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Escrevemos sobre assuntos ligados à história goiana, genealogia, artes, artesanato e assuntos de interesse de nossa família. Portanto, esse espaço pertence a uma pessoa somente, é público, todos podem ler se quiser, pois aqui publicamos vários tipos de assuntos, a grande maioria dos leitores se manifesta positivamente e com elogios, o que agradecemos muito. Os comentários devem ser acompanhados de identificação, com email, para que sua opinião seja publicada.

domingo, 8 de maio de 2011

PADRE LUIZ AUGUSTO É UM LÍDER, NADA O IMPEDIRÁ DE CRESCER DE NOVO


Louvado seja Nosso Senhor, por toda a calmaria que tomou conta dos corações angustiados com o episódio de transferência do Padre Luiz Augusto, hoje durante a celebração de sua última Missa na Capela da Medalha Milagrosa.
O clima já é de esperança, embora as ofensas não tenha passado desapercebidas por todos que a frequentavam. Ofenderam e falaram de uma maneira nada cristã do Padre que só ensinou o Amor de Cristo. Mas, como disse o Papa Bento XVI: "Não vêm apenas de fora os ataques contra o Papa e a Igreja, mas os sofrimentos da Igreja têm origem do interior da própria Igreja, do pecado que existe no seio da Igreja."

Ninguém quer prejudicar ninguém, mas quer continuar ajudando ao maior benfeitor que a Paróquia Sagrada Família já teve, como ele foi transferido, não continuará ali, é justo segui-lo e ajudar a quem tem credibilidade, até porque algumas obras que ele dirigia, graças a Deus, continuarão sob o seu comando, foi o que ele disse para todos que assistiam à Missa na Capela da Medalha Milagrosa. A igreja estava cheia, as pessoas estavam emocionadas, choraram silenciosamente solidárias ao mais ativo sacerdote de Goiânia, um verdadeiro cristão - que não se abateu, porque é seu lema: "servir e não ser servido."
Ele continuará levando milhares de pessoas às suas celebrações porque é um excelente evangelizador  disposto a estender a sua mão caridosa a todos que o procuram.
Alheio aos tristes fatos que o golpearam na alma, não a transferência, mas a malidicências, comuns às falhas humanas porém, não é nunca uma atitude cristã - ele está super otimista, característica de um vencendor, de um servo de Deus iluminado, porque já está determinado pela mãos do Senhor que ele  contará com a ajuda das pessoas caridosas, ansiosas por continuar o verdadeiro trabalho  cristão que ele faz. Padre Luiz nunca escondeu aonde aplica as doações que recebe, quem doa e é interessado sabe aonde estão as suas obras e quem quiser saber, basta ir visitá-las para ver a qualidade de seu agir.  E, mais, a  capacidade de arrecadar as doações é de quem tem credibilidade, é de quem trabalha e é de quem tem obras visíveis aos olhos de toda a população. Não é para qualquer um - não se transfere essa credibilidade e muito menos a confiança que ele conquistou de seus colaboradores, quem assumir a Paróquia terá que se esforçar - como ele fez - para conquistar a todos. Boa sorte!
É vergonhoso dizer que tentaram macular a sua imagem diante dos fiéis, coisa de invejosos. Que ilusão, ninguém engana a tantos assim, fizeram pouco dos 15 anos de convivência proveitosa que ele teve com a Paróquia. Todos o conhecem, conhecem as suas obras, o seu generoso coração, a sua liderança e o seu trabalho.
Quem ficar na Paróquia Sagrada Família receberá uma bela herança, o Padre Luiz Augusto deixa para o próximo pároco - uma igreja muito bem construída e montada, com uma estrutura moderna, acabamento excelente, não é nem de longe a rústica construção que ele encontrou quando ali chegou. E quer bênção maior do que celebrar para uma igreja lotada de gente? Tem que ver se isso acontecerá, pois o Padre Evangelizador não é mais o mesmo...
A nova casa do Padre Luiz Augusto recebe um grande presente de Deus, ele aonde quer que ele esteja sempre valorizará a sua missão e será um servo laborioso. Quem será beneficiado é a Comunidade Atos porque ele é incansável.
Vamos a luta!
 "O JUSTO VIVERÁ PELA FÉ" (Heb 2,4)-

Segue a programação da primeira semana, disponível no blog da Atos: http://www.atoscatolica.org.br/

NO PRÓXIMO DOMINGOdia 15 - MISSA ÀS 11 HORAS
PRIMEIRO ENCONTRO DA FAMÍLIA ATOS - DIA 15 DE MAIO - ÀS 11 HORAS - NA CHÁCARA RECANTO SANTA MÔNICA - RUA 4, 36 SETOR MARQUES DE ABREU - GOIÂNIA - GO - o convite está a venda por R$25,00.

