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Goiânia, Goiás, Brazil
Escrevemos sobre assuntos ligados à história goiana, genealogia, artes, artesanato e assuntos de interesse de nossa família. Portanto, esse espaço pertence a uma pessoa somente, é público, todos podem ler se quiser, pois aqui publicamos vários tipos de assuntos, a grande maioria dos leitores se manifesta positivamente e com elogios, o que agradecemos muito. Os comentários devem ser acompanhados de identificação, com email, para que sua opinião seja publicada.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

PADRE LUIZ AUGUSTO FERREIRA DA SILVA

Padre Luiz Augusto Ferreira da Silva TEXTO DE Helder R Filho

Pai, eu havia me esquecido que o senhor tinha 3 cursos superiores, era concursado efetivo no Estado de Goiás e que por amor a Deus exclusivamente largou tudo para servir ao Reino de Deus, e que ficou de molho por aproximadamente 3 longos anos esperando a ordenação sacerdotal, e não se esquivou, (porque o que é de Deus tem que ser triturado e sofrido) eu havia me esquecido que se empossou numa paróquia como administrador paroquial que na época cabia no máximo 600 pessoas, e deveria ter no máximo uns duzentos dizimistas, e que por 15 anos a fez crescer para no mínimo 5 mil pessoas sentadas e que o dízimo superou os 10 mil dizimistas, pela sua força e testemunho, eu havia me esquecido que o senhor construiu uma comunidade de vida com o seu esforço e suor, eu havia me esquecido que comprou uma Rádio e uma Televisão, assumiu uma creche que era destruída, sem dignidade e a transformou em exemplo de Creche para a grande Goiânia, que não recebia recursos do município, as vezes por 6 meses a um ano de atraso, eu havia me esquecido que o senhor pela sua insistência e radicalidade no Evangelho salvou pelo nome de Jesus inúmeras famílias, eu havia me esquecido que o senhor já celebrou em 17 anos de sacerdócio no mínimo 15 mil missas, já presidiu no mínimo uns 5 mil casamentos, já atendeu em confissão e direção espiritual inúmeros casais, jovens e crianças, já visitou milhares de doentes, eu havia me esquecido que já distribuiu mais 100 mil cestas básicas, eu havia me esquecido que montou um ambulatório e farmácia de dar gosto há muitos psicólogos, médicos, dentistas, enfermeiros enfim a área da saúde, eu havia me esquecido que tinha inúmeros advogados a disposição da comunidade, eu havia me esquecido que dormia as 0h e acordava às 4:30h, eu havia me esquecido que ajudou na formação de grandes líderes na Arquidiocese de Goiânia, inclusive sacerdotes, eu havia me esquecido que o senhor cuida no mínimo de 5 homens com doença mental porque nenhuma clínica os aceitaram, eu havia me esquecido que o senhor adotou várias crianças com suas mães porque não tinham com quem contar, eu havia me esquecido que o senhor construiu uma Casa para acolher os pais e mães que são abandonados, eu havia me esquecido que foi empossado numa paróquia como Vigário Paroquial que tinha 60 pessoas e 20 dizimistas e que em um ano já participam mais de 8 mil pessoas por domingo, e que já tem quase1.000 dizimistas, eu havia me esquecido que o senhor está construindo uma Casa onde abrigará pessoas doentes e desabrigadas, enfim eu havia me esquecido que tenho Jesus tão perto de mim e as vezes não faço por onde. Eu havia me esquecido que para o senhor ter conseguido fazer tudo isso precisou da graça de Deus, do seu desprendimento e também precisou de pessoas do bem do seu lado, competentes e comprometidas com o Reino de Deus. “Mas para que tudo isso tivesse acontecido precisou de um coração zeloso por trás e de um grande administrador” (palavras de um padre numa Santa Missa). E com certeza eu devo ter esquecido de alguma coisa... completem meus irmãos na fé... Querido pai, te amo e seguirei seus passos e testemunho até o fim; o sigo porque? Por que os seus passos são os mesmos do Cristo Jesus. Paz e bem.

Me desculpem, por erros de gramática e acentuação.

Helder R Filho

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

CONCLUSÃO DA AUDITORIA NA PARÓQUIA SAGRADA FAMÍLIA CONFIRMA A INJUSTIÇA CONTRA PADRE LUIZ AUGUSTO

A partir do momento em que se conhece uma pessoa que se destaca pela sua postura diante da vida, é possível concluir: se ela é uma pessoa valorizada pela sua atitude e pela sua liderança é porque essa pessoa tem credibilidade. Ninguém engana a tantos por muito tempo, muito menos consegue manter uma postura falsa, fingindo ser bom, sem que as pessoas comentem sobre seus erros.

Porém, como entender porque que essa pessoa de comportamento exemplar, tem contra si as pessoas mais próximas, as que mais usufruíram de seu sucesso. Porque os primeiros a atirar a pedra contra essa pessoa são os mais próximos? Na verdade eles nunca o admiraram com sinceridade, eles se encostaram como parasitas, para ver se sobrava um pedacinho do sucesso dele para si, sem que fosse necessário fazer qualquer esforço, somente queriam tirar a sua parte – alguns agiam como poderosos, exigiam que fosse dado a “César o que é de César”.

Será que nunca acabarão com essa mania de invejar e não realizar? Trabalhar para pelo menos se igualar ao melhor, não pensam assim, melhor é criticar.

