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Goiânia, Goiás, Brazil
Escrevemos sobre assuntos ligados à história goiana, genealogia, artes, artesanato e assuntos de interesse de nossa família. Portanto, esse espaço pertence a uma pessoa somente, é público, todos podem ler se quiser, pois aqui publicamos vários tipos de assuntos, a grande maioria dos leitores se manifesta positivamente e com elogios, o que agradecemos muito. Os comentários devem ser acompanhados de identificação, com email, para que sua opinião seja publicada.

domingo, 10 de fevereiro de 2013

PADRE LUIZ AUGUSTO, LÍDER ESPIRITUAL E LÍDER CARIDOSO


Se o Padre Luiz Augusto não fosse como é, não teria perto de si pessoas de todas as camadas sociais que o admiram com a mesma intensidade. Homens, mulheres e crianças que fazem parte de uma grande família católica que participam das missas que ele celebra e colaboram, cada um como pode, para que ele realize a sua missão de sacerdote.
Graças a sua personalidade e ao apoio de toda essa multidão ele cresce, não importa se ainda existem comentários em consequência de uma punição injusta, como ficou provado no processo de auditoria que instalaram para saber como ele estava agindo e nada conseguiram provar, porque NÃO EXISTE NADA CONTRA ELE.
A sua atitude é sempre positiva diante de tudo o que faz. Ele continua exercendo muito bem o seu papel de líder espiritual e líder em promover o bem para os que necessitam, através de ações assistenciais, cuja manutenção provém da arrecadação financeira captada pela condição de credibilidade que ele exerce.
Sempre que ele aparece, por causa da sua notoriedade alguns desavisados revivem algo que todos sabem que foi um erro. Mas, ele é seguro em suas ações e não se descuida da sua responsabilidade missionária, por tudo isso, ele pode até ter alguns descontentes com o seu sucesso caridoso e exemplar, mas, uma multidão o aplaude e continuará participando de todas as suas ações caridosas, porque se muitos o procuram não é porque ele é simpático aos ricos, como querem insinuar, mas, é porque ele é um pai para todos, e, além disso, é um sacerdote confiável que sabe administrar o que recebe como doação.
Quer quiser conhecer pode ir visitar a Casa Mateus 25, a Casa de Nossos Pais, os consultórios médicos e odontológicos, ver também, os doentes que ele cuida com tanto carinho. Poderá conferir tantas outras coisas que ele realiza na Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus e na Comunidade Atos, não para atender aos ricos como alguns maldosos dizem, o que ele faz, é  verdade, é dar aos ricos a oportunidade de ter um lugar para fazer a sua caridade, porque na grande maioria das vezes as pessoas que podem ajudar financeiramente não sabem aonde ajudar.  Ele propicia, com o seu trabalho, uma ação caridosa que envolve milhares de pessoas através da sua paróquia e da sua comunidade e assim pode melhorar as condições de vida dos necessitados que o procuram. Isso se chama competência e credibilidade.
Deus o capacitou para ser um servo de Deus incansável e mesmo sendo criticado ele consegue se destacar sendo bom e sem mágoas.
Paz e Bem!

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Civismo e patriotismo

Ainda existe em mim o civismo e o patriotismo que vem comigo desde a minha infância. Ainda me emociono e choro ao cantar o Hino Nacional com a mão no peito em sinal de respeito ao meu País. Mas, choro indignada ao ler a notícia de que elegeram, mais um vez, outro político que não se porta corretamente como deveria para representar o povo que o elegeu.

O que acontece com os políticos que deveriam representar os interesses do povo brasileiro? São eleitos com a finalidade única, conforme está em nossa acanhada Constituição, para representar não somente os eleitores que os elegeram, mas a todos os cidadãos do Brasil. Infelizmente, uma minoria bem alfabetizada e que sabe entender o que está escrito porque teve boas aulas de português nas escolas que frequentou, se manifesta contra a posse de um político que já foi afastado e que tem uma denúncia contra ele.

Embora pareça impossível, ainda existe em mim a esperança de um dia ver o povo do Brasil ter como lema a honestidade. Que as crianças aprendam em casa, primeiramente, como seus pais, o que é ética e moral. Que todos ao chegar à escola saibam se portar com respeito ao professor e aos colegas, porque aí inicia o processo de civilidade. Mas, como estão as escolas brasileiras? Ensinam o que é certo? Ensinam amar a Pátria? Nem sequer o Hino Nacional as crianças aprendem, só existe patriotismo quando o Brasil joga futebol lá fora ou em jogos olímpicos ou em corrida de carro. 

