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Goiânia, Goiás, Brazil
Escrevemos sobre assuntos ligados à história goiana, genealogia, artes, artesanato e assuntos de interesse de nossa família. Portanto, esse espaço pertence a uma pessoa somente, é público, todos podem ler se quiser, pois aqui publicamos vários tipos de assuntos, a grande maioria dos leitores se manifesta positivamente e com elogios, o que agradecemos muito. Os comentários devem ser acompanhados de identificação, com email, para que sua opinião seja publicada.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

PERDÃO FOI FEITO PARA DAR


Perdão foi feito para dar, mas cheio do Espírito Santo é quem sabe dar o seu perdão, pois, cristão deve viver como o Filho de Deus pregou, observando seu Mandamento de amar sobre todas as coisas.
Jesus, em seus últimos instantes de vida, agonizou na cruz, com uma dor imensa, incompreensível de ser suportada por seres humanos, mas, Ele a suportou por amor a todos nós e, naquele momento final, o Filho de Deus pediu que fossem perdoados os seus perseguidores, os traidores e aqueles que o condenaram à morte, Jesus pede ao Pai: “Pai, perdoai-lhes, porque não sabem o que fazem.”
Se seguimos seus ensinamentos, sabemos que perdoar é um ato Cristão. Quantas vezes Jesus mandou que perdoassem seus inimigos? A própria oração que o Pai nos ensinou, diz: “perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tenha ofendido”. Se temos o coração cheio do Espírito Santo, a sabedoria de Deus nos abranda os ressentimentos e faz com que tenhamos a generosidade de perdoar, mesmo que a pessoa que cometeu a ofensa não seja digna de ser perdoada, é necessário refletir nas palavras de Jesus Cristo e agir como Cristão.
Quantas vezes, em momentos de muita perseguição, criticamos os perseguidores, dizendo que o que estava sendo feito não era coisa de Deus? Pois, agora, já que procuram, reconhecem que quem foi perseguido não deveria ter sido apunhalado pelas costas e vêm até ao Padre Luiz Augusto, reconhecendo a sua grandeza espiritual e a sua inquestionável capacidade de evangelizar, não é preciso ser sábio para entender quais as reais intenções, mas, com esse ato reconhecem o valor do Padre Luiz, reconhecem a grandeza de suas ações e obras, reconhecem que ele é incansável e imbatível diante as ofensas e, acima de tudo, é um servo de Deus capaz de arrebanhar multidões, como tem sido. Mesmo que lhe tenham sido tirados quase todos os seus direitos de sacerdote, tenham lhe proibido de ministrar os sacramentos, tenham lhe enviado para uma Paróquia distante, tenham lhe rebaixado de Pároco para Vigário, tenham lhe colocado em uma Igreja com capacidade para sessenta pessoas, Deus providenciou e mostrou que vence quem tem permanentemente Deus consigo. Tentaram tirar tudo dele, mas, não lhe podem tirar Deus, não lhe arrebataram a fé, por isso e por ser o sacerdote das multidões ele pode perdoar sim, pois, o perdão é para quem é forte, é seguro na Fé, é temente e praticante dos ensinamentos de Jesus.
Com o Padre Luiz Augusto sempre estiveram seus fiéis admiradores, principalmente, quando as abusivas punições lhe eram impostas e ele, em sua humildade, ia obedecendo. Agora, diante desta sua generosa atitude de perdoar os que não souberam agir corretamente com ele, ele merece, mais ainda, o respeito e a admiração de todos os paroquianos, pois, nos mostra que a  generosidade é um ato cristão.