É vergonhosa essa atitude de algumas pessoas que não toleram o sucesso do outro indo às vias da insanidade para tentar provar que quem age corretamente e se destaca mais do que os outros na instituição, tem algum desajuste mental ou cometeu algum desvio. Tentaram de tudo, fizeram calúnias, inventaram mentiras, fizeram denúncias, tudo porque quem detém algum poder lhes acobertavam. A mando de quem e para quem? Qual a verdadeira razão de tudo isso? Não se importam em envolver instituições, famílias, pessoas honestas. Não se preocupam em perder qualidade, estão preocupados em manter o poder, em ser obedecidos. A que ponto chega a vaidade de quem não está preparado para o poder. A ética moral é um preceito que todos temos que seguir, independentemente de hierarquia. É necessário senso moral, piedade e humildade, para que haja mais generosidade em nosso meio.

Com certeza milhares de pessoas, também, haviam esquecido tudo isso, mas, se alegram com a conclusão do Relatório da Auditoria, porque nunca duvidaram e sempre estiveram ao lado do Padre Luiz e ao seu lado permanecem até hoje, ao lado do Sacerdote das Multidões.
 
SEGUE TEXTO DO PADRE LUIZ AUGUSTO:
“Eu havia me esquecido...

Sim, eu havia me esquecido de que, quando saí da Paróquia Sagrada Família, gritaram em alto e bom tom que Deus havia separado o joio do trigo, e que agora todos ficariam sabendo quem era mesmo o Padre Luiz Augusto. Eu havia me esquecido de que meus filhos da Comunidade Atos foram expulsos da Coordenação da Catequese como malfeitores, e que trocaram as chaves das portas para que eles não pudessem entrar no Centro Catequético; eu havia me esquecido de que afirmaram que alguns imóveis da Paróquia estavam no nome da Comunidade Atos; eu havia me esquecido de que um Ministro da Eucaristia bateu na porta da Comunidade Atos, trazendo uma carta me proibindo, expressamente, de participar de qualquer atividade na Paróquia Sagrada Família, porque havia provas concretas de que eu queria destruí-la; eu havia me esquecido de que fora banido da convivência de pessoas que sempre tive como filhos e amigos; eu havia me esquecido de que fora proclamado que o Padre Luiz Augusto deixou um rombo de trezentos mil reais, que destinou à construção na Comunidade Atos e que por isso fora instaurada uma Auditoria; sim, eu pensava que havia me esquecido...

Precisamente, no último dia 22 de outubro, uma pessoa, que tenho como filho, veio me pedir perdão, porque, durante muito tempo, ela esteve com raiva de mim, porque alguém a convencera de que o Padre Luiz Augusto havia roubado a Paróquia Sagrada Família, e, justamente, alguém que sempre tive como filho e por quem sempre terei eterna gratidão, pois, gratidão independe se hoje a pessoa que nos fez o bem é ou não amiga da gente. E eu tenho muita gratidão por centenas de famílias que me ajudaram no tempo em que estive à frente da Sagrada Família. Mas, por esse fato, tudo o que havia “esquecido” voltou à tona. Então, me lembrei da Auditoria. Para mim era questão de honra ver o Relatório final. Por isso, nessa terça-feira, 30 de outubro, fui à Cúria falar com o Monsenhor Daniel e assessores. Tive acesso ao Relatório: Não “roubei” a Sagrada Família, mas, se a conclusão fosse diferente, iria lhes dizer do mesmo modo, pois, afinal de contas, era preciso decidir.

Com muito carinho e gratidão,

Pe. Luiz Augusto”

sábado, 13 de outubro de 2012

INAUGURADOS: A ATOS CLÍNICA, ATOS CANÇÃO E ATOS DIGITAL – VENHAM PARTICIPAR, PEDE O PADRE LUIZ

Padre Luiz Augusto e a Comunidade Atos realizam mais um empreendimento solidário, em seu quarto aniversário de instituição quem ganha o presente são as pessoas carentes da região. Foi inaugurado no sábado a Atos Clínica para dar assistência médica e odontológica à população que precisa de atendimento e não consegue nas filas enormes dos órgãos dos governos. Mais uma vez o dinamismo do Padre Luiz Augusto aliado aos companheiros e admiradores de seu trabalho realizam um projeto que atenderá às pessoas mais necessitada, além dos atendimentos na área de saúde, terão aulas de computação possibilitando uma melhor qualificação para o trabalho e aulas de música, enfim, tudo associado à evangelização, oferecendo a oportunidade para aqueles que procuram viver com dignidade, com emprego e aprendendo a ser católico.
A Atos Clínica está localizada ao lado do escritório da Comunidade Atos, após a missa de ação de graças pelos quatro anos e pela inauguração dos Projetos Sociais os presentes foram levados para conhecer o local. São quatro consultórios para atendimentos médicos, um consultório odontológico e a farmácia. Lá estavam os médicos que já atenderiam naquele dia, embora, seja necessária a adesão de novos profissionais da área, porque sendo esse um trabalho de doação de cada médico, fisioterapeuta e o odontologo planejaram a sua semana para dedicar um tempo para os atendimentos na Clínica Atos, pelo menos duas vezes na semana.
O Atos Canção visa dar oportunidade aos que apreciam música de fazer parte de um coral ou aprender a tocar um instrumento musical, servir a Deus através da música, ensinar a buscar a Deus através da música.
E, por fim o Atos Digital que visa a inclusão profissional das pessoas, aprendendo a viver no mundo moderno da área digitalizada, esse projeto tem a parceria com o SENAI.
Todos podem e devem participarl

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

PE. LUIZ AUGUSTO É UM EXCELENTE COMUNICADOR DA IGREJA CATÓLICA, ELE CALADO, PERDEMOS TODOS OS DIAS.

