O movimento das Diretas Já e depois dos “caras pintadas” pedindo o impeachement do então Presidente Collor foram movimentos bem articulados, com lideranças de peso, que chamaram para as ruas milhares de pessoas que lotaram as praças do Rio de Janeiro, de São Paulo, de todo o Brasil, inclusive, de Goiânia.
Essa multidão, que ontem se manifestou, está agindo corretamente,está indignada com o Brasil do Futebol da Presidente Dilma e de seu time corrupto. Alguns deveriam estar cumprindo pena na prisão, como os que dirigem as duas casas do Congresso Nacional e tantos outros políticos que ali estão e deixaram de representar o povo brasileiro pelas ações continuadas de contravenções e, ainda assim, permanecem em cargos públicos.
As pessoas podem não ter convicção de suas reais revindicações, porque está tudo muito ruim, mas, é certo que o estopim é a corrupção.
Porém, essa multidão não pode ser confundida com os baderneiros que se infiltraram para depredar o que acharam pela frente, sem compromisso com o Brasil, eles estão ali com a única finalidade de fazer anarquia.
Eles não querem manifestar a sua indignação com nada, eles acompanham esses eventos para dar vazão a seu espírito destruidor, a sua vingança pela própria mediocridade de sua vida, estão sempre prontos a quebrar vidraças, não interessa que seja de uma pequena farmácia de propriedade de alguém da classe média, que tira dali o seu sustento ou se é de um banco cujos objetos da agência são destruídos ou furtados, mas, são todos segurados, então, o banco terá ressarcido o seu prejuízo.
O vandalismo justifica por si mesmo, não tem ideologia. Repórteres escutaram discussões entre manifestantes e vândalos. O manifestante pacífico pedia que não destruíssem bens públicos, pois somos nós que os sustentamos e o outro dizia: “tem que destruir tudo”. Esse vandalismo é consequência da falta de uma educação que ensine o amor e o respeito à Pátria. Portanto, esse pequeno grupo de vândalos são instigados pelo seu algoz maior: o abandono do próprio governo e da sociedade que se cala.
Eles ficaram à mercê da ignorância, eles são os mesmos que, também, em outras ocasiões agridem a população roubando e matando pelas ruas das cidades. O grande responsável é o próprio desinteresse do governo em educar, são gerações sem escolaridade, sem trabalho, sem dignidade. A ignorância deixa as pessoas alienadas, esses vândalos sequer se interessam pela causa,eles, ao contrário da grande maioria, só querem anarquia.
O país do futebol não é só do futebol, seu povo está indignado, várias cabeças pensantes se juntaram para protestar, elas não são como os vândalos em busca da anarquia, buscam a ordem e o respeito ao cidadão brasileiro. Calar e não manifestar significa concordar com a Dilma e seu time, com os políticos corruptos, com as leis casuísticas que propiciam mais ainda a corrupção. Chega.
Textos de Maria Dulce Loyola Teixeira ou outros, previamente, aprovados, sobre histórias goianas importantes para a família da administradora da página que tenha relação com os pioneiros de Goiânia, com genealogia e com a cultura e história do Estado de Goiás. Foto: casa da família de Pedro Ludovico em Goiânia, hoje Museu.
QUEM SOU EU
- Maria Dulce Loyola Teixeira
- Goiânia, Goiás, Brazil
- Escrevemos sobre assuntos ligados à história goiana, genealogia, artes, artesanato e assuntos de interesse de nossa família. Portanto, esse espaço pertence a uma pessoa somente, é público, todos podem ler se quiser, pois aqui publicamos vários tipos de assuntos, a grande maioria dos leitores se manifesta positivamente e com elogios, o que agradecemos muito. Os comentários devem ser acompanhados de identificação, com email, para que sua opinião seja publicada.
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terça-feira, 18 de junho de 2013
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Carlos Cachoeira: Onde está o crime?
Carlos Cachoeira:
Onde está o crime?
Muitos dias já se
passaram da revelação pela Polícia Federal, das escutas telefônicas do suposto
contraventor Carlos Cachoeira e seu grupo.
Muitas coisas chamam
a atenção nessa investigação. A imprensa divulgou que nas escutas o nome do
Governador Marconi foi citado 270 vezes. Sendo ele Governador é natural que
seja citado, fosse governadora a Madre Tereza de Calcutá, ela teria sido
citada, igualmente. Mas, o que não vi é,
dentre todas as citações, qual virou crime? Por falar em crime, outra coisa
achei estranha, a Polícia Federal manteve sob escuta vários telefones do mesmo
grupo de pessoas por quatro anos, o que determina a hora de acusar o
investigado, ou, simplesmente, abandonar a investigação? Por quatro anos a
Polícia Federal sabia que Carlinhos Cachoeira era um contraventor, entretanto
demorou quatro anos para divulgar o que ele era e que as pessoas de bem não
deviam se relacionar com ele, socialmente ou comercialmente. Ao não divulgar
que o Sr. Carlinhos Cachoeira era um contraventor a própria Polícia deu a ele
um atestado de idoneidade que hoje todos têm conhecimento, mas, na época só a
Polícia Federal sabia e não divulgou, aí volta a pergunta, quem determina se
essa investigação deve durar seis meses, um ano, dois anos, quatro anos com um
cara delinquindo com o conhecimento da PF, do Ministério Público, do Juiz que
autorizou a escuta telefônica? No meu entender tem muito mais gente precisando
se explicar.
Após quatro anos,
suspender a escuta, prender, formalizar a acusação, etc. Atende a conveniência
de quem? À própria Polícia Federal? À justiça? Ao Governo (Executivo)? Ou ao
PT? Não é uma coincidência, após quatro anos, dar o desfecho da investigação
num momento tão conveniente para o PT, cujo líder maior, o Lula ameaça destruir
o Marconi Perillo, achaca Ministro do STF, ameaça deputados e senadores. A quem
serve esse episódio todo? Ao Estado que está a serviço da sociedade ou mais uma
vez, o partido que está no poder se
servira das instituições do governo.
O julgamento dos
mensaleiros colocou a quadrilha em pânico. Lula e os cardiais do PT adotaram
como estratégia alegar que o mensalão não existiu. Se a quadrilha for condenada
é prova cabal que de fato existiu e o grande medo é que descubram que o
verdadeiro chefe sempre foi o próprio Lula.
Ubiratan Estivallet
Teixeira
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corrupção,
politica e sociedade - Carlos Cachoeira
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