domingo, 2 de dezembro de 2012

PADRE LUIZ VOLTE A EVANGELIZAR VIA RÁDIO E TELEVISÃO

Todos os dias escutamos comentários contendo elogios e destacando as qualidades do Padre Luiz Augusto, inclusive, lamentando a sua ausência dos programas de rádio e televisão, comentam que sentem falta dos seus conselhos e das suas respostas para os seus questionamentos.
É fácil entender porque sentem tanta a sua falta, imaginem um guia espiritual capaz de liderar sem nenhum conflito durante doze dias cinquenta e uma pessoas em uma peregrinação pela Terra Santa – Israel e mais três dias em Roma. Era um grupo formado por pessoas diferentes em todos os aspectos, inclusive religioso, como ele mesmo diz algumas pessoas eram muito piedosas e outras tinham aquela fé morna de quem está somente cumprindo a sua obrigação. Ele, com a sua habilidade de pai espiritual, transformou a viagem em um verdadeiro encontro de fé, fazendo com que todos participassem com entusiasmo, coisa rara de se ver quando o grupo é tão grande. Ele soube conduzir as pessoas em torno de um só objetivo: fazer uma peregrinação fervorosa. Era de se esperar que fosse uma viagem rica em orações, mas, o que aconteceu marcou a todos, aos que já o conheciam e aos que pela primeira vez o acompanharam, pois, ele, como em tudo em que se propõe a fazer, comandou com sabedoria, tornando a sua primeira experiência como guia espiritual de um grupo em viagem à Terra Santa e a Roma, uma demonstração de competência que só um servo de Deus iluminado pela ação do Espírito Santo é capaz de fazer. Não é fácil seguir um roteiro rígido de peregrinação levantando antes da sete da manhã e dormindo depois das dez da noite, era visível que havia algo movendo a todos, algo que somente aos que estavam ali, era possível dimensionar. 
Visitar os lugares por onde andaram Jesus, seus amigos e perseguidores é um roteiro turístico que atrai a muitos, mas, passar por esses lugares com o olhar piedoso foi uma experiência única, abençoada, enriquecida com as diversas celebrações da Santa Missa pelo Padre Luiz em locais como a Igreja aonde era a casa em que se realizou o primeiro milagre de Jesus durante as bodas de Caná, no mar da Galiléia onde Jesus andou sobre as águas e em suas margens Ele fez o sermão das montanhas e em Belém, em uma capela da Basílica da Gruta da Natividade, ou seja, no local aonde Jesus nasceu. 
No Rio Jordão, aonde João Batista batizou Jesus, renovamos as promessas do nosso batismo, mergulhando em suas águas. 
O que mais desejam os católicos quando vão a Roma? Desejam uma audiência com o Papa. Pois bem, o grupo do Padre Luiz foi à audiência e ficou radiante quando o Papa citou a Paróquia Santa Teresinha de Aparecida de Goiânia. E, para encerrar a visita a Roma, como coroamento de uma belíssima peregrinação o Padre Luiz celebrou a Santa Missa na Capela de São José, dentro da Basílica da São Pedro, aquela que fica à esquerda do altar principal, a maior delas, um privilégio para poucos padres brasileiros, providência Divina, como diz um grande sacerdote amigo.
Nos depoimentos da despedida houve relatos de cura interior, de graças recebidas, de fortalecimento da fé e o compromisso de ser um dedicado propagador da fé em Jesus. Falando nisso, insistentemente, as pessoas cobram a volta do Padre Luiz aos seus antigos programas de rádio e televisão, quando ele então, eficientemente, evangelizava. Isso não depende exclusivamente do Padre, ele precisa da autorização da Cúria. Ideal seria se todos que concordam com esse pleito fizessem uma campanha junto a Dom Washington e Dom Waldemar, para que, em nome do bom serviço a Cristo ou à cristandade, devolvam ao Padre Luiz a alta missão de evangelizar via da mídia, também.

sábado, 24 de novembro de 2012

UMA “SANTA” AUDITORIA

Nenhuma calúnia passa sem ser percebida e noticiada se o alvo é uma pessoa conhecida e que tem feito maravilhas em sua área. A difamação é como um raio, destrói o alvo e o que está ao seu redor, a não ser que o alvo seja uma pessoa capaz e admirada por milhares de fiéis seguidores. Quiseram denegrir a sua vida, mas, não conseguiram, pois erraram o alvo, Padre Luiz Augusto Ferreira da Silva, ex Pároco da Paróquia Sagrada Família e, intencionalmente, retornado ao cargo de Vigário, está agora na Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus, em Aparecida de Goiânia, é forte, tem fé, apesar de toda injusta perseguição, ele manteve a sua integridade.
Muitos ainda comentam a transferência tumultuada do Padre Luiz Augusto da Paróquia Sagrada Família, em maio de 2011. Quem era contra, fazia insinuações levantando dúvidas sobre o seu caráter e sobre a sua conduta administrativa. A própria direção da Igreja Católica insinuou uma quebra de acordo e foi responsável por declarações que colaboraram para que fossem levantadas suspeitas sobre a verdadeira causa da sua transferência, assim, quiseram esconder o que estava ocorrendo por traz de uma manobra para dar poder a quem não é capaz, pois, entregar uma estrutura bem administrada com tudo pronto a outro administrador é simples, porém, administrar tudo é somente para quem tem competência e competência não se transfere.
Tudo foi amplamente divulgado, até porque o Padre Luiz Augusto se tornara um sacerdote de enorme destaque perante a sociedade goianiense, não só pela sua atitude como Pároco da mais popular Paróquia de Goiânia, mas, também, por ter se tornado referência de sucesso em tudo o que fazia, talvez aí estivesse o seu pecado, as pessoas o admiravam por suas obras – e não podia ser assim, segundo a Igreja. Fizeram de tudo contra o Padre Luiz, difamaram, caluniaram, expulsaram seus catequistas, trocaram chaves das portas da Igreja, ele foi proibido de realizar qualquer atividade na Paróquia Sagrada Família, não fosse tudo isso um absurdo, eles inventaram um rombo de trezentos mil reais. Mentiram tanto que para parecer verdade instauraram uma Auditoria para provar o que queriam que fosse verdade.
Agora, mais de um ano depois, na semana passada, ele foi à Cúria para ler a conclusão do Relatório da Auditoria, muito bem, mas, correto seria comunicar publicamente que nada existe que desabone a sua conduta, que sempre foi irrepreensível em sua administração e que ele não roubou ou desapareceu com nenhuma quantia de dinheiro da Paróquia Sagrada Família, que tudo foi um engano. Ora, foi somente uma “Santa Auditoria” a pedido da direção da Igreja de Goiânia! Agora, deveriam prestar contas aos milhares de fiéis que sempre contribuíram com a Paróquia Sagrada Família e que foram punidos, criticados, chamados de não católicos e outros tipos de adjetivos nada honrosos, somente porque decidiram seguir com o Padre Luiz Augusto, pois, confiavam nele e sabiam que onde ele estivesse eles continuariam engajados em obras caridosas, e, hoje, perante esse Relatório está a confirmação de que foram enganados e desrespeitados pela Direção da Igreja. Agora, deveriam comparecer para levar o resultado da Auditoria para os milhares de fiéis que participam das missas de Domingo na Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus, não que seja necessário para eles, pois, nunca precisaram do resultado dessa Auditoria para confiar em seu sacerdote, todos souberam distinguir quem é o joio e quem é o trigo. Esse texto do Marco André reflete o pensamento de todos amigos do Padre Luiz: “nunca tive dúvidas de sua retidão e de sua obediência a Deus. Então não há motivos para dúvidas. Os que duvidaram, questionaram e caluniaram é porque se deixaram ser instrumento do inimigo para semear a discórdia e a divisão em nossa Igreja. O senhor é ungido de Deus, vive a retidão e saiba que a estrada que estás trilhando é aquela que te levará para o Céu...”
Agora, deveriam, ao invés de criticar, visitar algumas de suas obras, como a Casa de Nossos Pais, a Casa Mateus 25, a Clínica Atos, a Comunidade Atos e a Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus, tudo isso construído nesse ano e meio tumultuado, cheio de injustiças e perseguições incabíveis cometidas contra ele. Em seu dia-a-dia ele só tem tempo para sua missão de ser servo de Deus e ele nunca parou para esperar essa Auditoria, porque seu tempo é precioso para atender os que precisam da mão caridosa da Igreja. Ele sabe que pode fazer do limão uma deliciosa limonada, isso sim, é que o difere de tantos.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