DISCURSO DO PAPA BENTO XVI SOBRE AS COMUNIDADES CARISMÁTICAS NO MUNDO EM OUTUBRO DE 2008

COMO É BOM LER UM DISCURSO DO COMANDO SUPREMO DA IGREJA QUE ENFATIZA A IMPORTÂNCIA DOS SACERDOTES QUE INOVAM. É A IGREJA QUE SE RENOVA PARA CONQUISTAR SEU POVO.  ALGUNS QUEREM PERMANECER INSENSÍVEIS AO CLAMOR DAS COMUNIDADES E AGEM POR PURA INVEJA. CRISTÃO SERIA UNIR E SOMAR. CADA QUAL SER ÚTIL PARA ENGRANDECER E ENOBRECER A  IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA, COMO MUITOS ESTÃO TENTANDO FAZER, E NÃO DIVIDIR.

"Não vêm apenas de fora os ataques contra o Papa e a Igreja, mas os sofrimentos da Igreja têm origem do interior da própria Igreja, do pecado que existe no seio da Igreja" (Papa Bento XVI)"



O DISCURSO DO PAPA BENTO XVI, em Assis, na Itália

Em Sexta-feira, 31 de Outubro de 2008
Venerados Irmãos
no Episcopado e no Sacerdócio
Queridos irmãos e irmãs!
Apresento com vivo prazer a todos vós as minhas cordiais boas-vindas, e agradeço-vos a visita que me fazeis por ocasião do II Encontro Internacional dos Bispos que acompanham as novas Comunidades de Renovação Carismática Católica, do Conselho Internacional da Catholic Fraternity of Charismatics Covenant Communities and Fellowships e, por fim, da XIII Conferência Internacional, convocada em Assis, sobre o tema: "Nós pregamos Cristo Crucificado, poder e sabedoria de Deus" (cf. 1 Cor 1, 23-24), na qual participam as principais Comunidades da Renovação Carismática no mundo. Saúdo-vos a vós, queridos Irmãos no Episcopado, e a todos vós, que trabalhais ao serviço dos Movimentos eclesiais e das Novas Comunidades. Dirijo uma saudação especial ao Prof. Matteo Calisi, Presidente da Catholic Fraternity, que se fez intérprete dos vossos sentimentos.
Como já tive a ocasião de afirmar noutras circunstâncias, os Movimentos eclesiais e as Novas Comunidades, que floresceram depois do Concílio Vaticano II, constituem um singular dom do Senhor e um recurso precioso para a vida da Igreja. Eles devem ser acolhidos com confiança e valorizados nas suas diversas contribuições para os colocar com confiança ao serviço da utilidade comum de modo ordenado e fecundo. De grande interesse é também a vossa actual reflexão sobre a centralidade de Cristo na pregação, assim como sobre a importância dos "Carismas na vida da Igreja particular", com referência à teologia paulina, ao Novo Testamento e à experiência da Renovação Carismática. O que aprendemos do Novo Testamento sobre os carismas, que surgiram como sinais visíveis da vinda do Espírito Santo, não é um acontecimento histórico do passado, mas realidade sempre viva: é o mesmo Espírito divino, alma da Igreja, que age nela em cada época, e estas suas intervenções misteriosas e eficazes manifestam-se neste nosso tempo de modo providencial. Os Movimentos e as Novas Comunidades são como irrupções do Espírito Santo na Igreja e na sociedade contemporânea. Então podemos dizer que um dos elementos e dos aspectos positivos das Comunidades da Renovação Carismática Católica é precisamente a importância que revestem nelas os carismas ou dons do Espírito Santo e mérito seu é ter evocado na Igreja a actualidade.

O Concílio Vaticano II, em diversos documentos, faz referência aos Movimentos e às novas Comunidades eclesiais, sobretudo na Constituição Dogmática Lumen gentium, onde lemos: "Os carismas extraordinários, ou também os mais simples e mais comuns, dado que são sobretudo apropriados e úteis para as necessidades da Igreja, devem ser acolhidos com gratidão e consolação" (n. 12). Em seguida, também o Catecismo da Igreja Católica ressaltou o valor e a importância dos novos carismas na Igreja, cuja autenticidade é contudo garantida pela disponibilidade a submeter-se ao discernimento da autoridade eclesiástica (cf. n. 2003). Precisamente porque assistimos a um prometedor florescimento de movimentos e comunidades eclesiais, é importante que os Pastores exerçam em relação a eles um discernimento prudente e sábio. Faço votos de coração por que seja intensificado o diálogo entre Pastores e Movimentos eclesiásticos a todos os níveis: nas paróquias, nas dioceses e com a Sé Apostólica. Sei que estão a ser estudadas modalidades oportunas para conferir reconhecimento pontifício aos novos Movimentos e Comunidades eclesiais e não são poucos os que já o receberam. Este dado o reconhecimento ou a erecção de associações internacionais da parte da Santa Sé para a Igreja universal os Pastores, sobretudo os Bispos, devem tê-lo em consideração no discernimento obrigatório que lhes compete (cf. Congregação para os Bispos, Directório para o Ministério Pastoral dos Bispos Apostolicam Successores, Cap. 4, 8).
Queridos irmãos e irmãs, entre estas novas realidades eclesiais reconhecidas pela Santa Sé, inclui-se também a vossa, a Catholic Fraternity of Charismatic Covenant Communities and Fellowships, Associação Internacional de fiéis, que desempenha uma missão específica no âmbito da Renovação Carismática Católica (cf. Decreto do Pontifício Conselho para os Leigos de 30 de Novembro de 1990 prot. 1585/s-6//b-so). Um dos seus objectivos, em conformidade com as indicações do meu venerado predecessor João Paulo II, é salvaguardar a identidade católica das comunidades carismáticas e encorajá-las a manter um vínculo estreito com os Bispos e com o Romano Pontífice (cf. Carta autógrafa à Catholic Fraternity, 1 de Junho de 1998). É ainda com prazer que tomo conhecimento de que ela se propõe a instituição de um Centro de formação permanente para os membros e os responsáveis das Comunidades Carismáticas. Isto permitirá que a Catholic Fraternity valorize melhor a própria missão eclesial orientada para a evangelização, a liturgia, a adoração, o ecumenismo, a família, os jovens e as vocações de especial consagração: missão que será ainda mais ajudada pela transferência da Sede internacional da associação para Roma, com a possibilidade de estar em contacto mais estreito com o Pontifício Conselho para os Leigos.
Queridos irmãos e irmãs, a salvaguarda da fidelidade à identidade católica e da eclesialidade da parte de cada uma das vossas comunidades permitir-vos-á dar em toda a parte um testemunho vivo e laborioso do profundo mistério da Igreja. E será precisamente isto que promoverá a capacidade das várias comunidades de atrair novos membros. Confio os trabalhos dos vossos respectivos congressos à protecção de Maria, Mãe da Igreja, Templo vivo do Espírito Santo, e à intercessão dos santos Francisco e Clara de Assis, exemplos de santidade e de renovação espiritual, enquanto de coração concedo a vós e a todas as vossas comunidades uma especial Bênção Apostólica.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

