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Escrevemos sobre assuntos ligados à história goiana, genealogia, artes, artesanato e assuntos de interesse de nossa família. Portanto, esse espaço pertence a uma pessoa somente, é público, todos podem ler se quiser, pois aqui publicamos vários tipos de assuntos, a grande maioria dos leitores se manifesta positivamente e com elogios, o que agradecemos muito. Os comentários devem ser acompanhados de identificação, com email, para que sua opinião seja publicada.
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terça-feira, 13 de agosto de 2013

PADRE LUIZ AUGUSTO, SUA VOLTA À TV E RÁDIO

Para se ter uma Igreja com vida, atraindo as pessoas e exercendo a sua missão “é necessário que as ações da Igreja sejam renovadas, pois elas são do século passado, estamos numa mudança de época e não numa época de mudanças”. As mudanças, disse o Papa Francisco, devem ir até as pequenas paróquias, desfazendo o conceito de que o padre trabalha sozinho, o pároco e os fiéis devem construir uma rede da comunidade.
Na renovada Igreja de Francisco os bispos, padres e todo o clero não podem ficar na comodidade de seus gabinetes ou somente celebrando missas, muito menos podem ficar esperando que os fiéis busquem pela Igreja por si só. Essa nova proposta de ação determina que os sacerdotes fiquem mais perto da realidade das cidades, das cercanias de sua paróquia, mais perto dos fiéis, buscando os fiéis, que eles não desistam de ninguém, tragam de volta os infiéis, aqueles que se afastaram da Igreja por qualquer motivo, mostrando a Igreja mais acolhedora, sempre com as portas abertas.
Faz parte da essência da Igreja ser missionária. O que seria então uma Igreja missionária? Ou seja, o que seria então um padre missionário? É o padre que tem disposição de ir e vir, de sair, andar e entrar aonde for necessário a sua presença. É o padre que acolhe as pessoas e que se comove com as dificuldades da vida do irmão e age, pois, o sacerdote de espírito missionário é dinâmico em suas ações, vive plenamente seu sacerdócio e, se torna servo de Deus que ora, age e evangeliza, revitaliza a fé das pessoas. Assim, a paróquia se torna participativa, os fiéis entendem que são a Igreja e que a missão da Igreja é a missão deles, é a rede da comunidade, onde se integram padre, fiéis e a assistência social e caridosa. É a oração que faz a graça acontecer e graça permanecer depende da ação dos fiéis, como tem ensinado o Padre Luiz Augusto.
O encontro do Papa com a juventude no Rio foi a maior prova de que a religiosidade está cada dia mais viva e muito mais no meio dos jovens, embora, todos busquem a Deus de todas as maneiras, nas Igrejas e quando não podem ir à Igreja, recorrem aos programas religiosos nos meios de comunicação. Entretanto, essa exposição da Igreja Católica na mídia deve corresponder exatamente à sua imagem cristã, evangelizadora, missionária, é absolutamente fundamental para isso padres com experiência comprovada à frente desses programas, tal qual o Padre Luiz Augusto, que por anos manteve uma enorme audiência em todos os programas que fazia na televisão e na rádio. Há mais de três nos fora da mídia, ainda assim, diariamente as pessoas pedem a sua volta, diariamente lamentam o seu afastamento. Quando Dom Washington, teremos o Padre Luiz Augusto evangelizando em programas de televisão e de rádio? Perdemos nós os fiéis e a Igreja com a sua ausência.


Maria Dulce Loyola Teixeira

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

A CÚRIA PUNE SOMENTE QUEM REALIZA CARIDADE


Se é para falar do Padre Luiz Augusto que falem das suas obras, da sua evangelização, da sua vontade de servir a Deus. Mas, se têm uma chance oportunista lascam uma mentira em cima do Padre Luiz Augusto, ele está lá naquela distância, fazendo tudo como deve ser, até mais do que deve ser, ainda assim, tem gente querendo caluniar, uma atitude irresponsável e nada cristã, nem parece que o Papa Francisco andou pelo Brasil.
Ele está perdendo fiéis? O Padre Luiz Augusto não está perdendo fiéis e não perderia jamais se o Arcebispo - Bispo Dom Waldemar - tivessem o bom senso de deixá-lo em um local aonde os fiéis querem que ele esteja. Embora a distância seja o único fator que faça com que os fiéis se revezem nas idas entre a Paróquia dele e outras, é lamentável que a Cúria não cuide dos seus fiéis, não enxergue que as famílias continuam a arriscar no trânsito perigoso da rodovia, que dificulta a ida e a volta às vezes durante a semana tarde da noite, sem contar com os fato de ter que gastar mais com combustível. Quem fala sobre isso nunca foi aos domingos às celebrações das 8, das 10 e das 18 horas com mais de 1800 pessoas em cada uma delas. A Igreja está cheia, porque domingo a rodovia é mais tranquila, ainda assim, tem muita gente que se queixa de não poder ir por causa da distância. Porém, paróquias no Centro da cidade de Goiânia, como a Catedral, nem aos Domingos, quem ali celebra consegue encher a metade da Igreja.
Melhor seria se houvesse respeito e união entre os católicos partindo de quem comanda, não alimentando e dando ouvidos a fofocas. Já tentaram uma vez denegrir a imagem do Padre Luiz Augusto e a Cúria não teve a coragem de divulgar que a AUDITORIA CONTRATADA PARA AVERIGUAR TUDO, NADA ENCONTROU QUE DESABONASSE A CONDUTA E A ADMINISTRAÇÃO DO PADRE LUIZ AUGUSTO COMO PÁROCO DA SAGRADA FAMÍLIA.
Se fosse o Padre Luiz que estivesse em um carro de luxo, ou outro carro qualquer, seja de que marca fosse, só por ser de sua propriedade, tudo já teria sido averiguado, auditado e a Cúria teria tomado suas providências. DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS, PARA OS SEUS TUDO E CHICOTE PARA OS OUTROS. Mais respeito com o Padre Luiz Augusto, é o que devem ter. O Padre Luiz Augusto é admirado por mim e pela minha família, por tudo que tem feito como sacerdote pelas pessoas e, especialmente, pelos pobres e doentes. Acompanhamos o seu trabalho cristão, pode ser que o enganem, mas ele não engana ninguém.

SOBRE A NOTÍCIA DA ABORDAGEM AO PADRE DE TRINDADE.
Não entendo como pode um sacerdote andar em um carro tão caro e a Cúria não se importar com isso. Existe muito o que fazer aos pobres e doentes em Goiás. Gastam o dinheiro da Igreja em luxo, vaidades e outras finalidades duvidosas. Como explicam tudo isso para os fiéis que doam e pagam o dízimo para a Igreja?
Se tivessem bom senso não seriam criticados como está sendo o Padre Robson, após publicar que ficou indignado por ser abordado pela polícia em São Paulo. Dos cinquenta comentários, abaixo da notícia, não chegam a cinco os que o apoiam, o que me chamou a atenção é o grande número de comentários mandando que ele se espelhe no Padre Luiz Augusto. O povo vê quem está agindo certo, "podem enganar alguns, mas, não todo mundo" .