PADRE LUIZ AUGUSTO FERREIRA DA SILVA

Padre Luiz Augusto Ferreira da Silva TEXTO DE Helder R Filho

Pai, eu havia me esquecido que o senhor tinha 3 cursos superiores, era concursado efetivo no Estado de Goiás e que por amor a Deus exclusivamente largou tudo para servir ao Reino de Deus, e que ficou de molho por aproximadamente 3 longos anos esperando a ordenação sacerdotal, e não se esquivou, (porque o que é de Deus tem que ser triturado e sofrido) eu havia me esquecido que se empossou numa paróquia como administrador paroquial que na época cabia no máximo 600 pessoas, e deveria ter no máximo uns duzentos dizimistas, e que por 15 anos a fez crescer para no mínimo 5 mil pessoas sentadas e que o dízimo superou os 10 mil dizimistas, pela sua força e testemunho, eu havia me esquecido que o senhor construiu uma comunidade de vida com o seu esforço e suor, eu havia me esquecido que comprou uma Rádio e uma Televisão, assumiu uma creche que era destruída, sem dignidade e a transformou em exemplo de Creche para a grande Goiânia, que não recebia recursos do município, as vezes por 6 meses a um ano de atraso, eu havia me esquecido que o senhor pela sua insistência e radicalidade no Evangelho salvou pelo nome de Jesus inúmeras famílias, eu havia me esquecido que o senhor já celebrou em 17 anos de sacerdócio no mínimo 15 mil missas, já presidiu no mínimo uns 5 mil casamentos, já atendeu em confissão e direção espiritual inúmeros casais, jovens e crianças, já visitou milhares de doentes, eu havia me esquecido que já distribuiu mais 100 mil cestas básicas, eu havia me esquecido que montou um ambulatório e farmácia de dar gosto há muitos psicólogos, médicos, dentistas, enfermeiros enfim a área da saúde, eu havia me esquecido que tinha inúmeros advogados a disposição da comunidade, eu havia me esquecido que dormia as 0h e acordava às 4:30h, eu havia me esquecido que ajudou na formação de grandes líderes na Arquidiocese de Goiânia, inclusive sacerdotes, eu havia me esquecido que o senhor cuida no mínimo de 5 homens com doença mental porque nenhuma clínica os aceitaram, eu havia me esquecido que o senhor adotou várias crianças com suas mães porque não tinham com quem contar, eu havia me esquecido que o senhor construiu uma Casa para acolher os pais e mães que são abandonados, eu havia me esquecido que foi empossado numa paróquia como Vigário Paroquial que tinha 60 pessoas e 20 dizimistas e que em um ano já participam mais de 8 mil pessoas por domingo, e que já tem quase1.000 dizimistas, eu havia me esquecido que o senhor está construindo uma Casa onde abrigará pessoas doentes e desabrigadas, enfim eu havia me esquecido que tenho Jesus tão perto de mim e as vezes não faço por onde. Eu havia me esquecido que para o senhor ter conseguido fazer tudo isso precisou da graça de Deus, do seu desprendimento e também precisou de pessoas do bem do seu lado, competentes e comprometidas com o Reino de Deus. “Mas para que tudo isso tivesse acontecido precisou de um coração zeloso por trás e de um grande administrador” (palavras de um padre numa Santa Missa). E com certeza eu devo ter esquecido de alguma coisa... completem meus irmãos na fé... Querido pai, te amo e seguirei seus passos e testemunho até o fim; o sigo porque? Por que os seus passos são os mesmos do Cristo Jesus. Paz e bem.