Será que os dirigentes da Igreja Católica têm consciência de que ela já não é a única no mundo cristão? Sabem que cresce a cada dia o número de portas que se abrem em nome de Jesus Cristo? Será que Jesus cruzou os braços diante dos adversários ou mesmo diante dos sacerdotes das sinagogas? Ele sabia da importância de evangelizar, atrair, conquistar e cativar para que as pessoas se tornassem seus seguidores e assim permanecessem.
Hoje, sabemos que nem aqui no Brasil o catolicismo está garantido, embora ainda seja um país de maioria católica, muitos têm escolhido, dentro do que é apresentado no mercado da fé, o que mais atende aos seus interesses.
Nessa busca desesperada ou mesmo desinteressada, as pessoas encontram nos meios de comunicação uma maciça propaganda com atrativos diversificados. É aí que a Igreja Católica começa a perder em números, pois a quantidade de concorrentes é enorme, não estamos nem questionando a qualidade. A grande maioria se enriquece, como enriqueceu a Igreja Católica, passando a divulgar todas as atividades através da sua televisão, do seu rádio ou da sua imprensa escrita. Muitos são proprietários de mais de um canal de televisão, assim como a Igreja Católica é, pergunta-se, então: por que a Igreja Católica está perdendo adeptos? Perde porque os melhores sacerdotes comunicadores estão proibidos de aparecer na mídia. É claro que muitos não deixam de ver programas católicos porque um excelente homem de mídia deixou de aparecer, acontece como em qualquer programa de TV, onde o protagonista deixa de aparecer, a audiência cai. Nisso tem perdido a Igreja Católica por causa de suas regras e normas antiquadas. A Direção da Igreja impõe aos seus sacerdotes o dever de serem mais recatados, enquanto isso os outros saem disparados na frente. Como a bancada evangélica que apoia e elege seus representantes para as Câmaras Municipais, Assembleias, Câmara Federal e Senado. Verifiquem se existe a bancada católica? Quantos sacerdotes estão com mandatos ou quantas pessoas se comprometem com a Igreja Católica para as questões em que é necessária a aprovação político/orçamentária dos governos? Foi-se o tempo em que a Igreja Católica era o centro das atenções dos governos e da sociedade, sabedoria é apoiar candidatos respeitáveis e eleger o maior número possível de representantes que ajudarão na captação de recursos para a manutenção de programas em parceria com a Igreja. Se a Igreja Católica é uma das empresas mais organizadas do mundo, por que não ter representatividade política? Já teve. Quem acha que não precisa apoiar uma pessoa para ser seu representante e ter acesso aos programas governamentais, não está em sintonia com a vida de hoje, é certo que ninguém age pelos encantos da Igreja ou pela venda de indulgências da Igreja.
A grande maioria dos católicos brasileiros se comporta como pagãos, não se engaja em nada da Igreja, vive egoisticamente em seu mundo materialista, até porque não sabe como pode participar das ações que não são divulgadas por falha da própria Instituição. O Padre Luiz Augusto, embora sem aparecer em programas de televisão, nem ao menos em programas de rádio, conseguiu, em apenas seis meses, construir uma Igreja com capacidade para três mil pessoas. Aos domingos, em três horários diferentes, abriga as milhares de pessoas que participam das missas celebradas por ele. Mesmo durante a semana as suas celebrações arrebanham uma multidão.
Qualquer Empresa ou Instituição de sucesso já teria dado um basta nessa rusga de perseguição ao sacerdote das multidões e o traria de volta dando a ele a garantia para desenvolver seu excelente trabalho de comunicador da Igreja Católica. Qual seria a vantagem para a Igreja manter afastado da televisão e do rádio o Padre Luiz Augusto? A Igreja precisa é de vários comunicadores hábeis como ele. Deixem que ele volte a ter os seus programas de televisão e de rádio. A multidão pede.
Essa multidão é composta de milhares de pessoas, é uma comunidade cristã que insiste em ser católica, apesar do que têm sido feito contra ela. A Direção da Igreja age como o Rei que acreditou no alfaiate que fazia uma roupa mágica até que uma criança gritou: “Olha o Rei nu”. No século XXI ninguém mais se submete às práticas feudais da Igreja, o povo não obedece cegamente a quem não merece liderança. Se o nosso pastor Padre Luiz Augusto Ferreira da Silva que até hoje nunca nos decepcionou e tem sido um verdadeiro pai espiritual porque não valorizam seu trabalho? A sua competência não é transferida só por que a Igreja tem uma hierarquia. Essa briga, tocada assim, não vai terminar nunca, até que mudem de atitude e ajam como um pastor guia da estirpe de um Dom Antônio Ribeiro ou como um companheiro amigo como o Padre Pereira, valorizando seus conterrâneos, não que não seja gentil valorizar os sacerdotes estrangeiros, mas sem prejudicar os valorosos sacerdotes brasileiros e goianos.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