sábado, 27 de julho de 2013

Tadinho do Padre Robson

Lendo a matéria que informa sobre a abordagem policial ao Padre Robson, Reitor do Santuário de Trindade e tomando como verdade o que foi dito, realmente, uma abordagem policial é sempre humilhante, mas como descobrir quem é bandido e quem não é? Por falar nisso, lembram de um padre que foi preso no Aeroporto de Guarulhos  embarcando para Roma levando uma mala cheia de dinheiro para o Vaticano? Ele está hoje processado por evasão de divisa, ou seja, mesmo os.padres é bom que sejam revistados de vez em quando pois, não estão acima do bem e do mal e estão sujeitos à legislação de mortais comuns do País.
De resto a abordagem pareceu estar dentro da legislação, sem excessos, para pessoas comuns, padres usando batina, pessoas usando fardas, juízes usando togas, estão todos sujeitos às mesmas Leis. Mas, chamam a atenção algumas coisas que parecem ser de surdo e cego. O Padre estava num carro caro (Mitsubshi Lancer) com motorista e levando como presente para o Papa uma imagem de ouro e prata.  Isso é tudo o que este Papa Francisco tem recomendado para evitar. O Papa mandou que os Padres vendam seus carrões caros e dê o dinheiro aos pobres, se tiver avião venda mais rápido ainda. Dar emprego a alguém é sempre bom, mas é necessário padre ter motorista? E mais, levar uma imagem de ouro e prata para o Papa e pedir para tomar uma bronca do Santo Padre, só uma pessoa surda e totalmente despida de bom senso faria isso num momento desses. Parece até que está faltando ouro e prata no Vaticano. Pensando bem esse episódio que o Padre Robson diz ser humilhante pode ter sido um recado divino, para que ele desça de seu pedestal de ungido e descubra que a Igreja de Francisco é para ser humana e que ele cumpra uma ordem que tem sido repetida diuturnamente “ misture-se com o povo, vá buscar os fiéis nas ruas”, não fique parado dentro de Igreja jogando confetes uns nos outros , porque a nova Igreja Católica não é para ser uma ONG dirigida por privilegiados. Como disse o Papa nos últimos dias, Padre Robson “bote fé em sua vida” e que essa humilhação lhe sirva de lição
Ubiratan Estivallet Teixeira

Administrador 

A ALEGRIA E A ESPERANÇA DOS CATÓLICOS

É uma questão de personalidade, disse o Papa Francisco, quando lhe perguntaram por que ele tem renunciado a tanta riqueza. Assim, modestamente, ele vai mostrando ao mundo que a ostentação de riqueza não condiz com os ensinamentos de Jesus Cristo e nem deve ser a atitude de um cristão.
Várias vezes o Papa Francisco tem dispensado os discursos preparados dizendo que são enfadonhos e longos. De fato, e ainda, costumam ter um linguajar antiquado, com citações em latim que ninguém entende. É preciso ter muito cuidado com os textos que são lidos após a leitura do Evangelho, porque essa mania de citar termos em latim elitiza a Igreja de forma arrogante, porque ninguém estuda essa língua, a não ser alguns historiadores e membros da Igreja Católica. Por isso o que se tem falado em missas e encontros, o povo escuta, mas não ouve, ou seja, não assimila porque o povo não quer só doutrinas, ele precisa e quer ver a atitude coerente do que se prega com o que se faz.

A resposta veio com as orientações e atitudes do Papa Francisco. Outros Papas se preocupavam com a qualidade dos fiéis que estavam ficando na Igreja Católica, o Papa Francisco percebeu que pode se preocupar com a qualidade e a quantidade, uma não exclui a outra, assim ele quer que todos os sacerdotes busquem os fiéis nos confins do mundo, para ele é importante evangelizar a todos, principalmente àqueles que foram batizados e não se sentem católicos por diversas razões, dentre elas a apatia do clero, as homilias frias e a forma morna de ser católico. Tomara que entendam logo e comecem a agir assim. Um pastor tem que querer ficar perto de suas ovelhas, ficar com cheiro de suas ovelhas, como orienta o Papa Francisco.  

quinta-feira, 18 de julho de 2013

UM CORAÇÃO FECHADO

Todos os dias, chegam ao Brasil jovens do mundo inteiro para esse encontro com o Papa Francisco. Eles se encantam, como disseram ontem, com a receptividade dos brasileiros e denominaram essa acolhida como “o primeiro milagre desse encontro”.
Em meio a essa alegria está a expectativa de ver pela primeira vez o Papa Francisco de perto. Ele, novamente, dá exemplo ao mundo, desestimulando e abrindo mão dos privilégios que lhe cabem pelo cargo que ocupa, ele mostra que pode muito bem, com simplicidade, exercer as suas funções, dispensando tudo o que demonstra a riqueza que outrora usaram, pois, são mordomias e requintes dispensáveis, coisas que não cabem na religião de Jesus Cristo, que nunca ostentou riqueza alguma, a sua riqueza era a sua sabedoria que nos deixou um legado imensurável de atitudes que pregam o amor, “se não houver o amor nada sou”.
Esse amor cristão é a mola que deve impulsionar todos que formam o mundo católico, levar o amor a quem precisa, mesmo que isso signifique deixar a comodidade e enfrentar as dificuldades que aparecem, quando é necessário se deslocar para a periferia onde estão os que mais precisam do auxílio dos cristãos.
Até para frequentar a Igreja existe empecilho, muitos querem ir e não podem por motivos diversos, e, os que podem ir, não querem. Contudo, existem razões para essas reações das pessoas que se mostram sem nenhum entusiasmo diante de normas e imposições formuladas ao bem querer de quem dirige a Igreja Católica em total falta de sintonia com o Papa Francisco.
Qual o motivo de proibir que seja dada comunhão aos milhares de fiéis que participavam das Novenas, durante a festa do Divino Pai Eterno em Trindade? Tantas proibições e regras têm afastado os jovens e mesmo os adultos da religião católica. Sem se preocuparem com esse afastamento chegam ao ridículo de comentar, dizendo que esses fiéis que se afastam nunca foram fiéis. Foram sim e desistiram de ser pela maneira de agir do Arcebispo Dom Washington,  do “ungido” Bispo Dom Waldemar e de alguns dirigentes que têm o coração fechado, como diz o Papa Francisco, não buscam o caminho da paz nem o diálogo com o clero. Não admitem que o povo se aproxime e nem se sensibilizam com o clamor das pessoas, especialmente, quando esse clamor vem de fiéis que se uniram para pedir que não afastassem da juventude “o sacerdote” que sempre se dedicou a uma evangelização que primava por cativar os jovens e uma multidão que, entusiasmada, fazia o que deve ser a mais importante missão do cristão, a oração com ação, não para mostrar ou provar nada a ninguém, mas para Deus.
Mas, ao contrário de incentivo, sempre com desdenho tratam as pessoas, não fazem questão de tratar igualmente todos do clero, dando “regalias a uns e chicote a outros”. A insatisfação é tanta que provocou entre os católicos goianos uma antipatia à Direção que vem da Cúria. Respeito à autoridade deve-se ter, mas, admiração é coisa que se conquista e não se impõe.
Não cabe na era do Papa Francisco atitudes que não demonstrem claramente a unidade da Igreja, e, em Goiânia, essa unidade está restrita aos bajuladores da Cúria, porque não se pode afrontar quem detém o anel de ouro, mas, pode sim ser dito a eles que muitos goianos estão cansados do tratamento descuidado, desrespeitoso e sem critérios, e muitos se perguntam. Essas pessoas são de Deus? Pois têm agido de maneira avessa aos ensinamentos de caridade, misericórdia e unidade. Rezar muito e ser um homem de oração não substituem a caridade – ou seja "sem o amor nada sou".

