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Goiânia, Goiás, Brazil
Escrevemos sobre assuntos ligados à história goiana, genealogia, artes, artesanato e assuntos de interesse de nossa família. Portanto, esse espaço pertence a uma pessoa somente, é público, todos podem ler se quiser, pois aqui publicamos vários tipos de assuntos, a grande maioria dos leitores se manifesta positivamente e com elogios, o que agradecemos muito. Os comentários devem ser acompanhados de identificação, com email, para que sua opinião seja publicada.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

POR QUE AINDA NÃO TEMOS RESPOSTAS PARA AS NOSSAS INDAGAÇÕES SOBRE O PADRE LUIZ AUGUSTO?



Esse texto me foi encaminhado via email. É mais uma pessoa que se preocupa com a Igreja e faz questão de estar ao lado do grande sacerdote que é o 'PADRE LUIZ AUGUSTO".

POR QUE AINDA NÃO TEMOS RESPOSTAS PARA AS NOSSAS INDAGAÇÕES SOBRE O PADRE LUIZ AUGUSTO?

Nem sei como começar a expressar o que está em meu coração. Uma onda mista que me impele a comparar o bem que a Igreja me faz e o mal que Ela me aflige.
Causam-me tristeza e indignação saber que moro em uma cidade que se tornou uma metrópole, que acolhe pessoas de todos os lugares, que a cada ano se multiplica em população, se desenvolve em todos os aspectos com grande destaque, se eleva em cultura e educação, mas que, infelizmente, está ligada a uma Arquidiocese onde seus legítimos representantes estão presos aos séculos passados e não conseguem enxergar a beleza das mudanças que o Espírito Santo está querendo implantar, através de Padres que se abrem à sua comunicação.
Estou me referindo ao Pe. Luiz Augusto, sim! E também estou me referindo ao Movimento da Renovação Carismática Católica, que não é um movimento como tantos outros, mas que é, sem dúvida, o grande “mover” do Espírito Santo.
Dom Washington! Dom Waldemar! Os senhores não podem, simplesmente, cortar as asas do “Espírito”.  Ele é sábio! O Espírito Santo voa! Não é à toa que Ele é representado como uma pomba, que tem a capacidade de voar e de buscar outras possibilidades de conquistas em lugares onde os corações se abram ao seu amor e que O acolham!
Enquanto os senhores estiverem contra a Renovação da Igreja, contra os Pastores e o povo que adere à ação e comunicação do Espírito, Ele está se entristecendo e mudando para outras paragens, onde possa ser aceito.
Os senhores estão dizendo que “um sentimento de oposição à Igreja em sua constituição hierárquica assaltou o coração de alguns fiéis por não compreenderem que o Pe. Luiz Augusto pudesse colaborar de modo diverso”. Eu, porém, vos digo: esse palavreado parafraseado de evasivas está condizente com quem não quer nos dar respostas, com quem está sentado no trono somente para ditar regras de comportamento que não se coadunam com a realidade do céu de Nosso Senhor Jesus Cristo, que tem na caridade o seu maior princípio.
Quem são os opositores?  Certamente, não somos nós, pois, queremos uma Igreja Católica, onde a graça do Espírito Santo possa ser compartilhada entre todos os irmãos. Queremos ver o Pe. Luiz Augusto com as asas abertas e sem cortes, pronto para voar na direção do Espírito e não preso em uma gaiola, onde não pode manifestar a alegria de viver no cotidiano de nossas vidas.
Ainda teimo em ser cristã! Mas uma cristã de verdade, que pode amar e dizer abertamente o que tem dentro de si.
STELA MARIS NUNES PINHEIRO
ARTISTA PLÁSTICA

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

PADRE LUIZ AUGUSTO PODE VOLTAR A CELEBRAR? QUANDO E ONDE?