VALORES HUMANOS


A vida segue, de modo geral, uma trajetória comum a todos nós, com algumas exceções que se tornam momentos especiais de cada um.
Com a idade vamos nos tornando cheios de manias e, também, mais emotivos. Alguns enxergam a vida com simplicidade e por isso seguem vivendo naturalmente, mais facilmente porque aprenderam que existe uma sequência de coisas comuns a todos nós mortais, nada, ao que costumamos chamar de ordem natural da vida, é modificado, a não ser pelas mãos de Deus.
Cada um pode ser feliz a sua maneira, mas, sempre com o amor, o mais importante de todas as coisas é o amor – Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos.
Nas coisas mais simples encontramos a beleza que nos traz a felicidade, geralmente está perto de nós, tão perto que a sacrificamos a procura por algo distante, por coisas que nos afastam de Deus, da nossa família e dos amigos. Quantas vezes somos capazes de magoar um ente querido para satisfazer egoisticamente uma vontade nossa, assim acontece porque temos a certeza da grandeza desse amor que tudo aceita porque sabe perdoar.
Todos sabem, o mundo oferece coisas glamourosas que levam a uma vida materialista, com valores fantasiosos, aonde se experimenta a glória, porque é essa a procura, a busca de uma vida intensa, mas, nessa vida não encontrará o aconchego e a gratuidade do amor familiar que é o porto seguro, sempre estará à espera do filho. Viver em família e com aqueles amigos cultivados com respeito e cerimônia durante a vida, aceitando os seus defeitos e admirando as suas qualidades, faz com que ao envelhecermos encontremos junto às pessoas queridas a satisfação de dividir cada momento desde as coisas corriqueiras do dia a dia até os momentos especiais celebrando os casamentos de nossos filhos e a chegada dos nossos netos, e, o mais importante, ter o amparo necessário nos dias difíceis das perdas que se sucedem de entes queridos como os nossos pais e, também, encontrar nas horas de dores das doenças que aparecem com “terceira idade” o amparo.  Tudo isso só é possível se cultivamos esse amor familiar e fazemos amizades que duram uma vida. É na família que as crianças são moldadas, são seus pais com exemplos que determinam a maneira com que viverão a vida, moldam o seu caráter e a sua vida e o mundo precisa de pessoas  disciplinadas, solidárias, responsáveis, leais, trabalhadoras, corajosas, perseverantes, honestas e que tenham fé.
Se por um lado ter amigos e uma família amorosa é um privilégio, mais valoroso se torna o ser humano que é solidário, que, como diz o Padre Luiz Augusto, “trabalha dedicando parte de seu tempo para as pessoas necessitadas”. Hoje, a Comunidade Atos e a Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus, sob a direção do Padre Luiz Augusto precisam da solidariedade de todos para que trabalhos como 

Por quem os sinos dobrarão.Texto de Vanderlan Domingues


quarta-feira, 19 de setembro de 2012


Por quem os sinos dobrarão.

Texto de Vanderlan Domingues 
Deus ao criar o homem colocou em sua mente uma multiplicidade de sensações e emoções capazes de despertar sentimentos mais variados – desde o prazer proporcionado pela contemplação da beleza, da harmonia e equilíbrio naturais, até do terror e impotência gerados por pessoas passando fome, doentes e sem condições de plantar a sua própria sobrevivência. Por outro lado, veem-se meninos e meninas cheirando cola para enganar a fome, crianças e mulheres que se prostituem para sobreviverem, chacinas, roubos, corrupção, abusos do poder econômico que oprimem, catástrofes e fenômenos naturais que ocorrrem no mundo, onde tudo parece irreal, mas é pura realidade e se alastram como se fosse uma coisa natural característica da própria espécie humana, que a tudo vê e assiste complacente através de jornais e imagens geradas pela TV.

Quando intitulei este artigo como “Por quem os sinos dobrarão”, título de um filme antigo, o fiz com  o intuito de homenagear o Padre Luiz Augusto e reportar o seu sermão proferido no último domingo na Paróquia Santa Terezinha do Menino Jesus. Ele, incisivamente, pediu ajuda aos profissionais médicos e odontólogos que colaborássem na Clínica Atos e que resgatássemos da memória do tempo os bons fluídos, o amor ao próximo, a prática da solidariedade, a volta das riquezas e criatividades cristãs, que criteriosas, podem fecundar novas reflexões e ajudar a delinear e modelar novos conceitos de vida em face do processo atual, de forma que, cada pessoa se torne responsável pela sua própria história, pela sua própria libertação, transformando a sua realidade de forma que se efetive a justa liberdade e amor, ainda que de maneira rudimentar.
Naquele domingo, padre Luiz ao ver a multidão diante do altar e rincão inacabado, talvez sentindo a não presença de Deus em muitos corações e a falta efetiva de colaboração dos fiéis, passou no telão as obras que a comunidade Atos vem realizando em prol dos mais necessitados: mostrou pessoas famintas, enfermas, idosas e viciados em drogas, abandonadas, sem rumo, perdidas na escuridão de seu próprio ser. Preocupou-se sobremaneira com a situação real de alguns enfermos, como o do Carlos, mas não se deixou abalar pelo desânimo e insistiu junto à multidão que se praticasse a solidariedade, realçando-a como único valor e extremamente capaz de forjar um mundo mais justo, humano e fraterno.
Após ouvir as palavras do Padre Luiz, com o pensamento absorto, me vi caminhando pelas ruas da cidade, sem chutar pedras ou bisbilhotar as belezas circundantes. Olhava o vaivém dos veículos e a falta de respeito à leis de trânsito e ao próprio ser humano. Cada carro que ultrapassava o meu, sentia uma dor no coração ao imaginar que a vida de cada uma daquelas criaturas sequer tinha tempo de pensar que existe vida além vida e que poderia ter que prestar contas do que faz neste mundo de expiação e provas. Sequer tinham tempo de observar os pedintes amontoadas nas calçadas e uma criança esquelética sugando o seio da mulher que parecia doente. Um quadro que jamais apagarei da memória. Pouco mais à frente, um vento quente soprou manso e logo deparei com alguns jovens descontraídos que usavam colares, brincos, pircing, cabelos pintados em cores variadas, dando-se a impressão de estarmos em outro planeta. Fumavam e soltavam baforadas de fumaça que cheirava a “baseados” e nos refrigerantes, misturavam diminutas pedras de crack no afã de contemplar melhor a vida e de se “chegar às nuvens”, talvez numa nave criada pelas suas imaginações, sem destino e desvalida.