quinta-feira, 11 de abril de 2013

O AMOR VENCE TUDO


Pessoas a quem Deus capacitou para falar sobre as coisas que nos fazem aumentar a fé são abençoadas por Ele, é claro que são. O que é maravilhoso é que essas pessoas na grande maioria são pessoas simples, de quem as palavras fluem devido a unção do Espírito Santo, porque falar de Deus não é complicado e nem suntuoso, falar de Deus é despertar no coração a luz que ilumina a vida de cada um. São palavras que alimentam a sede do saber de Deus. Saber que Jesus veio ao mundo para banir as trevas e trazer a luz. Uma luz que encontramos se buscamos Jesus vivo entre nós. Ele ressuscitou e está vivo, disponível para todos nós. Nele encontramos a vida, Jesus Cristo é vida.
Essa mensagem otimista de que Jesus é vida, é amor, sempre traz a alegria de viver. Ajuda a caminhar na verdadeira fé, a caminhar perseverando, com atitudes firmes de   fazer o bem, rezar, perdoar, ajudar ao irmão, amar, assumir a mentalidade de Cristo e aprender que Deus não quer seres miseráveis, mas que aprendam a viver na fé, com confiança plena n´Ele.
Somos seres do bem, caminhando para sermos sempre melhores, é o que Deus quer de nós e nos dá o caminho para chegar a Ele – confiar em sua misericórdia.
Se a fé é abalada por coisas que acontecem ao nosso redor, são provações que não se assemelham às que passou Jesus até chegar a morte. Ele é a maior prova de confiança em Deus. Nada o abalou nem as tentações, nem a solidão, nem o sofrimento, nem a dor física, porque o amor a Deus era maior, o amor de Deus vence todas as batalhas. Confie em Jesus vivo entre nós, Ele é o nosso pastor e nada nos faltará.
Só temos que promover às pessoas a quem Deus capacitou para ser um guia entre nós, são muitos, graças a Deus, contudo podemos dizer que seria muito bom para o mundo se tivéssemos pessoas com essa capacidade espalhadas em cada canto da cidade, isso ajudaria a muitos que se perdem nos vícios, nas drogas, nos desentendimentos familiares, na falta de Deus em suas vidas. Sozinhos não conseguem encontrar o caminho, é preciso a mão caridosa de uma pessoa capacitada por Deus para orientar que Jesus é o caminho, a verdade e a vida e quem tem o privilégio de ter um pastor assim, agradeça a Deus.
Obrigada, Senhor! Eu tenho um pastor que me guia, orienta e mostra que Jesus é vida, é alegria, é amor.
Deus abençoe sempre ao Padre Luiz Augusto, que é esse pastor para milhares de pessoas. Amém! 

sexta-feira, 5 de abril de 2013

INACREDITÁVEL... PADRE LUIZ AUGUSTO NÃO CELEBROU.


Absolutamente perplexa diante de coisas que acontecem dentro da Igreja de Goiânia que entristecem qualquer bom católico, ou melhor, qualquer católico que queira ser justo. Um fato como esse de hoje só engrandece o meu pastor, guia espiritual, Pai zeloso e sábio Padre Luiz Augusto.
Tamanha ingenuidade a minha de cristã que sou, fui até a Catedral, com a anuência do Padre Luiz, e paguei um salário mínimo para que a missa de sétimo dia do meu sogro se realizasse em horário especial e individual para ele. O horário foi confirmado, assim como confirmei que o sacerdote da família para a celebração seria o Padre Luiz Augusto. Eu havia perguntado, inclusive, se tinham alguma restrição ao Padre Luiz, disseram que não. Essa era a minha preocupação.
Tive a inspiração de voltar à secretaria da Catedral e a pessoa que atende ali avisou que a missa seria celebrada pelo Bispo de Uruaçu Dom José Chaves. Como podem mudar a escolha que a família fez e pagou?
Liguei para meu marido, ele ficou mais indignado do que eu. Passei para ele, infelizmente, o telefone de Dom Washington, ele ligou para dizer que a família fazia questão de que fosse o Padre Luiz. O Arcebispo lhe disse que pela importância de seu pai seria mais condizente com a solenidade se um Bispo fizesse a missa concelebrada, como ele não podia, nem Dom Antônio, ele designou Dom José e que o Padre Luiz não estava impedido de celebrar. Para um católico que não é praticante como meu marido e não entende nada de celebrações, ficou parecendo que tudo estava como antes, pois foi assim que ele me disse ao telefone, que era com Padre Luiz sim. Quando lhe expliquei o que era concelebrar, que isso era mais uma restrição ao Padre Luiz, ele concordou, porém estava constrangido e receoso de que isso pudesse piorar as coisas para o Padre Luiz. Mesmo assim, ainda telefonei, mais uma vez e tentei explicar a Dom Washington a nossa preferência pelo Padre Luiz, mas, ele não quis entender.  
Liguei constrangida e contei ao Padre Luiz dispensando o seu comparecimento, não seria através de mim que ele seria humilhado publicamente. As lágrimas não cessam, fico mais inconformada com a minha ingenuidade em pensar que poderia haver mais caridade ali na Arquidiocese.
Tudo estava organizado pela família, nem sequer perguntaram com antecedência como a família participaria, ao contrário do que fez o Padre Luiz que nos instruiu sobre a passagem bíblica, as músicas escolhidas para cada momento, ele incluiu a participação dos filhos e netos.
Não posso dizer que uma celebração em que Jesus está nela não tenha me tocado, o celebrante fez a sua parte como se faz normalmente, conhecia meu sogro e falou sobre ele. Como disse minha cunhada: “as músicas estavam perfeitas”, foram executadas pelo coral da Maristela, mas, não foi como a família esperava. Foi morno, como diz o Papa Francisco. Esse momento sofrido em que a família dá seu último adeus ao seu ente querido, não pode ser compartilhado pelos netos que tinham um texto para ler no final da celebração e eles esqueceram de chamá-los antes da benção final.
Pedimos desculpas ao senhor Padre Luiz por tê-lo convidado, não se pode acreditar que a nossa preferência pelo padre exemplar, caridoso, que várias vezes foi abençoar o meu sogro nos hospitais e em casa, seria o motivo para mais essa humilhação imposta ao Senhor. Para nós a Igreja Catedral deveria ser para todos, deveria estar aberta para que o celebrante escolhido pela família pudesse celebrar ali e realizar uma cerimônia sem menos importância diante dos homens, sem vaidade como Mauro era, mas, de muita unção e importância para Deus. 

quinta-feira, 4 de abril de 2013

PERSEGUIÇÃO QUE NÃO TEM FIM...


Mais uma vez a Arquidiocese de Goiânia, não sei se Dom Waldemar ou Dom Washington, mas, quem comanda é que proíbe, temos que saber quem comanda? Proibiram a apresentação de um programa de TV, somente porque o Padre Luiz aparece dando uma entrevista sobre o seu trabalho. Quanta ingenuidade, para não dizer, maldade, daqueles que dirigem a Arquidiocese de Goiânia. Será que uma só pessoa se sente tão incomodada com o bom trabalho que uma comunidade faz e não conseguem fazer nada semelhante? Não consegue aplaudir o que é de Deus? A inveja cega.
Ou será que pensam que agindo assim estão prejudicando tão somente ao Padre Luiz? O maior prejuízo é exatamente para os que se beneficiam da sua ação caridosa, o que acaba refletindo também nos colaboradores que se sentem frustrados, mas, não impedidos de continuar agindo. Prejudicar uma obra de caridade por questões pessoais não é cristão, as pessoas estão aguardando para serem acolhidas, são doentes em estado grave, idosos e, também, as pessoas que precisam da mão da Igreja – não é assim que dizem?
Um programa que fala sobre “A Casa dos Nossos Pais, o Abrigo Mateus 25 e a Comunidade Atos”, só traria benefícios à população, mas, não, preferem ser uma mera ONG do que ser um cristão verdadeiro. Porque agem assim?
Todas as dificuldades impostas ao Padre Luiz Augusto foram rompidas pela sua capacidade de reagir diante das adversidades que aconteceram. Eles podem até dizer que ele assim é desobediente, não acata as ordens de seus superiores, ora Jesus foi contra tudo e contra todos para fazer seus milagres e suas pregações. E difícil entender porque para os burocratas da igreja o mais importante é ficar emburrado em sua toca ao invés de realizar as obras verdadeiras. Se Paulo fosse ouvir os burocratas da Igreja a Igreja não seria universal e sim um braço do judaísmo, daqueles que se intitulavam os escolhidos. Está aí a grande diferença, para Jesus os escolhidos são todos e não uma tribo ou outra e o trabalho do Padre Luiz é integrar os excluídos. Ninguém em Goiás consegue melhores resultados que o Padre Luiz, porque ele tem a confiança de muitos, uma multidão continua contribuindo com ele de todas as formas, diariamente, semanalmente e mensalmente, alguns doam trabalho, outros doam o que podem e muitos doam quantias elevadas, todos sabem que o que é dado ao Padre Luiz vira obra de caridade visível como são A casa Mateus 25, A Casa de Nossos Pais, todo o trabalho da Comunidade Atos e da Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus. Suas idas e vindas a lixão, à penitenciária, visitas aos hospitais são constantes, suas obras são úteis e de grande valor. Quem quiser pode visitar e ver as construções, as instalações, ver a qualidade dos materiais usados, poderá constatar a dedicação das pessoas que trabalham com ele.
Ninguém tem dúvida em continuar fazendo as suas doações, pois, ao contrário de outras pessoas que recebem doações, ele não compra carros, televisões, jatinhos, casas em condomínio, fazendas, não manda dinheiro para o exterior, na verdade não compra nem roupa para si mesmo, o que frequentemente tem sido advertido que sua roupa não serve mais para uso.
Para nós, seus colaboradores, Padre Luiz é um ícone, de um comportamento, também, abraçado pelo novo Papa Francisco, dedicação, primordialmente, ao que devia ser a vocação de todos, ajudar os pobres. Lamentável e injustificável essa atitude. A diferença de igreja para ONG é o que define o seu objetivo. 

