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Goiânia, Goiás, Brazil
Escrevemos sobre assuntos ligados à história goiana, genealogia, artes, artesanato e assuntos de interesse de nossa família. Portanto, esse espaço pertence a uma pessoa somente, é público, todos podem ler se quiser, pois aqui publicamos vários tipos de assuntos, a grande maioria dos leitores se manifesta positivamente e com elogios, o que agradecemos muito. Os comentários devem ser acompanhados de identificação, com email, para que sua opinião seja publicada.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

DOMINGO ABENÇOADO!!! AS FOTOS CONFIRMAM A PAZ QUE HÁ NESTE LUGAR

LOCAL ABENÇOADO - DIA DE GRAÇA!


HORA DA CELEBRAÇÃO
                                                  



COM MUITA DEVOÇÃO!



PREFEITO PAULO GARCIA


PREFEITO PAULO GARCIA COM AUXILIARES


AS CRIANÇAS SE DIVERTEM

ALMOÇO APÓS A CELEBRAÇÃO


ACONCHEGANTE LUGAR EMBAIXO DAS ÁRVORES

PADRE LUIZ AUGUSTO RECEBE O PREFEITO PAULO GARCIA - OS FIÉIS AGRADECEM

Como dizia um sacerdote amigo: "na vida não existem coincidências e sim providências divinas". Hoje, então, foi um dia reservado para essas providências e, também, para que todos sentissem o poder da oração e da perseverança.
Em um domingo ensolarado de céu totalmente azul, muitos, especialmente os mais jovens com seus filhos pequenos, poderiam ir a um clube ou mesmo ficar em casa e fazer um bom churrasco, mas eles escolheram enfrentar mais de 30 quilometros de estrada, sendo 2 km de pura poeira, para assitir à Missa celebrada pelo Padre Luiz Augusto. É tanto carro que causa congestionamento na estreita estrada de terra que dá acesso à Comunidade Atos. Penso eu: que benção a Igreja Católica de Goiânia ter esta força que arrebanha milhares de fiéis para uma missa dominical neste local distante assim, mas, que não intimida ninguém.
Em grupos de voluntários, as pessoas chegam cedo à Comunidade Atos iniciando a limpeza do local. Eles lavam o chão, limpam as cadeiras, colocam flores no altar, fica impecável o templo do Senhor para receber os fiéis. Ontem, outro grupo de voluntários também madrugou para providenciar o almoço delicioso que após a Missa seria servido em mesas espalhadas por todo o espaço sombreado e aconchegante, a um custo mínimo para que todos pudessem participar.
Um pouco mais tarde, as pessoas vão chegando e se acomodando. São milhares de pessoas que alegremente cantando aguardam o início da Missa das 10:30. Como é bom  participar de uma celebração em que todos estão atentos a cada gesto ou palavra do celebrante, neste caso, o Padre Luiz. Nem as crianças conversam. Reunidos só para louvar ao Senhor!
A Palavra de Deus, deste Domingo 12 de junho, convidava a todos para uma contemplação maior da imensa bondade de Deus com seu povo. Somente quem lá está pode descrever o que é sentir presença de Deus naquele lugar. O Espírito Santo age, renova a nossa alma. Todos se sentem tocados por essa força divina, a celebração é de muita unção, confirmando o quanto é importante a presença de um verdadeiro pastor para nos guiar. 
Todos testemunharam com alegria a realização da vontade de Deus nas diversas vitórias ali alcançadas. "E o Senhor cada dia lhes ajuntava outros que estavam a caminho da salvação".
Sim, ontem se juntaram à Comunidade Atos o Sr. Paulo Garcia, o Prefeito de Goiânia e alguns de seus auxiliares para anunciar que as obras do asfaltamento iniciam nesta semana e em quatro meses estarão prontas. Esta ação beneficiará não só a Comunidade Atos, mas toda a região. Uma bênção tão grande para todos os que ali transitam. Louvado seja Deus!
Mas, não é somente o asfalto que está sendo executado, o Prefeito Paulo Garcia e a sua equipe de parques e jardins cuidaram das áreas públicas em torno da Comunidade Atos plantando bonitas palmeiras e árvores ornamentais.
Paulo Garcia, católico, tem conhecimento do valoroso trabalho do Padre Luiz Augusto, ele sabe que ele atua, até em forma de parceiro, aonde as entidades públicas não conseguem atuar, realizando um trabalho que traz benefícios à sociedade, porque as suas obras são para atender às pessoas necessitadas, não só materialmente como espiritualmente.
Agradecemos a solidariedade do Prefeito Paulo Garcia, Deus o abênçoe e a toda a sua equipe.
Foi um dia de muitas graças!!!
Amém!

UM AGRADECIMENTO:
Para mim, foi um dia realmente de muita graça, perdi meu celular e poucas horas depois ligaram para meu sobrinho e, depois, para meu filho para dar o endereço aonde eu poderia buscá-lo. Por volta das cinco horas da tarde eu já estava com o meu celular. Tudo voltou ao normal, graças a Deus!!!  