SER CRISTÃO DE VERDADE

Comentário enviado por: Ubiratan Estivallet Teixeira

A função dos padres não é preservar a Igreja como uma instituição a qualquer custo. Existe duas coisas muito diferentes ser Papista (que é o caso) e ser cristão. Papista é aquele que serve a Igreja subservientemente aceitando como santificados todos os seus erros e esperando ser pormovido dentro da instituição.
A outra coisa é se dedicar à mensagem de Jesus Cristo que de tão simples é insofismável -  "amai a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como eu vos amei".
Essa segunda opção é ser realmente cristão e é muito mais fácil, basta trabalhar pelo próximo, ser caridoso, ser verdadeiro e tentar com todas as forças humanas - pois ninguém é super homem -  manter sufocadas os nossos sete pecados capitais - ira, gula, inveja, orgulho, avareza, preguiça e  luxúria -Trabalhar por uma comunidade, ganhar a confiança de todos, receber doações materiais e o trabalho individual de muitos paroquianos faz a maravilha que temos visto em algumas poucas paróquias de Goiânia. Interromper estes trabalhos comprometendo todo o desempenho da união e do esforço dessas comunidades, é absolutamente incompreensível, nenhuma instituição séria, seja ela religiosa ou não, pune quem tem sucesso, seja lá por que razão for.
Se fosse assim não teríamos um São Francisco, um São Benedito, um Santo Inácio de Loyola, um São Bento grandes evangelizadores e fundadores de ordens religiosas . O correto seria colocar juntos a esses Padres que tem sucesso os novos padres, recém saídos dos seminários  para aprender como trabalhar com a comunidade e ter sucesso também.
Essa é a diferença entre meritocracia e mediocracia. Uma eleva as pessoas por mérito e a segunda por mediocridade - ou seja quem não faz nada, fica na mesmice.
Não é de hoje que as pessoas percebem a diferença entre ser papista e ser cristão, muitos se separaram da Igreja, não por deixar de ser cristão, mas sim por não concordar com os rumos que a instituição seguia usando o nome de Jesus Cristo.
A verdadeira Igreja Cristã está vivificada nas paróquias dos Padres que conseguem atrair seus paroquianos, simplesmente, porque são e trabalham espelhados no exemplo de Jesus Cristo.
Se fizessemos uma enquete (pesquisa) de quem celebra com mais entusiasmo, com mais convicção, mais próximo da alegria que Jesus quer de nós, certamente, esses Padres disparariam na frente.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Homilia da Santa Missa de Domingo dia 30/02 Parte 03 de 03



Quem conhece o Padre Luiz Augusto e assite a suas Missas já conhece muito bem os seus sermões, este vídeo mostra o que atrai as pessoas para a sua Paróquia, atrás de conforto para a alma.
Este é o seu modo de convencer, natural, simples, mas bem perto do povo...
Paz de Cristo!