quarta-feira, 13 de março de 2013

DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS


Quando se trata de tecer comentários denegrindo o outro, as pessoas não poupam adjetivos ofensivos que nem ao menos sabem o significado correto, mas, como dizem, vão na onda, especialmente se quem está sendo atacado é alguém que tem notoriedade e não faz nenhum esforço para ser tal qual o sucesso lhe impõe, são coisas naturais que Deus reserva a uns poucos e o faz ser grande sem que queira ser, simplesmente porque cumpre o seu dever e a sua missão.
Qual é o maior mandamento cristão? Não fala sobre o amor? Não foi pelo amor que Jesus veio ao mundo? Amar a Deus e ao próximo. Ninguém ama a Deus se não consegue amar ao seu irmão. Ninguém pode ser cristão se não souber perdoar. Ninguém pode ter rancor e querer ensinar amor, não combina. Pregar amor é lindo, mas é fundamental que saibam sentir o amor de que falam, não há condição de ser um missionário cristão se não souber que esse amor que Jesus nos ensinou é muito maior que qualquer outra questão administrativa, pessoal ou mesmo da Igreja.
Sempre seremos impelidos a questionar as razões que levam a direção da Igreja a tomar certas atitudes deprimentes aos olhos de muitos quando não faz justiça e age com equidade.
Ninguém, não pensem ao contrário, fica alheio às atitudes dos dirigentes e membros da Igreja Católica eles são alvos constantes de vigilância e questionamentos dos seus atos, principalmente, se o sacerdote é conhecido. Nem é necessário que se cometa um deslize, basta que achem que tem o direito de julgar à maneira de qualquer um, principalmente, se a própria Igreja Católica não consegue ser unida e defender os seus membros, vejam agora na eleição do Papa, existem diferentes opiniões e é somente através da unção do Espírito Santo que essa união virá.
Esse é um mal que acomete a todos os membros da Igreja Católica em todos os Continentes, entretanto quanto menor é o prelado mais fácil deveriam ser as decisões que levassem à união. É inconcebível para os leigos que dentro de uma irmandade baseada em Cristo tenha tanto desentendimento e tantas diferenças de tratamento. Se pode para um deveria ser regra, todos podem. Porque uns podem ter missas para cura e libertação, para empresários e se os outros procedem assim são chamados de mercenários e dizem que eles gostam de estar perto de quem tem dinheiro.
Poderiam explicar qual a religião que consegue agir se não tiver pessoas ricas para que possam manter as obras de caridade? São hipócritas ou escondem debaixo de seus tapetes todas as suas mazelas?
Haja fé, como disse Bento XVI, só a fé mantêm as pessoas dentro da Igreja Católica porque alguns de seus membros estão longe de ser o que esperam os fiéis.  

PORQUE SER CATÓLICO

Quando os leigos se deparam com declarações sobre a Igreja Católica, especialmente, em momentos de crises, como esse agora em que o mais importante representante da Igreja na Terra resolve renunciar, ficam abertas as enxurradas de comentários de todos os tipos. É muito desgastante para qualquer Instituição ver o seu Chefe maior renunciar, porém, nesse caso, podem até tripudiar em cima da questão, entretanto, para quem é sensato, basta olhar a idade do Papa Bento XVI e se sentir até solidário com sua atitude, visto que ele atravessa uma série de escândalos, fatos dolorosos que marcam a Igreja, assim como tem marcado a vida política, ou melhor, assim como tem marcado a vida da humanidade.
Escândalos são próprios da natureza humana, foram previstos até por Jesus, porém, deve prestar contas à sociedade e a Deus quem é o causador. Portanto, não é privilégio de nenhuma Instituição, empreendimento ou qualquer outro setor ter pessoas desqualificadas para exercerem as funções às quais se candidataram, cabe sim, que sejam punidos e desligados do seu trabalho.
Na via contrária dos que envergonham a humanidade estão homens que se destacam por cumprirem o seu dever, de maneira nobre, sem querer aparecer, porque essa é a sua missão, acarretando-lhes muitas vezes punições desnecessárias por serem “diferentes” dos demais.
No mundo atual, a religiosidade briga intensamente com a cultura do lazer intenso. Se o mundo chama para um divertimento mais intenso, é claro que a Instituição Católica com os seus sacerdotes devem estar atentos ao que pedem as pessoas que, ainda, estão ligadas a ela. Ora, o domingo já é curto para quem tem uma família e quer passear e se divertir nas poucas horas que lhe proporcionam o dia de folga do trabalho. Escolher ir à Igreja, para a grande maioria, não é prioridade, digamos uma minoria tem como sagrada a escolha de ir à missa aos domingos e uma parcela mínima da sociedade opta por ir com a família. Será que deixaram de acreditar em Deus? Talvez aqui se inverta a coisa, a grande maioria acredita em Deus, mas deixou de acreditar nos homens que se dizem representantes de Deus, ou seja, preferem ter uma conversa com Deus à sua maneira do que se sujeitarem a ir a uma Igreja e, por mais ou menos quarenta minutos, ficar diante de um sacerdote que fará um sermão sem entusiasmo e de fraca convicção religiosa. Segundo o próprio Bento XVI “a prova de que a fé católica é proveniente de Deus é o fato de ela sobreviver todos os domingos a centenas de milhares de homílias insossas e insípidas”.
Tudo isso no faz lembrar os sacerdotes que são verdadeiros líderes da fé, são capazes de realizar todos os domingos missas para milhares de pessoas que se deslocam de suas residências, andam distâncias consideráveis, para poderem participar de uma missa que lhes avive a fé. Percorrendo as Igrejas aos domingos, encontraremos lá sacerdotes sem entusiasmo, incapazes de liderar uma Comunidade. Contudo, encontramos alguns poucos que são líderes e, por isso, são hostilizados e criticados, sem merecer da direção da Igreja o devido reconhecimento e respeito por seu desempenho e trabalho, porém, para os leigos são eles que realmente os incentivam a permanecer católicos.
http://www.aredacao.com.br/artigos/25632/porque-ser-catolico

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segunda-feira, 11 de março de 2013

TRISTE É PENSAR QUE A IGREJA NÃO RECONHECE QUE EXISTEM SACERDOTES DIFERENTES E CAPAZES - COMO O PADRE LUIZ

Em uma entrevista publicada em uma revista de circulação nacional um respeitado integrante da Igreja romana, cotado para ser papa, mas, como vem da área jesuíta ele mesmo descarta a sua chance. Ele respondeu ao ser perguntado sobre a constante perda de católicos para outras religiões que o clero precisa ser melhorado e adaptado aos novos tempos. Não somente isso, mas também, se interessar mais pela comunidade, pelos paroquianos que, apesar de tanto descaso, permanecem na Igreja Católica não pela competência de seus sacerdotes mas, pela fé que move os leigos, como já disse Bento XVI: “a prova de que a fé católica é proveniente de Deus é o fato de ela sobreviver todos os domingos a centenas de milhares de homílias insossas e insípidas.”