Mas, insisto, ainda existe em mim a perseverança de ensinar aos meus que amar a sua Pátria é agir com respeito às leis, trabalhar e ser honesto, isso tudo não é virtude ou qualidade que devemos ter e sim obrigação de cada cidadão.

Ainda verei um dia, tenho fé, o povo brasileiro se importando e ficando indignado com o que se passa de errado no Brasil no dia a dia, não uma minoria, mas, uma maioria alfabetizada integralmente, não só para assinar seu nome e votar em quem lhe dá uma cesta básica. Pessoas que possam ler e entender o que leem, para evitar as grandes tragédias por negligência de pessoas que recebem para trabalhar e agir corretamente e não agem.

É muito triste constatar que o povo não se liga nas coisas mais básicas do dia a dia, não se importa se as escolas estão adequadas, se existe segurança nos locais que frequentam, se a fila não anda por causa do mau atendimento, enfim, o que se vê é uma descrença muito grande quando se tem que exigir os direitos de cidadão.

Ainda verei um dia o povo brasileiro ter orgulho de seus heróis, das pessoas dignas, de sua cidade e de seus encantos e ao invés de denominar com nomes estrangeiros o que temos aprender a designar com nomes brasileiros as ruas, avenidas, edifícios, casas de recreação, restaurantes que hoje são ridiculamente chamados com nomes que ninguém sabe o que é e apenas uma pequena parcela de privilegiados entende.

Ainda verei um dia o Brasil ser reconhecido por nos brasileiros como o melhor lugar para se viver, não só pelas suas belezas, mas, por ter as suas leis respeitadas.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

URGENTE: PELA VOLTA DO PADRE LUIZ AOS PROGRAMAS DE TELEVISÃO E RÁDIO


Há quase dois anos fora da mídia o Padre Luiz Augusto pode ter perdido a sua oportunidade de mostrar como ele evangeliza e o que ele faz em nome da Igreja Católica de Goiânia, porque não dizer de Goiás, com alcance em alguns lugares do Brasil e fora do Brasil, pois todos sabem que a audiência que ele alcançava era muito grande. Pois bem, durante esse tempo em que esta fora, mais do que ele, estão perdendo a Arquidiocese de Goiânia e mais ainda os milhares de ouvintes e telespectadores que o admiravam, sabem porque? Ao contrário de ser transferida essa audiência para outros sacerdotes da Igreja Católica, muitos confessam que estão assistindo ou ouvindo um certo pastor de outra Igreja que tem o dom da oratória e se comunica muito bem. Podemos afirmar que esse dom da oratória o Padre Luiz também possui, com certeza, ele estaria evangelizando e ajudando a tantos dentro dos preceitos católicos com grande propriedade.  
Com tristeza constatamos mais uma vez que não se transfere competência. Cada um possui qualidades especiais, são dons que Deus dá e cada um usa como lhe convém, nesse quesito o Padre Luiz soube e sabe usar as suas qualidades muito bem, visando sempre cumprir a sua missão de servo de Deus aqui na terra.
Todos nós acompanhamos todo processo que retirou o Padre Luiz Augusto de suas funções, sem entender a razão, pois, ele nunca parou de fazer o que se espera de um sacerdote com a sua capacidade, ele continuou exercendo muito bem o seu papel de líder espiritual e líder em promover o bem para os que necessitam, através de ações assistenciais, cuja manutenção provém da arrecadação financeira captada pela condição de credibilidade que o Padre Luiz inspira a todos. Ninguém o procura por uma só qualidade, mas pelo conjunto de qualidades que, felizmente, Deus o capacitou.
Sem nenhum critério e sem provas prejulgaram a sua conduta. Foi com angústia que recentemente tomamos conhecimento do relatório da auditoria encomendada pela Cúria, angústia porque ficou provado que agiram de má fé, sem nenhuma razão concreta, o intuito era denegrir a imagem do Padre Luiz Augusto. Está mais do que claro que esse relatório confirmou o que todos que o admiram sabiam, porém, ficou espalhado a intriga, assim como,  no caso da mulher que foi confessar seu pecado de fuxiqueira, o padre confessor mandou que ela espalhasse as penas de uma galinha ao vento e depois tentasse recuperá-las, nunca mais conseguiu, assim são as conversas e fuxicos espalhados sobre a conduta do Padre Luiz, quem agora terá a dignidade de espalhar que nada existe contra ele?
Deveriam divulgar o resultado desse relatório em reconhecimento de suas valorosas realizações, grandes obras e da sua capacidade de evangelizar conduzindo-o  de volta aos programas de rádio e televisão, acatando a vontade de um grande público que aguarda ansioso o seu retorno e que hoje se debanda para escutar um bom orador de outras rádios religiosas . Quem tem perdido com toda essa rusga que se iniciou há quase dois anos tem sido a Igreja Católica, a Arquidiocese de Goiânia e todos que precisam de uma boa orientação cristã.
Pela volta dos programas de rádio e televisão com o Padre Luiz Augusto