quarta-feira, 4 de maio de 2011

MISSA DE DESPEDIDA - DOMINGO DIA 8 - COMPAREÇAM PADRE LUIZ AUGUSTO FALARÁ AOS PAROQUIANOS SOBRE A SUA NOVA MISSÃO

Refletindo sobre todos os acontecimentos e atendendo ao meu coração, segundo Dom Antônio Ribeiro não existem coincidências, existem providências divinas. Pedi a Deus orientação, rezei e eis a passagem que o Espírito Santo me mostrou: "Subiu ele a uma barca com seus discípulos. De repente, desencadeou-se sobre o mar uma tempestade tão grande, que as ondas cobriam a barca. Ele, no entanto, dormia. Os discípulos achegaram-se a ele e o acordaram, dizendo: Senhor, salva-nos, nós perecemos! E Jesus perguntou: Por que este medo, gente de pouca fé? Então, levantando-se, deu ordens aos ventos e ao mar, e fez-se uma grande calmaria.". Mt8, 24-26.
Pois bem, as tormentas foram grandes, mas a decisão de transferir o Padre Luiz Augusto já é fato, portanto agora está chegando a calmaria -  sendo ele o Sacerdote que é, ele saberá o que fazer, como fazer e o povo de Deus ele apascentará, porque a segunda coisa que me aconteceu foi hoje ao procurar uma imagem de Jesus Bom Pastor, abri um blog com inúmeras imagens, escolhi uma que me pareceu a mais adequada e significativa, Jesus a frente de suas ovelhas, ou seja o Bom Pastor é seguido por suas ovelhas.
Acalmem os corações e vamos aguardar o que o Padre Luiz tem a nos dizer nas Missas de Despedida dele na Sagrada Família e na Medalha Milagrosa.
O local que ele ficará será beneficiado pela sua presença e com o seu trabalho.
Até domingo.
Paz de Cristo!

SAGRADA FAMÍLIA, A IGREJA QUE EVANGELIZA ENSINA E MOTIVA.

VANDERLAN DOMINGOS


SAGRADA FAMÍLIA, A IGREJA QUE EVANGELIZA ENSINA E MOTIVA.

Enquanto a lua seguia sua rota liguei o computador e abri o blog de Maria Dulce Loyola Teixeira, nora do ex-governador Mauro Borges Teixeira, intitulado: “FAMILIAS PIONEIRAS DE GOIÁS”. Os textos atuais, em sua maioria, comentavam sobre a permanência do Padre Luiz Augusto na Paróquia Sagrada Família. Ao manusear o mouse sobre os artigos ali descritos, além do meu e os dela, encontrei outros comentários, testemunhos e manifestos de outras pessoas a favor da permanência do padre Luiz. O meu coração pulsou de alegria, pois constatei que milhares de pessoas tinham o mesmo pensamento. Cada texto que lia era um bálsamo para o meu coração e fortalecia a nossa comunidade que se tornou grande graças a esse ícone cristão, benfeitor espiritual, um genuíno missionário, moderno, sério, caridoso, amoroso, um homem simples que evangeliza, motiva seus fiéis e que, mesmo sem rede ou anzóis, através de suas orações, consegue curar, ensinar o evangelho, mostrar o caminho da luz, da caridade, do amor ao próximo e tirar muita gente do “fundo do poço”.

Li vários artigos. Minha mente foi reprisando cenas de um passado e a cada texto bíblico ou manifestações lá descritas, faziam-me recordar de um povo sofrido caminhando junto com Jesus sobre a terra de Palestina. Suas cidades e templos construídos se tornaram ruínas e hoje, aquelas cenas bíblicas passadas nas telas da TV, pode-se compreender o porquê do surgimento da igreja e entender a sua importância para a humanidade e junto com ela, a primeira legislação do povo de Deus. Em Êxodo 20;22-24, Javé(Deus) disse a Moisés: “Diga aos filhos de Israel: Vocês viram que eu lhes falei lá do céu. Não me coloquem no meio de deuses de prata, nem façam para vocês deuses de ouro. Faça para mim um altar de terra, para oferecer sobre eles seus holocaustos, sacrifícios da comunhão, ovelhas e bois. Nos lugares onde eu quiser lembrar o meu nome, virei a você e o abençoarei. Se você construir um altar de pedra para mim não o faça com pedras lavradas, porque vocês estariam profanando a pedra com cinzel. Não suba por escadas até o meu altar, para que sua nudez não apareça”. Deus, através dessa parábola quis dizer que qualquer culto deve ser mantido em nível popular, motivador, sem o luxo dos grandes templos.

As imagens guardadas com carinho em minha memória, em certos momentos retornavam, mostrando Jesus e sua vivência num passado distante enquanto outras de menos importância iam se apagando na região recôndita do meu cérebro. Num daqueles flashes apareceu Jesus pregando no Monte das Oliveiras e depois, subiu aos céus e coberto por uma nuvem branca desapareceu no infinito. Os apóstolos, ungidos pelo espírito santo, voltaram a Jerusalém, mas, aquele local ficou considerado como a primeira comunidade de Jesus, pois eram através deles que os seus ensinamen-tos seriam levados às terras distantes, para que suas palavras se perpetuassem para sempre.

