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Goiânia, Goiás, Brazil
Escrevemos sobre assuntos ligados à história goiana, genealogia, artes, artesanato e assuntos de interesse de nossa família. Portanto, esse espaço pertence a uma pessoa somente, é público, todos podem ler se quiser, pois aqui publicamos vários tipos de assuntos, a grande maioria dos leitores se manifesta positivamente e com elogios, o que agradecemos muito. Os comentários devem ser acompanhados de identificação, com email, para que sua opinião seja publicada.

sábado, 10 de julho de 2010

Praça Pedro Ludovico Teixeira - a estátua


Sei bem o que a família de Pedro Ludovico quer: um Memorial de Goiânia e a instalação da estátua na Praça de Pedro.
Mas, o que é preciso fazer?
Não é competência da família fazer o projeto, mas aproveitando a capacidade de dicernimento, em conjunto eles decidiram que o melhor local é harmonizando o que já existe e que imediatamente seria viável a instalação.
Formando um triângulo com o coreto, colocaria a estátua equestre "Monumento a Pedro" na entrada da praça no segmento da Av. Tocantins, fechando a entrada do estacionamento, que já esta permanentemente fechada há tempos. E no segmento da Av. Araguaia colocaria o "Monumento das três Raças" (trocaria de lugar, tiraria do centro da Praça). De uma forma que as pessoas passando pela praça teriam uma visão de tudo. E a parte central ficaria limpa, dando uma perfeita e clara visão do Palácio das Esmeraldas ,que com os edifícios ao seu lado fomariam outro triângulo.
o Memorial de Goiânia ficaria aonde está prédio da Prefeitura. Harmonizando com o prédio do Museu, na mesma altura, tendo e uma fachada arrojada, moderna.
As fontes e jardins necessitam de manutenção, que sejam feitas.
A administração da cidade fica a pergunta. Será que a principal praça da cidade pode ter a aparência que tem?
Vamos minha gente, cuidar da praça. Limpar, plantar, ligar as fontes, retirar os carros, lavadores e barracas de qualquer coisa.
A cidade merece mais respeito.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Recuperação da Praça Pedro Ludovico




Há 17 anos ou mais acompanho essa estátua. Desde quando o Professor José Mendonça Teles contou para a Família sobre a homenagem. A família de Pedro desde então disse aonde deveria ser colocada.
Meu sogro Mauro Borges, enchia os olhos d'água falando sobre a dificuldade da instalação na Praça Pedro Ludovico, pois havia uma grande pressão para que ele concordasse com "outro local". Novamente, ele com os irmãos enviaram uma carta pedindo que fosse na Praça de Pedro.
Resolveram instalar a estátua equestre no local mais impróprio possível, no Serrinha. Nos livros s/ o início de Goiânia e no livro "Memórias", Pedro diz: "verifiquei também que há duas colinas em que se podem colocar os reservatórios d'água". É o que se tornou o Serrinha, além das imensas torres, existem mais dois reservatórios, sendo o maior da Saneago.
Ali sim, nada tem a ver c/ o futurista e determinado idealista Dr. Pedro. Colocá-lo no meio de uma mata? Ele era cosmopolita, amava o Rio de Janeiro, Paris. Por que será que em frente ao Palácio do Governo ele mandou fazer um imenso "parking" (estacionamento) na época em que em Goiânia e, talvez, se somado ao número de carros em todo o Estado, ainda nem atingissem a uma centena.
Ele planejou a Praça Pedro para ser um lugar pitoresco, agradável, chique, semelhante às grandes praças de Paris.
Não respeitaram e continuam desrespeitando um Patrimônio tombado por lei Federal, Estadual e Municipal. Será que um bem tombado deve ser abandonado a degradação?
Se eu puder quero lutar para ver a Praça de Pedro sem mendigos, sem carrinhos de venda ambulantes, sem carros estacionados, com suas fontes funcionando, seus edifícios bem iluminados, uma praça como idealizou Pedro.
Não conheço em nenhum lugar do mundo uma praça em que está localizada a sede do Primeiro Poder do Estado, ser tratada com tamanho descaso e ainda se deixar que este descaso seja visto como uma "coisa normal". É absolutamente inaceitável que se pense assim, é muito provincianismo. Precisamos ser mais otimistas e mais ousados. Goiás é um Estado rico falta audácia e coragem para ousar como fizeram em São Paulo restituindo ao povo a Estação da Luz e a Pinacoteca recuperadas e maravilhosas.
Em 1961, D. Lourdes e Mauro Borges na transfer6encia da Capital para a cidade de Goiás, encontraram o Palácio Conde dos Arcos tomado por capim e animais soltos ali permanentemente. Em frente ao Palácio iniciava-se a construção de um Posto de Gasolina. Mauro Borges e Lourdes pensaram em se instalar normalmente no Palácio Conde dos Arcos. Que decepção. Foi um choque. No mesmo dia Mauro pediu um decreto proibindo modificar as fachadas das casas, construir no Centro Histórico e mandou recuperar imediatamente o palácio. Escutou severas críticas da cidade, mas, manteve a sua decisão e hoje Goiás é Patrimônio da Humanidade.
Assim espero e tenho fé, recuperada a Praça de Pedro será um patrimônio da cidade e do goiano, teremos orgulho em mostrá-la a qualquer pessoa que visite a cidade. 0 povo gosta de Praça, mas esta Praça está suja, sem ser cuidada, desrespeitada.

