O movimento das Diretas Já e depois dos “caras pintadas” pedindo o impeachement do então Presidente Collor foram movimentos bem articulados, com lideranças de peso, que chamaram para as ruas milhares de pessoas que lotaram as praças do Rio de Janeiro, de São Paulo, de todo o Brasil, inclusive, de Goiânia.
Essa multidão, que ontem se manifestou, está agindo corretamente,está indignada com o Brasil do Futebol da Presidente Dilma e de seu time corrupto. Alguns deveriam estar cumprindo pena na prisão, como os que dirigem as duas casas do Congresso Nacional e tantos outros políticos que ali estão e deixaram de representar o povo brasileiro pelas ações continuadas de contravenções e, ainda assim, permanecem em cargos públicos.
As pessoas podem não ter convicção de suas reais revindicações, porque está tudo muito ruim, mas, é certo que o estopim é a corrupção.
Porém, essa multidão não pode ser confundida com os baderneiros que se infiltraram para depredar o que acharam pela frente, sem compromisso com o Brasil, eles estão ali com a única finalidade de fazer anarquia.
Eles não querem manifestar a sua indignação com nada, eles acompanham esses eventos para dar vazão a seu espírito destruidor, a sua vingança pela própria mediocridade de sua vida, estão sempre prontos a quebrar vidraças, não interessa que seja de uma pequena farmácia de propriedade de alguém da classe média, que tira dali o seu sustento ou se é de um banco cujos objetos da agência são destruídos ou furtados, mas, são todos segurados, então, o banco terá ressarcido o seu prejuízo.
O vandalismo justifica por si mesmo, não tem ideologia. Repórteres escutaram discussões entre manifestantes e vândalos. O manifestante pacífico pedia que não destruíssem bens públicos, pois somos nós que os sustentamos e o outro dizia: “tem que destruir tudo”. Esse vandalismo é consequência da falta de uma educação que ensine o amor e o respeito à Pátria. Portanto, esse pequeno grupo de vândalos são instigados pelo seu algoz maior: o abandono do próprio governo e da sociedade que se cala.
Eles ficaram à mercê da ignorância, eles são os mesmos que, também, em outras ocasiões agridem a população roubando e matando pelas ruas das cidades. O grande responsável é o próprio desinteresse do governo em educar, são gerações sem escolaridade, sem trabalho, sem dignidade. A ignorância deixa as pessoas alienadas, esses vândalos sequer se interessam pela causa,eles, ao contrário da grande maioria, só querem anarquia.
O país do futebol não é só do futebol, seu povo está indignado, várias cabeças pensantes se juntaram para protestar, elas não são como os vândalos em busca da anarquia, buscam a ordem e o respeito ao cidadão brasileiro. Calar e não manifestar significa concordar com a Dilma e seu time, com os políticos corruptos, com as leis casuísticas que propiciam mais ainda a corrupção. Chega.
Textos de Maria Dulce Loyola Teixeira ou outros, previamente, aprovados, sobre histórias goianas importantes para a família da administradora da página que tenha relação com os pioneiros de Goiânia, com genealogia e com a cultura e história do Estado de Goiás. Foto: casa da família de Pedro Ludovico em Goiânia, hoje Museu.
QUEM SOU EU
- Maria Dulce Loyola Teixeira
- Goiânia, Goiás, Brazil
- Escrevemos sobre assuntos ligados à história goiana, genealogia, artes, artesanato e assuntos de interesse de nossa família. Portanto, esse espaço pertence a uma pessoa somente, é público, todos podem ler se quiser, pois aqui publicamos vários tipos de assuntos, a grande maioria dos leitores se manifesta positivamente e com elogios, o que agradecemos muito. Os comentários devem ser acompanhados de identificação, com email, para que sua opinião seja publicada.
terça-feira, 18 de junho de 2013
quarta-feira, 8 de maio de 2013
TRIBUTO A PAUL MCCARTNEY
Para
muitos o show do Paul McCartney em Goiânia soa somente como a vinda de um ex componente
do conjunto The Beatles, que até hoje faz sucesso com suas músicas antigas e
novas. A vinda de um mito dos anos 60 a
Goiânia encantou a todos, porém, a geração que viveu ao som de Beatles,
Rollings Stones, Cat Stevens, Janes Joplin, Rod Stewart, James Taylor e tantos
outros estrangeiros que embalavam as nossas festinhas, muitas vezes após a
missa das sete na Catedral Metropolitana, precisava ser beliscada para sentir
que era real o Paul que estava ali no palco.
Para
entender como isso é importante para esses jovens é só se transportar para os
anos 60 e pensar que era o máximo para eles escutar e dançar as músicas
cantadas pelos Beatles. Nos primeiros anos o grande sucesso foi “Twist and
Shout”, era preciso aprender a dançar os mais de cem passos do twist, que
variavam de acordo com a imaginação. Depois veio o hully gully, a moçada ensaiava
os passos para dançar sincronizada e tudo sair bonitinho copiando o estilo dos
quatro rapazes que se apresentavam dançando.