Me desculpem, por erros de gramática e acentuação.

Helder R Filho

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

CONCLUSÃO DA AUDITORIA NA PARÓQUIA SAGRADA FAMÍLIA CONFIRMA A INJUSTIÇA CONTRA PADRE LUIZ AUGUSTO

A partir do momento em que se conhece uma pessoa que se destaca pela sua postura diante da vida, é possível concluir: se ela é uma pessoa valorizada pela sua atitude e pela sua liderança é porque essa pessoa tem credibilidade. Ninguém engana a tantos por muito tempo, muito menos consegue manter uma postura falsa, fingindo ser bom, sem que as pessoas comentem sobre seus erros.

Porém, como entender porque que essa pessoa de comportamento exemplar, tem contra si as pessoas mais próximas, as que mais usufruíram de seu sucesso. Porque os primeiros a atirar a pedra contra essa pessoa são os mais próximos? Na verdade eles nunca o admiraram com sinceridade, eles se encostaram como parasitas, para ver se sobrava um pedacinho do sucesso dele para si, sem que fosse necessário fazer qualquer esforço, somente queriam tirar a sua parte – alguns agiam como poderosos, exigiam que fosse dado a “César o que é de César”.

Será que nunca acabarão com essa mania de invejar e não realizar? Trabalhar para pelo menos se igualar ao melhor, não pensam assim, melhor é criticar.

É vergonhosa essa atitude de algumas pessoas que não toleram o sucesso do outro indo às vias da insanidade para tentar provar que quem age corretamente e se destaca mais do que os outros na instituição, tem algum desajuste mental ou cometeu algum desvio. Tentaram de tudo, fizeram calúnias, inventaram mentiras, fizeram denúncias, tudo porque quem detém algum poder lhes acobertavam. A mando de quem e para quem? Qual a verdadeira razão de tudo isso? Não se importam em envolver instituições, famílias, pessoas honestas. Não se preocupam em perder qualidade, estão preocupados em manter o poder, em ser obedecidos. A que ponto chega a vaidade de quem não está preparado para o poder. A ética moral é um preceito que todos temos que seguir, independentemente de hierarquia. É necessário senso moral, piedade e humildade, para que haja mais generosidade em nosso meio.

Com certeza milhares de pessoas, também, haviam esquecido tudo isso, mas, se alegram com a conclusão do Relatório da Auditoria, porque nunca duvidaram e sempre estiveram ao lado do Padre Luiz e ao seu lado permanecem até hoje, ao lado do Sacerdote das Multidões.
 
SEGUE TEXTO DO PADRE LUIZ AUGUSTO:
“Eu havia me esquecido...

Sim, eu havia me esquecido de que, quando saí da Paróquia Sagrada Família, gritaram em alto e bom tom que Deus havia separado o joio do trigo, e que agora todos ficariam sabendo quem era mesmo o Padre Luiz Augusto. Eu havia me esquecido de que meus filhos da Comunidade Atos foram expulsos da Coordenação da Catequese como malfeitores, e que trocaram as chaves das portas para que eles não pudessem entrar no Centro Catequético; eu havia me esquecido de que afirmaram que alguns imóveis da Paróquia estavam no nome da Comunidade Atos; eu havia me esquecido de que um Ministro da Eucaristia bateu na porta da Comunidade Atos, trazendo uma carta me proibindo, expressamente, de participar de qualquer atividade na Paróquia Sagrada Família, porque havia provas concretas de que eu queria destruí-la; eu havia me esquecido de que fora banido da convivência de pessoas que sempre tive como filhos e amigos; eu havia me esquecido de que fora proclamado que o Padre Luiz Augusto deixou um rombo de trezentos mil reais, que destinou à construção na Comunidade Atos e que por isso fora instaurada uma Auditoria; sim, eu pensava que havia me esquecido...

Precisamente, no último dia 22 de outubro, uma pessoa, que tenho como filho, veio me pedir perdão, porque, durante muito tempo, ela esteve com raiva de mim, porque alguém a convencera de que o Padre Luiz Augusto havia roubado a Paróquia Sagrada Família, e, justamente, alguém que sempre tive como filho e por quem sempre terei eterna gratidão, pois, gratidão independe se hoje a pessoa que nos fez o bem é ou não amiga da gente. E eu tenho muita gratidão por centenas de famílias que me ajudaram no tempo em que estive à frente da Sagrada Família. Mas, por esse fato, tudo o que havia “esquecido” voltou à tona. Então, me lembrei da Auditoria. Para mim era questão de honra ver o Relatório final. Por isso, nessa terça-feira, 30 de outubro, fui à Cúria falar com o Monsenhor Daniel e assessores. Tive acesso ao Relatório: Não “roubei” a Sagrada Família, mas, se a conclusão fosse diferente, iria lhes dizer do mesmo modo, pois, afinal de contas, era preciso decidir.