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

PADRE LUIZ SABE COMO AGIR


Conhecer o Padre Luiz Augusto é uma benção especial porque ele se dedica inteiramente ao seu papel de pai espiritual, de conselheiro e amigo, não tem vaidades e muito menos quer aparecer.
Conviver com ele é gratificante, porque ele sempre tem palavras que repreendem, mas, que ensinam a trilhar no caminho do bem. Se existem perseguidores e traições, ninguém foi mais atingido do que ele e somente ele pode medir o quanto lhe prejudicaram todas as injustiças que lhe foram impostas. Seu coração foi ultrajado, ele recebeu duros golpes, todos nos  sabemos e fomos atingidos indiretamente, porque o admiramos e o seguimos, mesmo assim,  somente ele sabe dimensionar o quanto tudo lhe prejudicou, magoou e o fez sofrer.
Diante de Deus ele se portou como um filho amado e diante dos homens cumpriu o que lhe designaram, obedecendo aos que determinam como agir dentro da Igreja Católica.
Seja qual for a intenção dos que o procuram agora para o “perdão”, eles não serão tratados com descaso, muito menos passarão pelo Padre Luiz sem que ele se cuide muito bem, ele sabe perfeitamente como agir, porque durante esses dois últimos anos de tantas provações humanas e de Deus, ele foi vitorioso e é por isso que estão de volta, a sua vitória é visível a todos e quem não quer se aproximar de uma pessoa abençoada e privilegiada.
Quem esperava outra atitude do Padre Luiz Augusto, errou. Ele é um servo de Deus que através de seus exemplos passamos a admirar, podemos até discordar, como seres humanos que somos, mas, não menosprezar a sua capacidade de discernir. Padre Luiz Augusto já demonstrou que sabe administrar as adversidades que aparecem em sua vida, não lhe fizeram de bobo, embora tenham traído a sua confiança, mas, ele jamais deixou que lhe arrancassem a sua vontade de ser servo fiel a Deus. Ele é e sempre será um vitorioso, ele tem um “coração grande e semelhante ao de Jesus Cristo” como foi dito em um comentário.