Era
muito difícil ter acesso às apresentações deles cantando as músicas gravadas,
ver os quatro rapazes ao vivo era coisa rara, pouco apareciam na televisão, o
nosso Jornal Nacional eram os jornais
que antecediam os filmes nos cinemas da cidade, ainda assim, eram poucos
minutos e muito rápido. A melhor divulgação eram os seus filmes, porém, só podiam
ser assistidos quando um cinema exibia, pois, ainda, não tinha fita VHS, muito
menos DVD. Os jovens se contentavam em escutar as músicas gravadas em discos de
vinil, que eram tocados em vitrolas imensas, que somente os mais ricos tinham
em casa. O que se podia ter eram as
fotos, revistas e as capas dos discos Long Play.
Goiânia
tinha pouco mais de cento e cinquenta mil habitantes, Brasília tinha acabado de
ser inaugurada. A cidade não tinha vida noturna para os jovens, sair à noite ou
para jantar em algum restaurante era coisa raríssima, o bom era tomar um lanche
de dia mesmo lá no Alkar, na Avenida Tocantins, que tinha o melhor cachorro
quente, sem molho, assado na grelha elétrica, como o americano faz ou comer uma
pizza na Pizzaria 110, na Rua 3, no Centro, depois da aula de Francês – naquele
tempo se aprendia Francês na Aliança
Francesa ali na Anhanguera. Imaginem aos Domingos sair de casa para assistir no
Cine Teatro Goiânia o desenho animado de Tom e Jerry, às dez horas da manhã. Poucas
opções de lazer oferecia a jovem Goiânia, programas como esses, simples e
inocentes, eram o que se tinha para fazer e para quem não tinha muitas opções escutar
Beatles e dançar Hully Gully era o máximo e se tocasse Something ou Yesterday se
dançava abraçadinhos, de rosto colado, sentido o coração sair pela boca se o parceiro
fosse uma paquera.
Ontem,
aqui e ali os olhares se encontravam, era nítido que os grisalhos e os cabeças
brancas viveram essa época, senão em Goiânia em outras cidades brasileiras, parceiros
dessas coisas antigas. Eram os rapazes e moças que, naquele tempo, se tivessem
falado que um dos Beatles viria a Goiânia, soaria como algo excepcional e
impossível de acontecer, equivaleria a um fato como quando o homem chegou à
Lua. Por isso, com a família beatlemaníaca, todos estavam ali prestando seu
tributo a um dos mais ilustres cantores da nossa geração.
Não
se pode medir o valor desse fato para esses goianos que se emocionaram demais
ao cantar com ele as mesmas músicas que eram tocadas em suas vitrolas que hoje
são peças de museus. Foi um sonho que se realizou, talvez por isso quase que o
tempo todo um “Grass Hopper”, um gafanhoto goiano, posou em seu braço e grudou
ali, esperançoso de que o sonho não acabasse, mas, teve que acabar, Paul tinha
que “vazar”. Era Paul mesmo ali no palco, cantando o que se esperava que ele
cantasse. Um dia de muita emoção, decididamente não esqueceremos. Todos se encantaram, cantaram, dançaram à moda de
antigamente e se divertiram como se fosse ontem. Obrigada, Sir Paul McCartney,
por continuar embalando com suas músicas as nossas vidas.
quinta-feira, 11 de abril de 2013
O AMOR VENCE TUDO
Pessoas
a quem Deus capacitou para falar sobre as coisas que nos fazem aumentar a fé são
abençoadas por Ele, é claro que são. O que é maravilhoso é que essas pessoas na
grande maioria são pessoas simples, de quem as palavras fluem devido a unção do
Espírito Santo, porque falar de Deus não é complicado e nem suntuoso, falar de
Deus é despertar no coração a luz que ilumina a vida de cada um. São palavras
que alimentam a sede do saber de Deus. Saber que Jesus veio ao mundo para banir
as trevas e trazer a luz. Uma luz que encontramos se buscamos Jesus vivo entre
nós. Ele ressuscitou e está vivo, disponível para todos nós. Nele encontramos a
vida, Jesus Cristo é vida.
Essa
mensagem otimista de que Jesus é vida, é amor, sempre traz a alegria de viver. Ajuda
a caminhar na verdadeira fé, a caminhar perseverando, com atitudes firmes de fazer o
bem, rezar, perdoar, ajudar ao irmão, amar, assumir a mentalidade de Cristo e aprender
que Deus não quer seres miseráveis, mas que aprendam a viver na fé, com
confiança plena n´Ele.
Somos
seres do bem, caminhando para sermos sempre melhores, é o que Deus quer de nós e
nos dá o caminho para chegar a Ele – confiar em sua misericórdia.