terça-feira, 7 de junho de 2011

HÁ ESPAÇO PARA AS DIVERSAS PARÓQUIAS EM GOIÂNIA

Lendo uma entrevista de um ex sacerdote, afastado da Igreja Católica por ter sido um expoente em suas atividades, chamou a minha atenção a parte que ele diz que segundo especialistas em comportamento humano existe hoje uma busca incessante por ajuda para se alcançar uma vida espiritual completa. As pessoas buscam respostas para as intermináveis indagações que nos acompanham desde a infância, como: porque morrem pessoas tão boas e as ruins continuam vivas; por que morrem crianças em acidentes ou por doenças incuráveis; por que tantas coisas trágicas acontecem todos os dias.
As respostas em geral são encontradas na religião que se ocupa em alimentar a vida interior das pessoas. A religião conduz as pessoas para uma vida com mais qualidade, quer na convivência familiar como na com o próximo, seja no trabalho, no lazer ou em qualquer situação. A religião direciona a pessoa para uma vida aonde o amor se torna a principal força que a impulsiona a agir de forma mais equilibrada, mais justa, mais coerente com o maior ensinamento de Jesus Cristo - amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo.
Jesus em Pedro fundou a Igreja Católica, seu maior ensinamento - o amor - pensando assim, é uma bênção que se tenha em Goiânia as diversas igrejas católicas espalhadas por quase todos os bairros. São extremamente necessárias e há espaço para que todas espalhem os ensinamentos católicos, agindo como manda Jesus. Ainda encontramos pessoas que nasceram e foram criadas em famílias católicas, mas que não frequentam a igreja e se auto denominam "católicas não praticantes", como se pudessem ser assim. Ou é católico ou não. O que temos, na verdade, são pessoas desmotivadas a frequentar uma igreja porque não encontram o que precisam: a ajuda para suas indagações e para os seus momentos difíceis. E/ou, o mais triste, as pessoas não se entusiasmam com o conteúdo que a Igreja Católica apresenta para que tenham uma constante vida religiosa. Basta analisar porque tamanha frequência nas celebrações em que os padres são carismáticos, eles atendem aos anseios das crianças, dos jovens, dos adultos fazendo com que famílias inteiras participem, efetivamente, das atividades destas Paróquias.
Mas, existem também, os que acham terrível a linha carismática, não gostam, talvez por não conhecer de fato, mas, por isso é que existe espaço para todos. As Paróquias devem se unir em prol da Igreja Católica, fazer uma arquidiocese harmoniosa, aonde quem ganha são os próprios sacerdotes e, consequentemente, os fiéis e a própria arquidioces. Não se concebe ser  católico sem ser cristão de verdade, é o maior mandamento de Deus tratar bem ao seu irmão, amar acima de qualquer coisa, até nas adversidades.
Com as diferentes maneiras de cada sacerdote celebrar, a Igreja Católica pode ter as igrejas cheias aos domingos, muitas tem seus paroquianos constantes. Comparecem para assistir à Missa e colaboram fazendo as suas doações, assim desenvolvem excelentes trabalhos sociais. Importante é o fato dos fiéis viverem em sintonia com o pároco, fazendo as doações que visam ajudar a realização e a manutenção de obras da Igreja. É uma relação benéfica para toda sociedade, que recebe a ajuda das Paróquias nas áreas em que o governo não pode dar a devida assistência social.
Seria uma bênção muito grande se em todos os bairros de Goiânia e em todas as cidades do Estado de Goiás tivessemos um sacerdote à disposição da Paróquia, infelizmente o número de padres ordenados hoje no Brasil é muito aquém do que se precisa. À medida que as famílias se modernizam e dão aos filhos a liberdade de seguir o seu caminho sem a intervenção de seus pais, menos chance de se ter um padre. A escolha de ser Padre vem do desejo de cada um de servir a Deus de acordo com a Igreja, é coisa rara hoje em dia. Falta um ajuste da Igreja com a modernização, sem que abale seu papel importante de evangelizar.      
Portanto, um padre que realmente desempenha o seu papel de discípulo de Jesus, não fica pela cidade aparecendo com demontrações fútéis ou de vaidade, agindo sem compustura, mas age com discrição, desprovido de vaidades, servindo ao próximo, é um servo de Deus. Este é o perfil de um sacerdote que deve ser valorizado. A Igreja Católica deve incentivar cada ação de um padre assim, porque este terá seus seguidores, este terá a sua Paróquia cheia em todas as suas celebrações, este é o verdadeiro pastor que Jesus abençoa e a Igreja precisa.
Tantos sacerdotes tem em Goiânia com este perfil, mas que foram remanejados em um momento em que os paroquianos começavam a ter com ele uma maior identificação e confiança, em algumas igrejas já era grande essa identificação e confiança pelo longo tempo de convivência. O remanejamento é necessário, mas, há de se ter o cuidado de conduzi-lo de forma segura, sem provocar danos neste ralacionamento sacerdote/paroquianos, porque é nesse convívio de confiança que a igreja cresce na evangelização e nas obras, sem o devido zelo pode acontecer um desastre. Para o bem da Igreja - povo de Deus - o verdadeiro servo de Deus não se abate, não fica parado. Tem por fidelidade a seu juramento de sacerdote obedecer a Igreja e seguir em frente em sua missão de evangelizar, assim ele convoca os fiéis para ser um membro ativo de sua igreja, participando e realizando o que mais agrada a Deus "servi a Deus e ao próximo".
Amém!

domingo, 5 de junho de 2011

NOSSA SENHORA AUXILIADORA, COMUNIDADE ATOS E PADRE LUIZ AUGUSTO.

Ontem, fui visitar a sede Comunidade Atos para conversar e decidir sobre a decoração da festa junina no dia 18 de junho, pois algumas senhoras e eu aceitamos, com grande satisfação, a decoração da festa. Fiquei muito feliz quando fui chamada para ajudar a realizar esta festa.
Por duas vezes entramos no escritório da Atos para falar com o rapaz que está coordenando o evento, foi somente na segunda vez que reparei a imagem de Nossa Senhora Auxiliadora, de uns oitenta centímetros de altura, singelamente enfeitada com flores e uma orquídia branca. Sou ex salesiana de Goiânia, estudei no Instituto Maria Auxiliadora por cinco anos. Uma vez por mês Dom Antônio - que era irmão da irmã Geralda, professora de Geografia - celebrava uma missa para as alunas na capela do colégio. E no dia 24 de maio, que saudades, era o dia de vestir uniforme de gala para comemorar o dia da Padroeira de Goiânia, a nossa rainha mãe Nossa Senhora Auxiliadora. Que grata providência divina em minha vida, eu me coloquei à disposição para ajudar a Comunidade Atos e encontro lá a minha protetora. É Deus agindo para confirmar que ali é um lugar  que a acolhida é generosa e o auxilío é farto.
Cheguei em casa procurei algo para ler sobre a vida de São João Bosco. Recordei que foi em sua Igreja que fiz a minha primeira comunhão. Sempre me tocou o pintura de São João Bosco com os meninos estudantes na parede atrás do altar e, também, a enorme imagem de Nossa Senhora Auxiliadora em um altar mais baixo.  Ela foi o auxílio de Dom Bosco na realização de seus sonhos de educador, ele atribuia a ela todas as suas vitórias.
Vendo as dificuldades políticas, financeiras e até perseguições que o Governo enfrentava para construir  Goiânia,  sugeriram o nome de Nossa Senhora Auxiliadora para proteger a nova Capital e Goiânia é esta bela cidade, para as pessoas que acreditam em Deus ela é a prova de que quando as pessoas se unem, acreditam e oram o sucesso vem.
Sob a proteção de Nossa Senhora Auxiliadora, reverenciada em seu dia, 24 de maio, com a missa de recomeço da nova administração, a providência divina anuncia vida em abudância, vida nova para a Comunidade Atos. O futuro confirmará a vitória de Deus! Fé que a vitória é de Deus.
Deus abênçoe ao Padre Luiz Augusto - um líder sem querer ser, apenas cumpre o seu dever, as suas obrigações. Amém!

