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Goiânia, Goiás, Brazil
Escrevemos sobre assuntos ligados à história goiana, genealogia, artes, artesanato e assuntos de interesse de nossa família. Portanto, esse espaço pertence a uma pessoa somente, é público, todos podem ler se quiser, pois aqui publicamos vários tipos de assuntos, a grande maioria dos leitores se manifesta positivamente e com elogios, o que agradecemos muito. Os comentários devem ser acompanhados de identificação, com email, para que sua opinião seja publicada.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

PADRE LUIZ AUGUSTO PERSISTA!


Recebi de 
STELA MARIS NUNES PINHEIRO
ARTISTA PLÁSTICA


Li uma matéria muito interessante de José Fernandes, “A Igreja persegue a Igreja”, publicada no jornal Diário Da Manhã, de 17.01.2012, despertou-me na memória uma lembrança fortuita na seguinte citação que ele fez: “se o fato de um pregador se sobressair pela sua oratória e pela atração que exerce sobre o povo implicar que se lhe aplique alguma advertência ou algum castigo, São Paulo teria de ser excluído do Novo Testamento”
São João da Cruz nos adverte a respeito dos que “provocam ou persuadem a servir ao Senhor e por isso são chamados provocativos”. Ele se refere aos pregadores sob o duplo aspecto:, no que diz respeito aos mesmos e no que relaciona aos ouvintes. A uns e outros ele indica o modo de orientar para Deus o desejo da vontade nos sermões. Ensina aos pregadores que o exercício de pregar é mais espiritual do que vocal, que a eficácia e a força da Palavra dependem do espírito interior de quem anima e que se embora ela seja a voz de Deus e por si mesma eficaz, não poderá inflamar uma alma, se nela faltar disposição. Logo, para que sejam assegurados os frutos da doutrina ou da Palavra de Deus são necessárias duas disposições: uma do pregador e uma do ouvinte.
Normalmente, o resultado depende de quem prega, pois há razão em dizer: tal mestre, tal discípulo. Ensina, ainda: “Quanto mais a vida do pregador é santa e perfeita, mais a sua palavra é fecunda, produzindo maior fruto aos ouvintes, mesmo sendo vulgar o seu estilo, diminuta a sua retórica e comum a sua doutrina, porque do espírito vivo se lhe comunica o calor. E outro, de vida imperfeita, pouco proveito fará nas almas, não obstante a sublimidade do estilo e a elevação da doutrina”. E insiste em dizer que a voz do pregador precisa de virtude para ressuscitar o morto de sua sepultura.
O que mais precisa ser dito  a favor da oratória e da atração que o Padre Luiz Augusto exerce sobre as pessoas? Essas palavras recolhidas do livro do sábio doutor da Madre Igreja por si só conferem a absolvição de qualquer castigo ou advertência pretendidas nEla por quem quer que seja. Além do mais, que força maior poderá ter do que o desejo do Padre de cumprir a ordem maior de Jesus: “Fazei isso em memória de mim!”  
Pela intervenção sempre atual de Deus na história de nossa salvação, ouso dizer não ficaremos sem resposta. O Padre Luiz é indispensável às atividade da Igreja de Goiânia. Não cabe outra resposta senão a afirmativa de que ele retorna ao seu Ministério. A mão do Pai conduzirá o padre Luiz Augusto na sua trajetória sacerdotal à nossa frente, a exemplo de Jesus quando caminhou com os discípulos para Emaús. Amém!
(Referência: Obras Completas – livro III – cap. XLV – PAG 432 - subida ao Monte Carmelo – São João da Cruz) 

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

QUANDO FUI PROFESSORA DE LUIZ AUGUSTO


Recebi esse texto de Mariza Costa Vilefort, ex Professora do Padre Luiz Augusto. Atualmente é  Professora aposentada da Universidade Federal de Goiás. Tem Mestrado em Linguística e Especialização em Etnolinguística