Ao quebrar os laços familiares, deixar de ajudar aos infortunados, aos doentes e àqueles que passam fome, o homem quebra também o elo da cadeia que o liga a harmonia, ao amor, a fraternidade, a fé e equilíbrio de forças assentes nas Escrituras, motivos relevantes que se não exercitados tornam implacáveis e difíceis a mantença da sobrevivência humana, e na forma em que está, banalizada, indiferente e que nos leva  passividade, não pode continuar. Ao final, deverão estar fundamantadas precisamente no amor, na caridade, não ficar à deriva, sem referência, para no final, saber por quem o sinos dobram e dobrarão e não perderem a visão familiar tão sonhada por Josué (24:15): “Eu e minha casa serviremos ao Senhor”.
Hoje, o homem não mais cora de vergonha e muitas vezes nem vê  motivos para isso. Talvez a vergonha que não se aflora mais em seu rosto é que o faz fazer tantas declarações de intenções, tantos compromissos político-sociais, tantas promessas de ajudar ao próximo, ajudar aos doentes, ao menos favorecidos; muitas vezes não realiza alegando falta de tempo ou faz-se de esquecido. Ao analisar as palavras do Padre Luiz no último domingo confesso que corei e sei que muitos coraram e usaram a carapuça. Eu, principalmente, me senti em débito com a minha comunidade. Cheguei a conclusão também de que temos a oportunidade fazer alguma coisa boa em prol de nosso Planeta e se não o fizermos será por mero capricho. Podemos transformá-los num paraíso se agirmos com correção, termos amor ao próximo e sermos solidários um ao outro, ou num inferno, se sucubirmos sob o peso do pecado e da falta de amor ao próximo A resposta a esse desafio está presa nos elos da imensa cadeia da vida, que se quebrados, deixarão todos em cárcere inseguro, e para sairem ilesos, difíceis serão as decisões que cada um terá de tomar. E é diante dos fatos narrados que cheguei a conclusão de que os sinos dobram e dobrarão a todos aqueles que sempre ajudaram a segurar o cajado espinhoso da luta em prol da vida.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

VALORES DO SER HUMANO...


Uma das virtudes mais significativa e valorosa de um ser humano é a gratidão. Saber ser grato é reconhecer que foi ajudado e agradecer e, o mais importante, agradecer a Deus e aos intercessores que são os verdadeiros anjos que cuidam de nós em todas as circunstâncias e em especial quando estamos em conflito, em dificuldades financeiras, com problemas em família, com algum ente querido doente e até quando nos encontramos sem soluções para nossas coisas corriqueiras.
De modo geral esses intercessores que nos ajudam são nossos amigos íntimos, médicos especialistas quando se tem recurso para recorrer a eles, porém, quem mais procuramos são aqueles que podem nos ajudar gratuitamente, são os sacerdotes que seguindo os ensinamentos de Jesus Cristo se tornam um profeta aqui na terra e tentam ajudar.  
São poucos os que são verdadeiramente um pai espiritual acolhedor nas horas que precisamos, nesse requisito se destaca o Padre Luiz Augusto, como um silencioso obreiro do Senhor, incansavelmente, atende a todos que o procuram porque assim ele é, e, assim, jurou ser. Porém, todos sabem como é que andam por aí, mas, ele faz questão de atender a todos, fazendo de sua missão a sua grande diferença entre os sacerdotes que conhecemos.
Ao lado do Padre Luiz Augusto estão os seus filhos (como ele gosta de chamar) os que o ajudam em todas as horas e, estes têm sabido ter a gratidão que se espera dos que foram ajudados. A grande maioria desses que hoje lhe são gratos, de alguma forma, receberam do Padre Luiz Augusto a ajuda que procuraram, não importa o tamanho da ajuda ou do que lhe foi pedido, o que importa é que esses fiéis entenderam que ser cristão é ajudar ao próximo como a si mesmo, é esse amor ao próximo que se deve demonstrar em todos os momentos e não quando lhe é conveniente.
Todos nós podemos dar muito mais do que estamos doando, não estamos aqui falando de doação material, mas, em todos os tipos de doações, porque, “o vem a nós” é egoisticamente o que mais se presencia em nosso meio, se sou atendido, se consigo o que esperava, está bom, “quando eu precisar de novo, eu vou atrás do Padre Luiz Augusto e ele me ajudará, porque essa é a sua obrigação”. Será?
Não é obrigação do Padre Luiz Augusto ou de qualquer outro atender às pessoas que precisam de ajuda, se ele faz assim é porque  ele é um instrumento do Senhor aqui na terra e age assim porque é de sua personalidade, esse é o seu caráter bondoso e dentro de sua humildade encontra-se um homem cheio de virtudes, o que o torna um sacerdote capaz de ajudar a todos.
Não entendo e só consigo uma explicação para a falta de apoio de algumas pessoas que se dizem “amigas”, mas, não comparecem às atividades programadas por Padre Luiz Augusto: é a falta de gratidão.
Se a distância é maior – tem o carro que nos leva até lá; se o tempo está curto – quando a dificuldade aparece o tempo aparece também para ir naquela distância procurar ajuda; se precisa de um sacerdote para um batizado ou casamento, vão até lá procurá-lo. Não é censura ou crítica, mas, é preciso refletir se queremos seguir de forma egoísta, valorizando somente as nossas coisas.
Participar  de um evento como o lançamento do livro “Sei que posso mais” do Igo Neander com as lindas orações escritas pelo Padre Luiz Augusto foi para os que ali foram uma noite abençoada, foi um desses encontros em que sentimos que Deus está conosco, sentimos que a nossa fé cresce mais ainda e  a nossa convicção de que de que as poucas pessoas que formam a Comunidade Atos estão juntas se dedicando para que mais pessoas possam participar de um trabalho maior na consolidação da caridade, do amor ao próximo, assegurando que as atividades ali desenvolvidas sejam abraçadas por todos, porque é um trabalho sério, um trabalho que precisa da ajuda de todos e quem estava ali deve ser um propagador das obras da Comunidade Atos, para que muitos se tornem colaboradores para que suas ações sejam estendidas a mais irmãos que necessitam de ajuda.
Não pude sentir no lançamento do livro “Sei que posso mais” a valorização do sacerdote Padre Luiz Augusto, não pela obra em si, que pelo nome diz tudo a respeito desse sacerdote incansável, sempre se desdobrando para atender a todos, mas nem todos tem a gratidão de se deslocar por meia hora que fosse, para lhe fazer um agrado. Poderiam ter feito do lançamento do livro do seu filho espiritual Igo Neander com as mais belas orações do Padre Luiz, uma noite de autógrafos onde não estivessem somente seus mais fiéis colaboradores, mas, também, outras pessoas,  isso porém não tirou o brilho da festa, mas, chamou atenção dos que conhecem e sabem da quantidade de pessoas que procuram a sua ajuda. Esse era o momento ideal para demonstrar a sua GRATIDÃO. Volto a dizer, fizeram falta, embora a casa estivesse cheia, a sua ausência foi notada.
Para refletir. Uma boa reflexão!  
  