Confirmação:  Is 60, 1-9
Levanta-te, sê radiosa, eis a tua luz! A glória do Senhor se levanta sobre ti. Vê, a noite cobre a terra e a escuridão, os povos, mas sobre ti levanta-se o Senhor, e sua glória te ilumina.  As nações se encaminharão à tua luz, e os reis, ao brilho de tua aurora.  Levanta os olhos e olha à tua volta: todos se reúnem para vir a ti; teus filhos chegam de longe, e tuas filhas são transportadas à garupa. Essa visão tornar-te-á radiante; teu coração palpitará e se dilatará, porque para ti afluirão as riquezas do mar, e a ti virão os tesouros das nações.  Serás invadida por uma multidão de camelos, pelos dromedários de Madiã e de Efá; virão todos de Sabá, trazendo ouro e incenso, e publicando os louvores do Senhor.  Todo o gado menor de Cedar se reunirá junto a ti, os carneiros de Nabaiot ficarão à tua disposição; fá-los-ão subir sobre meu altar para minha satisfação, e para a honra de meu templo glorioso.  Quem é que voa assim como as nuvens, ou como as pombas volvendo ao pombal?Sim, as frotas convergem para mim, e os navios de Társis abrem a marcha, para trazer de longe teus filhos, bem como sua prata e seu ouro, para honrar o nome do Senhor teu Deus, o Santo de Israel, que te cobriu de glória. 
Obs: Nossa Senhora Auxiliadora foi escolhida para ser a Padroeira de Goiânia pela Sra. Alice Sant´Anna Coutinho. Nesta página do livro de sua neta Célia Coutinho Seixo de Brito, esta contado como foi aconteceu






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sábado, 4 de junho de 2011

DÍZIMO - AJUDEM A COMUNIDADE ATOS - VOCÊS CONHECEM AS OBRAS DO PADRE LUIZ AUGUSTO

"A vontade de Deus nunca irá levá-lo aonde a Graça de Deus não irá protegê-lo."
A doação do dízimo é espontânea na Igreja Católica não há nada que determine aonde doar. Muitos, que não sabem como doar o dízimo, sentem-se confusos e acabem acreditando no que não é verdade, pois, que me perdoem, disseram para convencer aos paroquianos que o dízimo só pode ser doado na paróquia. Isso é muito grave. Querem mesmo prejudicar a Comunidade Atos – mais precisamente para atingir ao Padre Luiz Augusto. Mas, Deus não aceita mentiras, não são de Deus atitudes assim. Mentiras tem pernas curtas... Hoje, dificilmente, as pessoas podem ser enganadas, porque a Internet tem de tudo – tudo muito bem explicado em textos, em reportagens e em vídeo, a gente escolhe o tema, faz a pesquisa e pronto, aparece uma quantidade enorme de alternativas para que você leia sobre o assunto que você está interessado em saber. O Papa, sabiamente, mandou que a Igreja Católica se modernize e utilize a Internet e na segunda-feira o Arcebispo participará de um chat das 10 às 11, respondendo sobre a Igreja e a Internet e será transmitido pela Rádio Difusora e Luz da Vida. O que acontece? Faltam atitudes cristãs, pois, hoje as informações estão facilmente expostas, é só ter o cuidado de pesquisar e se informar antes de determinar as ações dizendo que a Igreja manda assim.
_ "Todos os católicos devem dar a sua contribuição material à Igreja para que ela possa prover suas necessidades materiais; isto é ensinado pelo Catecismo no §2043 – “Os fiéis cristãos têm ainda a obrigação de atender, cada um segundo as suas capacidades, às necessidades materiais da Igreja. O quinto mandamento da Igreja é: “Ajudar a Igreja em suas necessidades, recordo aos fiéis que devem ir ao encontro das necessidades materiais da Igreja, cada um conforme as próprias possibilidades (CDC, cân. 222)”. Nem o Catecismo e nem outro documento da Igreja obriga que o dízimo seja 10% do salário, embora muitos adotem isto na prática, o que é bonito e mostra a generosidade de cada um. Mas o dízimo não pode ser uma troca com Deus; deve ser uma doação generosa de quem ama a Deus gratuitamente e desinteressadamente."
Portanto, não há nem na Bíblia e muito menos nos textos acima a determinação do local a ser doado o dízimo. A Igreja citada no texto com I maiúsculo que dizer a Igreja como instituição, o todo e não a igreja com i minúsculo que é o espaço físico que você frequenta, bem diferente.
É claro que o bom senso indica que esta doação seja feita aonde você FREQUENTA,  ou seja, aonde a sua família e você assistem à missa, realizam os batizados e casamentos da família, o local que freqüentam pode receber a sua ajuda. Mas, você pode doar para evangelização, para as obras sociais, para as obras de caridade, comunidades, associações, para a TV e Rádio de evangelização, tudo é dízimo, pode ser doado aonde estiver precisando, conforme o fiel escolher. Quantas doações o fiel fizer para a Igreja (instituições católicas) no mês - tudo será considerado uma doação generosa espontânea, o dízimo.  
Se não há a determinação do local a ser doado o seu dízimo, fica evidente que para receber a doação mensal o Padre precisa motivar essa ajuda. A capacidade de conseguir sensibilizar às pessoas para que ajudem, está na relação de confiabilidade que o Padre tem com os fiéis. É como investir o dinheiro em um Banco confiável que fará boa aplicação com o dinheiro recebido.
Os fiéis acreditam e doam na medida em que as obras de caridade, as obras sociais e de evangelização aparecem. Eles vigiam a aplicação do que estão doando, querem ver se está sendo bem empregado, seja na manutenção da sua igreja, seja para obras de caridade ou até na montagem de um espetáculo que traga em seu conteúdo a evangelização. É uma ação de investidor - se você investe quer saber se está sendo bem utilizado o seu dinheiro, se está dando bons frutos. Essa relação faz com que os fiéis procurem o local que lhes agrada para doar o dízimo. Credibilidade não se transfere. Podem ser transferidos os bens materiais, as casas que abrigam as pessoas necessitadas, a rádio, a TV,  mas a manutenção é responsabilidade do administrador do bem, da obra, do local (Paróquia) e para receber as doações ele deve conquistar a ajuda dos fiéis. Cada sacerdote deve ser suficientemente capaz para sensibilizar seus seguidores para que o ajudem a realizar e manter as atividades da Igreja.
O legado do Padre Luiz foi uma bênção para quem o recebeu. São várias obras de caridade/sociais e as duas belas igrejas edificadas, mobiliadas adequadamente e com toda uma estrutura necessária ao bom funcionamento de uma Paróquia. Muito bom para quem recebeu - tudo funcionando - prontinho para seguir em frente, em paz, sem reclamar. 
Exemplar é  a atitude do Padre Luiz Augusto que ficou com as suas obras inacabadas, recebeu a Comunidade Atos precisando de inúmeras benfeitorias e tem seus filhos queridos, mas agindo sem descansar já promoveu grandes mudanças em tudo que está administrando agora. Ele age com confiança porque Deus o capacitou para ser um servo incansável, um sacerdote piedoso e evangelizador que sensibiliza a todos, por isso em nenhum momento faltará ajuda para suas obras, com fé em Deus!
O DÍZIMO PODE SER PAGO AONDE A PESSOA QUISER – E DEPOIS DE DOADO DEVE VIGIAR PARA QUE SEJA BEM UTILIZADO NAS OBRAS DE CARIDADE, NA EVANGELIZAÇÃO, NAS OBRAS SOCIAIS – NAS ATIVIDADES DA IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA.