Se
a fé é abalada por coisas que acontecem ao nosso redor, são provações que não
se assemelham às que passou Jesus até chegar a morte. Ele é a maior prova de
confiança em Deus. Nada o abalou nem as tentações, nem a solidão, nem o sofrimento,
nem a dor física, porque o amor a Deus era maior, o amor de Deus vence todas as
batalhas. Confie em Jesus vivo entre nós, Ele é o nosso pastor e nada nos
faltará.
Só
temos que promover às pessoas a quem Deus capacitou para ser um guia entre nós,
são muitos, graças a Deus, contudo podemos dizer que seria muito bom para o
mundo se tivéssemos pessoas com essa capacidade espalhadas em cada canto da
cidade, isso ajudaria a muitos que se perdem nos vícios, nas drogas, nos
desentendimentos familiares, na falta de Deus em suas vidas. Sozinhos não
conseguem encontrar o caminho, é preciso a mão caridosa de uma pessoa
capacitada por Deus para orientar que Jesus é o caminho, a verdade e a vida e
quem tem o privilégio de ter um pastor assim, agradeça a Deus.
Obrigada,
Senhor! Eu tenho um pastor que me guia, orienta e mostra que Jesus é vida, é
alegria, é amor.
Deus
abençoe sempre ao Padre Luiz Augusto, que é esse pastor para milhares de
pessoas. Amém!
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Padre Luiz Augusto e as famílias goianas
sexta-feira, 5 de abril de 2013
MAURO BORGES - NA INTIMIDADE
Mauro
Borges Teixeira – o ex governador Mauro Borges, como muitos o conhecem, falar do que ele fez é muito fácil, porque
trabalhou muito, edificou, realizou e deixou u grande legado político
administrativo, porém seu maior legado ele construiu par a par com a sua amada
companheira, amor de sua vida Maria de Lourdes Estivallet Teixeira, a sua
Lourdes, a sua família. Como ele sentia orgulho de seus filhos e netos, era um
carinhoso pai, avó e sogro. Conduziu sua família com determinação, com um amor
exigente educou a todos para que fossem honestos e íntegros, que valorizassem o
ser humano respeitando a individualidade de cada um e respeitassem e amassem a
sua Pátria.
Como
ele sentia orgulho de ser brasileiro e goiano. Como militar – Coronel reformado
do Exército ensinava a todos que é obrigação e dever de cada cidadão
defender a sua Pátria e agir
corretamente. Trabalhar e viver do que produz para se sustentar.
Quando
saiu do governo foi obrigado pelo regime militar que assumiu, os ditadores, a
ficar recluso em sua fazenda Congonhas em Corumbá. Lá, ele, ficou com sua
Lourdes, os meninos estudavam e ficaram na casa dos avós e da tia Prudencia.
Filho
de governador por mais de 30 anos, Pedro Ludovico foi eleito e reeleito, mas, não acumularam riqueza, pelo contrário, saíram
sem nada da política, como deve ser, mas,
com muita dignidade. Mauro quando foi deposto ele não tinha casa e nem
carro, tinha uma fazenda comprada com a herança da d. Lourdes que perdera seu
pai. Na verdade não tinha nada, nem emprego, estava proibido de sair de sua
fazenda, mas, como tinha que viver e manter a sua família ele iniciou o
primeiro reflorestamento de eucaliptos no Estado de Goiás.
Alguns
poucos amigos o visitaram lá nas Congonhas, um deles ao chegar lá se espantou
em ver o ex governador, vestido como um
peão, a roçar um canavial. Tomaram um
lanche juntos e o amigo perguntou: Mauro
como você está fazendo para se locomover?
Ele ficou espantado porque não viu carro nenhum, ele, então, com a ajuda de
outros amigos comprou e deu a ele um carro, uma Rural.
Seu
exemplo, suas atitudes moldaram uma família não exemplar, porque seria
presunção demais auto elogiar, mas, ele era um mestre, a família teve o
privilégio de escutá-lo falando de muitos assuntos, coisas corriqueiras, coisas atuais,
histórias da família, suas histórias, histórias do mundo atual e antigo era
culto, sabia de tudo. São ensinamentos que passarão de geração a geração,
porque são ensinamentos que moldam o caráter das pessoas de sua família. São
pessoas boas, íntegras, como ele era , assim será sempre lembrado por nós da família, o pai, o
avô e o sogro que não tinha preguiça de ensinar as suas virtudes, o que aprendeu
e o que a vida lhe ensinou. Não guardava rancor e nem tinha ódio. Tinha a
sabedoria dos grandes. Quando meu pai faleceu, o então Senador Mauro Borges me pediu para
escrever uma placa e colocar em seu túmulo com essa frase que lhe define muito
bem, também:
FOI GRANDE SEM QUERER SER, CUMPRINDO O
SEU DEVER.