Missa de Domingo, 10 de março de 2012, às 10 horas - tinha gente até do lado de fora, mais de quase 2.000  pessoas. Todas as pessoas estavam acomodadas em cadeiras improvisadas (não são bancos), mas que garante o conforto necessário para poder prestar atenção e o mais emocionante é que em coro único todos cantam todas as músicas e rezam. Não se vê ninguém dormindo, cochilando ou conversando. 

Porém, sabemos que existem sacerdotes diferentes e capazes, como é necessário. Um sacerdote chamado Padre Luiz é capaz de celebrar missas para milhares de fiéis todos os domingos, não importa a distância em que se encontra a sua paróquia e nem que ele seja apenas vigário. Nem todas as formas de humilhação que lhe foram impostas o afastaram de suas convicções e razões para ser um sacerdote ímpar. Todos os domingos a sua Igreja fica cheia de pessoas que se importam em ser cristãos, que se importam com a sua Igreja, que se importam com as famílias e acima de tudo se entregam com fé a Deus recebendo do Padre Luiz a melhor e constante evangelização que é necessária para ser um cristão católico.
Tudo isso seria assim feito, pois a fé em Deus é maior, porém, existe, além da fé, a motivação necessária para que se faça a graça permanecer e ser difundida. Quantas vezes levamos uma pessoa para uma missa e ela se sente tocada e permanece na Paróquia ajudando como pode.
Embora seja muito desgastante ficar batendo na mesma tecla, não se pode conformar diante de tanta falta de sensatez, não enxergam o óbvio. Será que nem as palavras de um Papa dizem nada?
Pois assim vão se afastando da Igreja Católica muitos que gostariam de encontrar em sua paróquia sacerdotes mais animados e entusiasmados com as suas pregações, que deixassem de fazer “homílias insossas e insípidas”, que fossem capazes de criar comunidades vivazes e fraternas, cuja a fé se manifestasse em suas celebrações.
Que se preocupem com a administração de sua Igreja, mas, se preocupem bastante em ser líderes da fé em suas comunidades não demonstrando a apatia e o desinteresse que demonstram, mas, que sintam a alegria de ser sacerdote, não uma obrigação, mas, uma missão de servir a Deus e ao próximo.
Longe estão de estar cumprindo o que é necessário, porém, os fiéis da Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus têm um sacerdote que em todos os momentos tem cumprido a sua missão, se não pode evangelizar mais e trazer para a Igreja Católica mais pessoas que estão enfraquecidas na fé é porque a Cúria de Goiânia não permite que ele volte aparecer na televisão e a falar nas emissoras de rádio. Como é importante o trabalho de um sacerdote capacitado para tanto, mas, infelizmente, a inveja, o rancor, a falta de perdão têm sido a causa do afastamento de muitos, mas, não parece a preocupação  da Cúria que continua a usar antolhos e não percebe que o Padre Luiz Augusto Ferreira da Silva é um sacerdote que a Igreja Católica quer e precisa.

domingo, 10 de fevereiro de 2013

PADRE LUIZ AUGUSTO, LÍDER ESPIRITUAL E LÍDER CARIDOSO


Se o Padre Luiz Augusto não fosse como é, não teria perto de si pessoas de todas as camadas sociais que o admiram com a mesma intensidade. Homens, mulheres e crianças que fazem parte de uma grande família católica que participam das missas que ele celebra e colaboram, cada um como pode, para que ele realize a sua missão de sacerdote.
Graças a sua personalidade e ao apoio de toda essa multidão ele cresce, não importa se ainda existem comentários em consequência de uma punição injusta, como ficou provado no processo de auditoria que instalaram para saber como ele estava agindo e nada conseguiram provar, porque NÃO EXISTE NADA CONTRA ELE.
A sua atitude é sempre positiva diante de tudo o que faz. Ele continua exercendo muito bem o seu papel de líder espiritual e líder em promover o bem para os que necessitam, através de ações assistenciais, cuja manutenção provém da arrecadação financeira captada pela condição de credibilidade que ele exerce.
Sempre que ele aparece, por causa da sua notoriedade alguns desavisados revivem algo que todos sabem que foi um erro. Mas, ele é seguro em suas ações e não se descuida da sua responsabilidade missionária, por tudo isso, ele pode até ter alguns descontentes com o seu sucesso caridoso e exemplar, mas, uma multidão o aplaude e continuará participando de todas as suas ações caridosas, porque se muitos o procuram não é porque ele é simpático aos ricos, como querem insinuar, mas, é porque ele é um pai para todos, e, além disso, é um sacerdote confiável que sabe administrar o que recebe como doação.
Quer quiser conhecer pode ir visitar a Casa Mateus 25, a Casa de Nossos Pais, os consultórios médicos e odontológicos, ver também, os doentes que ele cuida com tanto carinho. Poderá conferir tantas outras coisas que ele realiza na Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus e na Comunidade Atos, não para atender aos ricos como alguns maldosos dizem, o que ele faz, é  verdade, é dar aos ricos a oportunidade de ter um lugar para fazer a sua caridade, porque na grande maioria das vezes as pessoas que podem ajudar financeiramente não sabem aonde ajudar.  Ele propicia, com o seu trabalho, uma ação caridosa que envolve milhares de pessoas através da sua paróquia e da sua comunidade e assim pode melhorar as condições de vida dos necessitados que o procuram. Isso se chama competência e credibilidade.
Deus o capacitou para ser um servo de Deus incansável e mesmo sendo criticado ele consegue se destacar sendo bom e sem mágoas.
Paz e Bem!

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

URGENTE: PELA VOLTA DO PADRE LUIZ AOS PROGRAMAS DE TELEVISÃO E RÁDIO


Há quase dois anos fora da mídia o Padre Luiz Augusto pode ter perdido a sua oportunidade de mostrar como ele evangeliza e o que ele faz em nome da Igreja Católica de Goiânia, porque não dizer de Goiás, com alcance em alguns lugares do Brasil e fora do Brasil, pois todos sabem que a audiência que ele alcançava era muito grande. Pois bem, durante esse tempo em que esta fora, mais do que ele, estão perdendo a Arquidiocese de Goiânia e mais ainda os milhares de ouvintes e telespectadores que o admiravam, sabem porque? Ao contrário de ser transferida essa audiência para outros sacerdotes da Igreja Católica, muitos confessam que estão assistindo ou ouvindo um certo pastor de outra Igreja que tem o dom da oratória e se comunica muito bem. Podemos afirmar que esse dom da oratória o Padre Luiz também possui, com certeza, ele estaria evangelizando e ajudando a tantos dentro dos preceitos católicos com grande propriedade.  
Com tristeza constatamos mais uma vez que não se transfere competência. Cada um possui qualidades especiais, são dons que Deus dá e cada um usa como lhe convém, nesse quesito o Padre Luiz soube e sabe usar as suas qualidades muito bem, visando sempre cumprir a sua missão de servo de Deus aqui na terra.
Todos nós acompanhamos todo processo que retirou o Padre Luiz Augusto de suas funções, sem entender a razão, pois, ele nunca parou de fazer o que se espera de um sacerdote com a sua capacidade, ele continuou exercendo muito bem o seu papel de líder espiritual e líder em promover o bem para os que necessitam, através de ações assistenciais, cuja manutenção provém da arrecadação financeira captada pela condição de credibilidade que o Padre Luiz inspira a todos. Ninguém o procura por uma só qualidade, mas pelo conjunto de qualidades que, felizmente, Deus o capacitou.
Sem nenhum critério e sem provas prejulgaram a sua conduta. Foi com angústia que recentemente tomamos conhecimento do relatório da auditoria encomendada pela Cúria, angústia porque ficou provado que agiram de má fé, sem nenhuma razão concreta, o intuito era denegrir a imagem do Padre Luiz Augusto. Está mais do que claro que esse relatório confirmou o que todos que o admiram sabiam, porém, ficou espalhado a intriga, assim como,  no caso da mulher que foi confessar seu pecado de fuxiqueira, o padre confessor mandou que ela espalhasse as penas de uma galinha ao vento e depois tentasse recuperá-las, nunca mais conseguiu, assim são as conversas e fuxicos espalhados sobre a conduta do Padre Luiz, quem agora terá a dignidade de espalhar que nada existe contra ele?
Deveriam divulgar o resultado desse relatório em reconhecimento de suas valorosas realizações, grandes obras e da sua capacidade de evangelizar conduzindo-o  de volta aos programas de rádio e televisão, acatando a vontade de um grande público que aguarda ansioso o seu retorno e que hoje se debanda para escutar um bom orador de outras rádios religiosas . Quem tem perdido com toda essa rusga que se iniciou há quase dois anos tem sido a Igreja Católica, a Arquidiocese de Goiânia e todos que precisam de uma boa orientação cristã.
Pela volta dos programas de rádio e televisão com o Padre Luiz Augusto