DEUS PROTEJA A COMUNIDADE ATOS E AO PADRE LUIZ AUGUSTO!
REZEM POR ELE.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

A COMUNIDADE ATOS E A OBEDIÊNCIA DO PADRE LUIZ AUGUSTO

Lendo com atenção este texto do Arcebispo de Goiânia sobre a razão das tranferências de Padres de uma paróquia para a outra, a conclusão é lógica: o Padre Luiz Augusto está cumprindo as determinações contidas nele.
No texto "Mudar é preciso" o arcebispo explica que a mudança não é descontentamento, correção ou punição, é sim um recurso antigo na Igreja para ajudar padres e paroquianos a dar um impulso em suas práticas e crescer na fidelidade ao evangelho. (Padre Luiz Augusto faz)
Está claro que a mudança visou uma nova oportunidade de trabalho para aqueles que se dispõem a renovar-se com alegria e serenidade. Trará um tempo novo, cheio de graça, de engrandecimento da ação evangelizadora e um recomeço esperançoso. Os padres foram destinados a outro local para enriquecer a vida e a caminhada de outras paróquias. Os padres se adaptam ao outro lugar com a "fraterna disposição de encontrar o modo certo de salvaguardar valores essenciais como o respeito, a paciência, o espírito de sacrifício e a coragem de enfrentar desafios", para isso, como foi dito, é necessário o bom senso, a libertação interior "proporcionada pelo evangelho de Cristo que aponta para o compromisso com o serviço livre e desinteressado".(Padre Luiz Augusto tem agido assim)
Estas movimentações comuns na Igreja Católica visam dar aos padres novos a oportunidade de assumir as comunidades mais carentes que precisam do vigor dos jovens. E os sacerdotes mais velhos, que estavam há décadas no mesmo lugar, eles manifestaram a vontade de buscar novos horizontes. (Padre Luiz chegou na Comunidade Atos e a transformou)
E como uma premunição, o arcebispo ressalta a capacidade de reorganização desses valentes Padres, sendo positivas e importantes para o fortalecimento da missão da Igreja, concorrendo de forma saudável para o bem e garantia do anúncio da Boa Nova. (Padre Luiz é esse sacerdote capaz de reorganizar)   
Ele afirma que procurou entender as diversas reações dos paroquianos sobre as mudanças. Mas, a sua intenção é abençoada, busca o melhor para o trabalho pastoral, renovando e fortalecendo a Igreja, para um profundo  compromisso com a Palavra de Deus, celebrar e expandir na prática da caridade,  na fé em Jesus Cristo. (Padre Luiz Augusto já conseguiu realizar esse compromisso)

Concluindo, vejamos: a Comunidade Atos desde a transferência do Padre Luiz Augusto passa pela renovação e pela  reorganização natural da chegada de um novo sacerdote. Este valente Padre só quer trabalhar e servir a Deus. Em menos de um mês é nítida a transformação que ele fez no lugar. As pessoas precisam de um evangelizador competente, por isso os fiéis se deslocam de longe e, também, das proximidades da Comunidade para escutar à sua pregação.  Abençoadas ações acenderam em todos a vontade de agir, de fazer, de viver o compromisso de servir à Comunidade. Realmente, é um tempo novo abençoado por Deus, é a certeza de um recomeço que certamente enriquecerá a vida dos que querem participar das atividades e do bem estar da família Atos. Essa é a esperança de milhares de pessoas: cooperar com o Padre Luiz Augusto, cumprir as determinações relativas às mudanças, renovando o compromisso de servir e  fortalecer a Igreja.  
Assim, toda a ação e obediência do Padre Luiz Augusto é nítida. Não existe outra maneira de agir, senão a que ele vem fazendo. Admiram-se as pessoas  com as restrições que estão sendo traçadas para seu comportamento, todos percebem, pois foram feitas abertamente diante de todos. São públicas as mudanças impostas e efetuadas - não se sabe por quem e nem porque - o afastamento da mídia, da internet, das celebrações. 
Padre Luiz Augusto é  um padre querido e importante para milhares de pessoas que vão até aonde ele está para escutar os sermões esclarecedores e firmes. Quem está necessitando de ajuda acha ali o conforto. Em oração, louvando Jesus Cristo, a pessoa sai de lá com a alma renovada. São fiéis católicos, que buscam a Igreja Católica para rezar em família.  
Ser um Cristão verdadeiro é amar ao próximo. Deixem, por Jesus, que o Padre Luiz Augusto continue servindo a Deus.  A Igreja Católica Apostólica Romana - desde seus dirigentes e nós corpo da Igreja - precisa ser unida, somos irmãos que querem crescer na fé e fazer crescer a Igreja, que é o povo de Deus. Não cabe disputa, discórdia. Não abandonem a tantos fiéis e muito menos abandonem a este filho de Deus, Padre Luiz Augusto, que tanto já fez e continua fazendo pela Igreja.    
Deus abênçoe a todos! 