MAURO BORGES, EM FAMÍLIA
PARA
OS GOIANOS ELE FOI O HOMEM QUE MUDOU A HISTÓRIA ADMINISTRATIVA DE GOIÁS e
Para
a família foi um homem amoroso que fazia questão da convivência harmoniosa e de
transmitir seus abençoados ensinamentos. Foi um privilégio conviver com nosso
amado avô Mauro.
Deus
deu a ele diversos dons, dentre eles o da sabedoria porque sabia que ele era um
filho especial e saberia usar o que recebia para o bem. Ele espalhou à sua
volta a solidariedade, usando generosamente o seu trabalho beneficiando a
coletividade.
Jesus
mandou amar a Deus e ao próximo, meu avô amou e amou ao próximo por atacado. Ele
tinha em sua própria casa um exemplo ímpar, a sua mãe Gercina, que era
conhecida como a Mãe dos Pobres.
Desde
cedo ele sabia o que queria ser. Conduziu sua educação formal preparando-se
para uma eventual vida civil em cargo executivo, já que escolhera a carreira
militar. Ele sabia que no Exército ele aprenderia a ser disciplinado e a
organizar as suas estratégias de ações. Assim, com muita disciplina, mas de
forma amorosa, ele usava isso também para educar e ensinar a família. Ele
frequentemente traçava metas para cada um dos filhos e depois cobrava cada
atividade programada.
Tudo
seu era detalhadamente planejado e escrito em forma de pequenas anotações,
geralmente em papéis dobrados, para facilitar colocá-los no bolso. A quantidade
de papéis escrita por ele, com anotações valiosas, daria um livro muito
interessante.
Foi
um excelente professor de história para todos nós, ele não se contentava em
contar as histórias, ele queria o retorno e cobrava depois tomando a lição. Aprendemos
muito, não só porque ele era um bom narrador, muito mais porque havia emoção em
suas narrativas, muitas vezes ele chorava quando falava dos grandes guerreiros
e heróis militares ou quando cantava os hinos do exército. Com a voz embargada
ele declamava poesias como “Navio Negreiro” e páginas inteiras de Camões.
Podemos chamar de minutos de sabedoria cada minuto ao seu lado. Em qualquer
lugar ele achava uma maneira para ensinar, mesmo quando estávamos na fazenda ele
passava horas falando sobre a vegetação, os tipos de solos, sobre pecuária e
agricultura.
Ele
dizia, quando era menino, que seria militar ou caubói. Ainda bem que ele
decidiu ser militar, assim, servindo no Rio Grande do Sul ele conheceu a sua
amada Lourdes, companheira, incentivadora, o amor de sua vida. Uma vez lhe
perguntaram qual teria sido o cargo mais importante de sua vida. Ele respondeu
sem vacilar: “O de marido de Lourdes”.
Suas
referências de família são marcantes, costumava se referir aos avós com carinho
e com muita emoção falava de seus pais, Pedro e Gercina. Ele poderia ter vivido
aproveitando o sucesso de seu pai, seu líder, mas, aos 16 anos foi para longe
estudar o que queria e cedo conquistou o seu lugar de destaque no meio de seus
colegas da escola militar, porque em ocasiões que dependiam de atitudes firmes,
ele antecipava e se impunha ao apresentar aos seus superiores soluções para os
impasses.
Ele
repetia continuamente essa frase: por Goiás e pelo Brasil!... Esse era o Mauro
Borges, mesmo na intimidade da família ele não parava de pensar o
desenvolvimento de Goiás e do Brasil.
Observador
e culto, ele estava sempre em dia com tudo o que se passava. Ele admirava a
modernidade, aliás, ele se adiantou no tempo planejando muito bem as suas
atividades como militar, como governador, como fazendeiro e como chefe de
família. É um exemplo para todos. Ser um herdeiro seu é uma grande
responsabilidade, mas isso não quer dizer que temos que seguir os mesmos passos
ou sermos parecidos com ele, ele se sentiria feliz em saber que seus
descendentes são cidadãos honestos e que sempre estaremos honrando a herança
que recebemos dele.
Deus
abriu os braços para recebê-lo e ele está na glória de Deus!
Amém!
INACREDITÁVEL... PADRE LUIZ AUGUSTO NÃO CELEBROU.
Absolutamente
perplexa diante de coisas que acontecem dentro da Igreja de Goiânia que
entristecem qualquer bom católico, ou melhor, qualquer católico que queira ser
justo. Um fato como esse de hoje só engrandece o meu pastor, guia espiritual, Pai
zeloso e sábio Padre Luiz Augusto.
Tamanha
ingenuidade a minha de cristã que sou, fui até a Catedral, com a anuência do
Padre Luiz, e paguei um salário mínimo para que a missa de sétimo dia do meu
sogro se realizasse em horário especial e individual para ele. O horário foi
confirmado, assim como confirmei que o sacerdote da família para a celebração
seria o Padre Luiz Augusto. Eu havia perguntado, inclusive, se tinham alguma
restrição ao Padre Luiz, disseram que não. Essa era a minha preocupação.