A Igreja é o povo de Deus. Uma comunidade formada por cristãos, pessoas fiéis ligadas pela mesma fé. Assim podemos vislumbrar nestas pequenas frases que se trata de uma definição surpreendentemente correta, vindo de uma fonte secular abastecida e almejada por Deus e seu filho Jesus. Por isso, desde os tempos remotos quando pensamos em povo podemos afirmar que estamos dizendo igreja e não obstante tenha estabelecido uma linha de raciocínio em relação a ela, muitas coisas aconteceram durante esses milênios. Ao invés de uma igreja que Jesus estabeleceu, há uma grande variedade delas esparramadas pelo mundo. Enquanto existem algumas semelhantes entre esses grupos religiosos, as diferenças entre elas são surpreendentes. Elas têm diferentes formas de organização, missões diferentes e formas diferentes de louvor. As doutrinas que são ensinadas por todas as igrejas podem variar muito e há conflito óbvio entre o que uma ensina e o que outra ensina, e é o que vem acontecendo em relação à Paróquia Sagrada Família. Quanto aos nomes diferentes usados pelos grupos religiosos servem apenas para enfatizarem as suas diferenças.

VANDERLAN DOMINGOS DE SOUZA é advogado, escritor, ambientalista. É Presidente da Visão Ambiental e diretor da UBE - União Brasileira dos Escritores. Email: vdelon@hotmail.com e vanderlan.48@gmail.com

JESUS. O BOM PASTOR!



LINDO!  

terça-feira, 3 de maio de 2011

UM LONGO COMENTÁRIO SOBRE A TRANSFERÊNCIA DO PADRE LUIZ AUGUSTO

Tinha dito, ontem, que seria a última postagem em meu blog sobre o assunto da Paróquia Sagrada Família, porque, o Padre Luiz já aceitou e comunicou a sua transferência, assim eu também aceitei a sua comunicação.
Publiquei aqui vários comentários, críticos e de apoio. Esta carta que acabo de receber, é o mais um longo comentário sobre o assunto, como o próprio autor diz, mas, não é monótono.

Cara amiga,
Que a Ressurreição de Jesus lhe dê coragem e paz!
Estive refletindo e rezando a respeito dos últimos acontecimentos ocorridos em nossa Igreja Particular de Goiânia e resolvi escrever alguma coisa.
Sinto que o que está acontecendo é, como sempre, uma questão de Eclesiologia. Ou seja, certos enganos na interpretação do que é, verdadeiramente, a Igreja fundada por Jesus de Nazaré.
Divina, pois é expressão de um desejo do coração de Deus, a Igreja é também humana. Santa e pecadora, como a reconheceu todos os nossos Santos Padres e Madres dos tempos antigos. Por isso, a Igreja se deu, ao longo dos tempos, várias definições.
Para Paulo e a maioria dos apóstolos de Jesus, a Igreja era a comunidade dos homens e mulheres que se reunia nas casas para refletir sobre o Evangelho, partilhar suas vidas, suas experiências e seus bens.
Logo depois o sentido de Igreja foi deformado pela interferência ambiciosa dos poderosos que quiseram se apoderar dessa força infinita que vem do amor a Deus e aos irmãos sendo vivenciado até suas últimas conseqüências.
Vários santos e santas tentaram mudar esse pensamento e voltar à pureza do primeiro amor. Mas havia interesses de todos os tipos para que isto acontecesse.
Nós, que cremos na força onipotente do Amor operando no meio dos que crêem no Cristo, acreditamos que tudo isto foi permitido para que entre dores, gemidos, ódios, guerras, sacrifícios e mortes a Igreja fosse sendo amadurecida, lavada de suas manchas para, enfim, se apresentar diante de Deus pura e imaculada como a digna esposa de Cristo.
Nesse contexto, talvez o maior escândalo que nós, os filhos e filhas de Deus em Jesus Cristo causamos tenha sido a terrível, injustificada e antievangélica divisão da Igreja entre clerigos e leigos.
Este vício tenebroso, que acometeu a Igreja ainda nos primeiros séculos se manifestou, principalmente com Tertuliano, que deu o sentido técnico de leigo como “cristão não pertencente ao clero", ou seja, leigo é quem não tem ordens sacras!
Esse conceito bastante negativo foi a raiz para a clericalização da Igreja, quando, na verdade, os cristãos leigos e, de modo particular, as cristãs leigas encontravam-se totalmente excluídos da participação direta na vida e na ação da Igreja, limitando-se a apenas cumprir as ordens emanadas pela hierarquia.
Em português, como na maioria das línguas latinas, a palavra leigo é proveniente do grego laikós que provém da palavra laos cujo significado é massa, ou seja, multidão, agregado social, aglomeração de gente. A isto acrescenta-se uma conotação bastante pejorativa. No grego clássico, o sentido do termo não é somente multidão, de povo, mas insinua-se que esse povo não é qualificado, é inferior, por isso distinto de seus chefes.
Mas, mais uma vez ainda o Espírito Santo do Amor de Deus age na Igreja e no Concílio Vaticano I essa imagem de Igreja começa a ficar obsoleta. Quando o nosso querido e saudoso papa João XXIII convoca o concílio como forma de abrir as janelas da Igreja para entrar os novos ares que sopram sobre o mundo, o Espírito veio e mudou totalmente a Eclesiologia oficial. Igreja passou a ser não apenas o clero e os religiosos mas sim “todo o povo de Deus”.
Na constituição Dogmática Lumen Gentium, sobre a Igreja, os Padres Conciliares inspirados pelo Espírito de Jesus, falam do povo de Deus (cap. II), antes mesmo de falarem da hierarquia (cap. lll) e dos leigos (cap. IV), É a Igreja na sua totalidade, naquilo que é comum a todos os membros. Ai o concílio superou a distância entre hierarquia e laicato, e a desigualdade antievangélica.
A noção de povo de Deus exprime a profunda unidade, a comum dignidade e fundamental habilitação de todos os membros da Igreja à participação na vida da Igreja e à co-responsabilidade na missão.
Isto deu a oportunidade para que os nossos bispos da América Latina, reunidos em Puebla, no México, acrescentassem que "Consciente de sua realidade de batizado, o leigo e a leiga deve participar na pastoral de conjunto, na sua planificação e execução"(Puebla 807-808),
E não só. Esta participação deverá ser: "Promovendo na Igreja estruturas de diálogo, de participação e ação pastoral de conjunto, expressão de maior consciência de pertença à Igreja" (Puebla 794-799).

