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Escrevemos sobre assuntos ligados à história goiana, genealogia, artes, artesanato e assuntos de interesse de nossa família. Portanto, esse espaço pertence a uma pessoa somente, é público, todos podem ler se quiser, pois aqui publicamos vários tipos de assuntos, a grande maioria dos leitores se manifesta positivamente e com elogios, o que agradecemos muito. Os comentários devem ser acompanhados de identificação, com email, para que sua opinião seja publicada.
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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

A OMISSÃO CAUSA DANOS IRREPARÁVEIS


A tragédia dos edifícios que desabaram no Rio de Janeiro traz à tona alguns comportamentos atípicos nas pessoas instruídas que se sobressaem em suas atividades, contudo, se resguardam quando têm que tomar alguma atitude que envolva denúncias ou posicionar-se diante de fatos que lesam o cidadão ou a si mesmo, talvez por acharem que no Brasil a permissividade com o que está errado é uma prática comum e sem punição para o infrator ou o causador dos erros ou mesmo em casos judiciais em que a justiça é morosa e tardia, como dizia Rui Barbosa: “justiça tardia nada mais é que injustiça institucionalizada”. Se não punem, para que denunciar? Todos sabem que a impunidade grassa solta entre nós.
Nesse caso da tragédia, parece difícil acreditar que toda a quebradeira de um andar inteiro não foi notada por todas as pessoas que trabalhavam no edifício. Como será que retiravam todo o entulho? E o barulho das marteladas quebrando as paredes? Será que não se interessaram em ver o que acontecia? Não atentaram para o fato de que a reforma poderia causar algum dano à estrutura do prédio? Para casos assim, podem dizer, tem o síndico, cabe a ele fiscalizar as obras do edifício. Certo, realmente, se há um síndico, ele deve assumir essa responsabilidade. Porém, se ele não age e o fato atinge a todos, alguém pode denunciar o descaso, conforme a Lei permite. Quem sabe teria sido evitada essa tragédia. Bastava que uma só pessoa denunciasse ao órgão competente e pedisse a autorização para essa reforma. Em 20 andares, com diversas salas e escritórios de uma classe privilegiada em instrução, é difícil saber por que ninguém denunciou ou pediu para verificar se a reforma estava autorizada pelo órgão competente. Com a omissão e/ou a falta de esclarecimento (penso que poderia ser isso também) o resultado foi a grande tragédia, perderam vidas, todas as documentações e os sobreviventes perderam o local de trabalho e talvez, o seu emprego. Além da dor da tragédia, centenas de famílias conviverão com este pesadelo ao longo de suas vidas. E, se alguém tivesse denunciado a reforma? Bem, a história seria outra. Fica para todo o Brasil mais uma história de tragédia por omissão das pessoas e por falta de interesse no bem comum. Coisas assim se repetem. Se o mal acontece ao “vizinho” deixa pra lá, não é comigo, porém, esse mal pode chegar até a sua casa, prejudicando a todos da sua família.
Mesmo que estejamos acostumados a ver tanta impunidade, com reivindicações arquivadas e nada acontecer, é preciso acreditar no direito de poder denunciar qualquer coisa que esteja errada, para evitar que se transforme em imensas tragédias ou mesmo que seja finalizada penalizando a sociedade. Assim agindo, não seremos omissos.
Alguém me sugeriu uma trégua sobre esse assunto, enquanto a Cúria não se manifestasse sobre o término dessa punição. O silêncio diz o quê? Silenciar significa que estamos esperando pacientemente uma resposta? Não, não é isso. É zelo por algo que tem feito muito bem à sociedade. Não é impaciência, nem impertinência, a correção tem atrasado muitas ações e para que continuar? O erro a ser corrigido, alvo da punição, muda a cada quinze dias?
Estamos nos colocando à disposição para ajudar a Igreja Católica – milhares de pessoas se colocam à disposição da Cúria. Somos católicos e seremos sempre católicos. Dispostos a colaborar, a não permitir que as pessoas se decepcionem com a Igreja Católica e tenhamos uma tragédia chamada “desmonte da caridade, da fé, da catolicidade”.
Essa correção que determina as pessoas que podem participar da missa celebrada pelo Padre Luiz Augusto na sede da Comunidade Atos fere a Constituição Brasileira que diz que somos livres para ir e vir aonde quisermos. Fere o livre arbítrio dado por Jesus Cristo. Fere o juramento que fazem os sacerdotes ao serem consagrados. Fere  cada pessoa que escolheu o que fazer com a sua família aos Domingos, aonde, como e com quem quer estar.  
Como impor um castigo por coisas que, aos olhos da maioria, parecem bobas e sem sentido, mais ainda se partimos da premissa de que essa correção ao Padre Luiz Augusto vem da Direção da Igreja Católica Apostólica Romana, a Entidade Religiosa com mais de dois mil anos, que  prima pela prática da caridade, do amor ao próximo. Ser punido por ser aplaudido demais pelos fiéis, por lotar a Paróquia em uma missa, por ser muito exigente em sua maneira de confessar, por usar batina “rota”, diariamente, por ser “considerado excessivamente” vaidoso?! Por desobedecer às regras de celebrar com o folheto que todos distribuem nas missas de domingo (quem ganha são as gráficas). Por fazer construções para a Igreja sem o devido consentimento antecipado da Direção, por celebrar casamentos aos casais pobres do Lixão de Aparecida, por fazer visitas aos doentes em hospitais, por batizar crianças doentes em suas casas,  por não ser obediente algumas vezes? Mas, qual a transgressão tão grave que o Padre Luiz e as pessoas que o acompanham fizeram para merecer um castigo assim tão severo, que se alonga por mais de três meses?  
Quanto mais escrevo sobre o assunto, menos entendo a parte humana da Igreja Católica que deve ser à imagem de Cristo. Cabe ao Pastor dos Pastores – ou seja, cabe ao Arcebispo ou a quem ele delegou autoridade, no caso Dom Waldemar e ao Colégio de Consultores cuidarem de seus Padres com carinho e orientando-os com bondade, porque é sabido que a messe é grande e estão faltando padres.
Por quê? Por quê? Por quê?  Um dia a história explicará o porquê disso tudo. Mas, hoje, é urgente que o perdão, a solidariedade, a comunhão da unidade católica seja preservada, que o Padre Luiz Augusto e as pessoas que o acompanham tenham com a Arquidiocese uma comunhão que leve à catolicidade desejada e seja a recíproca verdadeira, também. 