Tive
a inspiração de voltar à secretaria da Catedral e a pessoa que atende ali
avisou que a missa seria celebrada pelo Bispo de Uruaçu Dom José Chaves. Como
podem mudar a escolha que a família fez e pagou?
Liguei
para meu marido, ele ficou mais indignado do que eu. Passei para ele,
infelizmente, o telefone de Dom Washington, ele ligou para dizer que a família
fazia questão de que fosse o Padre Luiz. O Arcebispo lhe disse que pela
importância de seu pai seria mais condizente com a solenidade se um Bispo fizesse
a missa concelebrada, como ele não podia, nem Dom Antônio, ele designou Dom
José e que o Padre Luiz não estava impedido de celebrar. Para um católico que
não é praticante como meu marido e não entende nada de celebrações, ficou
parecendo que tudo estava como antes, pois foi assim que ele me disse ao
telefone, que era com Padre Luiz sim. Quando lhe expliquei o que era concelebrar,
que isso era mais uma restrição ao Padre Luiz, ele concordou, porém estava
constrangido e receoso de que isso pudesse piorar as coisas para o Padre Luiz. Mesmo
assim, ainda telefonei, mais uma vez e tentei explicar a Dom Washington a nossa
preferência pelo Padre Luiz, mas, ele não quis entender.
Liguei
constrangida e contei ao Padre Luiz dispensando o seu comparecimento, não seria
através de mim que ele seria humilhado publicamente. As lágrimas não cessam, fico
mais inconformada com a minha ingenuidade em pensar que poderia haver mais
caridade ali na Arquidiocese.
Tudo
estava organizado pela família, nem sequer perguntaram com antecedência como a
família participaria, ao contrário do que fez o Padre Luiz que nos instruiu
sobre a passagem bíblica, as músicas escolhidas para cada momento, ele incluiu
a participação dos filhos e netos.
Não
posso dizer que uma celebração em que Jesus está nela não tenha me tocado, o
celebrante fez a sua parte como se faz normalmente, conhecia meu sogro e falou
sobre ele. Como disse minha cunhada: “as músicas estavam perfeitas”, foram executadas
pelo coral da Maristela, mas, não foi como a família esperava. Foi morno, como
diz o Papa Francisco. Esse momento sofrido em que a família dá seu último adeus
ao seu ente querido, não pode ser compartilhado pelos netos que tinham um texto
para ler no final da celebração e eles esqueceram de chamá-los antes da benção
final.
Pedimos
desculpas ao senhor Padre Luiz por tê-lo convidado, não se pode acreditar que a
nossa preferência pelo padre exemplar, caridoso, que várias vezes foi abençoar
o meu sogro nos hospitais e em casa, seria o motivo para mais essa humilhação
imposta ao Senhor. Para nós a Igreja Catedral deveria ser para todos, deveria
estar aberta para que o celebrante escolhido pela família pudesse celebrar ali
e realizar uma cerimônia sem menos importância diante dos homens, sem vaidade
como Mauro era, mas, de muita unção e importância para Deus.
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Padre Luiz Augusto e as famílias goianas
quinta-feira, 4 de abril de 2013
PERSEGUIÇÃO QUE NÃO TEM FIM...
Mais uma vez a Arquidiocese de Goiânia, não sei se Dom Waldemar
ou Dom Washington, mas, quem comanda é que proíbe, temos que saber quem
comanda? Proibiram a apresentação de um programa de TV, somente porque o Padre
Luiz aparece dando uma entrevista sobre o seu trabalho. Quanta ingenuidade,
para não dizer, maldade, daqueles que dirigem a Arquidiocese de Goiânia. Será
que uma só pessoa se sente tão incomodada com o bom trabalho que uma comunidade
faz e não conseguem fazer nada semelhante? Não consegue aplaudir o que é de
Deus? A inveja cega.
Ou será que pensam que agindo assim estão prejudicando tão
somente ao Padre Luiz? O maior prejuízo é exatamente para os que se beneficiam
da sua ação caridosa, o que acaba refletindo também nos colaboradores que se
sentem frustrados, mas, não impedidos de continuar agindo. Prejudicar uma obra
de caridade por questões pessoais não é cristão, as pessoas estão aguardando para
serem acolhidas, são doentes em estado grave, idosos e, também, as pessoas que
precisam da mão da Igreja – não é assim que dizem?
Um programa que fala sobre “A Casa dos Nossos Pais, o Abrigo
Mateus 25 e a Comunidade Atos”, só traria benefícios à população, mas, não,
preferem ser uma mera ONG do que ser um cristão verdadeiro. Porque agem assim?
Todas as dificuldades impostas ao Padre Luiz Augusto foram
rompidas pela sua capacidade de reagir diante das adversidades que aconteceram.
