz com a
maneira cristã de que se espera nas atitudes dos que são Pastores dos Pastores, Orientadores do Clero, o mais importante elo da Igreja Católica – Povo. Resolvem mais uma vez, que não devem satisfação a ninguém e fazem uma
nomeação à revelia até de quem é nomeado, punindo a todos os fiéis que
escolhem livremente o que fazer, esquecendo-se de que a liberdade é do povo, é a
liberdade de ir e vir à Igreja que quiser, esse é um país livre.
O que a Cúria
goianiense tem feito contra os padres e líderes espirituais nesse
Estado desagrada qualquer "cristão". É um verdadeiro
desmonte católico. Outros padres de Goiânia, sem citar nomes por motivos óbvios, mas, como Padre
Luiz Augusto foram punidos e condenados ao esquecimento por causa da
popularidade. Pagando, também, estão esses
fiéis que ficam sem líder espiritual e com isso querem obrigá-los a assistir
missas de outros padres. Os fiéis que tinham prazer de participar de missas alegres, onde faziam constantes contribuições
financeiras às Paróquias, hoje, preferem rezar em casa ou ir
passear com a família.
Com tudo isso,
admiravelmente, por obediência, submissão e um grande amor ao seu Sacerdócio,
Padre Luiz Augusto, mais uma vez, humildemente, aceitará o que determina a
Arquidiocese de Goiânia.
Esclarecendo a todos
essa história triste – talvez não seja para a Arquidiocese e
seus muitos “admiradores”, mas, o povo se ressente pela maneira como tentam enganá-lo com essa nomeação à revelia do Padre Luiz. Ele foi informado,
desrespeitosamente, através da rede social – Facebook - da qual fazem parte a
Arquidiocese de Goiânia e os Amigos do Padre Luiz, ali foi publicada a nota da
nomeação, por volta das 11 horas, hora em que ele estava conversando com o Pároco
de Aparecida, Padre Cássio, na Casa Paroquial em Aparecida de Goiânia. Ele
estava conhecendo o local, para dar uma resposta a Dom Waldemar, conforme fora
acertado entre os dois, em reunião poucas horas antes, na mesma manhã. (noticiado
em jornais)
A “pseudonomeação permite” que ele celebre missas ali na Santa Terezinha e não pode celebrar na Comunidade Atos, em nenhum
momento. Mais uma vez, pouco importam com os investimentos dos fiéis, passam por
cima de tudo sem levar em conta cada projeto em andamento, os trabalhos iniciados e a esperança e a vontade de cada um de ser um cristão pleno. Ora, quais as razões para não permitir que o Padre Luiz celebre na Comunidade Atos, projeto nascido no coração do Pai e conduzido pelas mãos desse sacerdote? Quais as razões para nomear um Padre experiente, dessa maneira? Quais as razões de enviá-lo para essa longínqua Paróquia, tentando afastá-lo do meio do povo com qual está habituado a ministrar?
Quase conseguem o
intuito, mas, quem conhece o Padre Luiz Augusto e o respeita, continua em
oração, vigiando, até que ele seja devidamente valorizado. Deus vê tudo. A
história da Igreja de Goiânia terá a real versão desse capítulo registrado e
será conhecida como sendo mais uma punição ao Padre das Multidões. O que fizeram foi uma nova punição, a mais ardil punição, pois essa veio acompanhada da mais triste humilhação. Todos se sentem humilhados e sem direito de opção. Será que teriam coragem de
explicar tudo? Não cabem ao Padre Luiz Augusto e nem aos fiéis mais
punições.