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

UMA ORAÇÃO DE AJUDA E FÉ

E eu vos digo: pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. Pois todo aquele que pede, recebe; aquele que procura, acha; e ao que bater, se lhe abrirá. Se um filho pedir um pão, qual o pai entre vós que lhe dará uma pedra? Se ele pedir um peixe, acaso lhe dará uma serpente? Ou se lhe pedir um ovo, dar-lhe-á porventura um escorpião? Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas coisas a vossos filhos, quanto mais vosso Pai celestial dará o Espírito Santo aos que lho pedirem.
Lucas, 11, 9 - 13

Ó Pai, por Vosso Filho Jesus Cristo dai-nos o Espírito Santo!

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

DESMONTE DA CARIDADE


Outro dia li um texto sobre as oportunidades perdidas pela cidade de Goiânia ao longo de sua “curtíssima” vida. Goiânia se destaca por ter inúmeros empreendimentos de sucesso, mas estão contabilizadas, também, as perdas pela falta de interesse, ou talvez, porque “falta descobrir a essência de ser goianiense,” como disse Afif Sarhan, outro dia. Falta acreditar em seu potencial, em seus líderes, em suas tradições. Falta o orgulho de ter um grupo que se destaca por sua generosidade. É preciso amar a cidade, amar a sua história, preservar o que se tem e valorizar àqueles que podem realizar algo que faça a cidade se destacar.
Nesse episódio Arquidiocese e Padre Luiz Augusto é certo que perdem muitos, não somente o grupo de católicos que trabalha sob a liderança dele, pois, enquanto se espera a decisão do comando da Igreja de Goiânia, nesses últimos três meses, o grupo, proibido de se reunir, deixa de atender a milhares de pessoas carentes, é o desmonte da caridade católica, de um serviço de grande estrutura. Perde-se o comando, o elo empreendedor do mais dinâmico grupo de trabalho social das paróquias de Goiânia, quiçá do Estado. Perdem o Estado, o Município e a cidade um parceiro que não necessita ser remunerado, que não tem custos para os cofres públicos, pois os seus colaboradores sustentam os projetos que são realizados. Ele já deu provas da sua capacidade, deixando para a cidade um grande legado em obras  realizadas durante a sua gestão à frente da Paróquia Sagrada Família: A Casa Bom Samaritano, a Casa Pobre de Deus, a Casa Mãe de Deus, a Creche Coruja, a Chácara de Recuperação Luz que Liberta, o Consultório Médico na Paróquia com diferentes especialidades, o Consultório Odontológico, a Farmácia.
Ora, quem ganha com todo esse trabalho que o Padre Luiz realiza? Ganha a cidade, porque o Padre Luiz e seus fiéis desenvolvem um trabalho que qualquer governo gostaria de ter em parceria, pois, eles atendem e conseguem levar auxílio aonde enxergam que ninguém pode  chegar. Eles têm preparada uma equipe de apoio que quando convocada, assume a responsabilidade como se fosse atender em consultórios particulares. É assim, são centenas de profissionais da área médica, da área de odontologia, da área de indústrias farmacêuticas, que, com a ajuda de empresários e com um número sem igual de voluntários, levam à periferia pobre da grande metrópole de Goiânia toda uma estrutura de atendimentos sociais diversos.
Será que estão contabilizando essa perda? Será que estão pensando na criança do Lixão de Aparecida que não queria brincar porque sentia muita fome? Ela disse a um dos participantes, chorando: “eu só quero comida tem dois dias que eu não como, tem um pão aí para me dar?” É para esse público carente, que está  faminto em um ambiente de muita pobreza que o Padre Luiz e as pessoas que trabalham com ele fazem muita falta.