Eles podem até dizer que ele assim é desobediente, não acata as ordens de seus
superiores, ora Jesus foi contra tudo e contra todos para fazer seus milagres e
suas pregações. E difícil entender porque para os burocratas da igreja o mais
importante é ficar emburrado em sua toca ao invés de realizar as obras
verdadeiras. Se Paulo fosse ouvir os burocratas da Igreja a Igreja não seria
universal e sim um braço do judaísmo, daqueles que se intitulavam os
escolhidos. Está aí a grande diferença, para Jesus os escolhidos são todos e
não uma tribo ou outra e o trabalho do Padre Luiz é integrar os excluídos.
Ninguém em Goiás consegue melhores resultados que o Padre Luiz, porque ele tem
a confiança de muitos, uma multidão continua contribuindo com ele de todas as
formas, diariamente, semanalmente e mensalmente, alguns doam trabalho, outros
doam o que podem e muitos doam quantias elevadas, todos sabem que o que é dado
ao Padre Luiz vira obra de caridade visível como são A casa Mateus 25, A Casa
de Nossos Pais, todo o trabalho da Comunidade Atos e da Paróquia Santa Teresinha
do Menino Jesus. Suas idas e vindas a lixão, à penitenciária, visitas aos
hospitais são constantes, suas obras são úteis e de grande valor. Quem quiser pode
visitar e ver as construções, as instalações, ver a qualidade dos materiais
usados, poderá constatar a dedicação das pessoas que trabalham com ele.
Ninguém tem dúvida em continuar fazendo as suas doações, pois,
ao contrário de outras pessoas que recebem doações, ele não compra carros,
televisões, jatinhos, casas em condomínio, fazendas, não manda dinheiro para o
exterior, na verdade não compra nem roupa para si mesmo, o que frequentemente
tem sido advertido que sua roupa não serve mais para uso.
Para nós, seus colaboradores, Padre Luiz é um ícone, de um
comportamento, também, abraçado pelo novo Papa Francisco, dedicação,
primordialmente, ao que devia ser a vocação de todos, ajudar os pobres. Lamentável
e injustificável essa atitude. A diferença de igreja para ONG é o que define o
seu objetivo.
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Padre Luiz Augusto e as famílias goianas
quarta-feira, 13 de março de 2013
DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS
Quando se trata de tecer
comentários denegrindo o outro, as pessoas não poupam adjetivos ofensivos que
nem ao menos sabem o significado correto, mas, como dizem, vão na onda,
especialmente se quem está sendo atacado é alguém que tem notoriedade e não faz
nenhum esforço para ser tal qual o sucesso lhe impõe, são coisas naturais que
Deus reserva a uns poucos e o faz ser grande sem que queira ser, simplesmente
porque cumpre o seu dever e a sua missão.
Qual é o maior mandamento
cristão? Não fala sobre o amor? Não foi pelo amor que Jesus veio ao mundo? Amar
a Deus e ao próximo. Ninguém ama a Deus se não consegue amar ao seu irmão. Ninguém
pode ser cristão se não souber perdoar. Ninguém pode ter rancor e querer
ensinar amor, não combina. Pregar amor é lindo, mas é fundamental que saibam
sentir o amor de que falam, não há condição de ser um missionário cristão se
não souber que esse amor que Jesus nos ensinou é muito maior que qualquer outra
questão administrativa, pessoal ou mesmo da Igreja.
Sempre seremos impelidos a
questionar as razões que levam a direção da Igreja a tomar certas atitudes
deprimentes aos olhos de muitos quando não faz justiça e age com equidade.
Ninguém, não pensem ao
contrário, fica alheio às atitudes dos dirigentes e membros da Igreja Católica
eles são alvos constantes de vigilância e questionamentos dos seus atos,
principalmente, se o sacerdote é conhecido. Nem é necessário que se cometa um
deslize, basta que achem que tem o direito de julgar à maneira de qualquer um,
principalmente, se a própria Igreja Católica não consegue ser unida e defender
os seus membros, vejam agora na eleição do Papa, existem diferentes opiniões e
é somente através da unção do Espírito Santo que essa união virá.
Esse é um mal que acomete a
todos os membros da Igreja Católica em todos os Continentes, entretanto quanto
menor é o prelado mais fácil deveriam ser as decisões que levassem à união. É
inconcebível para os leigos que dentro de uma irmandade baseada em Cristo tenha
tanto desentendimento e tantas diferenças de tratamento. Se pode para um
deveria ser regra, todos podem. Porque uns podem ter missas para cura e
libertação, para empresários e se os outros procedem assim são chamados de
mercenários e dizem que eles gostam de estar perto de quem tem dinheiro.
Poderiam explicar qual a
religião que consegue agir se não tiver pessoas ricas para que possam manter as
obras de caridade? São hipócritas ou escondem debaixo de seus tapetes todas as
suas mazelas?