Com muito carinho e gratidão,

Pe. Luiz Augusto”

sábado, 13 de outubro de 2012

INAUGURADOS: A ATOS CLÍNICA, ATOS CANÇÃO E ATOS DIGITAL – VENHAM PARTICIPAR, PEDE O PADRE LUIZ

Padre Luiz Augusto e a Comunidade Atos realizam mais um empreendimento solidário, em seu quarto aniversário de instituição quem ganha o presente são as pessoas carentes da região. Foi inaugurado no sábado a Atos Clínica para dar assistência médica e odontológica à população que precisa de atendimento e não consegue nas filas enormes dos órgãos dos governos. Mais uma vez o dinamismo do Padre Luiz Augusto aliado aos companheiros e admiradores de seu trabalho realizam um projeto que atenderá às pessoas mais necessitada, além dos atendimentos na área de saúde, terão aulas de computação possibilitando uma melhor qualificação para o trabalho e aulas de música, enfim, tudo associado à evangelização, oferecendo a oportunidade para aqueles que procuram viver com dignidade, com emprego e aprendendo a ser católico.
A Atos Clínica está localizada ao lado do escritório da Comunidade Atos, após a missa de ação de graças pelos quatro anos e pela inauguração dos Projetos Sociais os presentes foram levados para conhecer o local. São quatro consultórios para atendimentos médicos, um consultório odontológico e a farmácia. Lá estavam os médicos que já atenderiam naquele dia, embora, seja necessária a adesão de novos profissionais da área, porque sendo esse um trabalho de doação de cada médico, fisioterapeuta e o odontologo planejaram a sua semana para dedicar um tempo para os atendimentos na Clínica Atos, pelo menos duas vezes na semana.
O Atos Canção visa dar oportunidade aos que apreciam música de fazer parte de um coral ou aprender a tocar um instrumento musical, servir a Deus através da música, ensinar a buscar a Deus através da música.
E, por fim o Atos Digital que visa a inclusão profissional das pessoas, aprendendo a viver no mundo moderno da área digitalizada, esse projeto tem a parceria com o SENAI.
Todos podem e devem participarl

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

PE. LUIZ AUGUSTO É UM EXCELENTE COMUNICADOR DA IGREJA CATÓLICA, ELE CALADO, PERDEMOS TODOS OS DIAS.

Será que os dirigentes da Igreja Católica têm consciência de que ela já não é a única no mundo cristão? Sabem que cresce a cada dia o número de portas que se abrem em nome de Jesus Cristo? Será que Jesus cruzou os braços diante dos adversários ou mesmo diante dos sacerdotes das sinagogas? Ele sabia da importância de evangelizar, atrair, conquistar e cativar para que as pessoas se tornassem seus seguidores e assim permanecessem.
Hoje, sabemos que nem aqui no Brasil o catolicismo está garantido, embora ainda seja um país de maioria católica, muitos têm escolhido, dentro do que é apresentado no mercado da fé, o que mais atende aos seus interesses.
Nessa busca desesperada ou mesmo desinteressada, as pessoas encontram nos meios de comunicação uma maciça propaganda com atrativos diversificados. É aí que a Igreja Católica começa a perder em números, pois a quantidade de concorrentes é enorme, não estamos nem questionando a qualidade. A grande maioria se enriquece, como enriqueceu a Igreja Católica, passando a divulgar todas as atividades através da sua televisão, do seu rádio ou da sua imprensa escrita. Muitos são proprietários de mais de um canal de televisão, assim como a Igreja Católica é, pergunta-se, então: por que a Igreja Católica está perdendo adeptos? Perde porque os melhores sacerdotes comunicadores estão proibidos de aparecer na mídia. É claro que muitos não deixam de ver programas católicos porque um excelente homem de mídia deixou de aparecer, acontece como em qualquer programa de TV, onde o protagonista deixa de aparecer, a audiência cai. Nisso tem perdido a Igreja Católica por causa de suas regras e normas antiquadas. A Direção da Igreja impõe aos seus sacerdotes o dever de serem mais recatados, enquanto isso os outros saem disparados na frente. Como a bancada evangélica que apoia e elege seus representantes para as Câmaras Municipais, Assembleias, Câmara Federal e Senado. Verifiquem se existe a bancada católica? Quantos sacerdotes estão com mandatos ou quantas pessoas se comprometem com a Igreja Católica para as questões em que é necessária a aprovação político/orçamentária dos governos? Foi-se o tempo em que a Igreja Católica era o centro das atenções dos governos e da sociedade, sabedoria é apoiar candidatos respeitáveis e eleger o maior número possível de representantes que ajudarão na captação de recursos para a manutenção de programas em parceria com a Igreja. Se a Igreja Católica é uma das empresas mais organizadas do mundo, por que não ter representatividade política? Já teve. Quem acha que não precisa apoiar uma pessoa para ser seu representante e ter acesso aos programas governamentais, não está em sintonia com a vida de hoje, é certo que ninguém age pelos encantos da Igreja ou pela venda de indulgências da Igreja.
A grande maioria dos católicos brasileiros se comporta como pagãos, não se engaja em nada da Igreja, vive egoisticamente em seu mundo materialista, até porque não sabe como pode participar das ações que não são divulgadas por falha da própria Instituição. O Padre Luiz Augusto, embora sem aparecer em programas de televisão, nem ao menos em programas de rádio, conseguiu, em apenas seis meses, construir uma Igreja com capacidade para três mil pessoas. Aos domingos, em três horários diferentes, abriga as milhares de pessoas que participam das missas celebradas por ele. Mesmo durante a semana as suas celebrações arrebanham uma multidão.
Qualquer Empresa ou Instituição de sucesso já teria dado um basta nessa rusga de perseguição ao sacerdote das multidões e o traria de volta dando a ele a garantia para desenvolver seu excelente trabalho de comunicador da Igreja Católica. Qual seria a vantagem para a Igreja manter afastado da televisão e do rádio o Padre Luiz Augusto? A Igreja precisa é de vários comunicadores hábeis como ele. Deixem que ele volte a ter os seus programas de televisão e de rádio. A multidão pede.
Essa multidão é composta de milhares de pessoas, é uma comunidade cristã que insiste em ser católica, apesar do que têm sido feito contra ela. A Direção da Igreja age como o Rei que acreditou no alfaiate que fazia uma roupa mágica até que uma criança gritou: “Olha o Rei nu”. No século XXI ninguém mais se submete às práticas feudais da Igreja, o povo não obedece cegamente a quem não merece liderança. Se o nosso pastor Padre Luiz Augusto Ferreira da Silva que até hoje nunca nos decepcionou e tem sido um verdadeiro pai espiritual porque não valorizam seu trabalho? A sua competência não é transferida só por que a Igreja tem uma hierarquia. Essa briga, tocada assim, não vai terminar nunca, até que mudem de atitude e ajam como um pastor guia da estirpe de um Dom Antônio Ribeiro ou como um companheiro amigo como o Padre Pereira, valorizando seus conterrâneos, não que não seja gentil valorizar os sacerdotes estrangeiros, mas sem prejudicar os valorosos sacerdotes brasileiros e goianos.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