Pois bem, que a sociedade goianiense fique ciente que esse goiano de Rio Verde é para ser preservado no meio de nós, é para ser valorizado o seu trabalho de grande empreendedor que unido a milhares de fiéis deixou um grande legado administrativo (de estrutura de uma grande Prefeitura) para a Paróquia Sagrada Família e se não fosse a punição imposta a ele – será que é justa? - esse trabalho fenomenal não estaria interrompido, pois, o Padre empreendedor não fica parado, ele já estava realizando, com os fiéis que se transferiram com ele para a Comunidade Atos, todo o trabalho de caridade estruturado para atender a milhares de pessoas, uma força de trabalho imprescindível para ajudar os pobres que vivem à beira da miséria, por falta de oportunidades.
Ele não para, está construindo a Casa de Nossos Pais, um abrigo para idosos. Os atendimentos com profissionais da área de saúde, odontologia e outras serviços como carteira de trabalho, certidões de casamento e nascimento são realizados nos finais de semana para as comunidades carentes, no Lixão de Aparecida e nas imediações da Comunidade Atos. Ele, quase que diariamente, faz visitas aos hospitais e, ultimamente, iniciou um trabalho de evangelização para os presos do CEPAIGO. Esse é o incansável Padre Luiz, realiza obras e mais obras, pois, com ele sempre estão pessoas que acreditam e confiam na sua capacidade de trabalho.
Como podemos fechar os olhos e não manifestar o apoio ao Padre Luiz Augusto? Quantos já precisaram dele e ele atendeu? Quantos levam seus necessitados aos abrigos que ele criou? Não se trata de apoiar por apoiar, é apoiar alguém que tinha o maior dízimo de Goiânia, que tinha o maior número de fiéis em suas celebrações, que tem a mais significativa gestão em empreendimentos dessa Arquidiocese, que tem e sempre terá um significativo número de empreendedores junto a ele porque confiam nele.
O silêncio da sociedade e da Arquidiocese parece referendar mais uma inconcebível perda para a cidade de Goiânia. Perder o Padre Luiz Augusto, é perder a chance de ser reconhecida como uma cidade que tem uma população generosa, que se destaca pelos inúmeros trabalhos em prol das pessoas marginalizadas e sofridas. Esse padre goiano, de Rio Verde, que sabe administrar evangelizando, é patrimônio da cidade de Goiânia, como Padre Marcelo é patrimônio de São Paulo. A sociedade precisa da ajuda do Padre Luiz Augusto e ele precisa da ajuda da sociedade goianiense intercedendo, pedindo ao Arcebispo que libere o Padre Luiz para exercer o que Deus o abençoou para fazer, ele ama o seu sacerdócio, ele é um católico cristão pleno, está adoecendo com esse afastamento. Deus usa o Padre Luiz como intermediário de tantos, de milhares de católicos. Deus o usa sabiamente, ele é um servo preparado e útil. Os que não simpatizam com ele, devem simpatizar com o sucesso da Igreja Católica, torçam por ela e sejamos irmãos em Cristo, sem rancores.
Dom Washington delegou a Dom Waldemar a decisão sobre o destino do Padre Luiz. Goiano, como o Padre Luiz, seguramente, Dom Waldemar há de valorizar seu irmão conterrâneo e sob a sua orientação fará desse episódio uma folha passada. Somos goianos, valorizando os goianos, escrevendo a história de pessoas que se destacam para o bem de nosso povo.
Os fiéis estão sofrendo, merecem uma resposta e estão com pressa, tem gente faminta esperando. Na dúvida, perguntem como Jesus agiria? A resposta seria: como o Pai ensinou, perdoando setenta vezes sete e acima de tudo, está o Amor.



domingo, 22 de janeiro de 2012

NÃO TENHAIS MEDO - COMO JESUS AGIRIA?