Haja fé, como disse Bento
XVI, só a fé mantêm as pessoas dentro da Igreja Católica porque alguns de seus
membros estão longe de ser o que esperam os fiéis.
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PORQUE SER CATÓLICO
Quando os leigos se deparam com declarações sobre a Igreja Católica, especialmente, em momentos de crises, como esse agora em que o mais importante representante da Igreja na Terra resolve renunciar, ficam abertas as enxurradas de comentários de todos os tipos. É muito desgastante para qualquer Instituição ver o seu Chefe maior renunciar, porém, nesse caso, podem até tripudiar em cima da questão, entretanto, para quem é sensato, basta olhar a idade do Papa Bento XVI e se sentir até solidário com sua atitude, visto que ele atravessa uma série de escândalos, fatos dolorosos que marcam a Igreja, assim como tem marcado a vida política, ou melhor, assim como tem marcado a vida da humanidade.
Escândalos são próprios da natureza humana, foram previstos até por Jesus, porém, deve prestar contas à sociedade e a Deus quem é o causador. Portanto, não é privilégio de nenhuma Instituição, empreendimento ou qualquer outro setor ter pessoas desqualificadas para exercerem as funções às quais se candidataram, cabe sim, que sejam punidos e desligados do seu trabalho.
Na via contrária dos que envergonham a humanidade estão homens que se destacam por cumprirem o seu dever, de maneira nobre, sem querer aparecer, porque essa é a sua missão, acarretando-lhes muitas vezes punições desnecessárias por serem “diferentes” dos demais.
No mundo atual, a religiosidade briga intensamente com a cultura do lazer intenso. Se o mundo chama para um divertimento mais intenso, é claro que a Instituição Católica com os seus sacerdotes devem estar atentos ao que pedem as pessoas que, ainda, estão ligadas a ela. Ora, o domingo já é curto para quem tem uma família e quer passear e se divertir nas poucas horas que lhe proporcionam o dia de folga do trabalho. Escolher ir à Igreja, para a grande maioria, não é prioridade, digamos uma minoria tem como sagrada a escolha de ir à missa aos domingos e uma parcela mínima da sociedade opta por ir com a família. Será que deixaram de acreditar em Deus? Talvez aqui se inverta a coisa, a grande maioria acredita em Deus, mas deixou de acreditar nos homens que se dizem representantes de Deus, ou seja, preferem ter uma conversa com Deus à sua maneira do que se sujeitarem a ir a uma Igreja e, por mais ou menos quarenta minutos, ficar diante de um sacerdote que fará um sermão sem entusiasmo e de fraca convicção religiosa. Segundo o próprio Bento XVI “a prova de que a fé católica é proveniente de Deus é o fato de ela sobreviver todos os domingos a centenas de milhares de homílias insossas e insípidas”.
Tudo isso no faz lembrar os sacerdotes que são verdadeiros líderes da fé, são capazes de realizar todos os domingos missas para milhares de pessoas que se deslocam de suas residências, andam distâncias consideráveis, para poderem participar de uma missa que lhes avive a fé. Percorrendo as Igrejas aos domingos, encontraremos lá sacerdotes sem entusiasmo, incapazes de liderar uma Comunidade. Contudo, encontramos alguns poucos que são líderes e, por isso, são hostilizados e criticados, sem merecer da direção da Igreja o devido reconhecimento e respeito por seu desempenho e trabalho, porém, para os leigos são eles que realmente os incentivam a permanecer católicos.

Escândalos são próprios da natureza humana, foram previstos até por Jesus, porém, deve prestar contas à sociedade e a Deus quem é o causador. Portanto, não é privilégio de nenhuma Instituição, empreendimento ou qualquer outro setor ter pessoas desqualificadas para exercerem as funções às quais se candidataram, cabe sim, que sejam punidos e desligados do seu trabalho.
Na via contrária dos que envergonham a humanidade estão homens que se destacam por cumprirem o seu dever, de maneira nobre, sem querer aparecer, porque essa é a sua missão, acarretando-lhes muitas vezes punições desnecessárias por serem “diferentes” dos demais.
No mundo atual, a religiosidade briga intensamente com a cultura do lazer intenso. Se o mundo chama para um divertimento mais intenso, é claro que a Instituição Católica com os seus sacerdotes devem estar atentos ao que pedem as pessoas que, ainda, estão ligadas a ela. Ora, o domingo já é curto para quem tem uma família e quer passear e se divertir nas poucas horas que lhe proporcionam o dia de folga do trabalho. Escolher ir à Igreja, para a grande maioria, não é prioridade, digamos uma minoria tem como sagrada a escolha de ir à missa aos domingos e uma parcela mínima da sociedade opta por ir com a família. Será que deixaram de acreditar em Deus? Talvez aqui se inverta a coisa, a grande maioria acredita em Deus, mas deixou de acreditar nos homens que se dizem representantes de Deus, ou seja, preferem ter uma conversa com Deus à sua maneira do que se sujeitarem a ir a uma Igreja e, por mais ou menos quarenta minutos, ficar diante de um sacerdote que fará um sermão sem entusiasmo e de fraca convicção religiosa. Segundo o próprio Bento XVI “a prova de que a fé católica é proveniente de Deus é o fato de ela sobreviver todos os domingos a centenas de milhares de homílias insossas e insípidas”.