Não há como deixar Pedro fora de sua praça. Existem maneiras de se fazer isso, colocando tudo em sua devida função, proporção e lugar, como era.

domingo, 4 de julho de 2010

PROJETO DE LEI - CÂMARA MUNICIPAL DE GOIÂNIA

A Câmara Municipal de Goiânia determinou que a estátua equestre de Pedro Ludovico seja instalada na Praça Pedro Ludovico.
Agradecida está a família de Pedro Ludovico, pois entenderam que a família aceita a homenagem, que há dezessete anos ou mais está decidido e aprovado o local: a Praça Pedro Ludovico. Além de que, toda homenagem envolve recursos públicos, portanto, ela deve ser abrangente e para sempre. Um Memorial de Goiânia tendo a estátua ao lado da sede deste, preservará com segurança e modernidade o conjunto de documentos técnicos/administrativos da construção da cidade e estes serão expostos ao público corretamente. Será um espaço útil.
A família parabeniza e tem que agradecer à Câmara, embora saiba que agiram para preservar o morro do Serrinha, mas determinou que se tem um local para se homenagear o fundador da cidade, este local é na Praça que representa a historia da cidade: a Praça Pedro Ludovico.
Saudaç~es,

MEMORIAL DE GOIÂNIA - OBRIGADA ARTHUR REZENDE

Arthur,
Gostamos demais.
Sei que você se preocupa com a nossa cidade e tem dignificado a defesa, a preservação da nossa cultura. A historia de um povo é contada desde seus hábitos mais simples até o mais suntuoso palácio que tenha.
O "Memorial de Goiânia" (este seria o nome ideal) que teria a estátua ao lado da sede, preservaria com segurança e modernidade o conjunto de documentos técnicos/administrativos da construção da cidade e estes seriam expostos ao público corretamente. Um espaço útil, que traria orgulho ao goianiense, pois este é o único conjunto arquitetônico, que já no projeto original era colocado dentro de um "parking" (estacionamento) imenso para uma cidade que teria 50 mil habitantes. Ora, a visão de Dr. Pedro era fantástica, previa uma praça contendo toda a administração, mas fez um exagerado estacionamento (consta em seu livro “parking” em inglês, numa época em que só uns cem carros existiam no Estado) ele imaginava algo para o futuro, nos exemplos das cidades européias. Fez bem, a praça tem um estacionamento privilegiado, se for evacuado, propiciará uma bela visão do conjunto.
A solução é sensibilizar para que no entorno da Praça Pedro Ludovico se construam edifícios garagens, c/ lojas e restaurantes embaixo, tipo restaurantes da orla do Rio e das belas ruas de Paris, c/ cadeiras nas calçadas. A iluminação da Praça seria responsável por usar técnicas modernas que valorizariam as fachadas dos edifícios do Estado. Enfim, no mundo todo grandes empresários, industriais, fazendeiros, enfim as pessoas ricas cuidam da sua cidade, Goiânia tem sido diferente porque? Acho que nunca se fez este tipo de apelo. Rica, tem condições de melhorar o perfil da cidade, que teria que ser como São Paulo, atrair pelas artes, museus de arte, da historia da cidade, de historia natural regional, mas com uma apresentação adequada à modernidade, com planejamento e parcerias com a iniciativa privada. O Governo não consegue assumir tudo, deve fazer parcerias, incentivando quem atuar nesta área.
Este seria um marco histórico, um ponto turístico para ser mostrado aos que visitam a cidade, sem ter que mostrar somente bares e parques.
Grande abraço e nossa gratidão, da família Ludovico Teixeira.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Nunca dei uma entrevista a qualquer jornal s/ estátua de Pedro Ludovico