"Vigiai, pois, com cuidado sobre a vossa conduta: que ela não seja conduta de insensatos, mas de sábios que aproveitam ciosamente o tempo, pois os dias são maus. Não sejais imprudentes, mas procurai compreender qual seja a vontade de Deus."
Jesus repete em 366 passagens da Bíblia: "Não tenhais medo", é uma mensagem para cada dia do ano. Acreditem nisso, no amor de Deus que cuida de cada um de nós. Cada cristão é a voz de Jesus, deve tomar posse desse legado, usar e testemunhar o que está na Palavra de Deus, porque toda ela é inspirada por Deus. Ela é útil para ensinar, para repreender, para corrigir e para formar na justiça. Porém, não é usada corretamente. Porque não denunciam o que está errado? Se deixam de dar valor ao que Jesus ensina, é porque são inseguros? E porque essa insegurança, se Jesus não fazia diferença entre os seus filhos? Jesus acolheu a todos da mesma forma, ele não colocou títulos e nem rotulou ninguém. É preciso entender que ninguém é propriedade de ninguém, são sim todos irmãos e filhos do mesmo Pai.
Não pode ter fofocas no meio cristão, todos trabalham para uma única pessoa, para Jesus. Trabalham com muito amor, agem como ele agiria? Olham a vida com os olhos de Jesus e perguntam o que Jesus faria em seu lugar? Entendam a Palavra e vejam como foram as ações de Jesus. Como ele agia. O QUE JESUS FARIA? Ele abençoava quem o amaldiçoava, perdoava setenta vezes sete vezes e amava incondicionalmente a seus irmãos. Se não agimos assim temos um comportamento anticristo, agimos sem imitar Cristo, agimos sem amor. Só seremos realmente cristãos se nossas ações forem espelhadas nas ações de Jesus Cristo. O que Ele fazia quando precisava tomar uma decisão? Ele rezava. Passava horas em oração. A sua relação era de profunda comunhão com o Pai. Essa relação de confiança em Deus é a máxima de todo cristão. Nessa relação cumprem o que é determinado, obedecendo sim, mas não com sentido de servidão e sim, em uma relação de amor. Jesus não rejeitava ninguém, amava a todos. Só consegue ter essa relação com o próximo quem se sente acolhido pelo Pai, assim, só age com amor ao próximo, quem vive esse amor incondicional com o Pai. Mas, quem não tem esse relacionamento de acolhimento com o Pai, não consegue amar assim, certamente, não possui uma vida de oração capaz de fazer essa conexão direta com o amor do Pai. Somos todos filhos do mesmo Pai. Cada um é um canal de Deus, participa da sua grande obra, cada um é um pedacinho dessa grande obra.
Perguntem sempre ao Pai o que fazer. Ele mostrará o que fazer, porque Deus age com misericórdia, com compaixão, ele não coloca limites no amor por seus filhos. A atitude dEle gera amor, gera vida.
Agir como Jesus agiria. Consolar as pessoas conforme Deus consola. Confortar com a Palavra de Deus. Assumir o compromisso de ser cristão, deixando que Jesus oriente. Perguntar como é que Jesus agiria aqui e agora?
Qual é a atitude cristã que Jesus espera de todos? Somos irmãos, temos um só Pai. Um Pai que espera de nós, profetas e mensageiros de hoje, a mesma atitude de amor de seu filho Jesus, que morreu por nós.
 "Que a morte dEle não seja em vão. Somos medrosos, obedientes somente aos poderosos daqui. Que a ressurreição de Jesus dentro da nossa vida nos liberte dos preconceitos, das prepotências, do medo e do ódio. Que possamos levar adiante a sua revolução em direção ao reino de Deus." (Filó)
Como é que Jesus agiria aqui e agora? 