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

PADRE LUIZ SABE COMO AGIR


Conhecer o Padre Luiz Augusto é uma benção especial porque ele se dedica inteiramente ao seu papel de pai espiritual, de conselheiro e amigo, não tem vaidades e muito menos quer aparecer.
Conviver com ele é gratificante, porque ele sempre tem palavras que repreendem, mas, que ensinam a trilhar no caminho do bem. Se existem perseguidores e traições, ninguém foi mais atingido do que ele e somente ele pode medir o quanto lhe prejudicaram todas as injustiças que lhe foram impostas. Seu coração foi ultrajado, ele recebeu duros golpes, todos nos  sabemos e fomos atingidos indiretamente, porque o admiramos e o seguimos, mesmo assim,  somente ele sabe dimensionar o quanto tudo lhe prejudicou, magoou e o fez sofrer.
Diante de Deus ele se portou como um filho amado e diante dos homens cumpriu o que lhe designaram, obedecendo aos que determinam como agir dentro da Igreja Católica.
Seja qual for a intenção dos que o procuram agora para o “perdão”, eles não serão tratados com descaso, muito menos passarão pelo Padre Luiz sem que ele se cuide muito bem, ele sabe perfeitamente como agir, porque durante esses dois últimos anos de tantas provações humanas e de Deus, ele foi vitorioso e é por isso que estão de volta, a sua vitória é visível a todos e quem não quer se aproximar de uma pessoa abençoada e privilegiada.
Quem esperava outra atitude do Padre Luiz Augusto, errou. Ele é um servo de Deus que através de seus exemplos passamos a admirar, podemos até discordar, como seres humanos que somos, mas, não menosprezar a sua capacidade de discernir. Padre Luiz Augusto já demonstrou que sabe administrar as adversidades que aparecem em sua vida, não lhe fizeram de bobo, embora tenham traído a sua confiança, mas, ele jamais deixou que lhe arrancassem a sua vontade de ser servo fiel a Deus. Ele é e sempre será um vitorioso, ele tem um “coração grande e semelhante ao de Jesus Cristo” como foi dito em um comentário.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

PERDÃO FOI FEITO PARA DAR


Perdão foi feito para dar, mas cheio do Espírito Santo é quem sabe dar o seu perdão, pois, cristão deve viver como o Filho de Deus pregou, observando seu Mandamento de amar sobre todas as coisas.
Jesus, em seus últimos instantes de vida, agonizou na cruz, com uma dor imensa, incompreensível de ser suportada por seres humanos, mas, Ele a suportou por amor a todos nós e, naquele momento final, o Filho de Deus pediu que fossem perdoados os seus perseguidores, os traidores e aqueles que o condenaram à morte, Jesus pede ao Pai: “Pai, perdoai-lhes, porque não sabem o que fazem.”
Se seguimos seus ensinamentos, sabemos que perdoar é um ato Cristão. Quantas vezes Jesus mandou que perdoassem seus inimigos? A própria oração que o Pai nos ensinou, diz: “perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tenha ofendido”. Se temos o coração cheio do Espírito Santo, a sabedoria de Deus nos abranda os ressentimentos e faz com que tenhamos a generosidade de perdoar, mesmo que a pessoa que cometeu a ofensa não seja digna de ser perdoada, é necessário refletir nas palavras de Jesus Cristo e agir como Cristão.
Quantas vezes, em momentos de muita perseguição, criticamos os perseguidores, dizendo que o que estava sendo feito não era coisa de Deus? Pois, agora, já que procuram, reconhecem que quem foi perseguido não deveria ter sido apunhalado pelas costas e vêm até ao Padre Luiz Augusto, reconhecendo a sua grandeza espiritual e a sua inquestionável capacidade de evangelizar, não é preciso ser sábio para entender quais as reais intenções, mas, com esse ato reconhecem o valor do Padre Luiz, reconhecem a grandeza de suas ações e obras, reconhecem que ele é incansável e imbatível diante as ofensas e, acima de tudo, é um servo de Deus capaz de arrebanhar multidões, como tem sido. Mesmo que lhe tenham sido tirados quase todos os seus direitos de sacerdote, tenham lhe proibido de ministrar os sacramentos, tenham lhe enviado para uma Paróquia distante, tenham lhe rebaixado de Pároco para Vigário, tenham lhe colocado em uma Igreja com capacidade para sessenta pessoas, Deus providenciou e mostrou que vence quem tem permanentemente Deus consigo. Tentaram tirar tudo dele, mas, não lhe podem tirar Deus, não lhe arrebataram a fé, por isso e por ser o sacerdote das multidões ele pode perdoar sim, pois, o perdão é para quem é forte, é seguro na Fé, é temente e praticante dos ensinamentos de Jesus.
Com o Padre Luiz Augusto sempre estiveram seus fiéis admiradores, principalmente, quando as abusivas punições lhe eram impostas e ele, em sua humildade, ia obedecendo. Agora, diante desta sua generosa atitude de perdoar os que não souberam agir corretamente com ele, ele merece, mais ainda, o respeito e a admiração de todos os paroquianos, pois, nos mostra que a  generosidade é um ato cristão.

domingo, 2 de dezembro de 2012

PADRE LUIZ VOLTE A EVANGELIZAR VIA RÁDIO E TELEVISÃO

Todos os dias escutamos comentários contendo elogios e destacando as qualidades do Padre Luiz Augusto, inclusive, lamentando a sua ausência dos programas de rádio e televisão, comentam que sentem falta dos seus conselhos e das suas respostas para os seus questionamentos.
É fácil entender porque sentem tanta a sua falta, imaginem um guia espiritual capaz de liderar sem nenhum conflito durante doze dias cinquenta e uma pessoas em uma peregrinação pela Terra Santa – Israel e mais três dias em Roma. Era um grupo formado por pessoas diferentes em todos os aspectos, inclusive religioso, como ele mesmo diz algumas pessoas eram muito piedosas e outras tinham aquela fé morna de quem está somente cumprindo a sua obrigação. Ele, com a sua habilidade de pai espiritual, transformou a viagem em um verdadeiro encontro de fé, fazendo com que todos participassem com entusiasmo, coisa rara de se ver quando o grupo é tão grande. Ele soube conduzir as pessoas em torno de um só objetivo: fazer uma peregrinação fervorosa. Era de se esperar que fosse uma viagem rica em orações, mas, o que aconteceu marcou a todos, aos que já o conheciam e aos que pela primeira vez o acompanharam, pois, ele, como em tudo em que se propõe a fazer, comandou com sabedoria, tornando a sua primeira experiência como guia espiritual de um grupo em viagem à Terra Santa e a Roma, uma demonstração de competência que só um servo de Deus iluminado pela ação do Espírito Santo é capaz de fazer. Não é fácil seguir um roteiro rígido de peregrinação levantando antes da sete da manhã e dormindo depois das dez da noite, era visível que havia algo movendo a todos, algo que somente aos que estavam ali, era possível dimensionar. 
Visitar os lugares por onde andaram Jesus, seus amigos e perseguidores é um roteiro turístico que atrai a muitos, mas, passar por esses lugares com o olhar piedoso foi uma experiência única, abençoada, enriquecida com as diversas celebrações da Santa Missa pelo Padre Luiz em locais como a Igreja aonde era a casa em que se realizou o primeiro milagre de Jesus durante as bodas de Caná, no mar da Galiléia onde Jesus andou sobre as águas e em suas margens Ele fez o sermão das montanhas e em Belém, em uma capela da Basílica da Gruta da Natividade, ou seja, no local aonde Jesus nasceu. 
No Rio Jordão, aonde João Batista batizou Jesus, renovamos as promessas do nosso batismo, mergulhando em suas águas. 
O que mais desejam os católicos quando vão a Roma? Desejam uma audiência com o Papa. Pois bem, o grupo do Padre Luiz foi à audiência e ficou radiante quando o Papa citou a Paróquia Santa Teresinha de Aparecida de Goiânia. E, para encerrar a visita a Roma, como coroamento de uma belíssima peregrinação o Padre Luiz celebrou a Santa Missa na Capela de São José, dentro da Basílica da São Pedro, aquela que fica à esquerda do altar principal, a maior delas, um privilégio para poucos padres brasileiros, providência Divina, como diz um grande sacerdote amigo.
Nos depoimentos da despedida houve relatos de cura interior, de graças recebidas, de fortalecimento da fé e o compromisso de ser um dedicado propagador da fé em Jesus. Falando nisso, insistentemente, as pessoas cobram a volta do Padre Luiz aos seus antigos programas de rádio e televisão, quando ele então, eficientemente, evangelizava. Isso não depende exclusivamente do Padre, ele precisa da autorização da Cúria. Ideal seria se todos que concordam com esse pleito fizessem uma campanha junto a Dom Washington e Dom Waldemar, para que, em nome do bom serviço a Cristo ou à cristandade, devolvam ao Padre Luiz a alta missão de evangelizar via da mídia, também.