VALORES HUMANOS


A vida segue, de modo geral, uma trajetória comum a todos nós, com algumas exceções que se tornam momentos especiais de cada um.
Com a idade vamos nos tornando cheios de manias e, também, mais emotivos. Alguns enxergam a vida com simplicidade e por isso seguem vivendo naturalmente, mais facilmente porque aprenderam que existe uma sequência de coisas comuns a todos nós mortais, nada, ao que costumamos chamar de ordem natural da vida, é modificado, a não ser pelas mãos de Deus.
Cada um pode ser feliz a sua maneira, mas, sempre com o amor, o mais importante de todas as coisas é o amor – Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos.
Nas coisas mais simples encontramos a beleza que nos traz a felicidade, geralmente está perto de nós, tão perto que a sacrificamos a procura por algo distante, por coisas que nos afastam de Deus, da nossa família e dos amigos. Quantas vezes somos capazes de magoar um ente querido para satisfazer egoisticamente uma vontade nossa, assim acontece porque temos a certeza da grandeza desse amor que tudo aceita porque sabe perdoar.
Todos sabem, o mundo oferece coisas glamourosas que levam a uma vida materialista, com valores fantasiosos, aonde se experimenta a glória, porque é essa a procura, a busca de uma vida intensa, mas, nessa vida não encontrará o aconchego e a gratuidade do amor familiar que é o porto seguro, sempre estará à espera do filho. Viver em família e com aqueles amigos cultivados com respeito e cerimônia durante a vida, aceitando os seus defeitos e admirando as suas qualidades, faz com que ao envelhecermos encontremos junto às pessoas queridas a satisfação de dividir cada momento desde as coisas corriqueiras do dia a dia até os momentos especiais celebrando os casamentos de nossos filhos e a chegada dos nossos netos, e, o mais importante, ter o amparo necessário nos dias difíceis das perdas que se sucedem de entes queridos como os nossos pais e, também, encontrar nas horas de dores das doenças que aparecem com “terceira idade” o amparo.  Tudo isso só é possível se cultivamos esse amor familiar e fazemos amizades que duram uma vida. É na família que as crianças são moldadas, são seus pais com exemplos que determinam a maneira com que viverão a vida, moldam o seu caráter e a sua vida e o mundo precisa de pessoas  disciplinadas, solidárias, responsáveis, leais, trabalhadoras, corajosas, perseverantes, honestas e que tenham fé.
Se por um lado ter amigos e uma família amorosa é um privilégio, mais valoroso se torna o ser humano que é solidário, que, como diz o Padre Luiz Augusto, “trabalha dedicando parte de seu tempo para as pessoas necessitadas”. Hoje, a Comunidade Atos e a Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus, sob a direção do Padre Luiz Augusto precisam da solidariedade de todos para que trabalhos como 

Por quem os sinos dobrarão.Texto de Vanderlan Domingues


quarta-feira, 19 de setembro de 2012


Por quem os sinos dobrarão.