sábado, 21 de janeiro de 2012

SEGUINDO A OBRA INSPIRADA POR DEUS: A BÍBLIA

‎"Toda escritura é inspirada por Deus, é útil para ensinar, para repreender, para corrigir e para formar na justiça. Por ela, o homem de Deus se torna perfeito, capacitado para toda boa obra."
"Nem todo aquele que me diz: Senhor, Senhor, entrará no Reino dos céus, mas sim aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus."
"Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus!"
"Portanto, sede perfeitos, assim como vosso Pai celeste é perfeito."
"Para os montes levanto os olhos: de onde me virá socorro? O meu socorro virá do Senhor, criador do céu e da terra. O Senhor é meu guarda, o Senhor é meu abrigo, sempre ao meu lado.
O Senhor guardará os meus passos, agora e para todo o sempre."

II Tim 3, 16-17; Mt 5, 6 e 10; Mt 5, 48; Salmo 120, 1;5 e 10 

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

QUANDO FUI PROFESSORA DE LUIZ AUGUSTO


Recebi esse texto de Mariza Costa Vilefort, ex Professora do Padre Luiz Augusto. Atualmente é  Professora aposentada da Universidade Federal de Goiás. Tem Mestrado em Linguística e Especialização em Etnolinguística

Quando me referi a Luiz Augusto, eu o fiz, lembrando-me de quando ele, ainda, não era padre.
Era um aluno brilhante, contestador e participante, o que me fazia preparar as aulas de português, com muito cuidado, pois, sabia que ele gostava de saber tudo, nos mínimos detalhes. Na minha turma, tínhamos alunos que eram Pastores evangélicos ou futuros Pastores. Durante as aulas, muitos debates aconteciam, mas sempre com muito respeito. Quero deixar claro, que, desde essa época, Luiz Augusto era um líder nato.
Não foi surpresa para mim encontrá-lo mais tarde, um sacerdote carismático que, nas missas que celebrava, levava as pessoas a participarem com fervor e piedade. Nessa época, morava no Setor Sul e, convidada por minha irmã, Cida, passei a frequentar as missas da Sagrada Família. Logo em seguida, Padre Luiz convidou-me a dar aulas de português para os membros da Comunidade Luz da Vida, naquele local. Minha irmã, Cida, dava aulas de Redação Oficial e eu de Redação e Revisão Gramatical. Por três anos, ministrei aulas para aquela Comunidade, o que me deu muita alegria. Continuei mais um ano, dando aulas para a Comunidade da Sagrada Família.
Sempre que Padre Luiz precisava de mim, eu procurava servi-lo, pois, assim fazendo eu estava ajudando de alguma maneira a Paróquia Sagrada Família e, antes de tudo, a “Jesus’.
Como toda Goiânia sabe, as obras da Sagrada Família eram inúmeras e todos os Paroquianos estavam sempre prontos a ajudar o Padre Luiz Augusto. Obras como essas não são encontradas em outras Paróquias desta cidade. Hoje, muitos são os órfãos dessas Instituições. Falo isso porque algo muito estranho está acontecendo...
Por que afastaram um membro da Igreja “CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA” atuante, querido, responsável por sua missão, de uma maneira tão agressiva? Quando falo, afastaram , quero dizer que, hoje, para surpresa de toda Comunidade Católica, ele não pode celebrar missa, atender confissões, batizar os que precisam, tudo o que faz parte do Ministério de um Padre.
POR QUE AS EXPLICAÇÕES DADAS PELO BISPO DOM WALDEMAR SÃO TÃO CONFUSAS?
POR QUE NÃO ATENDEM O PEDIDO DOS FIÉIS?
POR QUE DESLIGAR UM PADRE DE SEU MINISTÉRIO, TÃO ABRUPTAMENTE? 
POR QUE AFASTÁ-LO DA MISSÃO QUE JESUS CRISTO DESIGNOU PARA ELE?
Sou católica e vou sempre à missa na Catedral, onde rezo e peço a Deus para que a COMUNIDADE ECLESIÁSTICA devolva ao Padre Luiz a Missão que lhe foi designada.
Sabemos que estamos aqui de passagem e, para muitos, curta. Peço, humildemente, que o Arcebispo Dom Washington e o Bispo Dom Waldemar deem ao Padre Luiz a oportunidade de cumprir sua missão.
NÃO O DEIXEM NO OSTRACISMO, POIS, ELE NÃO O MERECE, FAÇAM O QUE COMUNIDADE TEM PEDIDO.
Outros padres puderam voltar para suas Paróquias. Por que não o Padre Luiz?


segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

QUANDO E ONDE? OS FIÉIS QUEREM A RESPOSTA PARA ESSA INDAGAÇÃO


Uma atitude cega que não combina com a realidade do tempo e o espaço em que estamos vivendo se assemelha à tirania de séculos passados. Conseguem agrupar, sob a alegação de que precisam corrigir as atitudes de um sacerdote, pessoas que há muito vêm usando antolhos para não perceber o que se passa ao lado. Concluíram que o Padre Luiz por ser um sacerdote popular e muito requisitado estaria acometido de um dos sete pecados capitais: a vaidade. A partir daí, zelosamente, a Cúria resolveu expurgá-lo de tal mal e lhe aplicaram a penitência de ficar proibido de exercer qualquer das funções que o estariam induzindo a esse flagelo, tal como removê-lo de sua Paróquia, por ele reconstruída em tempo recorde com recursos doados por frequentadores e proibi-lo de ministrar os sacramentos que lhe foram permitidos quando foi consagrado sacerdote e como medida de segurança ele fica definitivamente obrigado a pedir autorização para fazer cada batizado, casamento ou qualquer outra atividade ligada ao seu ministério para que não haja risco de recaída.
Com medidas tão drásticas e amorosas por parte da Cúria, mais precisamente Dom Washington e seu fiel Bispo Auxiliar, Dom Waldemar, ninguém sabe porque as doações à Paróquia Sagrada Família caíram drasticamente e a presença de fiéis, igualmente, se reduziu a uma fração do que era anteriormente. Os brilhantes e humildes padres substitutos, que não têm pecados capitais, são os responsáveis pela paróquia, mas não conseguem tocar as obras sociais ligadas a ela e muito menos arrecadar o suficiente para as despesas. Mas, nada disso é importante, o importante é ser humilde. O “perigosamente vaidoso” Padre Luiz Augusto é incorrigível, anda de batina puída para fingir que é pobre, trabalha 16 a 18 horas por dia só para se exibir, está tão magro que alguém da cúria deveria verificar se ele quer virar modelo ou, quem sabe, andar sobre as águas sem afundar (esse homem é um perigo!).
Na Igreja, aonde autoridade tem que ser obedecida sem a menor contestação, alegar que existe um colégio para fazer isso ou aquilo, é um contrassenso, isso seria aceitável se tivesse uma ordem do Papa para ser superior ao Arcebispo, pois tem sido esse colégio a decidir. Porém, só um pode dar ordens e hierarquicamente é Dom Washington, só ele decide.  Por conforto ele pode delegar a um colégio que, na verdade, estaria autorizado a interpretar o pensamento de Vossa Eminência e deliberar exatamente o que ele quer e arcar com a culpa de tudo negativo que acontecer. Acham que enganam a todos e também acham que podem enganar o Tribunal de São Pedro? Lá em cima alguém vai perguntá-lo: “O Senhor mandou fazer? - Eu não. Então, porque o Senhor permitiu?” Para quem tem tanto poder, mandar fazer e/ou permitir que se faça, é o mesmo pecado. Mas, como já vimos nada disso consegue mudar a quem tem uma visão “corretiva tão dura”.
Não podem esquecer que os milhares de fiéis da Comunidade Atos querem saber, com mais urgência ainda, quando e onde Padre Luiz voltará a suas funções? Querem ter a missa que querem, no lugar que  querem e com o padre que querem, pois afinal quem paga as contas são esses milhares de fiéis que nunca foram consultados para dizer se estão satisfeitos com as celebrações festivas, alegres e com os trabalhos desempenhados na Comunidade Atos e se perguntados responderiam que “sim”.

domingo, 15 de janeiro de 2012

PAIXÃO DE CRISTO "A LA PADRE LUIZ AUGUSTO" – UMA HISTÓRIA SEM FINAL DEFINIDO


Eduardo de Souza, Psicólogo, Artista cênico e diretor da paixão de cristo na Cidade de Goiânia.