sábado, 15 de dezembro de 2012

PEDRO E A PRAÇA CÍVICA


Minha mãe morou em Goiás até 1949, quando se casou com meu pai e, assim, passaram a morar em Goiânia, uma cidade pequena, com menos de cinquenta mil habitantes, por isso, aos 82 anos, ela vê Goiânia com outros olhos, como quem participou desse crescimento e com entusiasmo ela repete sempre: “Dr. Pedro foi mesmo um homem corajoso e sábio, como ele se sentiria orgulhoso em ver Goiânia assim.”
Embora, seja recente a história de Goiânia e o seu fundador Pedro Ludovico tenha falecido há apenas 33 anos não é justo afastá-lo de sua grande obra, nem deixar que façam pouco caso do que resta de autêntico da construção de Goiânia descuidando da sua história. Não se sabe por que a resistência de alguns em reconhecer seu mérito, não só seu, mas, também, daqueles corajosos companheiros que o apoiaram desde os primeiros momentos, quando ele decidiu pela mudança da Capital. Inacreditável é constatar que algumas pessoas que eram contra a mudança tiveram homenagens muito mais significativas do que as pessoas que realmente lutaram para edificar essa cidade. Hoje, Goiânia contradiz a todas as previsões negativas lançadas sobre ela. Muitos não enxergaram no destemor de Pedro Ludovico o seu desejo de romper as correntes que atavam Goiás ao atraso e lançar o Estado em uma fase progressista, dando um salto no ranque de desenvolvimento nacional. Goiânia é hoje uma das mais belas e boas cidades para se viver e investir do Brasil.
Dr. Pedro desde menino se preocupava com os problemas de sua terra natal, por isso, quando foi estudar Medicina no Rio de Janeiro, ele procurou conhecer e se informar do que havia de novo e assim enriquecer a sua formação.  Além de ser uma pessoa muito bem informada era um homem destemido, quando decidia por algo, dificilmente voltava atrás, porém, não era truculento nem se prevalecia de sua condição, era simples, educado, não se vangloriava de seus feitos, mas, era com orgulho que falava de “sua filha mais nova, Goiânia”. Ele cuidou de cada detalhe da sua construção e, mais tarde, mostrava grande preocupação quanto à preservação dos documentos referentes à transferência da Capital. Sabiamente ele colocou a Praça Cívica sob os cuidados do Governo do Estado, para que o governador cuidasse dela, parece que alguns descuidaram e a esqueceram, a Praça está destruída. Agora, graças à iniciativa do Governador Marconi Perillo a revitalização da Praça Pedro Ludovico Teixeira será realizada. O Governador Marconi tem procurado fazer o que permitem os órgãos que regulamentam esses tombamentos, porém, não se pode aceitar que uma ação equivocada prevaleça. Por que deve prevalecer o tombamento de um monumento que se assentou inadequadamente em lugar de honra na Praça. Afinal, onde está o bom senso? Esses tombamentos deveriam respeitar os projetos originais de Goiânia, uma cidade que teve um traçado simples com a mesma simplicidade do caráter do seu fundador que jamais revindicou qualquer homenagem, contudo, seria uma justa e respeitosa homenagem se voltassem a Praça Cívica ao seu traçado original colocando o obelisco central em seu lugar, revitalizando as fontes luminosas e colocando de volta os pequenos postes de iluminação. A permanência do monumento central, por causa de um tombamento equivocado, mácula o traçado da Praça e mostra que falta bom senso. Claro, é uma obra importante que merece destaque em outra praça, jamais deveriam ter permitido que ali se instalasse, não faz parte do conjunto histórico da Praça, não é harmoniosa com o restante das construções e se há algo a permanecer ali é o obelisco original, que jamais deveriam ter permitido ser retirado.
Nem Pedro, nem Três Raças no centro da Praça, mas sim o original obelisco.
E para não ficar destoando da revitalização que está em andamento pelo Governo do Estado, com o projeto do arquiteto Luiz Fernando Cruvinel Teixeira condecorado inúmeras vezes por seus trabalhos, portanto uma excelente escolha, a Prefeitura deveria se unir ao a essa realização e permitir a construção do Memorial dos Pioneiros, de forma harmoniosa com o que já existe. Seria oportuno e mais condizente com a personalidade de Pedro Ludovico se colocassem junto ao Memorial uma estátua retratando o momento histórico da assinatura do decreto de transferência da capital, como disseram, porém, está ponta a estátua equestre, foram mais de vinte anos para que fosse concluída, não por falha de Neusa Morais, a sua escultora, por falta de repeito à artista e negligência do órgão que a encomendou, por isso, não dá para correr o risco e esperar mais vinte anos por outra obra de arte para homenagear os pioneiros e o fundador de Goiânia.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