Hoje, no Diário da Manhã, na primeira página está essa chamada: “Padre Luiz retoma missas em breve”, e na página 6, a matéria: "Padre Luiz pode voltar a celebrar missas".
Os índios americanos dizem que os brancos falam com “fork tongue” (em tradução livre - língua de forquilha). Não vemos aonde está o cristianismo em usar palavras bonitas para parecer que diz uma coisa bonita mas, dentro dos vários sub entendidos deixar espaços  também, para a soberba, a arrogância de achar que só ele é inteligente e, muito certamente, a inveja. Trocando em miúdos, é sabido que quem passa por um seminário aprende um português de excelente qualidade, que deveria ser usado para reafirmar a sinceridade, a honestidade e o verdadeiro amor de Cristo. Ninguém dúvida da autoridade estabelecida na hierarquia da Igreja, ou seja, quem manda, manda quem é subalterno obedece. Mas isso, até ao limite de quem é subalterno. Achar que toda a população é subalterna ao Bispo ou Arcebispo é muita arrogância, o tipo de submissão que a Arquidiocese espera da população católica pode esquecer. Ou mereçam a liderança ou vão  ter que liderar em algum seminário distante, liderando literalmente somente a ovinos. A Igreja do sec XXI insiste em não "se enxergar", esquece que até o início do sec XX aos católicos incautos era imposto o “índex proibitorium”  onde a Igreja tinha a pretensão de manipular o conhecimento dos seus fiéis através dos livros e textos que ela autorizava ler ou não. Nesse campo foi aonde houve o maior progresso tecnológico que a Igreja não vê e no nosso microcosmo temos uma pseudoliderança que quer nos dizer que é pecado discordar de uma direção da Igreja de Goiás que insiste em se manter no século IXX. Alguém acredita de verdade que pode estabelecer o que é certo e errado nas discussões do facebook, twitter, outras redes sociais e até mesmo por telefones que não seja a mais pura ética e moral do bom senso, essa que está disponível para católicos, evangélicos, judeus, mulçumanos e quem mais vive nesse planeta? Resumindo, todos que vivem nesse planeta entendem pelo menos um mínimo, do que é certo e errado. Muita coisa já foi dita, por várias pessoas, toda a vez que se espera uma explicação clara e objetiva da direção da Igreja vem o mesmo discurso aonde se mudam as palavras, mas a Igreja não cede um milímetro sequer, se prende a uma obediência cega e obtusa que não combina com pessoas inteligentes, bem informadas e que não estão fazendo nada mais do que uma verdadeira caridade e rezando para Deus para encontrar o conforto que a religião pode dar.
O julgamento é muito simples: é ético ou não é? De um lado os castigados, uma comunidade de milhares de pessoas e um padre que exerce uma grande liderança. Qual foi o crime, o erro ou o malfeito cometido por esses castigados? Do outro lado os castigadores: o Arcebispo Dom Washington e o Bispo Dom Waldemar, pois são esses que são os verdadeiros responsáveis por tudo que é feito e por tudo que se deixar de fazer sob a sua responsabilidade na Igreja Católica de Goiás.
Preto no branco?????? Porquê a Comunidade Atos e o Padre Luiz estão sendo punidos? Sem semânticas Dom Waldemar. Reconheça que não existe crime e libera logo todo mundo para o exercício correto e amoroso do catolicismo, isso tudo já foi muito longe. Nós estivemos aí, fomos visitá-lo, procurando abrir janelas de comunicação na esperança de que uma atitude, vamos dizer meio mineira, poderia resolver tudo, copiando nossos irmãos vizinhos que tem o hábito de conversar e conversar para sempre evitar os confrontos e assim resolver pendências, desfazer mal entendidos. Não fomos aí mandados por ninguém, fomos aí na sincera vontade de criar esse canal de comunicação em que as partes cedem e a solução aparece. A evolução disso tudo mostrou que o esforço foi inútil, pois a Cúria mostrou-se irredutível e sem nenhum jogo de cintura, continuando a exigir do Padre Luiz uma disciplina filosófica tão difícil de ser explicada, como de ser entendida. O que deixa transparecer é que a verdade está em outro canto. E nós católicos privados da alegre missa do Padre Luiz exigimos de Vossas Eminências uma conversa olho no olho, preto no branco. Novamente, queremos uma resposta olho no olho, preto no branco. Nós católicos não nos sentimos confortáveis de forma nenhuma nesse desentendimento com a Cúria, não aceitamos uma liderança de submissão, estamos rezando por uma liderança por amor e caridade. Não queremos continuar com isso, isso pode ir muito mais longe e continuar trazendo prejuízos para todo mundo. Ninguém pediu a cobertura da imprensa, mas o problema se tornou tão grande que a imprensa notou. É bom que se diga que programas como Fantástico, da Rede Globo e outros programas semelhantes de outras redes tem procurado os fiéis, não vemos nenhuma vantagem em expor nossos problemas em rede nacional, aliás, não vemos vantagem nenhuma em que isso seja exposto de qualquer maneira, por isso, o desfecho disso tudo pode ser péssimo para todo mundo.
Dom Waldemar quando foi  na Capela da Medalha Milagrosa dar a notícia de que o Padre Luiz seria transferido disse:  "não sereis de Pedro nem de Paulo", devemos lembra-lo que os fiéis também não são do Bispo e que o verdadeiro proprietário de nossas almas nos ensinou a amar ao próximo como a si mesmo.
A maior guerra de todos tempos aconteceu porque o povo alemão, quase em sua totalidade, foi submisso a um líder tirano e lunático. Há em Berlim o Memorial da Resistência que diz:
"NÃO CARREGAS A VERGONHA
POIS RESISTISTE
SACRIFICANDO SUA VIDA POR LIBERDADE, JUSTIÇA E HONRA"
Essa minoria diminuta alemã não carrega o peso do pecado da omissão, assim como minha família, nossa amiga Cida e eu, que tentamos junto a Cúria abrir um canal de entendimento, mas fomos frustrados pela inflexibilidade da autoridade eclesiástica.