Às vezes o que se busca está tão perto que os olhos não alcançam. Olhar somente para um lado é se perder no emaranhado de possibilidades que a vida nos oferece.  Olhar além da montanha é perceber que o horizonte nada mais é do que uma visão que se renova a partir do nosso querer, tem que partir de nós. Perceber falhas é tarefa fácil para os humanos, notar as diferenças, compreendê-las e aceitá-las é trabalho mais apurado para aquele que é líder justo e amoroso, agora, conseguir ver as boas intenções e as boas obras e entender que mesmo que elas venham de forma abrupta ou indesejada é missão de cristão. Deus utiliza-se muitas vezes das pessoas mais simples e mais improváveis para mostrar sua glória, isso é bíblico.  Nesse domingo ao ler os jornais e revistas senti a necessidade de fazer uma reflexão sem intenções de notoriedade, não quero polemizar, mas esboçar uma visão curiosa sobre o tema: Padre Luiz Augusto. Estamos vivendo em tempos de Via-sacra com personagens definidos, porém a escolha do elenco fica a cargo do leitor. Temos na encenação: Judas Iscariotes (amigo ingrato, beijando a face em troca de um poder temporário), Salomé (exigindo a cabeça dos anunciadores da verdade numa bandeja), sacerdotes (alguns se silenciando nos templos e falando apenas o necessário para sua sobrevivência na terra), fariseus (divididos em suas opiniões), soldados (marionetes com cenas improvisadas), Maria (intercedendo com o terço na mão), Madalena (fiel amiga) verônica (enxuga as lágrimas), as mulheres de Jerusalém (cuida e zela no caminho do calvário), Pilatos (lava as mãos e se omite), Barrabás (oportunista) o rei Herodes (comanda sem liderança), Caifás (rasga as vestes com o ciúme incontrolável ), Simão de Cirino (ajuda a carregar a cruz) Pedro (nega, mas se arrepende e fica junto do mestre) João Batista (anuncia sem medo as injustiças do mundo), Tomé (não acredita na vitória e encontra-se numa gangorra, ora pende pra lá, ora pra cá), João evangelista (cuida da família do mestre) Jesus (O mestre das palavras e das ações, realista, liberta, perdoa, é julgado, mas entende o propósito do pai e espera pela promessa Divina), alguns de menores  participações são entregues a nós para uma interpretação convincente, vamos a eles: Zaqueu, mínimo, pequeno, discriminado, cheio de defeitos, mas com uma vontade imensa de descer da árvore e pedir para que o mestre fique em sua casa, temos também a mulher do fluxo de sangue querendo tocar no manto e ser curada. Os papéis estão aí, a escolha do elenco é nossa. É como diz a canção do discípulo Tony Alisson: Se eu tocar na orla do seu manto serei curado. Que Deus no seu tempo de amor nos cure e nos dê animo e força para continuar seguindo o mestre, com a certeza de que a crucificação é necessária, mas o acreditar na ressurreição é imprescindível. Somos apaixonados por Deus e fãs de carteirinha dos seus anunciadores. Que o paraíso seja para todos, afinal nosso pai é o mesmo e ele respeita as diferenças dos seus filhos e os acolhe de forma justa e fraterna. Tenhamos uma ótima Semana. Amém!


sábado, 14 de janeiro de 2012

A MAIOR RIQUEZA DO PADRE LUIZ É A SUA DETERMINAÇÃO DE AGIR E SER UM BOM SACERDOTE.