quinta-feira, 2 de junho de 2011

PADRE CÍCERO E OUTROS PADRES TEM O SEU CALVÁRIO EM VIDA, SEMELHANÇAS E CONTRADIÇÕES

Aconteceu há muitos anos, aqui no Brasil, no estado do Ceará, em Juazeiro do Norte.
Era uma vez um Padre que por ser excelente evangelizador e por se destacar em seu sacerdócio mais do que os outros companheiros, orando e agindo, foi perseguido e até destituído de seu sacerdócio. Não faz muito tempo. Era o Padre Cícero - do Nordeste, que muitos chamam de Padim Cícero.
Padre Cícero foi ordenado no dia 30 de novembro de 1870.
No Natal de 1871, Padre Cícero visitou pela primeira vez o povoado de Juazeiro (numa fazenda localizada na povoação de Juazeiro, que pertencia a cidade de Crato) e ali celebrou a tradicional missa do galo.
O padre visitante, de 28 anos de idade, estatura baixa, pele branca, cabelos louros, penetrantes olhos azuis e voz modulada, impressionou os habitantes do lugar com o seu sermão. E a recíproca foi verdadeira, ele gostou demais do lugar, por isso, decorridos alguns meses lá estava ele de volta, com bagagem e família, para fixar residência definitiva no Juazeiro.
Muitos livros afirmam que Padre Cícero resolveu fixar morada em Juazeiro devido a um sonho (ou visão) que teve, segundo o qual, certa vez, ao anoitecer de um dia exaustivo, após ter passado horas a fio a confessar as pessoas do arraial, ele procurou descansar no quarto contíguo à sala de aulas da escolinha, onde improvisaram seu alojamento, quando caiu no sono e a visão que mudaria seu destino se revelou. Ele viu, conforme relatou aos amigos íntimos, Jesus Cristo e os doze apóstolos sentados à mesa, numa disposição que lembra a última Ceia, de Leonardo da Vinci. De repente, adentra ao local uma multidão de pessoas carregando seus parcos pertences em pequenas trouxas, a exemplo dos retirantes nordestinos. Cristo, virando-se para os famintos, falou da sua decepção com a humanidade, mas disse estar disposto ainda a fazer um último sacrifício para salvar o mundo. Porém, se os homens não se arrependessem depressa, Ele acabaria com tudo de uma vez. Naquele momento, Ele apontou para os pobres e, voltando-se inesperadamente ordenou: - E você, Padre Cícero, tome conta deles!
Uma vez instalado neste pequeno aglomerado de casas de taipa e uma capelinha erigida pelo primeiro capelão, em honra a Nossa Senhora das Dores, padroeira do lugar, ele tratou inicialmente de melhorar o aspecto da capelinha, adquirindo várias imagens com as esmolas dadas pelos fiéis.
Depois, tocado pelo ardente desejo de conquistar o povo que lhe fora confiado por Deus, desenvolveu intenso trabalho pastoral com pregação, conselhos e visitas domiciliares, como nunca se tinha visto na região. Dessa maneira, rapidamente ganhou a simpatia dos habitantes, passando a exercer grande liderança na comunidade.
Paralelamente, agindo com muita austeridade, cuidou de moralizar os costumes da população, acabando pessoalmente com os excessos de bebedeira e com a prostituição.Restaurada a harmonia, o povoado experimentou, então, os passos de crescimento, atraindo gente da vizinhança curiosa por conhecer o novo capelão.Para auxiliá-lo no trabalho pastoral, Padre Cícero resolveu, a exemplo do que fizera Padre Ibiapina, famoso missionário nordestino, falecido em 1883, recrutar mulheres solteiras e viúvas para a organização de uma irmandade leiga, formada por beatas, sob sua inteira autoridade.
Atuou sempre com zelo na recepção dos imigrantes.
No ano de 1889, durante uma missa celebrada pelo padre Cícero, a hóstia ministrada pelo sacerdote à beata Maria de Araújo se transformou em sangue na boca da religiosa. Segundo relatos, tal fenômeno se repetiu diversas vezes durante cerca de dois anos. Rapidamente espalhou-se a notícia de que acontecera um milagre em Juazeiro.
A pedido de padre Cícero a diocese formou uma comissão de padres e profissionais da área da saúde para investigar o suposto milagre. A comissão em 13 de outubro de 1891, encerrou as pesquisas e chegou à conclusão de que não havia explicação natural para os fatos ocorridos, sendo portanto um milagre.
Insatisfeito com o parecer da comissão, o bispo Dom Joaquim José Vieira nomeou uma nova comissão para investigar o caso. A segunda comissão concluiu que não houve milagre, mas sim um embuste.
O bispo, Dom Joaquim se posicionou favorável ao segundo parecer e, com base nele, suspendeu as ordens sacerdotais de padre Cícero e determinou que Maria de Araújo fosse enclausurada.
Em 1898, padre Cícero foi a Roma, onde se reuniu com o Papa Leão XIII e com membros da Congregação do Santo Ofício, conseguindo sua absolvição. No entanto, ao retornar a Juazeiro, a decisão do Vaticano foi revista e padre Cícero chegou a ser excomungado, porém, estudos realizados décadas depois pelo bispo Dom Fernando Panico sugerem que a excomunhão não chegou a ser aplicada de fato. Atualmente, Dom Fernando conduz o processo de reabilitação do padre Cícero junto ao Vaticano.
(este texto esta na Wikpedia: - http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%ADcero_Rom%C3%A3o_Batista - )

Agora, partiu do prórpio Papa Bento XVI , pedir que fosse constituída uma nova equipe de estudos, dessa vez na própria Congregação para a Doutrina da Fé, que concluirá todo o processo de reabilitação. Podemos dizer que certamente será concluído com êxito, pois todo o processo realizado até agora foi feito mediante os encaminhamentos da mesma congregação da Santa Sé, e usando para isso inclusive documentos fornecidos pelo Arquivo Secreto do Vaticano. Assim, a futura reabilitação de Pe. Cícero é dada como certa pela diocese do Crato, e festejada por todo o Brasil! Isso significa que sua causa de canonização poderá ser iniciada um dia, e com certeza o será! Trata-se talvez da maior fama de santidade que o Brasil já conheceu! É a fama de santidade que move a canonização (considerando, logicamente, que seja uma fama de santidade autêntica, isto é, baseada nas virtudes heróicas; constatar as virtudes heróicas é a finalidade do processo de canonização até o Decreto da Heroicidade das Virtudes, quando o Servo de Deus se torna Venerável. Aí só faltam os milagres para a beatificação e canonização, que certamente não faltarão a Pe. Cícero). Deus seja louvado nos seus santos!

Como ensina Santa Teresa d’Ávila, a contradição dos bons (perseguição por parte das pessoas consideradas boas) é a maior cruz que uma pessoa pode receber na sua vida (Vida 30, 6). Pe. Cícero e Maria Araújo foram perseguidos pelo próprio bispo, D. Joaquim José Vieira, que não queria admitir em hipótese alguma a existência dos milagres da Hóstia em Juazeiro. Sofreram verdadeiro ‘martírio’ em vida, mas como disse o padre santo: “A minha defesa quem vai fazer é a própria Igreja. Para tudo tem o seu tempo.”  (este texto está em:      http://www.santosdobrasil.org

DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES - O ARCEBISPO REPONDERÁ PELA INTERNET SOBRE COMUNICAÇÃO NA IGREJA

"A vontade de Deus nunca irá levá-lo aonde a Graça de Deus não irá protegê-lo."