Texto de Vanderlan Domingues 
Deus ao criar o homem colocou em sua mente uma multiplicidade de sensações e emoções capazes de despertar sentimentos mais variados – desde o prazer proporcionado pela contemplação da beleza, da harmonia e equilíbrio naturais, até do terror e impotência gerados por pessoas passando fome, doentes e sem condições de plantar a sua própria sobrevivência. Por outro lado, veem-se meninos e meninas cheirando cola para enganar a fome, crianças e mulheres que se prostituem para sobreviverem, chacinas, roubos, corrupção, abusos do poder econômico que oprimem, catástrofes e fenômenos naturais que ocorrrem no mundo, onde tudo parece irreal, mas é pura realidade e se alastram como se fosse uma coisa natural característica da própria espécie humana, que a tudo vê e assiste complacente através de jornais e imagens geradas pela TV.

Quando intitulei este artigo como “Por quem os sinos dobrarão”, título de um filme antigo, o fiz com  o intuito de homenagear o Padre Luiz Augusto e reportar o seu sermão proferido no último domingo na Paróquia Santa Terezinha do Menino Jesus. Ele, incisivamente, pediu ajuda aos profissionais médicos e odontólogos que colaborássem na Clínica Atos e que resgatássemos da memória do tempo os bons fluídos, o amor ao próximo, a prática da solidariedade, a volta das riquezas e criatividades cristãs, que criteriosas, podem fecundar novas reflexões e ajudar a delinear e modelar novos conceitos de vida em face do processo atual, de forma que, cada pessoa se torne responsável pela sua própria história, pela sua própria libertação, transformando a sua realidade de forma que se efetive a justa liberdade e amor, ainda que de maneira rudimentar.
Naquele domingo, padre Luiz ao ver a multidão diante do altar e rincão inacabado, talvez sentindo a não presença de Deus em muitos corações e a falta efetiva de colaboração dos fiéis, passou no telão as obras que a comunidade Atos vem realizando em prol dos mais necessitados: mostrou pessoas famintas, enfermas, idosas e viciados em drogas, abandonadas, sem rumo, perdidas na escuridão de seu próprio ser. Preocupou-se sobremaneira com a situação real de alguns enfermos, como o do Carlos, mas não se deixou abalar pelo desânimo e insistiu junto à multidão que se praticasse a solidariedade, realçando-a como único valor e extremamente capaz de forjar um mundo mais justo, humano e fraterno.
Após ouvir as palavras do Padre Luiz, com o pensamento absorto, me vi caminhando pelas ruas da cidade, sem chutar pedras ou bisbilhotar as belezas circundantes. Olhava o vaivém dos veículos e a falta de respeito à leis de trânsito e ao próprio ser humano. Cada carro que ultrapassava o meu, sentia uma dor no coração ao imaginar que a vida de cada uma daquelas criaturas sequer tinha tempo de pensar que existe vida além vida e que poderia ter que prestar contas do que faz neste mundo de expiação e provas. Sequer tinham tempo de observar os pedintes amontoadas nas calçadas e uma criança esquelética sugando o seio da mulher que parecia doente. Um quadro que jamais apagarei da memória. Pouco mais à frente, um vento quente soprou manso e logo deparei com alguns jovens descontraídos que usavam colares, brincos, pircing, cabelos pintados em cores variadas, dando-se a impressão de estarmos em outro planeta. Fumavam e soltavam baforadas de fumaça que cheirava a “baseados” e nos refrigerantes, misturavam diminutas pedras de crack no afã de contemplar melhor a vida e de se “chegar às nuvens”, talvez numa nave criada pelas suas imaginações, sem destino e desvalida.

Ao quebrar os laços familiares, deixar de ajudar aos infortunados, aos doentes e àqueles que passam fome, o homem quebra também o elo da cadeia que o liga a harmonia, ao amor, a fraternidade, a fé e equilíbrio de forças assentes nas Escrituras, motivos relevantes que se não exercitados tornam implacáveis e difíceis a mantença da sobrevivência humana, e na forma em que está, banalizada, indiferente e que nos leva  passividade, não pode continuar. Ao final, deverão estar fundamantadas precisamente no amor, na caridade, não ficar à deriva, sem referência, para no final, saber por quem o sinos dobram e dobrarão e não perderem a visão familiar tão sonhada por Josué (24:15): “Eu e minha casa serviremos ao Senhor”.
Hoje, o homem não mais cora de vergonha e muitas vezes nem vê  motivos para isso. Talvez a vergonha que não se aflora mais em seu rosto é que o faz fazer tantas declarações de intenções, tantos compromissos político-sociais, tantas promessas de ajudar ao próximo, ajudar aos doentes, ao menos favorecidos; muitas vezes não realiza alegando falta de tempo ou faz-se de esquecido. Ao analisar as palavras do Padre Luiz no último domingo confesso que corei e sei que muitos coraram e usaram a carapuça. Eu, principalmente, me senti em débito com a minha comunidade. Cheguei a conclusão também de que temos a oportunidade fazer alguma coisa boa em prol de nosso Planeta e se não o fizermos será por mero capricho. Podemos transformá-los num paraíso se agirmos com correção, termos amor ao próximo e sermos solidários um ao outro, ou num inferno, se sucubirmos sob o peso do pecado e da falta de amor ao próximo A resposta a esse desafio está presa nos elos da imensa cadeia da vida, que se quebrados, deixarão todos em cárcere inseguro, e para sairem ilesos, difíceis serão as decisões que cada um terá de tomar. E é diante dos fatos narrados que cheguei a conclusão de que os sinos dobram e dobrarão a todos aqueles que sempre ajudaram a segurar o cajado espinhoso da luta em prol da vida.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

VALORES DO SER HUMANO...