Tudo isso no faz lembrar os sacerdotes que são verdadeiros líderes da fé, são capazes de realizar todos os domingos missas para milhares de pessoas que se deslocam de suas residências, andam distâncias consideráveis, para poderem participar de uma missa que lhes avive a fé. Percorrendo as Igrejas aos domingos, encontraremos lá sacerdotes sem entusiasmo, incapazes de liderar uma Comunidade. Contudo, encontramos alguns poucos que são líderes e, por isso, são hostilizados e criticados, sem merecer da direção da Igreja o devido reconhecimento e respeito por seu desempenho e trabalho, porém, para os leigos são eles que realmente os incentivam a permanecer católicos.
http://www.aredacao.com.br/artigos/25632/porque-ser-catolico
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segunda-feira, 11 de março de 2013
TRISTE É PENSAR QUE A IGREJA NÃO RECONHECE QUE EXISTEM SACERDOTES DIFERENTES E CAPAZES - COMO O PADRE LUIZ
Em uma entrevista publicada
em uma revista de circulação nacional um respeitado integrante da Igreja
romana, cotado para ser papa, mas, como vem da área jesuíta ele mesmo descarta
a sua chance. Ele respondeu ao ser perguntado sobre a constante perda de
católicos para outras religiões que o clero precisa ser melhorado e adaptado
aos novos tempos. Não somente isso, mas também, se interessar mais pela
comunidade, pelos paroquianos que, apesar de tanto descaso, permanecem na
Igreja Católica não pela competência de seus sacerdotes mas, pela fé que move
os leigos, como já disse Bento XVI: “a
prova de que a fé católica é proveniente de Deus é o fato de ela sobreviver
todos os domingos a centenas de milhares de homílias insossas e insípidas.”
Porém, sabemos que existem
sacerdotes diferentes e capazes, como é necessário. Um sacerdote chamado Padre
Luiz é capaz de celebrar missas para milhares de fiéis todos os domingos, não
importa a distância em que se encontra a sua paróquia e nem que ele seja apenas
vigário. Nem todas as formas de humilhação que lhe foram impostas o afastaram
de suas convicções e razões para ser um sacerdote ímpar. Todos os domingos a
sua Igreja fica cheia de pessoas que se importam em ser cristãos, que se
importam com a sua Igreja, que se importam com as famílias e acima de tudo se
entregam com fé a Deus recebendo do Padre Luiz a melhor e constante
evangelização que é necessária para ser um cristão católico.
Tudo isso seria assim feito,
pois a fé em Deus é maior, porém, existe, além da fé, a motivação necessária
para que se faça a graça permanecer e ser difundida. Quantas vezes levamos uma
pessoa para uma missa e ela se sente tocada e permanece na Paróquia ajudando
como pode.
Embora seja muito desgastante
ficar batendo na mesma tecla, não se pode conformar diante de tanta falta de
sensatez, não enxergam o óbvio. Será que nem as palavras de um Papa dizem nada?
Pois assim vão se afastando
da Igreja Católica muitos que gostariam de encontrar em sua paróquia sacerdotes
mais animados e entusiasmados com as suas pregações, que deixassem de fazer “homílias
insossas e insípidas”, que fossem capazes de criar comunidades vivazes e
fraternas, cuja a fé se manifestasse em suas celebrações.
Que se preocupem com a
administração de sua Igreja, mas, se preocupem bastante em ser líderes da fé em
suas comunidades não demonstrando a apatia e o desinteresse que demonstram, mas,
que sintam a alegria de ser sacerdote, não uma obrigação, mas, uma missão de
servir a Deus e ao próximo.
Longe estão de estar
cumprindo o que é necessário, porém, os fiéis da Paróquia Santa Teresinha do
Menino Jesus têm um sacerdote que em todos os momentos tem cumprido a sua
missão, se não pode evangelizar mais e trazer para a Igreja Católica mais
pessoas que estão enfraquecidas na fé é porque a Cúria de Goiânia não permite
que ele volte aparecer na televisão e a falar nas emissoras de rádio. Como é
importante o trabalho de um sacerdote capacitado para tanto, mas, infelizmente,
a inveja, o rancor, a falta de perdão têm sido a causa do afastamento de muitos,
mas, não parece a preocupação da Cúria
que continua a usar antolhos e não percebe que o Padre Luiz Augusto Ferreira da
Silva é um sacerdote que a Igreja Católica quer e precisa.
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