Quando me referi a Luiz Augusto, eu o fiz, lembrando-me de quando ele, ainda, não era padre.
Era um aluno brilhante, contestador e participante, o que me fazia preparar as aulas de português, com muito cuidado, pois, sabia que ele gostava de saber tudo, nos mínimos detalhes. Na minha turma, tínhamos alunos que eram Pastores evangélicos ou futuros Pastores. Durante as aulas, muitos debates aconteciam, mas sempre com muito respeito. Quero deixar claro, que, desde essa época, Luiz Augusto era um líder nato.
Não foi surpresa para mim encontrá-lo mais tarde, um sacerdote carismático que, nas missas que celebrava, levava as pessoas a participarem com fervor e piedade. Nessa época, morava no Setor Sul e, convidada por minha irmã, Cida, passei a frequentar as missas da Sagrada Família. Logo em seguida, Padre Luiz convidou-me a dar aulas de português para os membros da Comunidade Luz da Vida, naquele local. Minha irmã, Cida, dava aulas de Redação Oficial e eu de Redação e Revisão Gramatical. Por três anos, ministrei aulas para aquela Comunidade, o que me deu muita alegria. Continuei mais um ano, dando aulas para a Comunidade da Sagrada Família.
Sempre que Padre Luiz precisava de mim, eu procurava servi-lo, pois, assim fazendo eu estava ajudando de alguma maneira a Paróquia Sagrada Família e, antes de tudo, a “Jesus’.
Como toda Goiânia sabe, as obras da Sagrada Família eram inúmeras e todos os Paroquianos estavam sempre prontos a ajudar o Padre Luiz Augusto. Obras como essas não são encontradas em outras Paróquias desta cidade. Hoje, muitos são os órfãos dessas Instituições. Falo isso porque algo muito estranho está acontecendo...
Por que afastaram um membro da Igreja “CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA” atuante, querido, responsável por sua missão, de uma maneira tão agressiva? Quando falo, afastaram , quero dizer que, hoje, para surpresa de toda Comunidade Católica, ele não pode celebrar missa, atender confissões, batizar os que precisam, tudo o que faz parte do Ministério de um Padre.
POR QUE AS EXPLICAÇÕES DADAS PELO BISPO DOM WALDEMAR SÃO TÃO CONFUSAS?
POR QUE NÃO ATENDEM O PEDIDO DOS FIÉIS?
POR QUE DESLIGAR UM PADRE DE SEU MINISTÉRIO, TÃO ABRUPTAMENTE? 
POR QUE AFASTÁ-LO DA MISSÃO QUE JESUS CRISTO DESIGNOU PARA ELE?
Sou católica e vou sempre à missa na Catedral, onde rezo e peço a Deus para que a COMUNIDADE ECLESIÁSTICA devolva ao Padre Luiz a Missão que lhe foi designada.
Sabemos que estamos aqui de passagem e, para muitos, curta. Peço, humildemente, que o Arcebispo Dom Washington e o Bispo Dom Waldemar deem ao Padre Luiz a oportunidade de cumprir sua missão.
NÃO O DEIXEM NO OSTRACISMO, POIS, ELE NÃO O MERECE, FAÇAM O QUE COMUNIDADE TEM PEDIDO.
Outros padres puderam voltar para suas Paróquias. Por que não o Padre Luiz?


segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

QUANDO E ONDE? OS FIÉIS QUEREM A RESPOSTA PARA ESSA INDAGAÇÃO


Uma atitude cega que não combina com a realidade do tempo e o espaço em que estamos vivendo se assemelha à tirania de séculos passados. Conseguem agrupar, sob a alegação de que precisam corrigir as atitudes de um sacerdote, pessoas que há muito vêm usando antolhos para não perceber o que se passa ao lado. Concluíram que o Padre Luiz por ser um sacerdote popular e muito requisitado estaria acometido de um dos sete pecados capitais: a vaidade. A partir daí, zelosamente, a Cúria resolveu expurgá-lo de tal mal e lhe aplicaram a penitência de ficar proibido de exercer qualquer das funções que o estariam induzindo a esse flagelo, tal como removê-lo de sua Paróquia, por ele reconstruída em tempo recorde com recursos doados por frequentadores e proibi-lo de ministrar os sacramentos que lhe foram permitidos quando foi consagrado sacerdote e como medida de segurança ele fica definitivamente obrigado a pedir autorização para fazer cada batizado, casamento ou qualquer outra atividade ligada ao seu ministério para que não haja risco de recaída.
Com medidas tão drásticas e amorosas por parte da Cúria, mais precisamente Dom Washington e seu fiel Bispo Auxiliar, Dom Waldemar, ninguém sabe porque as doações à Paróquia Sagrada Família caíram drasticamente e a presença de fiéis, igualmente, se reduziu a uma fração do que era anteriormente. Os brilhantes e humildes padres substitutos, que não têm pecados capitais, são os responsáveis pela paróquia, mas não conseguem tocar as obras sociais ligadas a ela e muito menos arrecadar o suficiente para as despesas. Mas, nada disso é importante, o importante é ser humilde. O “perigosamente vaidoso” Padre Luiz Augusto é incorrigível, anda de batina puída para fingir que é pobre, trabalha 16 a 18 horas por dia só para se exibir, está tão magro que alguém da cúria deveria verificar se ele quer virar modelo ou, quem sabe, andar sobre as águas sem afundar (esse homem é um perigo!).
Na Igreja, aonde autoridade tem que ser obedecida sem a menor contestação, alegar que existe um colégio para fazer isso ou aquilo, é um contrassenso, isso seria aceitável se tivesse uma ordem do Papa para ser superior ao Arcebispo, pois tem sido esse colégio a decidir. Porém, só um pode dar ordens e hierarquicamente é Dom Washington, só ele decide.  Por conforto ele pode delegar a um colégio que, na verdade, estaria autorizado a interpretar o pensamento de Vossa Eminência e deliberar exatamente o que ele quer e arcar com a culpa de tudo negativo que acontecer. Acham que enganam a todos e também acham que podem enganar o Tribunal de São Pedro? Lá em cima alguém vai perguntá-lo: “O Senhor mandou fazer? - Eu não. Então, porque o Senhor permitiu?” Para quem tem tanto poder, mandar fazer e/ou permitir que se faça, é o mesmo pecado. Mas, como já vimos nada disso consegue mudar a quem tem uma visão “corretiva tão dura”.
Não podem esquecer que os milhares de fiéis da Comunidade Atos querem saber, com mais urgência ainda, quando e onde Padre Luiz voltará a suas funções? Querem ter a missa que querem, no lugar que  querem e com o padre que querem, pois afinal quem paga as contas são esses milhares de fiéis que nunca foram consultados para dizer se estão satisfeitos com as celebrações festivas, alegres e com os trabalhos desempenhados na Comunidade Atos e se perguntados responderiam que “sim”.

domingo, 15 de janeiro de 2012

PAIXÃO DE CRISTO "A LA PADRE LUIZ AUGUSTO" – UMA HISTÓRIA SEM FINAL DEFINIDO


Eduardo de Souza, Psicólogo, Artista cênico e diretor da paixão de cristo na Cidade de Goiânia.