Todos os dias pela manhã, quando abria meu computador, ia logo ao site da Paróquia Sagrada Família para ler o Evangelho e a mensagem falada pelo Padre Luiz Augusto, era uma bênção iniciar o dia com ensinamentos da minha religião católica, disponíveis para quem quisesse ler. Imediatamente após a transferência do Padre Luiz Augusto para a Comunidade Atos, ao abrir o site não encontrei nenhum texto, muito menos mensagem gravada, bem imaginei que estavam se programando para trocar de sacerdote e continuar este hábito cristão de informar a todos como era feito, mas até hoje, está escrito lá: "Aguardem... Em construção..." Muito bem, se assim for, vamos esperar.
Mas, graças a um Padre organizado, coerente, dinâmico e líder, dois dias após ter sido transferido já estava no site da Comunidade Atos a Passagem do Evangelho e a mensagem escrita pelo Padre Luiz Augusto, mudei o endereço na Internet e continuei iniciando o meu dia com a mensagem de nosso Deus maravilhoso. 
Oh! o que é isso? Na segunda-feira, dia 30 de maio, já não está lá a mensagem escrita do Padre Luiz Augusto. Meu Deus, por que tamanha mesquinharia? Se este recurso só traz benefícios para a comunidade por que agora nem colocar sua mensagem esclarecedora sobre o Evangelho do dia o Padre Luiz pode mais. Sem contar que o tiraram da Rádio, da TV e de perto da comunidade que o acompanha.
"Não vêm apenas de fora os ataques contra o Papa e a Igreja, mas os sofrimentos da Igreja têm origem do interior da própria Igreja, do pecado que existe no seio da Igreja" (Papa Bento XVI)
De onde estão partindo todas essas coisas? Sim, pois, é impossível acreditar numa ação assim, se nesta me sma semana anunciam que o Arcebispo falará em um "chat", via Internet sobre a Igreja e a comunicação, conforme está anunciado:
"Dia 5/6 celebramos o Dia Mundial das Comunicações. Neste contexto o Arcebispo estará respondedo perguntas relacionadas a comunicação na igreja. O evento será realizado das 10 às 11 horas na Internet. Mais informações F: 3229-2683. E às 11h30 todos os comunicadores estão convidados para uma missa em ação de graças, que será realizada na Catedral e será presidida por Dom Washington. Lembramos que a celebração também será transmitida pelas rádios Difusora Goiânia AM e Luz da Vida FM ".
E, também, está em uma extensa mensagem o Papa Bento XVI, nesta semana (já postada aqui) sua determinação para que se use a Internet para divulgar as ações da Igreja Católica, ele convida "... os cristãos a unirem-se confiadamente e com criatividade consciente e responsável na rede de relações que a era digital tornou possível; e não simplesmente para satisfazer o desejo de estar presente, mas porque esta rede tornou-se parte integrante da vida humana".

Não há como entender o porque de retirar da Internet as mensagens do Padre Luiz Augusto, ele que é um comunicador ímpar, tem o dom da oratória e, mais,  Deus o capacitou para ser um excelente evangelizador. O que há de errado em ser um canal de crescimento da Igreja Católica? Será que a Igreja Católica não quer crescer? Aonde está o espírito Cristão? 
Não passa desapercebido das pessoas que estas ações estão fora de controle. Ou se as autoridades eclesiásticas de Goiás têm alguma explicação, deveriam escrever e publicar, por respeito aos cristãos católicos que estão ajudando nesta nova etapa de trabalhos e buscando a pregação, a evangelização e a ajuda espiritual do Padre Luiz Augusto.

Eu, em meu blog, coloco-me em defesa das atitudes que admiro na Igreja Católica, por minha própria iniciativa. Meus textos expressam a minha opinião somente, em nenhum de meus textos consultei qualquer padre e muito menos ao Padre Luiz, para escrevê-los, porque o Brasil tem em sua Constituição um parágrafo que dá a liberdade de se expressar a todo cidadão. 
Portanto, defendi e continuarei firmemente elogiando as atividades desenvolvidas por sacerdotes evangelizadores e dinâmicos dentro da Igreja Católica, tenho a graça de viver em uma família religiosa, que mantém os princípios cristãos. O que está acontecendo em nada dignifica a Igreja Católica, que deve ser exemplo de concórdia e retidão. Algumas pessoas enviam comentários longos e maldosos sobre o Padre Luiz Augusto, mas sem a coragem de se identificar - nada Cristão. 
Um sacerdote que tem a admiração de tantas pessoas não pode ser ruim. É impossível que ele possa enganar e dominar a tantos, pois não tem nenhum poder de repressão - seu poder é pregar o Amor de Cristo. As pessoas gostam do Padre Luiz espontâneamente, simplesmente porque ele é bom.
Por que a Igreja Católica deixa que façam isso com os Padres que sabem conquistar os Paroquianos? E deixa outros padres "esquisitos" em seus postos? É triste esta discórdia e críticas entre os católicos.
Não cabe mais nenhuma punição a um padre que tem sido um verdadeiro cristão, caridoso, evangelizador. Não seria mais cristão remanejá-lo, como é tradicional na Igreja e já está feito, e dar graças a Deus por ele ser capaz de novamente iniciar um trabalho que só engrandecerá a Igreja Católica? E os fiéis que querem continuar a ajudar a Igreja na realização de novas obras de caridade, o que a Igreja responderá a eles?
A paz de Cristo. Vamos todos trabalhar e orar, cada um em sua missão. Lembrando que:
"A vontade de Deus nunca irá levá-lo aonde a Graça de Deus não irá protegê-lo."