Maria Dulce Loyola Teixeira, com a colaboração de Ubiratan Estivallet Teixeira e Hugo Ludovico Loyola Teixeira 
Maria Dulce Loyola Teixeira  

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

O QUE FAZER? PERGUNTA MINHA E DOS FIÉIS DA COMUNIDADE ATOS.


A que nos leva o pensamento, quando vemos estampado em uma  reportagem o caso do Padre Luiz Augusto? 
Será que é necessário não escutar os anseios do povo católico? Será que não se pode estender a mão de uma maneira mais direta sobre os fiéis da Comunidade Atos da Arquidiocese de Goiânia? Será que negar a tantos uma resposta e uma explicação, marcando um encontro com todos fiéis e ir lá na Atos e, entre todos os fiéis, dizer claramente o que pode e o que não pode? Em todo esse tempo, durante as celebrações cheias de fiéis, nunca se teve a presença significativa da direção da Igreja Católica. Aonde há povo de Deus é a própria Igreja Católica que ganha com isso. 
Muitos têm pedido, falado, procurado mostrar que existe uma única busca nas celebrações do Padre Luiz Augusto  - a busca de Deus. Piedosos e caridosos o povo de Deus tem procurado de todas as maneiras continuar as suas atividades arrancadas, abruptamente, de todos. Todos estão dispostos a entender o que está acontecendo, mas é necessário que orientem. O Padre Luiz Augusto nunca mais pôde reunir os fiéis para poder dar essa explicação, a orientação para saber, ao ver dos dirigentes da Arquidiocese a quem se deve a obediência, o que tem de errado o Padre Luiz e mais, o que fazem de errado todos os fiéis. 
Não é intenção desse povo de Deus e nem do Padre Luiz ficar longe da Arquidiocese, pelo contrário, precisam da mão da Arquidiocese, mão justa, mão acolhedora, mão que orienta.  Essa é a correção cristã que aguardam e juntos todos caminharão ao encontro do objetivo maior que é servir a Deus, assim servir à Igreja e sua missão de amar ao próximo. 
Essa punição em todos os aspectos tem sido negativa - trouxe um enorme desajuste entre os fiéis e a Arquidiocese, tem causado dor e uma grande inquietação ao Padre Luiz. Justiça seja feita todos têm respeitado a direção da Igreja, porém, sempre na educação de filhos, estudantes, empregados, a correção é feita imediatamente, no local, mas se aproveita o que se tem de melhor e segue em frente. 
Não somos defensores do homem sacerdote Padre Luiz Augusto, somos defensores do conjunto - dele com todos os fiéis e das obras da Igreja sustentadas pelas doações desses mesmos fiéis que se assustam com o descaso, porque não dizer da falta de competência na gestão dos inúmeros empreendimentos que eram realizados com sucesso. Vêm sendo recorrentes os casos em que não conseguem dar prosseguimento, sabendo-se que em tudo em que estão presentes Padre Luiz em parceria com esses fiéis é sucesso, e hoje estão todos afastados, parados. 
Cada texto, cada palavra, cada atitude em defesa da atuação desse conjunto, Padre Luiz e os fiéis, tem sido livremente escolhido por mim, minha família e alguns amigos, nem a interferência do Padre Luiz conseguiria calar a voz das pessoas que querem de novo servir a Deus plenamente. 
A minha caminhada com o Padre Luiz Augusto é, relativamente, curta, entretanto, como  uma pessoa conhecedora das leis da Igreja,  logo me inteirei da situação. Os fiéis que o acompanham há muito tempo, amigos que fiz nessa jornada, logo me colocaram a par de todas as obras sociais que o Padre fazia e faz. Aliás, não é necessário estar ao lado dele para saber de seu trabalho, pois, toda a cidade, porque não dizer, todo o Estado, sabe de sua garra e disposição de ajudar aos mais necessitados.
Nas reportagens em que fala o Padre Luiz, também, falou Dom Waldemar e fica claro a sua decisão de nada mudar na última resposta da entrevista dada ao Diário da Manhã: "A única missão evangelizadora da Igreja já se encontra nas paróquias em lugar privilegiado de realização, mas de fato não se restringe a elas. A missão do Pe. Luiz Augusto é a de colaborar com o pastor que o Senhor colocou à frente da Igreja em Goiânia e espero que a sua colaboração seja generosa, uma autêntica profecia da unidade."
Perguntam. A colaboração para a unidade deve partir somente do Padre Luiz? 
Quem é o pastor que o Senhor colocou à frente da Igreja em Goiânia? É o Bispo e/ou o Arcebispo.
Portanto, segundo as doutrinas da Igreja Católica "A caridade é a expressão central do ministério do Bispo, porque é sacramento da caridade de Jesus Cristo, que lhe pede que a exprima com o seu amor de homem. O Bispo deve fazer que aqueles de quem é Pastor se sintam amados por Cristo, o nosso Bom Pastor”. Bispo de Lisboa.