Equivocadamente disparam críticas como um torpedo destruidor sem se importarem com a formação cristã que tem.  Ninguém liga, comentam e lançam a dúvida sobre o caráter de uma pessoa que nem conhecem.  Imputam-lhe defeitos, megalomanias, inventam porque não sabem mais o que dizer. Mas o que é correto não fazem, encerrar de vez essa mal iniciada punição. Fica evidente que é mais fácil ignorar tudo e tecer esses comentários insanos. Não seria mais lógico e honesto se procurassem tecer comentários buscando as informações necessárias. Procurem o Padre Luiz e saibam exatamente o que ele faz, em vez de somente atirar-lhe “pedras”.
Não é claro o motivo da proibição nem para o fulano, sicrano ou beltrano, para  ninguém, pois a cada dia o motivo se renova porque há quase um ano procurando não acharam nada que desabone a sua conduta. Se prendem, sim, em “coisicas” tipo os fiéis se entusiasmam, ficam eufóricos, aplaudem demais em suas celebrações. Aplaudem sim, mas, em nenhum momento a ele, são aplausos para Jesus, como em tantas celebrações de outros sacerdotes. São manifestações para Deus. É claro que o que importa em uma Celebração Eucarística é o PRÓPRIO CRISTO, por isso, quando o sacerdote faz uma celebração participativa e com muita unção, os fiéis “participam”, ao contrário de outras em que eles apenas “assistem”. Em suas celebrações não há desatenção, conversa e ninguém dorme, de crianças aos mais idosos todos são atentos sem desviar os olhos do celebrante. Qual é o “rigor” que querem que o Padre Luiz seja tratado? Ele é um sacerdote que age com muito rigor, pois, só segue os ensinamentos dados por Jesus e isso até causa “constrangimento” em algumas pessoas que se incomodam com essa “radicalidade” de suas orientações. Mas os jovens, adultos e crianças continuam  querendo ouvi-lo, e o que  isso significa?
Aos olhos de quem nada sabe pode parecer, e assim querem,  que há mais coisas por traz disso.  É de se perguntar se esse pessoal frequenta as celebrações ou já participou de algum ato de caridade, alguma campanha de solidariedade no Lixão de Aparecida, no CPP – cadeia de Goiânia, ou passou um dia visitando hospitais? Deixou seu final de semana e foi distribuir cestas de alimentos e roupas aos pobres? Ou no seu domingo foi com médicos, odontólogos, psicólogos, farmacêuticos para atender pessoas carentes? Levando inclusive profissionais de tabelionatos para registros e casamentos lá no local? Alguém, prestem atenção, vai querer ser estrela lá no Lixão de Aparecida? Cuidar de pobre nunca deu IBOP...  Estrelismo é um tipo de sentimento que não cabe no coração do Padre Luiz. Ele se levanta todos os dias com uma determinação ser “celebridade” de Deus, um verdadeiro servo de Deus. Será que conhecem a agenda dele? Ele a tem na cabeça, pois há muito tempo ele repete semanalmente o seu caridoso trabalho. Será que os padres abrem as portas de suas casas e o povo chega e se sente em casa. Assim, é a sua casa. Ele atende centenas de pessoas por dia em busca de orientação para a sua vida. Ele se preocupa com cada um dos fiéis e os chamam pelo nome. Faz encontros de casais todas as quartas- feira, tem encontro de jovens todas as quintas, ele é um incansável pastor – evangelizador, aliás, não tem nenhum como ele em Goiânia – como diz um Monsenhor que mora em meu prédio – os padres hoje querem ter status – mas, esse não, não tem carro, celular e nem computador, não que não saiba como manejá-los, pois é muito inteligente e possui três graduações superiores e uma especialização, é simplesmente pelo voto de pobreza que ele fez. Ah, nem carro ele tem.
Não citar as suas obras sociais, oh meu Deus! Não devem mesmo, porque são muitas, mas independentemente de ser um realizador de obrar sociais, que incomoda a tantos incompetentes,  ele está acima de suas obras, pois assim que foi transferido, imediatamente, arregaçou a batina e iniciou novas obras, nada o detem, ele gosta de trabalhar. Faz de tudo, não mostra a mão que faz, mas mostra a sua determinação em fazer com qualidade e sem alarde, pois ele sabe que Deus vê, isso que interessa. Como são vãs as orações se não forem acompanhadas pela caridade. Oração sem ação...Existem alguns que não se importam mesmo com os pobres,  isso é sabido, mas não é o Padre Luiz, ele atende essa classe social com muito carinho e tem com eles uma atitude de “Pai”. Ser uma estrela, não quer não, a não ser uma estrela que se destaca  no coração de Deus. Que engano achar que ele quer se tornar celebridade,  o que ele mais deseja é fazer sua obras, celebrar os sacramentos e a Santa Missa. Nem cantar ele canta, são os meninos da banda que cantam, ele NÃO HOMEM SHOW, ELE NÃO CANTA, no CD gravado ele faz orações como introdução das músicas.
Não tem sentimento vaidoso de aparecer, ele é servo de Deus.  E, se ele for um cadinho mais pastor do que ele já é, ele arrebanha os católicos de todo o Brasil para Goiás. Essa síndrome de artista ele não terá, pois ele nem gosta de cantar, e a única hora em que ele aparece mesmo, e como ninguém, é durante a celebração da missa, aonde se sente à vontade, em seu lugar preferido, sendo usado para mostrar aos fiéis o Deus de misericórdia que tantos procuram.
Fico triste e impressionada como são atrevidos e criticam sem conhecê-lo, mais uma vez o pecado da inveja. Cada um deve trabalhar como sabe e deixar o outro ser com é, todos tem seu valor, não critiquem, trabalhem e ajudem a trabalhar, e copiem quem trabalha melhor e realizem, façam, mas, por favor, não deixem a inveja ser a mais significativa “virtude”.