sábado, 24 de novembro de 2012

UMA “SANTA” AUDITORIA

Nenhuma calúnia passa sem ser percebida e noticiada se o alvo é uma pessoa conhecida e que tem feito maravilhas em sua área. A difamação é como um raio, destrói o alvo e o que está ao seu redor, a não ser que o alvo seja uma pessoa capaz e admirada por milhares de fiéis seguidores. Quiseram denegrir a sua vida, mas, não conseguiram, pois erraram o alvo, Padre Luiz Augusto Ferreira da Silva, ex Pároco da Paróquia Sagrada Família e, intencionalmente, retornado ao cargo de Vigário, está agora na Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus, em Aparecida de Goiânia, é forte, tem fé, apesar de toda injusta perseguição, ele manteve a sua integridade.
Muitos ainda comentam a transferência tumultuada do Padre Luiz Augusto da Paróquia Sagrada Família, em maio de 2011. Quem era contra, fazia insinuações levantando dúvidas sobre o seu caráter e sobre a sua conduta administrativa. A própria direção da Igreja Católica insinuou uma quebra de acordo e foi responsável por declarações que colaboraram para que fossem levantadas suspeitas sobre a verdadeira causa da sua transferência, assim, quiseram esconder o que estava ocorrendo por traz de uma manobra para dar poder a quem não é capaz, pois, entregar uma estrutura bem administrada com tudo pronto a outro administrador é simples, porém, administrar tudo é somente para quem tem competência e competência não se transfere.
Tudo foi amplamente divulgado, até porque o Padre Luiz Augusto se tornara um sacerdote de enorme destaque perante a sociedade goianiense, não só pela sua atitude como Pároco da mais popular Paróquia de Goiânia, mas, também, por ter se tornado referência de sucesso em tudo o que fazia, talvez aí estivesse o seu pecado, as pessoas o admiravam por suas obras – e não podia ser assim, segundo a Igreja. Fizeram de tudo contra o Padre Luiz, difamaram, caluniaram, expulsaram seus catequistas, trocaram chaves das portas da Igreja, ele foi proibido de realizar qualquer atividade na Paróquia Sagrada Família, não fosse tudo isso um absurdo, eles inventaram um rombo de trezentos mil reais. Mentiram tanto que para parecer verdade instauraram uma Auditoria para provar o que queriam que fosse verdade.
Agora, mais de um ano depois, na semana passada, ele foi à Cúria para ler a conclusão do Relatório da Auditoria, muito bem, mas, correto seria comunicar publicamente que nada existe que desabone a sua conduta, que sempre foi irrepreensível em sua administração e que ele não roubou ou desapareceu com nenhuma quantia de dinheiro da Paróquia Sagrada Família, que tudo foi um engano. Ora, foi somente uma “Santa Auditoria” a pedido da direção da Igreja de Goiânia! Agora, deveriam prestar contas aos milhares de fiéis que sempre contribuíram com a Paróquia Sagrada Família e que foram punidos, criticados, chamados de não católicos e outros tipos de adjetivos nada honrosos, somente porque decidiram seguir com o Padre Luiz Augusto, pois, confiavam nele e sabiam que onde ele estivesse eles continuariam engajados em obras caridosas, e, hoje, perante esse Relatório está a confirmação de que foram enganados e desrespeitados pela Direção da Igreja. Agora, deveriam comparecer para levar o resultado da Auditoria para os milhares de fiéis que participam das missas de Domingo na Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus, não que seja necessário para eles, pois, nunca precisaram do resultado dessa Auditoria para confiar em seu sacerdote, todos souberam distinguir quem é o joio e quem é o trigo. Esse texto do Marco André reflete o pensamento de todos amigos do Padre Luiz: “nunca tive dúvidas de sua retidão e de sua obediência a Deus. Então não há motivos para dúvidas. Os que duvidaram, questionaram e caluniaram é porque se deixaram ser instrumento do inimigo para semear a discórdia e a divisão em nossa Igreja. O senhor é ungido de Deus, vive a retidão e saiba que a estrada que estás trilhando é aquela que te levará para o Céu...”
Agora, deveriam, ao invés de criticar, visitar algumas de suas obras, como a Casa de Nossos Pais, a Casa Mateus 25, a Clínica Atos, a Comunidade Atos e a Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus, tudo isso construído nesse ano e meio tumultuado, cheio de injustiças e perseguições incabíveis cometidas contra ele. Em seu dia-a-dia ele só tem tempo para sua missão de ser servo de Deus e ele nunca parou para esperar essa Auditoria, porque seu tempo é precioso para atender os que precisam da mão caridosa da Igreja. Ele sabe que pode fazer do limão uma deliciosa limonada, isso sim, é que o difere de tantos.

sábado, 13 de outubro de 2012

INAUGURADOS: A ATOS CLÍNICA, ATOS CANÇÃO E ATOS DIGITAL – VENHAM PARTICIPAR, PEDE O PADRE LUIZ

Padre Luiz Augusto e a Comunidade Atos realizam mais um empreendimento solidário, em seu quarto aniversário de instituição quem ganha o presente são as pessoas carentes da região. Foi inaugurado no sábado a Atos Clínica para dar assistência médica e odontológica à população que precisa de atendimento e não consegue nas filas enormes dos órgãos dos governos. Mais uma vez o dinamismo do Padre Luiz Augusto aliado aos companheiros e admiradores de seu trabalho realizam um projeto que atenderá às pessoas mais necessitada, além dos atendimentos na área de saúde, terão aulas de computação possibilitando uma melhor qualificação para o trabalho e aulas de música, enfim, tudo associado à evangelização, oferecendo a oportunidade para aqueles que procuram viver com dignidade, com emprego e aprendendo a ser católico.
A Atos Clínica está localizada ao lado do escritório da Comunidade Atos, após a missa de ação de graças pelos quatro anos e pela inauguração dos Projetos Sociais os presentes foram levados para conhecer o local. São quatro consultórios para atendimentos médicos, um consultório odontológico e a farmácia. Lá estavam os médicos que já atenderiam naquele dia, embora, seja necessária a adesão de novos profissionais da área, porque sendo esse um trabalho de doação de cada médico, fisioterapeuta e o odontologo planejaram a sua semana para dedicar um tempo para os atendimentos na Clínica Atos, pelo menos duas vezes na semana.
O Atos Canção visa dar oportunidade aos que apreciam música de fazer parte de um coral ou aprender a tocar um instrumento musical, servir a Deus através da música, ensinar a buscar a Deus através da música.
E, por fim o Atos Digital que visa a inclusão profissional das pessoas, aprendendo a viver no mundo moderno da área digitalizada, esse projeto tem a parceria com o SENAI.
Todos podem e devem participarl

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

PE. LUIZ AUGUSTO É UM EXCELENTE COMUNICADOR DA IGREJA CATÓLICA, ELE CALADO, PERDEMOS TODOS OS DIAS.