Quem lê esse texto que copiei da Carta Pastoral de Dom Washington Cruz enxerga nele o Padre Luiz, cumprindo tudo isso que é determinado nessa  carta, portanto o que há de errado, meu Deus? 
João Paulo II dizia que “o cristão sabe que o amor é o motivo pelo qual 
Deus entra em relação com o homem; e é o amor também que Ele espera do homem como resposta. Por isso,  o amor é a forma mais alta e mais nobre de relação dos seres humanos inclusive entre si”. (Mensagem Dia Mundial da Paz, 2004)
E  na experiência cristã, um dos efeitos que é propiciado pelo amor, a caridade, é a misericórdia. A Caridade se entrega duplamente: por gratuidade ou por reconciliação. Aqui está a identidade e a cruz do amor cristão. Sabemos que a Igreja é formada por membros frágeis e pecadores, mas que possuem uma qualidade transcendental, que é a de sustentar-se e fundamentar-se em Jesus Cristo.  
Então, nós que recebemos o dom da fé no mistério de Deus Pai, Filho e Espírito Santo, temos de viver em permanente louvor e amorosa ação de graças a Deus, que nos ama. Somente assim o ser humano vive a alegria de ser capaz de amar de verdade, longe do estéril narcisismo e do duro egoísmo, totalmente entregue a uma vida de fecunda solidariedade, construindo uma sociedade-comunidade de amor em comunhão de pessoas. É a nova civilização de Amor, meta e missão de todos os discípulos de Jesus.
Assim também deve ser o nosso amor ao próximo; um amor “novo”, sem limites, que abraça a todos, que não se detém diante do mal, mas que se estende até aos inimigos, conforme ao ensinamento do próprio Jesus: “Amai os vossos inimigos” (Lc 6,27). De forma que a caridade se transforma em experiência de conversão. O exercício da caridade é uma sábia e santa forma de evangelizar.
“Ama e faze o que queres”. Quando alguém chega a amar segundo as exigências do Evangelho, não se deve preocupar com a bondade de cada ação tomada isoladamente, porque perceberá facilmente que todos os seus pensamentos e as suas obras, motivadas pelo amor, serão também conforme as prescrições da Lei.  
Vai-se realizando, assim, o desígnio de Deus para os seus filhos, que é de paz, de amor e de fraternidade. Nesse processo gerador de unidade, o Senhor exige também a nossa participação. Devemos compreender e, sobretudo, viver melhor o preceito do amor fraterno, tanto entre nós da família arquidiocesana quanto com as demais pessoas do mundo inteiro. Este é um dos mais bonitos testemunho de Cristo Ressuscitado, porque “nisto todos reconhecerão que   sois meus discípulos: se tiverdes amor uns pelos outros” (Jo 13,35).
 “A caridade representa o maior mandamento social. Respeita o outro e seus direitos. Exige a prática da justiça, e só ela nos torna capazes de praticá-la. Inspira uma vida de autodoação: Quem procurar ganhar sua vida vai perdê-la, e quem a perder vai conservá-la” A questão é de saber com quais atos e verdade, reconheceremos quem ama a Deus e quem ama o seu irmão”. E Santo Agostinho conclui: “É necessário colocarmo-nos diante de Deus para julgar a intenção com que agimos” (Tratado VI, 1, p. 277).
Se acreditamos no Amor, devemos acreditar na eficácia e no poder realmente revolucionário da caridade, que na Eucaristia encontra a sua perene veia de animação para transformar-se em “serviço operante” em prol dos irmãos. Quando a Eucaristia não produz uma grande “carga” de fraternidade cristã, é sinal de que os cristãos não a recebem e não a vivem em sua plenitude.  
Que nossos problemas, nossas dificuldades e nossos contratempos não se convertam em desculpa para não nos darmos a Deus e aos irmãos, nem para nos esquivarmos do compromisso na vida social. 