Às vezes o que se busca está tão perto que os olhos não alcançam. Olhar somente para um lado é se perder no emaranhado de possibilidades que a vida nos oferece.  Olhar além da montanha é perceber que o horizonte nada mais é do que uma visão que se renova a partir do nosso querer, tem que partir de nós. Perceber falhas é tarefa fácil para os humanos, notar as diferenças, compreendê-las e aceitá-las é trabalho mais apurado para aquele que é líder justo e amoroso, agora, conseguir ver as boas intenções e as boas obras e entender que mesmo que elas venham de forma abrupta ou indesejada é missão de cristão. Deus utiliza-se muitas vezes das pessoas mais simples e mais improváveis para mostrar sua glória, isso é bíblico.  Nesse domingo ao ler os jornais e revistas senti a necessidade de fazer uma reflexão sem intenções de notoriedade, não quero polemizar, mas esboçar uma visão curiosa sobre o tema: Padre Luiz Augusto. Estamos vivendo em tempos de Via-sacra com personagens definidos, porém a escolha do elenco fica a cargo do leitor. Temos na encenação: Judas Iscariotes (amigo ingrato, beijando a face em troca de um poder temporário), Salomé (exigindo a cabeça dos anunciadores da verdade numa bandeja), sacerdotes (alguns se silenciando nos templos e falando apenas o necessário para sua sobrevivência na terra), fariseus (divididos em suas opiniões), soldados (marionetes com cenas improvisadas), Maria (intercedendo com o terço na mão), Madalena (fiel amiga) verônica (enxuga as lágrimas), as mulheres de Jerusalém (cuida e zela no caminho do calvário), Pilatos (lava as mãos e se omite), Barrabás (oportunista) o rei Herodes (comanda sem liderança), Caifás (rasga as vestes com o ciúme incontrolável ), Simão de Cirino (ajuda a carregar a cruz) Pedro (nega, mas se arrepende e fica junto do mestre) João Batista (anuncia sem medo as injustiças do mundo), Tomé (não acredita na vitória e encontra-se numa gangorra, ora pende pra lá, ora pra cá), João evangelista (cuida da família do mestre) Jesus (O mestre das palavras e das ações, realista, liberta, perdoa, é julgado, mas entende o propósito do pai e espera pela promessa Divina), alguns de menores  participações são entregues a nós para uma interpretação convincente, vamos a eles: Zaqueu, mínimo, pequeno, discriminado, cheio de defeitos, mas com uma vontade imensa de descer da árvore e pedir para que o mestre fique em sua casa, temos também a mulher do fluxo de sangue querendo tocar no manto e ser curada. Os papéis estão aí, a escolha do elenco é nossa. É como diz a canção do discípulo Tony Alisson: Se eu tocar na orla do seu manto serei curado. Que Deus no seu tempo de amor nos cure e nos dê animo e força para continuar seguindo o mestre, com a certeza de que a crucificação é necessária, mas o acreditar na ressurreição é imprescindível. Somos apaixonados por Deus e fãs de carteirinha dos seus anunciadores. Que o paraíso seja para todos, afinal nosso pai é o mesmo e ele respeita as diferenças dos seus filhos e os acolhe de forma justa e fraterna. Tenhamos uma ótima Semana. Amém!


PADRE LUIZ AUGUSTO PERGUNTA: ATÉ PARA FAZER UM BATIZADO TENHO QUE PEDIR PERMISSÃO ANTES? O POPULAR

PADRE LUIZ AUGUSTO PERGUNTA: "SE MEU TRABALHO ATRAPALHA, PARA QUE CONTINUAR?" SAIU NO JORNAL O POPULAR
No jornal O Popular entrevista com o Padre Luiz e duas matérias sobre os padres em Goiás. Tomara que sensibilize a Direção da Arquidiocese.
http://www.opopular.com.br/cmlink/o-popular/1.632

sábado, 14 de janeiro de 2012

A MAIOR RIQUEZA DO PADRE LUIZ É A SUA DETERMINAÇÃO DE AGIR E SER UM BOM SACERDOTE.