COMUNIDADE ATOS, MINHA NOVA FAMÍLIA - TEXTO DE VANDERLAN DOMINGOS

Naquela última quinta-feira do mês, a maioria dos fiéis pressentia, mas ainda existia em cada pessoa, um fio de esperança, uma ínfima luz no fim do túnel. Veio o domingo. A voz forte só ressonou forte no início da celebração, enquanto o vocal entoava engasgado cânticos acompanhados pelos fiéis que faziam movimentos esporádicos com as mãos. Algo parecia estar errado. Alguém ao meu lado perguntou: É o último dia do padre Luiz? Eu disse: parece que sim. Mas logo a dúvida se desfez. Olhos fechados, preces e lágrimas já desciam pela sua face. Sua vida foi contada no telão da igreja. Todos se emocionaram e choraram. Era realmente a sua despedida da Paróquia Sagrada Família depois de muitas lamentações, protestos, abaixo-assinados, pedidos em redes sociais e internet e passeatas, mas, de nada adiantaram. O mês de maio passou tão veloz quanto ao vento e, sem darmos conta, já estávamos no seu final. É impressionante a rapidez com que o tempo passa, e a impressão que temos é que se não apressamos o passo, se não lutarmos juntos, literalmente ficamos para trás e perderemos nossas esperanças. Estamos, na certeza, em busca de uma verdade, de uma sociedade sem fronteiras, sem hipocrisias e limites, que busca seu tempo e seu espaço, muitas vezes, irremediavelmente, sem volta. Vivemos num novo milênio onde livros e filmes de ficção destacam profecias apocalípticas que não se confirmaram, mas, em razão da destruição do planeta terra estampados diariamente nas manchetes poderá ocorrer à autodestruição e comprometimento irremediável das futuras gerações.
Dia 24 de maio, às 17 horas, um dia e horas especiais. Percorremos a estrada asfaltada saída para Goianira, rumo a Comunidade Atos. Uma placa, após a Polícia Rodoviária indicava: Comunidade Atos, Setor Recreio dos Bandeirantes, retorne a 3 km para entrar da estrada de chão. Um caminhão pipa molhava a terra poeirenta. A estrada, cercada de árvores, paisagem bonita e muito verde pareciam saudar todos os fiéis que já seguiam enfileirados. Nenhuma poeira levantava. Era mais uma demonstração do zelo do padre Luiz. Era tão grande a quantidade de veículos que tivemos que estacionar na beira da estrada a mais de mil metros da Comunidade Atos, para depois, seguirmos a pé. No meio de uma bela paisagem arborizada vislumbramos um galpão e milhares de pessoas que já se aglomeravam nas cadeiras, todas com um sorriso contagiante, enquanto a padre Luiz Augusto recebia todos com abraço de pai, com a mesma firmeza, o olhar carinhoso e raciocínio rápido como sempre.
Com batina branca, sandálias de couro, magreza e calvície naturais, com 51 anos de idade, comandou a multidão aglomerada naquele galpão por três horas e no fim da celebração parecia ter participado de uma corrida de atletismo. Se ele estava cansado, então disfarçou bem. A sua disposição era contagiante, inclusive, para atender os fiéis que subiam os degraus antes e depois da celebração para cumprimentá-lo e colocar à sua disposição naquela nova Comunidade.
Durante a celebração, desta vez não foi sucinto. Cada frase sua tocou direto no coração de cada pessoa presente. Alegre como nunca, ainda pediu aos fiéis para agradecer a Deus por tê-los colocado naquele local aprazível, abençoado, composto de grandes árvores por onde passavam porções brilhantes de sol, fazendo chegar até nós o cheiro do verde e das flores do campo. No sermão, ficou claro a opinião forte expressada com naturalidade, talvez, descomunal para muitos. Milhares de pessoas que assistiram a celebração, crianças e adultos, escutaram com atenção sua fala, enquanto andava pelo corredor central da igreja sempre com o olhar fixo em cada um dos participantes.
Nessa linha de recordações, vem à memória outro momento emotivo. Uma mãe, no encerramento da missa pediu para fazer seu testemunho agradecendo ao Padre Luiz pela cura de seu filho e esposo. Ali estava o amor de uma mãe e sua crença em Deus, pois enquanto percorria os corredores hospitalares, recebeu dele o cuidado que sequer esperava, gestos de carinho, oração, amor e depois, a alegria de ter pertencido à Paróquia Sagrada Família e hoje, continuar ajudando-o noutra comunidade.
Compareci na celebração de domingo (29/05), às 10 horas. Novamente notei a expressão de muita alegria e fé. No final, o padre Luiz disse que o prefeito Paulo Garcia no dia 12 de junho irá, após a celebração, comunicar sobre o asfaltamento da estrada. Muitas palmas e de gritos de euforia de mais de dois mil fiéis que lotavam a Comunidade Atos, que doravante, será minha nova família.
VANDERLAN DOMINGOS DE SOUZA é advogado, escritor, ambientalista. É Presidente da Visão Ambiental e diretor da UBE - União Brasileira dos Escritores. Escreve todas as quartas-feiras. Email: vdelon@hotmail.com e vanderlan.48@gmail.com

quarta-feira, 1 de junho de 2011

MENSAGEM DO PAPA BENTO XVI SOBRE O BOM USO DA INTERNET

Nesta mensagem o Papa Bento XVI  convida "... os cristãos a unirem-se confiadamente e com criatividade consciente e responsável na rede de relações que a era digital tornou possível; e não simplesmente para satisfazer o desejo de estar presente, mas porque esta rede tornou-se parte integrante da vida humana". 
Sabiamente o Papa integra a Internet ao cotidiano da Igreja Católica. Que benção poder de manhã ler no  site de sua Igreja a passagem do Evangelho do dia. Iniciar o dia lendo a mensagem de Jesus Cristo é muito bom! Algumas Paróquias já utilizam a Internet, mas agora com o aval do Papa.  
Sabedoria do Papa Bento XVI. 
  