Minha querida amiga e irmã de caminhada em busca da Verdade que liberta, dona Maria Dulce,
Este texto longo e monótono é a minha maneira de justificar o que penso sobre os fatos recentes ocorridos na Arquidiocese de Goiânia, principalmente no caso da transferência do padre Luiz Augusto, pároco da Sagrada Família da Vila Canaã.
Para mim, o que causou todo esse escândalo é o embate entre as várias Eclesiologias que existem na Igreja.
Por um lado há aqueles e aquelas que acreditam no ensinamento recente da Igreja no Concílio Vaticano II e na Conferência Episcopal de Puebla. Por outro lado estão aqueles que professam uma Eclesiologia caduca, ultrapassada, insensível aos sinais dos tempos, como foi tão recomendado pelo Senhor Jesus.
Reconheço e creio firmemente que os bispos da Igreja, enquanto pastores, têm o dever de administrar, gerir e governar os seus outros irmãos católicos promovendo a unidade e a fiel observância e vivência do Evangelho de Cristo.
Reconheço e creio, firmemente que todo o Povo de Deus tem o dever de expressar suas ansiedades, suas angústias e suas opiniões no diálogo fraterno e na liberdade para qual fomos todos libertados pelas palavras, pelo sangue e pela vida do Redentor.
Por isso, creio também, em sintonia com o Santo Evangelho e o Magistério da Igreja que os pastores devem ouvir, acolher e atender com humilde caridade os legítimos e honestos desejos de suas ovelhas. Imitando o “Bom Pastor” que deu a vida por suas ovelhas e que, principalmente, amou com amor maior as que estavam em perigo.
Creio, firmemente, no Espírito Santo
Que ilumina os corações,
Que promove a unidade e o amor,
Que nos torna unos e os mesmos num só coração e uma só alma.
Como na parábola da viúva importuna, creio que se deve bater à porta insistentemente. Clamar e pedir Justiça perseverantemente.

Por isso, dona Maria Dulce, sou solidário ao seu clamor e peço, humildemente, não se canse de buscar, que questionar, de insistir naquilo que o Espírito lhe diz no coração. Rezo para que, pelo bem do Reino de Deus, o amor evangélico prevaleça sobre o autoritarismo e sobre os orgulhos feridos. E que, como ensina a palavra, o amor, a união e a paz entre todos os membros da Igreja brilhe neste mundo de trevas, testemunhando aquele que “não veio para ser servido e sim para servir e dar a vida pela salvação de todos”.
Para o bem de todos e todas e para a maior glória de Deus.

Ton Alves é leigo consagrado, foi frade capuchinho e estudou teologia no Seminário Arquidiocesano Santa Cruz de Goiânia. Foi membro da Equipe Executiva do Conselho Missionário Nacional da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB e fez parte do Conselho de Comunicação da Arquidiocese de Goiânia. Hoje dirige grupos de Oração Centrante em Goiás e no Distrito Federal.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

DECEPÇÃO E DOR NA ALMA - O PADRE LUIZ AUGUSTO COMUNICOU A SUA "TRANSFERÊNCIA"

Neste endereço abaixo está um texto de Dom Washington Cruz sobre as tranferências dos padres da Arquidiocese.

http://www.arquidiocesedegoiania.org.br/site/component/content/article/64-noticias/1432-mudar-e-preciso.html

Recebi este comentário hoje domingo, 01 de maio de 2011
Na missa de hoje domigo,Padre Luiz com toda humildade e obdiência confirmou a sua saída, fico pensando: vai tirar um padre que em um domingo arrebanha uma multidão, para coloca-ló em uma comunidade; tem lógica? Eu ainda não encontrei a resposta. Tenho certeza que um dia a resposta virá. VAMOS REZAR PELO PADRE.