A Igreja necessita da riqueza de nossos dons: tempo e talentos, desejos de trabalhar por mais justiça, fraternidade e solidariedade. E também do aporte econômico, para sustentar a comunidade em que cada um de nós, por Jesus e pelo Evangelho, vive e trabalha. A Igreja precisa de nossa ajuda entusiasta e comprometida que nasce do amor de Deus.O ministério da caridade pertence a todo sacerdote por seu batismo e pela sacramentalidade na qual foi investido em vista de ser servidor do Evangelho. A caridade também é tarefa de todo fiel na Igreja. Porém, pertence ao sacerdote por outras razões mais particulares e profundas que nascem de sua identidade e de seu ministério sacerdotal, como sua configuração a Cristo, Cabeça e Pastor da Igreja. Assim se expressa João Paulo II: “O presbítero participa da consagração e missão de Cristo de um modo específico e autêntico, ou seja, mediante o sacramento da Ordem, em virtude do qual está configurado em seu ser com Cristo Cabeça e Pastor, e compartilha a missão de ‘anunciar aos pobres a Boa Notícia’ em nome e na pessoa do próprio Cristo”  (Pastores Dabo Vobis, 18). Como Jesus, Bom Pastor, o sacerdote é chamado a cuidar de todas as ovelhas e a saciar sua fome e sua sede, mas com especial cuidado busca a perdida, cura a ferida, reincorpora a descarrilhada da comunidade.
A Doutrina Social da Igreja em sua essência, não é mais que a aplicação do Evangelho às circunstâncias concretas da vida dos homens, em nossa sociedade e em nosso tempo. E, logicamente, parte-se de um princípio indiscutível, que não podia ser outro a não ser este: a dignidade do ser humano. Daí brotam os direitos fundamentais e inalienáveis de toda pessoa, desde a concepção até a morte natural. Não importa sua condição, seja homem ou mulher, rico ou pobre, inocente ou réu.
Pobres são os famintos, os desempregados, os explorados, os sem-teto, os ignorantes, os desabrigados das catástrofes ambientais, os enfermos, os pecadores, os prisioneiros, os perseguidos. Paupérrimos são todos aqueles que vivem sem as mínimas condições de vida para sobreviver com as próprias forças. Neles enxergamos a presença sofredora de Jesus. Sobre a sua desventura devem encurvar-se a nossa atenção afetuosa e o nosso cristianismo. Se não ouvirmos o seu grito de dor e nos fecharmos em nossoegoísmo, não somos dignos de ser chamados cristãos. 
Em uma paróquia, a caridade não pode ser o resultado heróico de uns poucos, mas deve ser uma preocupação de toda a comunidade paroquial, pároco e fiéis. Alguns, na comunidade paroquial, em nome dela, se ocupam mais da Pastoral da Caridade. Mas todos na paróquia são responsáveis pela caridade. O Documento de Aparecida (407) apresenta os “rostos sofredores que nos doem”. 
Para que povo tenha o suficiente para viver dignamente. É necessário: uma consciência renovada de responsabilidade individual e social dos trabalhadores, dos estudantes, dos técnicos, dos profissionais, dos empregados, dos comerciantes etc.; um Estado que se empenhe na superação da mendicância; esposos, pais e filhos que reforcem tudo o que os une e superem todas as dificuldades que os dividem e todos aprendam a viver com generosidade e alegria; jovens que vivam com entusiasmo e esperança seu futuro, vivam os grandes ideais do amor, da pureza e do serviço, e não se deixem sucumbir ao álcool, às drogas, às influências que privilegiam tão somente a aparência física, em detrimento da riqueza espiritual e psicológica; a superação, nas cidades e no campo, da insegurança, da violência, da pobreza e da miséria.
A família é a “primeira escola de virtudes sociais” (Familiaris Consortio, 42). E a caridade é o nutrimento e o fogo de todas as virtudes, inclusive as virtudes sociais. “É dever dos pais dispor os filhos, na família, desde a mais tenra idade, a conhecerem o amor de Deus para com os homens todos; ensinar-lhes pouco a pouco, sobretudo pelo exemplo, a solicitude pelas necessidades materiais e espirituais do próximo Tudo perde sentido se não há amor. Tudo carece de fundamento sem amor. A ressurreição de Cristo inaugura em Pedro e, em Pedro, em todos nós, um processo de retorno à raiz da relação de Deus com o homem, que nos converte em construtores da nova civilização do amor e da esperança; é o pedido de Jesus a Pedro: “apascenta minhas ovelhas” Só daremos fruto se formos sinais de esperança e luz. Cristo continua saindo ao nosso encontro, convidando-nos a amá-lo em seu amor, para ser e construir a história de amor de Deus com os homens, com a humanidade. 