Equivocadamente disparam críticas como um torpedo destruidor sem se importarem com a formação cristã que tem.  Ninguém liga, comentam e lançam a dúvida sobre o caráter de uma pessoa que nem conhecem.  Imputam-lhe defeitos, megalomanias, inventam porque não sabem mais o que dizer. Mas o que é correto não fazem, encerrar de vez essa mal iniciada punição. Fica evidente que é mais fácil ignorar tudo e tecer esses comentários insanos. Não seria mais lógico e honesto se procurassem tecer comentários buscando as informações necessárias. Procurem o Padre Luiz e saibam exatamente o que ele faz, em vez de somente atirar-lhe “pedras”.
Não é claro o motivo da proibição nem para o fulano, sicrano ou beltrano, para  ninguém, pois a cada dia o motivo se renova porque há quase um ano procurando não acharam nada que desabone a sua conduta. Se prendem, sim, em “coisicas” tipo os fiéis se entusiasmam, ficam eufóricos, aplaudem demais em suas celebrações. Aplaudem sim, mas, em nenhum momento a ele, são aplausos para Jesus, como em tantas celebrações de outros sacerdotes. São manifestações para Deus. É claro que o que importa em uma Celebração Eucarística é o PRÓPRIO CRISTO, por isso, quando o sacerdote faz uma celebração participativa e com muita unção, os fiéis “participam”, ao contrário de outras em que eles apenas “assistem”. Em suas celebrações não há desatenção, conversa e ninguém dorme, de crianças aos mais idosos todos são atentos sem desviar os olhos do celebrante. Qual é o “rigor” que querem que o Padre Luiz seja tratado? Ele é um sacerdote que age com muito rigor, pois, só segue os ensinamentos dados por Jesus e isso até causa “constrangimento” em algumas pessoas que se incomodam com essa “radicalidade” de suas orientações. Mas os jovens, adultos e crianças continuam  querendo ouvi-lo, e o que  isso significa?
Aos olhos de quem nada sabe pode parecer, e assim querem,  que há mais coisas por traz disso.  É de se perguntar se esse pessoal frequenta as celebrações ou já participou de algum ato de caridade, alguma campanha de solidariedade no Lixão de Aparecida, no CPP – cadeia de Goiânia, ou passou um dia visitando hospitais? Deixou seu final de semana e foi distribuir cestas de alimentos e roupas aos pobres? Ou no seu domingo foi com médicos, odontólogos, psicólogos, farmacêuticos para atender pessoas carentes? Levando inclusive profissionais de tabelionatos para registros e casamentos lá no local? Alguém, prestem atenção, vai querer ser estrela lá no Lixão de Aparecida? Cuidar de pobre nunca deu IBOP...  Estrelismo é um tipo de sentimento que não cabe no coração do Padre Luiz. Ele se levanta todos os dias com uma determinação ser “celebridade” de Deus, um verdadeiro servo de Deus. Será que conhecem a agenda dele? Ele a tem na cabeça, pois há muito tempo ele repete semanalmente o seu caridoso trabalho. Será que os padres abrem as portas de suas casas e o povo chega e se sente em casa. Assim, é a sua casa. Ele atende centenas de pessoas por dia em busca de orientação para a sua vida. Ele se preocupa com cada um dos fiéis e os chamam pelo nome. Faz encontros de casais todas as quartas- feira, tem encontro de jovens todas as quintas, ele é um incansável pastor – evangelizador, aliás, não tem nenhum como ele em Goiânia – como diz um Monsenhor que mora em meu prédio – os padres hoje querem ter status – mas, esse não, não tem carro, celular e nem computador, não que não saiba como manejá-los, pois é muito inteligente e possui três graduações superiores e uma especialização, é simplesmente pelo voto de pobreza que ele fez. Ah, nem carro ele tem.
Não citar as suas obras sociais, oh meu Deus! Não devem mesmo, porque são muitas, mas independentemente de ser um realizador de obrar sociais, que incomoda a tantos incompetentes,  ele está acima de suas obras, pois assim que foi transferido, imediatamente, arregaçou a batina e iniciou novas obras, nada o detem, ele gosta de trabalhar. Faz de tudo, não mostra a mão que faz, mas mostra a sua determinação em fazer com qualidade e sem alarde, pois ele sabe que Deus vê, isso que interessa. Como são vãs as orações se não forem acompanhadas pela caridade. Oração sem ação...Existem alguns que não se importam mesmo com os pobres,  isso é sabido, mas não é o Padre Luiz, ele atende essa classe social com muito carinho e tem com eles uma atitude de “Pai”. Ser uma estrela, não quer não, a não ser uma estrela que se destaca  no coração de Deus. Que engano achar que ele quer se tornar celebridade,  o que ele mais deseja é fazer sua obras, celebrar os sacramentos e a Santa Missa. Nem cantar ele canta, são os meninos da banda que cantam, ele NÃO HOMEM SHOW, ELE NÃO CANTA, no CD gravado ele faz orações como introdução das músicas.
Não tem sentimento vaidoso de aparecer, ele é servo de Deus.  E, se ele for um cadinho mais pastor do que ele já é, ele arrebanha os católicos de todo o Brasil para Goiás. Essa síndrome de artista ele não terá, pois ele nem gosta de cantar, e a única hora em que ele aparece mesmo, e como ninguém, é durante a celebração da missa, aonde se sente à vontade, em seu lugar preferido, sendo usado para mostrar aos fiéis o Deus de misericórdia que tantos procuram.
Fico triste e impressionada como são atrevidos e criticam sem conhecê-lo, mais uma vez o pecado da inveja. Cada um deve trabalhar como sabe e deixar o outro ser com é, todos tem seu valor, não critiquem, trabalhem e ajudem a trabalhar, e copiem quem trabalha melhor e realizem, façam, mas, por favor, não deixem a inveja ser a mais significativa “virtude”. 