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

REVITALIZAÇÃO DA PRAÇA PEDRO LUDOVICO TEIXEIRA


Desde quando se falava em colocar a estátua equestre com Pedro Ludovico Teixeira em um local diferente do que havia sido acordado com a família, há tantos anos atrás, a grande preocupação era o fato de, a cada dia mais, Goiânia ter o seu traçado inicial desfigurado, assim, os órgãos responsáveis por zelar do que é a nossa história, perceberam a urgência em revitalizar o que está precisando de socorro urgente.
O ideal seria iniciar construindo um Instituto/Museu dos Pioneiros na Praça Pedro Ludovico Teixeira, uma instituição moderna visando reunir toda documentação, como as plantas da cidade, os decretos, as fotografias, os filmes, depoimentos e todas as informações sobre a construção da cidade, com uma finalidade muito antiga por todo o mundo: preservar a história de um povo, a memória do fundador está sendo cuidada em seu Museu Pedro Ludovico Teixeira, acanhado para abrigar outras tantas informações.
Todos sabem que um povo que perde a sua memória, perde a sua riqueza cultural. Para que se mantenha viva a memória de um povo é necessário cuidar de seu patrimônio, de sua gente e de seus costumes. É preciso ter amor às coisas de sua terra, ter orgulho de suas raízes.
Já se manifestaram de todas as maneiras sobre o local para se colocar a estátua de Pedro Ludovico Teixeira na Praça que leva o seu nome, a negativa vem por causa do tombamento da Praça pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN. Contudo, o que mais agride aos pioneiros é a falta de uma referência que destaque ali na Praça o seu fundador, o que existe é um pequeno busto, com pouco mais de 50 cm, no pátio da frente do Palácio das Esmeraldas. Insignificante diante da gigantesca obra de arte de Neusa Morais, a imensa escultura apelidada de “Monumento às Três Raças”, uma alusão aos trabalhadores pioneiros que construíram Goiânia, ela está ali, bem no centro da praça destoando do restante, tomando o lugar do adequado obelisco que ali se encontrava, imitando, de acordo com os recursos existentes à época, o milenar obelisco de Luxor, instalado no centro da “Place de La Concorde”, em Paris, desde 1833 e, apesar do crescimento da cidade, nenhum governante mexeu ou retirou o obelisco do lugar, podem até dizer de sua magnitude, mas, o que vale ressaltar é que tem sido preservado por representar uma história, um marco instalado ali desde 1833.
O nosso obelisco, embora simples, era um marco da fundação da cidade e se foi, não preservaram a história e a nem sabem a razão porque naquele lugar tinha um pequeno obelisco. Deixaram a Praça ir se acabando, nem mesmo o tombamento do IPHAN ajudou a preservar esse patrimônio, a sua concepção inicial foi maculada inúmeras vezes. Os postes de iluminação foram substituídos por imensos postes de cimento, os mastros com as bandeiras ferem a harmoniosa fachada do Palácio, a Praça de Pedro Ludovico Teixeira de ontem já não existe e até hoje é chamada de Praça Cívica.
Será que teremos sempre que corrigir as crianças que visitam a Praça Pedro Ludovico Teixeira e ali aprendem que quem construiu Goiânia foram as três raças? Por que, inadvertidamente, ao se querer fazer uma homenagem aos trabalhadores que construíram a cidade, permitiram colocar em local impróprio uma escultura que destoa totalmente do restante da praça? Se há algo a preservar que seja a história correta dessa cidade tão nova, tão bonita, de traçado simples, que tinha a petulância de querer se parecer com Versailles, cidade francesa idealizadora do traçado inicial de Goiânia, com praças imensas, jardins bem cuidados, ruas largas e bem dimensionadas.
Aqui tinha um clube moderno para o lazer chamado Jóquei Clube, sua sede antiga foi derrubada; tinha um hospital público gratuito, a Santa Casa, foi derrubada; tinha um mercado no centro da cidade, concentrando nele os armazéns e lojas de alimentos para facilitar a vida da dona de casa – foi derrubado;  é impossível enumerar o que se perdeu em menos de um século, Goiânia tem recebido um tratamento indisciplinado com relação ao que diz respeito à sua história. O tombamento da Praça Pedro Ludovico Teixeira - é fundamental, mas como se vê ele não evitou a decrepitude do local, pararam de cuidar de seus jardins, da iluminação pública, das fontes luminosas, da conservação da pintura, deixaram a ocupação desordenada do logradouro por moradores de rua e lavadores de carro. Permitem a sua degradação cada vez que fazem as montagens de imensos palcos e arquibancadas para eventos e, o próprio governo anexou “puxados” para aumentar os edifícios públicos situados na praça.
Agora, o poder público resolveu revitalizar a praça corrigindo alguns desses problemas, o tombamento não pode se tornar o empecilho, o órgão responsável deve ser parte da solução para devolver à principal Praça de Goiânia a sua função, a sua beleza e ao povo goiano um ponto turístico que valorize a sua história. E o mais importante dar ao Palácio das Esmeraldas um ambiente externo compatível com a representatividade da residência de quem é, do chefe do Estado, deve ser revitalizada e permanecer impecavelmente arrumada.
Seria bom se nesse processo de revitalização ficasse registrado a proibição de edificações que deturpem o traçado original, como fizeram com os Correios, o Tribunal de Contas com seus anexos e até o Centro Administrativo Pedro Ludovico Teixeira. E, para garantir sua preservação proibir eventos ali, a aglomeração de pessoas causa transtornos, como o pisoteando de tudo que encontram pela frente.
O Governo de Marconi Perillo está cuidando do jardim da casa do Governador, que este zelo permaneça. A revitalização é um marco administrativo e colocar a estátua de Pedro Ludovico Teixeira em sua Praça é um marco histórico, uma questão de coerência com a história, Pedro na principal praça de sua Goiânia.
Assim, como Pedro Ludovico Teixeira entregou a sua grande obra ao Brasil, no dia da inauguração em 5 de julho de 1942, dizendo: "Ao Brasil entrego um grande ideal que se tornou uma grande realidade - GOIÂNIA", a ele seja entregue a sua Praça, em reconhecimento pela sua obra.