Nunca fui entrevistada por nenhum jornal para falar sobre a instalação da estátua de Pedro Ludovico. Escrevi uma carta ao leitor, questionando o local e qual o benefício que traria para a preservação da historia da mudança da capital, com o consenso da família de Pedro Ludovico descontente com a escolha do local. Escrevo em meu Facebook, também, e foi de lá que copiaram e publicaram assim : "Embora esteja com o edital circulando, ainda fica a dúvida: a instalação da estátua equestre de Pedro Ludovico no Morro do Serrinha em um parque preservará a historia de Goiânia? Melhor seria um Memorial sobre a mudança da Capital na Praça Pedro Ludovico, c/ a estátua ao lado, junto aos prédios que ele pessoalmente fiscalizou a construção. Esta é a obra que merecem os pioneiros!

Sim, vi o Projeto. Mas, não perguntaram a minha opinião, até porque já estava formalizada toda a ação. E, porque eu emitiria a minha opinião sem a anuência da família de meu sogro, especialmente de seu filho, meu marido. Tenho, sim, minha posição sobre esta questão: não vejo sentido educativo/cultural em uma homenagem assim. Defendo a Praça de Pedro, por que tenho uma longa e maravilhosa convivência de 43 anos com meu sogro, sei que seu desejo era ver a estátua instalada antes de falecer, ele está com 90 anos, e sempre disse que o local deveria ser a Praça Pedro Ludovico ao lado de um Memorial que abrigasse a historia de Goiânia. Mauro tem dois irmãos vivos, Pedro Junior e Goiano, que discordam do local, também.
Questiono porque ela será instalada no Serrinha que era destinado para ser "um reservatorio de água potável", mas que, devido à distância da planície escolhida para construir a cidade e seus primeiros edifícios ficava muito longe e nada foi ali construído.
Vi o projeto. Linhas arrojadas, modernas, lindo. Perguntei se teria o Memorial, algo semelhante aos grandes espaços culturais existentes no país, com os documentos valiosos sobre Goiânia devidamente microfilmados e escaneados, preservando-os com qualidade, para permitir pesquisas. Não cabe a mim responder sobre este assunto.
Há muito tempo as pessoas discutem sobre este tema, sobre um espaço que dignifique a memoria daqueles que se empenharam para "a grandeza desta obra portentosa", segundo seu Primeiro Prefeito, Venerando de Freitas Borges: "não está no fato de, na esplanada das Campinas ter o atual Governo construído gigantes de cimento armado, mas no fato de representar Goiânia o limite entre dois períodos historicos: - Goiás antes da mudança e Goiás depois da mudança...
É isso, Dr. Pedro e Goiânia merecem mais???

domingo, 27 de junho de 2010

Estátua de PEDRO LUDOVICO - Lugar ideal: CENTRO HISTORICO!

Concordar com a instalação da estátua equestre de Pedro Ludovico sobre uma rampa no Morro do Serrinha junto às torres existentes em um parque preservará a historia de Goiânia? Que se gaste com um Memorial sobre a mudança da Capital edificando-o na Praça Pedro Ludovico, a estátua ao lado, junto aos prédios que ele pessoalmente fiscalizou a construção. Esta é a obra que merecem os pioneiros!

terça-feira, 8 de junho de 2010

Estátua de PEDRO LUDOVICO - Lugar ideal: CENTRO HISTORICO!