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

PERMANEÇA A VERDADE, ESSA É A ETERNA FONTE DO AMOR


Folheando as páginas do jornal na internet atrás de notícias sobre o Padre Luiz Augusto deparamos com o texto nosso. Ficamos um tanto surpresos, pois, não sabíamos que seria publicado, escrevemos para o familiapioneira.blogspot.com, que tem sido razoavelmente procurado alcançando um bom público. 
Já tem ido longe demais essa história do Padre Luiz Augusto.  Sabemos que todas as coisas boas precisam nascer em um solo bom e fértil para crescerem sadias. O assunto religião abre um leque muito grande para que as pessoas opinem com muito entusiasmo e a grande questão é que nada disso interessa se estamos saindo do foco principal.  Manter o objetivo com coerência é importante sem ser intransigente. É necessário nas adversidades que Deus nos dê serenidade para poder passar por todas as ofensas, injustiças, calúnias e mentiras que se sobrepõem a verdade com argumentos sem fundamentos.
Como tem sofrido o Padre Luiz. Deus tem lhe dado compreensão e humildade para aceitar essas coisas que ele não pode mudar e coragem para enfrentar tudo, modificando em sua vida coisas e atitudes na esperança de agradar ainda mais a Deus e a seus superiores, ele sabe que com amor e harmonia alcançaremos a paz.
Dizem que nos momentos difíceis é que sabemos quem são os amigos, no sucesso verificamos a quantidade e na dificuldade ficamos com os amigos de qualidade, que nos acompanham fortalecendo. Os fiéis católicos da Comunidade Atos não se afastam do grande amigo e líder espiritual Padre Luiz, são momentos de muita atribulação que os atingiram de forma injusta entristecendo a todos, porém sem se abaterem estão em orações confiantes em Deus, não se esquecendo de agir, essa parte depende de nós. O que depende de nós, podemos e devemos fazer tudo por amor a Jesus, por amor ao valoroso papel que a Igreja tem no meio da sociedade.
É preciso não confundir, entretanto, que o objetivo não é o ser humano simplesmente, o objetivo é congregar e fazer crescer o que Deus nos deixou como herança, os seus ensinamentos de amor que são repassados por um apóstolo de sua Igreja, ser humano como Ele quando esteve no meio de nós, dotado de dons especiais que o torna potencialmente capaz para dirigir e pastorear inúmeros fiéis em uma grande Paróquia.
Feridas abertas são muito poucas e insignificantes diante das chagas do sofrimento de Jesus para nos unir e salvar. Errar é humano não podemos, contudo, perseverar no erro. Para isso, existe o perdão, o ponto mais elevado do amor. Não é fácil perdoar, mas, nessa instituição do amor não há lugar para incompreensão para o sacrifício de Jesus entre nós, perdoar é um ato de coragem essencial na vida de quem é cristão, na Igreja de Deus não pode permanecer a discórdia ou a maldade ou qualquer erro, são nulos, permanece a verdade, essa é a eterna fonte do amor. 