Mensagem do Papa Bento XVI para o 45º Dia Mundial das Comunicações Sociais

Vaticano, 5 de junho de 2011
Queridos irmãos e irmãs!
Por ocasião do XLV Dia Mundial das Comunicações Sociais, desejo partilhar algumas reflexões, motivadas por um fenômeno característico do nosso tempo: a difusão da comunicação através da rede internet. Vai-se tornando cada vez mais comum a convicção de que, tal como a revolução industrial produziu uma mudança profunda na sociedade através das novidades inseridas no ciclo de produção e na vida dos trabalhadores, também hoje a profunda transformação operada no campo das comunicações guia o fluxo de grandes mudanças culturais e sociais. As novas tecnologias estão a mudar não só o modo de comunicar, mas a própria comunicação em si mesma, podendo-se afirmar que estamos perante uma ampla transformação cultural. Com este modo de difundir informações e conhecimentos, está a nascer uma nova maneira de aprender e pensar, com oportunidades inéditas de estabelecer relações e de construir comunhão.
Aparecem em perspectiva metas até há pouco tempo impensáveis, que nos deixam maravilhados com as possibilidades oferecidas pelos novos meios e, ao mesmo tempo, impõem de modo cada vez mais premente uma reflexão séria acerca do sentido da comunicação na era digital. Isto é particularmente evidente quando nos confrontamos com as extraordinárias potencialidades da rede internet e a complexidade das suas aplicações. Como qualquer outro fruto do engenho humano, as novas tecnologias da comunicação pedem para ser postas ao serviço do bem integral da pessoa e da humanidade inteira. Usadas sabiamente, podem contribuir para satisfazer o desejo de sentido, verdade e unidade que permanece a aspiração mais profunda do ser humano.
No mundo digital, transmitir informações significa com frequência sempre maior inseri-las numa rede social, onde o conhecimento é partilhado no âmbito de intercâmbios pessoais. A distinção clara entre o produtor e o consumidor da informação aparece relativizada, pretendendo a comunicação ser não só uma troca de dados, mas também e cada vez mais uma partilha. Esta dinâmica contribuiu para uma renovada avaliação da comunicação, considerada primariamente como diálogo, intercâmbio, solidariedade e criação de relações positivas. Por outro lado, isto colide com alguns limites típicos da comunicação digital: a parcialidade da interação, a tendência a comunicar só algumas partes do próprio mundo interior, o risco de cair numa espécie de construção da autoimagem que pode favorecer o narcisismo.
Sobretudo os jovens estão a viver esta mudança da comunicação, com todas as ansiedades, as contradições e a criatividade própria de quantos se abrem com entusiasmo e curiosidade às novas experiências da vida. O envolvimento cada vez maior no público areópago digital dos chamados social network, leva a estabelecer novas formas de relação interpessoal, influi sobre a percepção de si próprio e por conseguinte, inevitavelmente, coloca a questão não só da justeza do próprio agir, mas também da autenticidade do próprio ser. A presença nestes espaços virtuais pode ser o sinal de uma busca autêntica de encontro pessoal com o outro, se se estiver atento para evitar os seus perigos, como refugiar-se numa espécie de mundo paralelo ou expor-se excessivamente ao mundo virtual. Na busca de partilha, de “amizades”, confrontamo-nos com o desafio de ser autênticos, fiéis a si mesmos, sem ceder à ilusão de construir artificialmente o próprio “perfil” público.
As novas tecnologias permitem que as pessoas se encontrem para além dos confins do espaço e das próprias culturas, inaugurando deste modo todo um novo mundo de potenciais amizades. Esta é uma grande oportunidade, mas exige também uma maior atenção e uma tomada de consciência quanto aos possíveis riscos. Quem é o meu “próximo” neste novo mundo? Existe o perigo de estar menos presente a quantos encontramos na nossa vida diária? Existe o risco de estarmos mais distraídos, porque a nossa atenção é fragmentada e absorvida por um mundo “diferente” daquele onde vivemos? Temos tempo para refletir criticamente sobre as nossas opções e alimentar relações humanas que sejam verdadeiramente profundas e duradouras? É importante nunca esquecer que o contato virtual não pode nem deve substituir o contato humano direto com as pessoas, em todos os níveis da nossa vida.
Também na era digital, cada um vê-se confrontado com a necessidade de ser pessoa autêntica e reflexiva. Aliás, as dinâmicas próprias dos social network mostram que uma pessoa acaba sempre envolvida naquilo que comunica. Quando as pessoas trocam informações, estão já a partilhar-se a si mesmas, a sua visão do mundo, as suas esperanças, os seus ideais. Segue-se daqui que existe um estilo cristão de presença também no mundo digital: traduz-se numa forma de comunicação honesta e aberta, responsável e respeitadora do outro. Comunicar o Evangelho através dos novos mídia significa não só inserir conteúdos declaradamente religiosos nas plataformas dos diversos meios, mas também testemunhar com coerência, no próprio perfil digital e no modo de comunicar, escolhas, preferências, juízos que sejam profundamente coerentes com o Evangelho, mesmo quando não se fala explicitamente dele. Aliás, também no mundo digital, não pode haver anúncio de uma mensagem sem um testemunho coerente por parte de quem anuncia. Nos novos contextos e com as novas formas de expressão, o cristão é chamado de novo a dar resposta a todo aquele que lhe perguntar a razão da esperança que está nele (cf. 1Pd 3,15).
O compromisso por um testemunho do Evangelho na era digital exige que todos estejam particularmente atentos aos aspectos desta mensagem que possam desafiar algumas das lógicas típicas da web. Antes de tudo, devemos estar cientes de que a verdade que procuramos partilhar não extrai o seu valor da sua “popularidade” ou da quantidade de atenção que lhe é dada. Devemos esforçar-nos mais em dá-la conhecer na sua integridade do que em torná-la aceitável, talvez “mitigando-a”. Deve tornar-se alimento cotidiano e não atração de um momento. A verdade do Evangelho não é algo que possa ser objeto de consumo ou de fruição superficial, mas dom que requer uma resposta livre.
Mesmo se proclamada no espaço virtual da rede, aquela sempre exige ser encarnada no mundo real e dirigida aos rostos concretos dos irmãos e irmãs com quem partilhamos a vida diária. Por isso permanecem fundamentais as relações humanas diretas na transmissão da fé!
Em todo o caso, quero convidar os cristãos a unirem-se confiadamente e com criatividade consciente e responsável na rede de relações que a era digital tornou possível; e não simplesmente para satisfazer o desejo de estar presente, mas porque esta rede tornou-se parte integrante da vida humana. A web está a contribuir para o desenvolvimento de formas novas e mais complexas de consciência intelectual e espiritual, de certeza compartilhada. Somos chamados a anunciar, neste campo também, a nossa fé: que Cristo é Deus, o Salvador do homem e da história, aquele em quem todas as coisas alcançam a sua perfeição (cf. Ef 1,10). A proclamação do Evangelho requer uma forma respeitosa e discreta de comunicação, que estimula o coração e move a consciência; uma forma que recorda o estilo de Jesus ressuscitado quando se fez companheiro no caminho dos discípulos de Emaús (cf. Lc 24,13-35), que foram gradualmente conduzidos à compreensão do mistério mediante a sua companhia, o diálogo com eles, o fazer vir ao de cima com delicadeza o que havia no coração deles.
Em última análise, a verdade que é Cristo constitui a resposta plena e autêntica àquele desejo humano de relação, comunhão e sentido que sobressai inclusivamente na participação maciça nos vários social network. Os crentes, testemunhando as suas convicções mais profundas, prestam uma preciosa contribuição para que a web não se torne um instrumento que reduza as pessoas a categorias, que procure manipulá-las emotivamente ou que permita aos poderosos monopolizar a opinião alheia. Pelo contrário, os crentes encorajam todos a manterem vivas as eternas questões do homem, que testemunham o seu desejo de transcendência e o anseio por formas de vida autêntica, digna de ser vivida. Precisamente esta tensão espiritual própria do ser humano é que está por detrás da nossa sede de verdade e comunhão e nos estimula a comunicar com integridade e honestidade.
Convido, sobretudo os jovens a fazerem bom uso da sua presença no areópago digital. Renovo-lhes o convite para o encontro comigo na próxima Jornada Mundial da Juventude em Madri, cuja preparação muito deve às vantagens das novas tecnologias. Para os agentes da comunicação, invoco de Deus, por intercessão do Patrono São Francisco de Sales, a capacidade de sempre desempenharem o seu trabalho com grande consciência e escrupulosa profissionalidade, enquanto a todos envio a minha Bênção Apostólica.
Vaticano, Festa de São Francisco de Sales, 24 de janeiro de 2011.
BENTO XVI