0 fato de Goiânia ser uma cidade construída com parcos recursos e nada existir de pomposo ou que tenha grande destaque arquitetônico, faz com que digam que a sua arquitetura é “sem muita expressão”. Engano, o conjunto arquitetônico é o da época, tem valor histórico e tem que ser preservado. Hoje, acham que ainda é muito recente toda a historia da cidade, realmente é, mas é o nosso antigo. A cidade teve um projeto, um plano diretor, regulamentações para as construções, enfim, um estudo urbanístico. Tudo foi aprovado por Decretos do Governo e realizado estritamente dentro de um orçamento apertado, mas suficiente para dar continuidade à mudança da Capital. @

Quando Goiânia completou 25 anos de existência, Pedro Ludovico, escreveu: “Nasci na velha Goiás, ali passei minha infância, a minha juventude, ali bebi muitos ensinamentos que tiveram uma influência profunda na formação do meu caráter. Construí Goiânia com muito sacrifício, com muito amor e com muito idealismo. E Goiânia aí está. Bonita, alegre e progressista. Não desejaria que passasse de 500 mil habitantes. Mas, atingirá milhões.” *

Atingiu os milhões temidos por seu fundador, mas não é isso que preocupa e sim as constantes mudanças que ocorrem e já ocorreram em suas edificações, praças, monumentos, que cada Governo, usando de seu poder, “decreta” e faz o que acha necessário, desvirtuando e destruindo o que é histórico, cometendo um erro irrecuperável – caso da Praça Pedro Ludovico e seu obelisco central, da Santa Casa, da Igreja Batista e de outros.

A modéstia de Dr. Pedro o fez avesso a homenagens, repassando para os seus descendentes esta característica raríssima no ser humano. Modéstia a parte, está passando da hora de manifestar desejos guardados com a família, pois "não fica bem a própria pessoa falar de si mesmo, muito menos se elogiar, é pedante".
Por causa desta M0DÉSTIA, a família tem aguardado há anos que seja construído um Memorial digno de seu ato e em conjunto seja instalada a estátua dele montado a cavalo - da artista Neusa Moraes. É necessário a edificação do conjunto, que preserve a Historia.
É inconcebível separar Dr. Pedro do conjunto de sua obra.
A sua estátua deve ser instalada junto ao Centro Histórico de Goiânia, na Praça que leva seu nome, Praça Pedro Ludovico (antiga Praça Cívica)? 0u em outro local?

Quem visita Goiânia, vai à Praça Pedro Ludovico, ao Museu Pedro Ludovico (residência da família de Pedro) na rua Gercina Borges e fica por ali, aonde se centraliza a historia de Goiânia. Porque colocar o autor da historia em outro local?