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

ENTREVISTA À TV SERRA DOURADA HOJE 12.01.2012


www.youtube.com

É A HORA DA VERDADE, OLHO NO OLHO, PRETO NO BRANCO

Desviar recurso desobedecendo à área administrativa para fazer uma obra não autorizada para quem? Para alguém seu amigo? Para lazer? Não, foi para a própria Igreja. Como ele falou à imprensa: " precisava que eu buscasse antes a autorização dos responsáveis pela Arquidiocese. Muitas vezes no meu impulso, impulsionado pelo Espírito Santo, fazia pelas necessidades ou porque precisava acontecer. Nunca fui muito de pedir essa autorização". Fazia, fez e faz para a Igreja e hoje são obras, reconhecidamente, necessárias e úteis.  
Realmente, Padre Luiz Augusto desviou recursos. Mas, para que será que ele desviou dinheiro? Foi para comprar uma batina nova (a dele anda meio poida)? Para comprar um carrão preto  e pagar um motorista? Para ir à Terra Santa ou a Europa?
Não, esse desvio "criminoso" que merece denuncia anônima, como denunciam aos criminosos perigosos, repito, foi usado, PASMEM, para fazer mais obras para a Igreja! Causa grande celeuma, pois tem gente, que é melhor que continue anônima, que disse que ele deveria levar pelo menos três anos para fazer uma obra. Por que será?  Anônimos, também, dizem que assim poderiam arrecadar mais doações.
Se houve verdadeiro crime nisso, tá na hora, façam uma denúncia em uma delegacia de polícia, caso contrário, parem de atrapalhar quem tem sucesso e vão trabalhar. Como dizia uma frase de para-choque de caminhão: não me invejem, trabalhem. 
Como todo mundo quer ficar junto ao poder, bajular quem tem poder é um ato de consequências mais imediatas, porém, todos enfrentarão o tribunal um dia e pagarão por suas más escolhas.
Se contassem e pedissem sigilo que a Arquidiocese pega o dinheiro arrecadado pelas paróquias, não dariam ouvidos.  Assim como, se fizessem uma denúncia anônima, dizendo que pegam os recursos doados para as obras de caridade do Padre Luiz Augusto a fim de cobrir despesas da Cúria, também, não acreditariam. Denúncia assim é falta de caráter, ou melhor, ninguém imagina uma coisa dessas.
O próprio representante da Cúria, Padre Arthur Freitas, em entrevista ao jornal da TV local derruba todas essas acusações declarando que não há nada que desabone o Padre Luiz Augusto. Não há desfalque nem desvios em sua administração.
Podem admirá-lo, isso é nobre também. Admirem e não o invejem, ele merece o respeito de todos.
A verdade os libertará.

CONTINUEM AJUDANDO A COMUNIDADE ATOS , AS OBRAS DE CARIDADE CONTINUAM, PADRE LUIZ MERECE NOSSO APOIO


Esse texto escrevemos logo que o Padre Luiz Augusto foi para a Comunidade Atos, A SUA AJUDA CONTINUA SENDO NECESSÁRIA, são inúmeros pedidos e as obras de apoio continuam sendo desenvolvidas. Não se esqueçam de fazer as suas doações, se não puder ir até lá visitá-lo, poderá  entrar no site  http://www.atoscatolica.org.br se inteirar de tudo e clicar em COMO AJUDAR , encontrará as duas contas para o depósito bancário. 
Estamos impedidos de assistir às missas lá, mas devemos continuar colaborando. 