Leiam também, " A cerimônia do Adeus" entrevista com o Padre Luiz, é emocionante.
http://www.tribunadoplanalto.com.br/comunidades/11938-a-cerimonia-do-adeus.html A cerimônia do adeus
"O novo destino do padre Luiz já está traçado pelos desígnios da Igreja Católica. Ele deixará a paróquia para cumprir sua missão no Recreio dos Bande­ira­n­tes, Rio de Janeiro, de onde ai­nda coordenará muitos de seus projetos nas comunidades Atos e Luz da Vida".
- Copiei  esta informação da entrevista acima e agora recebi um comentário que me informou que eu estou errada, agradeço a crítica.  ESTÁ EQUIVOCADA, ERRADA, a informação na entrevista com o Padre Luiz, o Sítio Recreio dos Bandeirante é  na PERIFERIA DE GOIÂNIA

Hoje, é 01 de maio de 2011 - ironicamente - dia do trabalhador, dia de comemorar o trabalho das pessoas que tem compromisso com o crescimento de sua Pátria, de seu Estado, de sua empresa, de sua casa e, também, tem um compromisso ao real  trabalho de crescimento da  Igreja Católica Apostólica Romana.
Digo, ironicamente, porque hoje o Padre Luiz, um sacerdote que tem por missão servir - servir a Deus em primeiro lugar - mas para serví-Lo fez votos de servir à Igreja e obedecê-la,  confirmou para os paroquianos da Sagrada Família que no próximo domingo, dia 8 de maio, Dia das Mães - ironicamente também, por sua devoção a Maria e preocupação com as famílias - será sua última celebração na Paróquia. E, que, pasme, irá servir em uma comunidade????????????
Depois li essa entrevista com o Padre Luiz senti uma tristeza muito grande, uma decepção e uma dor na alma. Estou amargurada, não por mim, porque a minha fé é estruturada em Deus, nos ensinamentos de Jesus, já tenho idade sufuciente para enfrentar as adversidades da vida e o que o ser humano é capaz de fazer. Preocupo e fico temerosa pelos que procuram ou acharam rescentemente, na pessoa de Padre Luiz um orietador espiritual, estão caminhando ainda como uma ovelha que está sendo buscada, está em Marcos 2, 17: "os são não precisam de médico, mas os enfermos; não vim chamar os justos, mas os pecadores".
Isso é o castigo imposto ao Padre Luiz por ele ser competente? A Igreja prefere premiar a "outros" padres a estes padres evangelizadores que tem sucesso? Ou é assim, se há sucesso vamos puní-los, sumir com eles da região?...
Parece que nisso tudo só não há voto de coerência e nem de bom senso, porque não faz sentido, mesmo lendo e relendo, o texto do Arcebispo, acima citado, não há justificativa que convença, em minha opinião. Esta é uma solução que irá ajudar a Igreja de alguma maneira? Ou, encaminhar um padre super dinâmico, com inúmeras obras que necessitam de sua ajuda, para outra comunidade, é uma atitude correta, Cristã ou perseguição?
É lastimável que a Igreja não enxergue o que todos precisam e querem - embora alguns dizem estar de acordo com tudo porque vem da direção da Igreja - porém, nenhuma decisão é perfeita assim, ninguém neste mundo é perfeito e "infalível". Perfeito é somente Deus.
Esse momento ficará registrado na história de Goiânia, como um grande equívoco da  Arquidiocese que prejudicará não somente aos paroquianos, que podem aprender a "escutar" a outro padre, mas prejudicará a todas as obras ligadas à Paróquia Sagrada Família, pela falta que fará o seu administrador e seu evangelizador.
Aliás, está na história as diversas vezes em que a Igreja errou - e, errou usando o nome de Deus, estes erros são apontados constantemente pela mídia atual e pelos registros históricos. Embora, os que cometam erros não sejam julgados, muito menos punidos, porque o tribunal da Sé são os próprios mandatários. E, depois,  as gerações que sofrem e sofreram as consequências recebam tardiamente um pedido de perdão da Igreja, como se fosse suficiente. AGIR corretamente e na hora certa é um ato Cristão. A Igreja Católica nunca indenizou uma família sequer pelos abusos e crimes, nem os que cometeu durante a "Inquisição",  ao contrário dos alemães que indenizaram aos judeus após a Segunda Guerra.  Talvez, por isso, continuar errando, tanto faz, prejudicados não tem o poder da mídia e muito menos fazem parte desta massa que reclama e faz escândalos.
Mas, nada, nada sensibilizou o Arcebispo, nem mesmo a explicação do Padre Luiz Augusto de que iniciou obras e precisava de até o final do ano para terminá-las. Quem arcará com o prejuízo ou prestará contas do dinheiro gasto e a obra inacabada? Nada sensibiliza o Arcebispo.
São vários casos de Padres transferidos, que acabam se deprimindo e não conseguem mais atuar como antes. Há casos como do Padre Marcelo, que se deprimiu, não por ter sido transferido, até porque ele como é nacionalmente RECONHECIDO pelo seu sacerdócio - e até o Papa o condecorou com um Prêmio de Evangelizador - seria muito escandaloso para a Igreja mexer com ele,  então por "cautela" não mexem, mas por "inveja"  falam dele e desses evangelizadores de sucesso como se fossem uma parte nociva da Igreja. Nem é bom citar nomes, porque a a punição poderá atingí-los.