Clenon de Baros Loyola - Meu Pai - Homenagem da ASMEG0

tantas homenagens meu pai continua a receber, mesmo passados 21 anos de sua morte. A família participa, comparece, emociona, agradece... Uma saudade imensa de sua presença...
Com minha mãe, Suely, visivelmente emocionada, às 19 horas, nos dirigimos para a sede da ASMEG0 para receber a homenagem ao meu Pai.
Em cerimonia dirigida pela juíza da 2a Vara de Família, Maria Luíza Povoa, com a presença da família e de pessoas do judiciário goiano deu-se a solenidade em que se denominou de Presidente Clenon de Barros Loyola, o auditorio da sede da ASMEG0.
Aí se pergunta porque as homenagens a meu Pai continuam constantes? São muitas. Tanto em Goiânia quanto no interior. Cada uma com a sua singularidade, sempre emocionando demais a família.
Meu pai sempre desempenhou com dedicação e muita responsabilidade os cargos que assumiu. Não que seja um privilégio, mas é que seu caráter assim exigia que ele agisse. Para ele era dever ser correto, desempenhar qualquer atividade respeitando os princípios éticos e cristãos. Talvez por isso tenha deixado marcas que não se apagam, mesmo passados tantos anos apos a sua morte.
Logo depois que ele se foi, disseram para mim: "foi grande sem querer sê-lo, no cumprimento de seu dever." Exatamente o que ele fez a sua vida toda, cumpriu o seu dever, sem vislumbrar reconhecimentos e honrarias.
"Simples, como era, ele deve assistir, lá da mansão dos justos, com acanhamento, toda essa consagração postuma a que fez jus". E, certamente, sorri, tímido, achando um exagero. Mas ele merece, trabalhou para isso.
Com muito orgulho reconheço que a sua missão na terra foi brilhante, foi um ser humano ímpar, impossível esquecê-lo, continuará, creio eu, lembrado, citado e reverenciado.
Em meu nome e da família agradeço ao Dr. Átila Naves Amaral, Presidente da ASMEG0, Desembargador Paulo Teles, Presidente do Tribunal de Justiça. Agradecemos, ressaltando nossa amizade, admiração e carinho a nossa querida amiga e "protegida" de meu pai (ela diz que meu pai a inspira), a juíza Dra. Maria Luiza Povoa, pela significante homenagem, registrada em bronze, em lugar de honra à esquerda da entrada da sede, bem diante de todos que ali frequentam. Auditorio Presidente Des. Clenon de Barros Loyola.

sábado, 8 de maio de 2010

Ser Goiano

Ser goiano
Li com emoção a crônica O que é ser goiano, de Bariani Ortencio, publicada quinta-feira neste jornal. Ser goiano é uma novidade, se considerarmos que somente a partir de 1749, há 261 anos atrás, passamos a existir. 0 Estado é muito novo, se compararmos à idade do Brasil, 500 anos, ou a de países da Europa com mais de 2000 anos.
Parabéns, Bariani, orgulho-me em ser goiana, goianiense, nascida na extinta Santa Casa, da Avenida Tocantins. Somente sinto uma grande tristeza e me preocupo ao ver monumentos e patrimônios goianos sendo destruídos, às vezes em nome do progresso. É preciso ficar atento ao descaso à história.
Textos como este trazem à memória coisas e fatos históricos que devem ser resguardados como patrimônio goiano, pois o tempo passa e os dados históricos se perdem com as pessoas que morrem e quando estão em papéis são esquecidos e, portanto, perdidos, também.
Vale aqui um pedido: se sua família tem documentos, fotos ou algo que registre a história goiana doe uma cópia deste registro à uma entidade, como Museu Pedro Ludovico ou se informe para qual doar, já que será preciosa a sua doação. Na família essa informação não será histórica, será apenas mais um papel guardado.
Alguém escreveu pejorativamente que goiano é rústico porque destruiu a obra de Siron no Clube Vila Nova. Negativo. Isso é puro vandalismo, total ignorância, tem todo tipo de ser humano em Goiás, assim como em todo lugar. Generalizar ofende. Goiano é o que descreve Bariani.
Maria Dulce Loyola Teixeira
Goiânia – GO


Prezada Maria Dulce
Como foram doces as suas palavras. O que paga a pena escrever é ser lido e comentado. Não adianta falar que gostou ou não, mas, sim, como você fez. Muitíssimo obrigado!
Bariani Ortencio

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Augusta Sócrates Gomes Pinto, do livro "A Mulher, a História e Goiás" de Célia Coutinho, a avó de Mara Públio de Souza Veiga Jardim

Visitando a Cidade de Goiás, Ida Correa Crispim, Carmen Lucia Gomes Leite e eu, ficamos hospedados na casa de Mara Públio de Souza Veiga Jardim, responsável pela manutenção e preservação da Cidade de Goiás, Mara é Secretária de Cultura e Turismo e Professora da Faculdade. É uma grata satisfação passear pela cidade a pé, acompanhadas por uma excelente, não poderia ser melhor, "guia de turismo", passando pelos locais que fazem parte de nossa existência. Sim, pois ali viveram os nossos antepassados e conversando sobre eles descobri que no livro de D. Célia tinha um texto sobre a avó de Mara, copiei e aqui está. Foram 24 horas de alegria, aprendizado e lazer. Obrigada, amiga.