domingo, 8 de janeiro de 2012

O QUE É PECADO - É FALTA DE AMOR.

Foi postado pelo Padre que apareceu na reportagem do Jornal do Meio Dia, em seu perfil do Facebook uma crítica à reportagem da TV Anhanguera, ele começa dizendo quanta gente boba nesse mundo. Será? Depois comete mais um destempero dizendo que a matéria é comprada e manipulada. Por quem? Encerra criticando, outra vez, impropriamente, usa a palavra  pecado grave.
O exemplo deve vir de quem é de dentro da Igreja, sendo mais cristão, não virar as costas para ninguém, estender a mão aos irmãos. Quanta bobagem, né? 
Acabei de ter uma explicação de que existem padres severos demais no contexto misericórdia de Divina. Será que Deus está mesmo preocupado com pecados assim? Até porque a misericórdia de Deus é infinita, aprendi. E,  Deus não é tão rígido como tentam mostrar. Alguns padres até são corrigidos pelo excesso de rigidez no confessionário. Como diz Santo Agostinho o pecado é "uma palavra, um ato ou um desejo contrário à LEI ETERNA." 
Existe a vontade de cooperar, de ser orientados para que não se erre mais, existe uma paciente espera por quem tem a prerrogativa de orientar e de ajudar. Que se entendam, que Deus esteja em primeiro lugar. E não mais atirem pedras entre os irmãos. Que prevaleçam a unidade e a catolicidade em comunhão com a Arquidiocese. 

Perspectiva Católica sobre o pecado

Segundo Santo Agostinho, o pecado é "«uma palavra, um acto ou um desejo contrários à Lei eterna»", causando por isso ofensa a Deus e ao seu amor.[1] Esta Lei eterna, ou Lei de Deus, é expressa na lei natural, nos Dez Mandamentos, nos mandamentos de amor, entre outros. Logo, o pecado é um acto mal e "abuso da liberdade", ferindo assim a natureza humana. "Cristo, na sua morte na cruz, revela plenamente a gravidade do pecado e vence-o com a sua misericórdia".[1] Há uma grande variedade de pecados, distinguindo-lhes "segundo o seu objecto, ou segundo as virtudes ou os mandamentos a que se opõem. Podem ser directamente contra Deus, contra o próximo e contra nós mesmos. Podemos ainda distinguir entre pecados por pensamentos, por palavras, por ações e por omissões".[2]
A repetição de pecados gera vícios, que "são hábitos perversos que obscurecem a consciência e inclinam ao mal. Os vícios podem estar ligados aos chamados sete pecados capitais: soberba, avareza, inveja, ira, luxúria, gula e preguiça".[3] A Igreja ensina também que temos responsabilidade "nos pecados cometidos por outros, quando culpavelmente neles cooperamos".[4] A doutrina católica distingue o pecado em 3 categorias:
  • o pecado original, que é transmitido a todos os homens, sem culpa própria, devido à sua unidade de origem, que é Adão e Eva. Eles desobedeceram à Palavra de Deus no início do mundo, originando este pecado, que, felizmente, pode ser atualmente perdoado pelo sacramento do Baptismo. Este pecado faz com que "a natureza humana [...] fica [...] submetida à ignorância, ao sofrimento, ao poder da morte, e inclinada ao pecado" [5].
  • o pecado mortal, que é cometido "quando, ao mesmo tempo, há matéria grave, plena consciência e deliberado consentimento. Este pecado destrói a caridade, priva-nos da graça santificante e conduz-nos à morte eterna do Inferno, se dele não nos arrependermos" sinceramente [6].
  • o pecado venial, "que difere essencialmente do pecado mortal, comete-se quando se trata de matéria leve, ou mesmo grave, mas sem pleno conhecimento ou sem total consentimento. Não quebra a aliança com Deus, mas enfraquece a caridade; manifesta um afeto desordenado pelos bens criados; impede o progresso da alma no exercício das virtudes e na prática do bem moral; merece penas purificatórias temporais", nomeadamente no Purgatório [7]