Será que os dirigentes da Igreja Católica têm consciência de que ela já não é a única no mundo cristão? Sabem que cresce a cada dia o número de portas que se abrem em nome de Jesus Cristo? Será que Jesus cruzou os braços diante dos adversários ou mesmo diante dos sacerdotes das sinagogas? Ele sabia da importância de evangelizar, atrair, conquistar e cativar para que as pessoas se tornassem seus seguidores e assim permanecessem.
Hoje, sabemos que nem aqui no Brasil o catolicismo está garantido, embora ainda seja um país de maioria católica, muitos têm escolhido, dentro do que é apresentado no mercado da fé, o que mais atende aos seus interesses.
Nessa busca desesperada ou mesmo desinteressada, as pessoas encontram nos meios de comunicação uma maciça propaganda com atrativos diversificados. É aí que a Igreja Católica começa a perder em números, pois a quantidade de concorrentes é enorme, não estamos nem questionando a qualidade. A grande maioria se enriquece, como enriqueceu a Igreja Católica, passando a divulgar todas as atividades através da sua televisão, do seu rádio ou da sua imprensa escrita. Muitos são proprietários de mais de um canal de televisão, assim como a Igreja Católica é, pergunta-se, então: por que a Igreja Católica está perdendo adeptos? Perde porque os melhores sacerdotes comunicadores estão proibidos de aparecer na mídia. É claro que muitos não deixam de ver programas católicos porque um excelente homem de mídia deixou de aparecer, acontece como em qualquer programa de TV, onde o protagonista deixa de aparecer, a audiência cai. Nisso tem perdido a Igreja Católica por causa de suas regras e normas antiquadas. A Direção da Igreja impõe aos seus sacerdotes o dever de serem mais recatados, enquanto isso os outros saem disparados na frente. Como a bancada evangélica que apoia e elege seus representantes para as Câmaras Municipais, Assembleias, Câmara Federal e Senado. Verifiquem se existe a bancada católica? Quantos sacerdotes estão com mandatos ou quantas pessoas se comprometem com a Igreja Católica para as questões em que é necessária a aprovação político/orçamentária dos governos? Foi-se o tempo em que a Igreja Católica era o centro das atenções dos governos e da sociedade, sabedoria é apoiar candidatos respeitáveis e eleger o maior número possível de representantes que ajudarão na captação de recursos para a manutenção de programas em parceria com a Igreja. Se a Igreja Católica é uma das empresas mais organizadas do mundo, por que não ter representatividade política? Já teve. Quem acha que não precisa apoiar uma pessoa para ser seu representante e ter acesso aos programas governamentais, não está em sintonia com a vida de hoje, é certo que ninguém age pelos encantos da Igreja ou pela venda de indulgências da Igreja.
A grande maioria dos católicos brasileiros se comporta como pagãos, não se engaja em nada da Igreja, vive egoisticamente em seu mundo materialista, até porque não sabe como pode participar das ações que não são divulgadas por falha da própria Instituição. O Padre Luiz Augusto, embora sem aparecer em programas de televisão, nem ao menos em programas de rádio, conseguiu, em apenas seis meses, construir uma Igreja com capacidade para três mil pessoas. Aos domingos, em três horários diferentes, abriga as milhares de pessoas que participam das missas celebradas por ele. Mesmo durante a semana as suas celebrações arrebanham uma multidão.
Qualquer Empresa ou Instituição de sucesso já teria dado um basta nessa rusga de perseguição ao sacerdote das multidões e o traria de volta dando a ele a garantia para desenvolver seu excelente trabalho de comunicador da Igreja Católica. Qual seria a vantagem para a Igreja manter afastado da televisão e do rádio o Padre Luiz Augusto? A Igreja precisa é de vários comunicadores hábeis como ele. Deixem que ele volte a ter os seus programas de televisão e de rádio. A multidão pede.
Essa multidão é composta de milhares de pessoas, é uma comunidade cristã que insiste em ser católica, apesar do que têm sido feito contra ela. A Direção da Igreja age como o Rei que acreditou no alfaiate que fazia uma roupa mágica até que uma criança gritou: “Olha o Rei nu”. No século XXI ninguém mais se submete às práticas feudais da Igreja, o povo não obedece cegamente a quem não merece liderança. Se o nosso pastor Padre Luiz Augusto Ferreira da Silva que até hoje nunca nos decepcionou e tem sido um verdadeiro pai espiritual porque não valorizam seu trabalho? A sua competência não é transferida só por que a Igreja tem uma hierarquia. Essa briga, tocada assim, não vai terminar nunca, até que mudem de atitude e ajam como um pastor guia da estirpe de um Dom Antônio Ribeiro ou como um companheiro amigo como o Padre Pereira, valorizando seus conterrâneos, não que não seja gentil valorizar os sacerdotes estrangeiros, mas sem prejudicar os valorosos sacerdotes brasileiros e goianos.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

VALORES HUMANOS


A vida segue, de modo geral, uma trajetória comum a todos nós, com algumas exceções que se tornam momentos especiais de cada um.
Com a idade vamos nos tornando cheios de manias e, também, mais emotivos. Alguns enxergam a vida com simplicidade e por isso seguem vivendo naturalmente, mais facilmente porque aprenderam que existe uma sequência de coisas comuns a todos nós mortais, nada, ao que costumamos chamar de ordem natural da vida, é modificado, a não ser pelas mãos de Deus.
Cada um pode ser feliz a sua maneira, mas, sempre com o amor, o mais importante de todas as coisas é o amor – Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos.
Nas coisas mais simples encontramos a beleza que nos traz a felicidade, geralmente está perto de nós, tão perto que a sacrificamos a procura por algo distante, por coisas que nos afastam de Deus, da nossa família e dos amigos. Quantas vezes somos capazes de magoar um ente querido para satisfazer egoisticamente uma vontade nossa, assim acontece porque temos a certeza da grandeza desse amor que tudo aceita porque sabe perdoar.
Todos sabem, o mundo oferece coisas glamourosas que levam a uma vida materialista, com valores fantasiosos, aonde se experimenta a glória, porque é essa a procura, a busca de uma vida intensa, mas, nessa vida não encontrará o aconchego e a gratuidade do amor familiar que é o porto seguro, sempre estará à espera do filho. Viver em família e com aqueles amigos cultivados com respeito e cerimônia durante a vida, aceitando os seus defeitos e admirando as suas qualidades, faz com que ao envelhecermos encontremos junto às pessoas queridas a satisfação de dividir cada momento desde as coisas corriqueiras do dia a dia até os momentos especiais celebrando os casamentos de nossos filhos e a chegada dos nossos netos, e, o mais importante, ter o amparo necessário nos dias difíceis das perdas que se sucedem de entes queridos como os nossos pais e, também, encontrar nas horas de dores das doenças que aparecem com “terceira idade” o amparo.  Tudo isso só é possível se cultivamos esse amor familiar e fazemos amizades que duram uma vida. É na família que as crianças são moldadas, são seus pais com exemplos que determinam a maneira com que viverão a vida, moldam o seu caráter e a sua vida e o mundo precisa de pessoas  disciplinadas, solidárias, responsáveis, leais, trabalhadoras, corajosas, perseverantes, honestas e que tenham fé.
Se por um lado ter amigos e uma família amorosa é um privilégio, mais valoroso se torna o ser humano que é solidário, que, como diz o Padre Luiz Augusto, “trabalha dedicando parte de seu tempo para as pessoas necessitadas”. Hoje, a Comunidade Atos e a Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus, sob a direção do Padre Luiz Augusto precisam da solidariedade de todos para que trabalhos como