"A vontade de Deus nunca irá levá-lo aonde a Graça de Deus não irá protegê-lo."
A doação do dízimo é espontânea na Igreja Católica não há nada que determine aonde doar. Muitos, que não sabem como doar o dízimo, sentem-se confusos e acabem acreditando no que não é verdade, pois, que me perdoem, disseram para convencer aos paroquianos que o dízimo só pode ser doado na paróquia. Isso é muito grave. Querem mesmo prejudicar a Comunidade Atos – mais precisamente para atingir ao Padre Luiz Augusto. Mas, Deus não aceita mentiras, não são de Deus atitudes assim. Mentiras tem pernas curtas... Hoje, dificilmente, as pessoas podem ser enganadas, porque a Internet tem de tudo – tudo muito bem explicado em textos, em reportagens e em vídeo, a gente escolhe o tema, faz a pesquisa e pronto, aparece uma quantidade enorme de alternativas para que você leia sobre o assunto que você está interessado em saber. O Papa, sabiamente, mandou que a Igreja Católica se modernize e utilize a Internet. O que acontece? Faltam atitudes cristãs, pois, hoje as informações estão facilmente expostas, é só ter o cuidado de pesquisar e se informar antes de determinar as ações dizendo que a Igreja manda assim.
_ "Todos os católicos devem dar a sua contribuição material à Igreja para que ela possa prover suas necessidades materiais; isto é ensinado pelo Catecismo no §2043 – “Os fiéis cristãos têm ainda a obrigação de atender, cada um segundo as suas capacidades, às necessidades materiais da Igreja. O quinto mandamento da Igreja é: “Ajudar a Igreja em suas necessidades, recordo aos fiéis que devem ir ao encontro das necessidades materiais da Igreja, cada um conforme as próprias possibilidades (CDC, cân. 222)”. Nem o Catecismo e nem outro documento da Igreja obriga que o dízimo seja 10% do salário, embora muitos adotem isto na prática, o que é bonito e mostra a generosidade de cada um. Mas o dízimo não pode ser uma troca com Deus; deve ser uma doação generosa de quem ama a Deus gratuitamente e desinteressadamente."
Portanto, não há nem na Bíblia e muito menos nos textos acima a determinação do local a ser doado o dízimo. A Igreja citada no texto com I maiúsculo que dizer a Igreja como instituição, o todo e não a igreja com i minúsculo que é o espaço físico que você frequenta, bem diferente.
É claro que o bom senso indica que esta doação seja feita aonde você FREQUENTA,  ou seja, aonde a sua família e você assistem à missa, realizam os batizados e casamentos da família, o local que freqüentam pode receber a sua ajuda. Mas, você pode doar para evangelização, para as obras sociais, para as obras de caridade, comunidades, associações, para a TV e Rádio de evangelização, tudo é dízimo, pode ser doado aonde estiver precisando, conforme o fiel escolher. Quantas doações o fiel fizer para a Igreja (instituições católicas) no mês - tudo será considerado uma doação generosa espontânea, o dízimo.  
Se não há a determinação do local a ser doado o seu dízimo, fica evidente que para receber a doação mensal o Padre precisa motivar essa ajuda. A capacidade de conseguir sensibilizar às pessoas para que ajudem, está na relação de confiabilidade que o Padre tem com os fiéis. É como investir o dinheiro em um Banco confiável que fará boa aplicação com o dinheiro recebido.
Os fiéis acreditam e doam na medida em que as obras de caridade, as obras sociais e de evangelização aparecem. Eles vigiam a aplicação do que estão doando, querem ver se está sendo bem empregado, seja na manutenção da sua igreja, seja para obras de caridade ou até na montagem de um espetáculo que traga em seu conteúdo a evangelização. É uma ação de investidor - se você investe quer saber se está sendo bem utilizado o seu dinheiro, se está dando bons frutos. Essa relação faz com que os fiéis procurem o local que lhes agrada para doar o dízimo. Credibilidade não se transfere. Podem ser transferidos os bens materiais, as casas que abrigam as pessoas necessitadas, a rádio, a TV,  mas a manutenção é responsabilidade do administrador do bem, da obra, do local (Paróquia) e para receber as doações ele deve conquistar a ajuda dos fiéis. Cada sacerdote deve ser suficientemente capaz para sensibilizar seus seguidores para que o ajudem a realizar e manter as atividades da Igreja.
O legado do Padre Luiz foi uma bênção para quem o recebeu. São várias obras de caridade/sociais e as duas belas igrejas edificadas, mobiliadas adequadamente e com toda uma estrutura necessária ao bom funcionamento de uma Paróquia. Muito bom para quem recebeu - tudo funcionando - prontinho para seguir em frente, em paz, sem reclamar.
Exemplar é  a atitude do Padre Luiz Augusto que ficou com as suas obras inacabadas, recebeu a Comunidade Atos precisando de inúmeras benfeitorias e tem seus filhos queridos, mas agindo sem descansar já promoveu grandes mudanças em tudo que está administrando agora. Ele age com confiança porque Deus o capacitou para ser um servo incansável, um sacerdote piedoso e evangelizador que sensibiliza a todos, por isso em nenhum momento faltará ajuda para suas obras, com fé em Deus!
O DÍZIMO PODE SER PAGO AONDE A PESSOA QUISER – E DEPOIS DE DOADO DEVE VIGIAR PARA QUE SEJA BEM UTILIZADO NAS OBRAS DE CARIDADE, NA EVANGELIZAÇÃO, NAS OBRAS SOCIAIS – NAS ATIVIDADES DA IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA.

DEUS PROTEJA A COMUNIDADE ATOS E AO PADRE LUIZ AUGUSTO!
REZEM POR ELE.