Copiado doWikipédia, a enciclopédia livre

MATÉRIA DA REVISTA ISTO É SOBRE O PADRE LUIZ AUGUSTO

COMPREM A REVISTA ISTO E VEJAM A REPORTAGEM SOBRE O PADRE LUIZ AUGUSTO

www.istoe.com.br
www.istoe.com.br/reportagens/185648_O+SILENCIO+DO+PADRE+DAS+MUTIDOES

MATÉRIA SOBRE O PADRE LUIZ NO JORNAL ANHANGUERA

http://g1.globo.com/goias/noticia/2012/01/catolicos-clamam-volta-de-padre-que-arrasta-multidoes-em-goiania.html#comentarios

http://g1.globo.com/goias/noticia/2012/01/catolicos-clamam-volta-de-padre-que-arrasta-multidoes-em-goiania.html#comentarios

sábado, 7 de janeiro de 2012

A VISITA A DOM WALDEMAR



Será que ainda sou ingênua ou acredito muito no bem, como Santo Agostinho? Ingênua eu não sou, sou otimista e acredito nas pessoas. Por isso, procuro fazer e escrever seguindo a verdade e com coerência. Faço por convicção e por escolha, não preciso de outros para me dizer o que é correto. Creio nas pessoas e admiro as qualidades e o valoroso trabalho do Padre Luiz. Ele não precisa de intercessores como minha família e eu, ele por si só se basta, como se enganam. Nós perante as suas obras e o seu dinamismo ficamos pequenos. Estamos ao seu lado por admiração, uma admiração que vem sendo contestada por leitores anônimos em meu blog, eles se sentem ofendidos com o sucesso do Padre Luiz e assim, atacam a todos que o admiram. Mas, independente das rusgas e com muita vontade de ver o Padre Luiz feliz, num impulso meu (depois levei um puxão de orelha do Padre Luiz, agora sei que ele tinha razão) liguei para o celular do Bispo Dom Waldemar e pedi para que deixasse o Padre Luiz celebrar a missa de final de ano, ao meu lado estava a Cida Costa, que me apoiou. Liguei, pedi e a resposta foi um não educado e perguntei se me receberia, disse que sim. Na segunda-feira marquei com a sua secretária e na terça-feira fomos meu marido, meu filho, uma amiga, Cida Costa e eu. Todos nós queríamos entender a proibição. A Cida Costa é o braço direito do Padre Luiz ela corrige e redige os seus textos, ela foi professora de Português, portanto não sou sua redatora oficial, como pensam. Foi uma visita demorada, falamos de coisas comuns e depois, sobre o motivo da visita. Estávamos ali como leigos, depois de saber que poderíamos opinar, um direito dos fiéis estabelecido no Código Canônico, oferecendo a nossa ajuda, se ele assim achasse possível. A bem da verdade, nós saímos de lá com a impressão de que a conversa tinha sido boa, não de promessa de mudança, mas de uma esperança, de que tínhamos partilhado uma possível ajuda mútua. Interpretam e falam com muita maldade sobre tudo que envolve o Padre Luiz, porque será? Nem sabemos quem são as outras pessoas ou outros fiéis, mas todos estão de olho em nós, pretensão, não, realidade. Deveria sim ter um tribunal de secar línguas dos fuxiqueiros e contadores de mentiras, seriam condenados pela atitude não cristã. Como a cidade já sabe que lá estivemos, é melhor que seja esclarecido essa foi a conversa que tivemos.
Ah, se eu tivesse algum poder, seria usado com bondade com as pessoas e faria da esperança a realidade e da comunhão dos católicos, uma vitória. Obrigada, Dom Waldemar por nos receber e nos tratar com respeito e como fiéis católicos. 

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

SONHOS...