Estes sacerdotes, maravilhosos arrebanhadores de pessoas necessitadas, são evangelizadores responsáveis pelos inúmeros casos de volta a Igreja e à vida Cristã Católica., mas, com as tranferências essas pessoas  são afastadas de seus condutores abruptamente, como se fosse possível transferir confiança e credibilidade. Seria como trocar Jesus por Buda, por um tempo, assim, abruptamente, só porque fica definido pelo comando da Igreja que as pessoas devem passar a confiar em um outro sacerdote substituto e passar a lhe confiar a vida, seus problemas, sua família?  Porque?  Não se transfere a confiança que se tem em um  grande amigo para outro que lhe é imposto.
Os paroquianos deveriam ser tratados com mais respeito, senão com mais formalidade, não são pessoas sem fé, desgarradas, sem sentimentos. Sim, confiam em Jesus Cristo, entendem que somente um sacerdote estruturado em Jesus Cristo,  pode encontrar forças para escutar cada lamentação e confissão, confortando a todos com um dom especial que só pode ser a força do Espírito Santo, ungido que é, como o Padre Luiz tem sido.
Existe uma grande semelhança nas transferências desses padres que fazem excessiva caridade e tem excessivo contato com as pessoas da Paróquia, embora a mais beneficiada seja a própria Igreja Católica Ápostólica Romana, parece que nada disso faz sentido, parece que espantar as pessoas é a política da Igreja, nada disso agrada ao comando da Igreja. Até comentários de que "é melhor que abandonem mesmo a Igreja", aconteceu. (é inveja?)
A Igreja somos nós - o Povo de Deus - cada um de nós forma o todo, que forma uma Igreja, que sem fiéis nada é. O povo de Deus com teto ou sem teto pode rezar a Deus. Se for piedoso, ele faz tão correto quanto uma pessoa assídua à Igreja concretada, mas que se exime de ser Cristão - é bíblico: feche em seu quarto e reze. Os fiéis são o rebanho da Paróquia, foi para buscar cada vez mais ovelhas que Jesus instituiu a Igreja em Pedro, pedindo que ele cuidasse de suas ovelhas. Cada sacerdote é um apóstolo de Jesus. Padres que agem assim, trabalhando para edificar o Evangelho são afastados, são punidos?  Por que? Se existe uma regra assim, a vida mudou, o mundo cresceu, se informatizou, a Igreja deveria acompanhar.  
Por coincidência, hoje, é também, o aniversário de meu filho que é um seguidor de Cristo e que aprendeu a servi-Lo com a orientação do Padre Luiz Augusto. Nas vésperas de se tornar pai, pela primeira vez, já tinha progaramado o batizado com o Padre Luiz. Ele, a esposa e um grupo de amigos que juntos cooperam e trabalham com a Paróquia do Padre Luiz Augusto (queiram ou não) é assim que muitos a chamam e ainda chamarão por muitos anos, estão ainda por entender como tudo o que está acontecendo pode partir de um comando que nem escuta a comunidade?.
O calvário tem sido de todos, especialmente deste servidor de Cristo Padre Luiz Augusto - que recebe tudo como submissão por ser íntegro. Mas, quem submete alguém a um tratamento deste, deve estar com sua consciência e planos de acordo com o que Deus escreveu, porque deve ter alguma percepção ou estatística diferente da que estamos percebendo, a Igreja, assim faz, pois acha que esta será uma transferência que dará certo.
Que Deus ampare o Padre Luiz Augusto para que não se deprima, não deixe enfraquecer a sua vontade de servir e edificar o ser humano, porque ainda tem idade e capacidade para realizar muito em outra Paróquia, seja aonde for,  porque muitos saberão de sua obra junto a Igreja Católica Apostólica Romana em Goiânia, porque aonde estiver alguém contará e testemunhará o quanto é um sacerdote evangelizador e capaz. Jesus Cristo, não abandona um servo que doa a sua vida ao próximo.
Fica ainda a pergunta - afastá-lo para colocá-lo em um trabalho aquém de sua capacidade de agir, por que? Ele é muito mais útil aonde estão todas as suas obras, exatamente aonde ele está. Isto é uma punição!?.
Ficará registrado que foram inúmeros os pedidos de permanência do Padre Luiz Augusto na Paróquia Sagrada Família. Quem ficar em Goiânia, porque com esse rodízio até o Arcebispo pode mudar, mas quem reside aqui e frequenta a Paróquia  testemunhará se será positiva ou não. Resta saber a quem ajuda essa tranferência sem sentido lógico, só porque é um rodízio usual. É sofrido para muitos de nós.
Que Deus ilumine o novo Pároco.Continuarei a  rezar com fé as minhas Ave Marias, o Pai e Nosso. Deus é misericordioso, não abandonará os seus filhos. 
Escrevo sobre o Padre Luiz neste momento por razões minhas, de admiração pelo seu trabalho, assim como admiro o trabalho do Padre Alcides, são sacerdotes admiráveis, que deveriam ser valorizados. 
Este será o último texto sobre este assunto em meu blog, pois já está decidido, o Padre Luiz aceitou a transferência.
Amém! 

A cerimônia do adeus

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