Maria Dulce Loyola é administradora 

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

O Dízimo de todos nós


A oração faz a obra acontecer, mas, é o nosso dízimo que faz a obra permanecer.
É antigo e bíblico doar parte do que você recebe todo o mês com o seu trabalho para as obras de Deus, conforme a sua capacidade.
Para se sentir motivado, basta escutar o Padre Luiz Augusto relatando sobre as diversas solicitações de ajuda das pessoas que o procuram no dia a dia. Porém, esse é o seu trabalho, mas, ele precisa de todos nós, católicos que frequentamos a Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus, para que seja realizado o que Jesus ensinou e está, também, em uma das passagens da Bíblia que o Padre Luiz mais gosta de citar, Mateus 25: “porque tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; era peregrino e me acolhestes; nu e me vestistes; enfermo e me visitastes; estava na prisão e viestes a mim”.
A oração faz a obra acontecer, mas, é o nosso dízimo que faz a obra permanecer. Se R$10,00 reais em suas mãos se transformam em apenas um lanche para você, preste atenção, deixando de comer um lanche na semana e doando esse R$10,00 à Paróquia do Padre Luiz, esses seus R$10,00 se somados aos outros que são doados se transformam em muitos lanches, em cestas básicas, em medicamentos, em vestimentas, em ajuda para mudar a vida de muitos, que não conseguem ganhar nem mesmo os seus R$10,00 por mês.
Esse gesto generoso de sua parte transforma a vida e muda o olhar das pessoas que recebem a ajuda.
Quando multiplicamos as doações automaticamente multiplicamos a capacidade de atendimento. A Paróquia tem cadastradas inúmeras famílias esperado por ajuda. Todos sabem e conhecem o trabalho que o Padre Luiz realiza, por isso, todos os dias, o dia inteiro, as pessoas vão até a Paróquia para pedir ajuda, pois sabem que dali não sairão de mãos vazias. Portanto, unindo os esforços e somando o que é doado, estaremos colaborando para que o olhar caridoso que nos conduz seja, também, um olhar de contentamento, que alcança o objetivo de seu sacerdócio: servir a Deus e ao próximo. Padre Luiz Augusto precisa da sua ajuda, doe o dízimo. Seja um multiplicador do bem, espalhe e compartilhe essa mensagem, para que todos doem o dízimo regularmente. Deus o abençoe!


A ORAÇÃO FAZ A OBRA ACONTECER E O DÍZIMO FAZ A OBRA PERMANECER


De Eduardo de Souza – CIA DE ARTES FILHOS DO PAI!

Esse foi o texto de Eduardo de Souza para o teatro da Missa de Domingo, lindo e necessário. Estamos acostumados com as boas apresentações todos os domingos, porém esta superou a todas, foi excelente. Parabéns Eduardo e à Cia De Artes Filhos do Pai!  Maria Dulce 

NARRADOR: Pagai integralmente o dízimo ao tesouro do templo, para que haja alimento em minha casa. Fazei a experiência e vereis se não vos abro os reservatórios do céu e se não derramo a minha bênção sobre vós muito além do necessário.
MÚSICA: EU ESTOU ORANDO POR VOCÊ...
TEXTO 01:  
Durante a caminhada pela vida muitas vezes temos que aprender as coisas na pratica, e não apenas na teoria.
Vamos nos colocar na situação de nossos semelhantes, para experimentar suas sensações e sentimentos.
Por isso quando falar de amizade estenda a mão aos seus inimigos para que possa provar a si mesmo aquilo que gosta de dizer aos outros.
Quando falar de fome, faça um minuto de jejum para lembrar aqueles que jejuam todos os dias mesmo sem querer.
Quando falar de frio, abrace alguém para aquecer-se e aquecer seu semelhante.
Quando falar de calor, sopre uma brisa suave em direção do próximo.
Quando falar de fé, feche os olhos para encontrar a razão daquilo em que crê.
Quando falar de Deus faça-o pelo silencio do seu testemunho e mais do que falar, aja!
Por que fé sem ação não é fé.
NARRADOR: Cada um dê conforme decidir em seu coração, sem pena ou constrangimento, porque Deus ama quem dá com alegria.
TEXTO  02  
No mundo existem vencedores e perdedores. E há uma enorme diferença entre os dois.
Um vencedor sempre acha uma solução, o perdedor sempre se justifica atrás de problema.
Um vencedor sempre diz: “Deixe-me ajuda-lo.”
Um perdedor diz: “Não é minha obrigação.”
Um vencedor vislumbra uma resposta para cada problema.
Um perdedor vê todos os problemas sem resposta.
Um vencedor diz: “Pode ser difícil, mas não impossível!”
Um perdedor diz: “Pode ser possível, mas é difícil!”
Um vencedor doa, divide e partilha.
O perdedor acha que se doar algo vai passar por dificuldades.
O vencedor vive a vida como ela deve ser vivida, o perdedor não vive, agoniza!
NARRADOR: SER DIZIMISTA É SER COMPROMETIDO COM A IGREJA. SER DIZIMISTA É RECONHECER QUE DEUS OCUPA O PRIMEIRO LUGAR EM NOSSAS VIDAS.