Tive um sonho, sempre é bom sonhar. Sonhos bons são sonhos em que Deus coloca em nossos pensamentos as coisas que gostaríamos que acontecessem. 
Quando a angústia maltrata os nossos sentimentos, procuramos pensar em coisas melhores, em fatos que nos trazem tranquilidade, em momentos bons que partilhamos com as pessoas ou vivenciamos sozinhos ou mais, momentos em que sentimos a presença de Deus nos confortando tanto que se não podemos tê-los começamos a sentir muita falta.
Sonho...  um trem está desencarrilhando e o condutor está tentando de todas as maneiras colocá-lo no trilho de novo, mas, é preciso muita habilidade nessa hora,  pois, se uma roda sai do trilho, já não é mais a vontade ou a habilidade do condutor que seguram a direção - é a fatalidade, porque o desastre irá acontecer, aí independente do condutor, se desencarrilhado o trem, ele perde o rumo, sai dos trilhos e pode tombar deixando centenas de pessoas sem a condução que as levaria ao destino escolhido.
O vagão condutor tem atrás de si vários vagões dependentes de sua direção, porém seguem no rumo traçado pelos dirigentes da companhia. Portanto, o condutor pode ser excelente conduzindo o vagão dianteiro, mas obedece ordens externas, é obrigado a obedecer as ordens para que adicionados à sua competência,  ele realize com êxito a viagem para os destinos traçados. Embora tenha habilidade, seja excelente condutor, segue o que determina a direção.
As imagens no sonho vão se revezando e passam de maneira mágica transportando os pensamentos na direção em que sua mente conduz inconscientemente,tudo porque lá no fundo está a sua vontade  predominante de atingir o objetivo traçado pela sua razão, e porque não pelo seu coração?
Dentro do trem os passageiros estavam desolados, angustiados, tristes, preocupados com a mudança do rumo traçado para o trem, eles tem compromissos no destino traçado, precisam alcançar o que desejam, porém, o condutor refez o trajeto obedecendo ordens. Atônitos os passageiros ficaram eles haviam planejado a sua viagem e a estavam realizando, ter que interromper traz transtornos, compromete a qualidade de suas atividade e planos de vida.  A nova rota não condizia com o destino a ser alcançado, deixava visível que muitos deixariam aquele trem, se dispersariam, perdidos, decepcionados com o que estava acontecendo.
O condutor tenta amenizar, tenta reorganizar a viagem e consegue por ser reconhecidamente dotado de muitas qualidades. Enfim, ele recebe a determinação de deixar o grande comboio com seus passageiros e passar a conduzir apenas uma pequena locomotiva de apoio e fazer treinamentos com algumas poucas pessoas da companhia.
Porque um excelente condutor fica exercendo uma função aquém de sua capacidade?
Mas, os passageiros são persistentes, procuram apoio, insistem para que a direção não deixe sem um bom condutor o trem que está desencarrilhando. Pedem que não os abandonem. Perguntam por que o condutor do vagão dianteiro que conduz a todos com muito habilidade foi vetado para essa missão? Corrijam, ensinem, determinem o caminho a seguir. Não demorem, já se perdeu muito tempo parados. Esperançosos recorrem à direção que pode dar uma solução, pedem a quem tem o poder de estender a mão e conduzir a todos, tomando assento à frente e dirigindo pelas rotas permitidas,  para que não se percam tantos passageiros fiéis a essa companhia, são pessoas capacitadas e sincronizadas com o que é determinado, o que falta a orientação da rota a seguir. 
Ainda é um sonho, mas existem a boa vontade e a intenção de um pai educador que comanda, por isso, irá colocar o trem de volta aos trilhos, recompor todos os vagões, refazer a rota e esse trem seguirá transportando a todos que esperam por uma solução.
Todos os passageiros para embarcar nessa segunda viagem receberão instruções, assim como quem conduz a locomotiva principal. Esse deverá ser o caminho seguro, sempre organizando as rotas em  permanente contato com os superiores, garantindo uma boa viagem e a chegada de todos ao destino almejado.
Que bom será acordar e constatar que não é um sonho, mas sim, realidade.  

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

VAMOS REZAR GENTE!

Jesus Bom Pastor 

Sagrada Família

Nossa Senhora da Medalha Milagrosa

Deus, somos o vosso povo! Cuida de nós! Guia o seu povo, Senhor! 
Amém!

domingo, 1 de janeiro de 2012


Mensagem do Padre Luiz Augusto para o Ano de 2012 

2012: O Ano da Vitória!

A nossa fé é a nossa vitória. Eis que a bênção do Senhor repousa sobre nós e sobre toda nossa casa.

No primeiro dia deste ano, vamos rezar, gente! Vamos perseverar no Caminho do Senhor.

Mais uma vez quero recordar com você a nossa decisão de proclamar: “Quanto a mim eu e a minha casa serviremos ao Senhor”.

Deus está conosco, tenhamos sempre esta certeza.
Pe. Luiz Augusto