Uma das virtudes mais significativa e valorosa de um ser humano é a gratidão. Saber ser grato é reconhecer que foi ajudado e agradecer e, o mais importante, agradecer a Deus e aos intercessores que são os verdadeiros anjos que cuidam de nós em todas as circunstâncias e em especial quando estamos em conflito, em dificuldades financeiras, com problemas em família, com algum ente querido doente e até quando nos encontramos sem soluções para nossas coisas corriqueiras.
De modo geral esses intercessores que nos ajudam são nossos amigos íntimos, médicos especialistas quando se tem recurso para recorrer a eles, porém, quem mais procuramos são aqueles que podem nos ajudar gratuitamente, são os sacerdotes que seguindo os ensinamentos de Jesus Cristo se tornam um profeta aqui na terra e tentam ajudar.  
São poucos os que são verdadeiramente um pai espiritual acolhedor nas horas que precisamos, nesse requisito se destaca o Padre Luiz Augusto, como um silencioso obreiro do Senhor, incansavelmente, atende a todos que o procuram porque assim ele é, e, assim, jurou ser. Porém, todos sabem como é que andam por aí, mas, ele faz questão de atender a todos, fazendo de sua missão a sua grande diferença entre os sacerdotes que conhecemos.
Ao lado do Padre Luiz Augusto estão os seus filhos (como ele gosta de chamar) os que o ajudam em todas as horas e, estes têm sabido ter a gratidão que se espera dos que foram ajudados. A grande maioria desses que hoje lhe são gratos, de alguma forma, receberam do Padre Luiz Augusto a ajuda que procuraram, não importa o tamanho da ajuda ou do que lhe foi pedido, o que importa é que esses fiéis entenderam que ser cristão é ajudar ao próximo como a si mesmo, é esse amor ao próximo que se deve demonstrar em todos os momentos e não quando lhe é conveniente.
Todos nós podemos dar muito mais do que estamos doando, não estamos aqui falando de doação material, mas, em todos os tipos de doações, porque, “o vem a nós” é egoisticamente o que mais se presencia em nosso meio, se sou atendido, se consigo o que esperava, está bom, “quando eu precisar de novo, eu vou atrás do Padre Luiz Augusto e ele me ajudará, porque essa é a sua obrigação”. Será?
Não é obrigação do Padre Luiz Augusto ou de qualquer outro atender às pessoas que precisam de ajuda, se ele faz assim é porque  ele é um instrumento do Senhor aqui na terra e age assim porque é de sua personalidade, esse é o seu caráter bondoso e dentro de sua humildade encontra-se um homem cheio de virtudes, o que o torna um sacerdote capaz de ajudar a todos.
Não entendo e só consigo uma explicação para a falta de apoio de algumas pessoas que se dizem “amigas”, mas, não comparecem às atividades programadas por Padre Luiz Augusto: é a falta de gratidão.
Se a distância é maior – tem o carro que nos leva até lá; se o tempo está curto – quando a dificuldade aparece o tempo aparece também para ir naquela distância procurar ajuda; se precisa de um sacerdote para um batizado ou casamento, vão até lá procurá-lo. Não é censura ou crítica, mas, é preciso refletir se queremos seguir de forma egoísta, valorizando somente as nossas coisas.
Participar  de um evento como o lançamento do livro “Sei que posso mais” do Igo Neander com as lindas orações escritas pelo Padre Luiz Augusto foi para os que ali foram uma noite abençoada, foi um desses encontros em que sentimos que Deus está conosco, sentimos que a nossa fé cresce mais ainda e  a nossa convicção de que de que as poucas pessoas que formam a Comunidade Atos estão juntas se dedicando para que mais pessoas possam participar de um trabalho maior na consolidação da caridade, do amor ao próximo, assegurando que as atividades ali desenvolvidas sejam abraçadas por todos, porque é um trabalho sério, um trabalho que precisa da ajuda de todos e quem estava ali deve ser um propagador das obras da Comunidade Atos, para que muitos se tornem colaboradores para que suas ações sejam estendidas a mais irmãos que necessitam de ajuda.
Não pude sentir no lançamento do livro “Sei que posso mais” a valorização do sacerdote Padre Luiz Augusto, não pela obra em si, que pelo nome diz tudo a respeito desse sacerdote incansável, sempre se desdobrando para atender a todos, mas nem todos tem a gratidão de se deslocar por meia hora que fosse, para lhe fazer um agrado. Poderiam ter feito do lançamento do livro do seu filho espiritual Igo Neander com as mais belas orações do Padre Luiz, uma noite de autógrafos onde não estivessem somente seus mais fiéis colaboradores, mas, também, outras pessoas,  isso porém não tirou o brilho da festa, mas, chamou atenção dos que conhecem e sabem da quantidade de pessoas que procuram a sua ajuda. Esse era o momento ideal para demonstrar a sua GRATIDÃO. Volto a dizer, fizeram falta, embora a casa estivesse cheia, a sua ausência foi notada.
Para refletir. Uma boa reflexão!