Uma bola de basquete, nas minhas mãos, valem uns R$ 35,00. Nas mãos do Oscar, valem R$ 7.000,00. Depende da mão que segurar.
Uma raquete de tênis, em minha mão, não tem uso algum. Nas mãos do Guga, o torna o número 1. Depende da mão que a segura.
Um madeira em minha mão vai manter os animais afastados de mim. Nas mãos de Moisés, abriu o Mar Vermelho. Depende da mão que segura.
Um estilingue, nas minhas mãos, é apenas um brinquedo. Nas mãos de Davi, se tornou uma arma poderosa. Depende das mãos que o seguram.
Dois peixes e cinco pães, nas minhas mãos, se tornam alguns sanduíches. Nas mãos de Cristo alimentaram multidões. Depende das mãos que os seguram.
Pregos..., nas minhas mãos, podem significar, a construção de uma casa. Nas mãos de Cristo, significam a salvação do mundo. Depende das mãos...

Como você pode concluir, agora tudo depende das mãos...
Então, nunca deixe de lutar, mas não esqueça de colocar suas preocupações, seus sonhos, seus anseios, seus temores, seus interesses, a família, sua vida, nas mãos de Deus. Pois tudo depende das mãos que os tem.

NARRADOR: DIZIMO É GRATIDÃO POR TUDO QUE DEUS FAZ EM NOSSAS VIDAS

CORDEL DO DIZIMO 
MEU CARO AMIGO E IRMÃO, O ASSUNTO QUE HOJE TRAGO É DE MUITA CONSIDERAÇÃO
EU QUERO FALAR DO DÍZIMO QUE NÃO É UMA OBRIGAÇÃO
 MUITA GENTE ACREDITA QUE O DÍZIMO É FAVOR
POIS EU DIGO QUE É BÍBLICO NÃO DUVIDE NÃO SENHOR 
COMO ABRAÃO NÃO TEVE MEDO  DE SEU FILHO LANÇAR MÃO
DEUS QUER NOSSA CORAGEM DE SE LANÇAR EM DOAÇÃO 
O DÍZIMO NA MINHA VIDA ME LEVA A REFLETIR
A PARTE QUE EU DEVOLVO VEM EM DOBRO PARA MIM
MAS NÃO SE PODE DEVOLVER E FICAR APEGADO
IMAGINANDO EM QUE SERÁ  O MEU DINHEIRO APLICADO
SE PARA A MINHA FAMÍLIA NÃO DEIXO FALTAR O PÃO
O QUE DEVOLVO NO DÍZIMO TEM A MESMA FUNÇÃO
MANTÉM A CASA DE CRISTO NO QUAL FAÇO PARTE COMO IRMÃO
TANTAS PASSAGENS BÍBLICAS NOS DÃO A INDICAÇÃO 
QUE O DÍZIMO É SANTO E PRECISA DE ATENÇÃO
O DÍZIMO É MINHA CHANCE  DE DOMAR MEU CORAÇÃO
DE PARTICIPAR DO SACRIFÍCIO DA PARTILHA E DOAÇÃO
QUER SER COMUNIDADE DEZ POR CENTO PARA DEUS
MEU SENHOR É FIEL, NÃO VACILA COM OS SEUS
VAMOS MEUS IRMÃOS, FAZER A EXPERIÊNCIA
DE CONFIAR EM NOSSO DEUS, E NA SANTA PROVIDÊNCIA
DESAPEGAR-SE DESSE POUCO EM SINAL DE OBEDIÊNCIA

Narrador : O Dízimo é uma forma de retribuirmos a Deus tudo que ele nos dá, é a forma mais justa de ajudarmos as pessoas menos favorecidas, pois"Um pouco de quem tem muito, é muito na vida de quem tem pouco".

MÚSICA: ORAR É AMAR, ORAR É PEDIR...
ATOR: ( Olair )
EU SONHAVA TER UMA TETO PRA ME ABRIGAR, ALGUÉM QUE ORASSE POR MIM, QUE ME CAHAMASSE DE FILHO, ME COLOCASSE NO COLO E ME DESSE TODO AMOR DESSE MUNDO. EU QUERIA UM PEDAÇO DE PÃO QUE VIESSE DA MÃO MAIS GENEROSA E AQUI EU ENCONTREI. ALGUEM QUE ME DISSESSE QUE EU PODERIA RECOMEÇAR. FOI ATRAVÉS DO SEU DIZIMO QUE EU GANHEI UM COBERTOR, UMA ROUPA,ESTUDOS, SAI DA VIOLÊNCIA, GANHEI AMIGOS, CONQUISTEI DIGNIDADE E CONHECI A DEUS. O SEU DIZIMO É COMO O CAJADO NA MÃO DE MOISÉS, FAZ ATRAVESSAR PARA O LADO DO AMOR TODOS AQUELES QUE NECESSITAM DESSA GRAÇA!
( todos )
Tive fome, e destes de comer; tive sede, e me destes de beber;
estive nu e me vestistes; enfermo, e na prisão, e Tu  me visitastes.
Em verdade vos digo que, quando fizeres o bem a um destes pequeninos, fizeste também a mim. Mateus 25
ORAR  É AMAR, ORAR É PEDIR  ORAR É SENTIR A MESMA DOR
fim