PERDÃO FOI FEITO PARA DAR


Perdão foi feito para dar, mas cheio do Espírito Santo é quem sabe dar o seu perdão, pois, cristão deve viver como o Filho de Deus pregou, observando seu Mandamento de amar sobre todas as coisas.
Jesus, em seus últimos instantes de vida, agonizou na cruz, com uma dor imensa, incompreensível de ser suportada por seres humanos, mas, Ele a suportou por amor a todos nós e, naquele momento final, o Filho de Deus pediu que fossem perdoados os seus perseguidores, os traidores e aqueles que o condenaram à morte, Jesus pede ao Pai: “Pai, perdoai-lhes, porque não sabem o que fazem.”
Se seguimos seus ensinamentos, sabemos que perdoar é um ato Cristão. Quantas vezes Jesus mandou que perdoassem seus inimigos? A própria oração que o Pai nos ensinou, diz: “perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tenha ofendido”. Se temos o coração cheio do Espírito Santo, a sabedoria de Deus nos abranda os ressentimentos e faz com que tenhamos a generosidade de perdoar, mesmo que a pessoa que cometeu a ofensa não seja digna de ser perdoada, é necessário refletir nas palavras de Jesus Cristo e agir como Cristão.
Quantas vezes, em momentos de muita perseguição, criticamos os perseguidores, dizendo que o que estava sendo feito não era coisa de Deus? Pois, agora, já que procuram, reconhecem que quem foi perseguido não deveria ter sido apunhalado pelas costas e vêm até ao Padre Luiz Augusto, reconhecendo a sua grandeza espiritual e a sua inquestionável capacidade de evangelizar, não é preciso ser sábio para entender quais as reais intenções, mas, com esse ato reconhecem o valor do Padre Luiz, reconhecem a grandeza de suas ações e obras, reconhecem que ele é incansável e imbatível diante as ofensas e, acima de tudo, é um servo de Deus capaz de arrebanhar multidões, como tem sido. Mesmo que lhe tenham sido tirados quase todos os seus direitos de sacerdote, tenham lhe proibido de ministrar os sacramentos, tenham lhe enviado para uma Paróquia distante, tenham lhe rebaixado de Pároco para Vigário, tenham lhe colocado em uma Igreja com capacidade para sessenta pessoas, Deus providenciou e mostrou que vence quem tem permanentemente Deus consigo. Tentaram tirar tudo dele, mas, não lhe podem tirar Deus, não lhe arrebataram a fé, por isso e por ser o sacerdote das multidões ele pode perdoar sim, pois, o perdão é para quem é forte, é seguro na Fé, é temente e praticante dos ensinamentos de Jesus.
Com o Padre Luiz Augusto sempre estiveram seus fiéis admiradores, principalmente, quando as abusivas punições lhe eram impostas e ele, em sua humildade, ia obedecendo. Agora, diante desta sua generosa atitude de perdoar os que não souberam agir corretamente com ele, ele merece, mais ainda, o respeito e a admiração de todos os paroquianos, pois, nos mostra que a  generosidade é um ato cristão.

domingo, 2 de dezembro de 2012

PADRE LUIZ VOLTE A EVANGELIZAR VIA RÁDIO E TELEVISÃO

Todos os dias escutamos comentários contendo elogios e destacando as qualidades do Padre Luiz Augusto, inclusive, lamentando a sua ausência dos programas de rádio e televisão, comentam que sentem falta dos seus conselhos e das suas respostas para os seus questionamentos.
É fácil entender porque sentem tanta a sua falta, imaginem um guia espiritual capaz de liderar sem nenhum conflito durante doze dias cinquenta e uma pessoas em uma peregrinação pela Terra Santa – Israel e mais três dias em Roma. Era um grupo formado por pessoas diferentes em todos os aspectos, inclusive religioso, como ele mesmo diz algumas pessoas eram muito piedosas e outras tinham aquela fé morna de quem está somente cumprindo a sua obrigação. Ele, com a sua habilidade de pai espiritual, transformou a viagem em um verdadeiro encontro de fé, fazendo com que todos participassem com entusiasmo, coisa rara de se ver quando o grupo é tão grande. Ele soube conduzir as pessoas em torno de um só objetivo: fazer uma peregrinação fervorosa. Era de se esperar que fosse uma viagem rica em orações, mas, o que aconteceu marcou a todos, aos que já o conheciam e aos que pela primeira vez o acompanharam, pois, ele, como em tudo em que se propõe a fazer, comandou com sabedoria, tornando a sua primeira experiência como guia espiritual de um grupo em viagem à Terra Santa e a Roma, uma demonstração de competência que só um servo de Deus iluminado pela ação do Espírito Santo é capaz de fazer. Não é fácil seguir um roteiro rígido de peregrinação levantando antes da sete da manhã e dormindo depois das dez da noite, era visível que havia algo movendo a todos, algo que somente aos que estavam ali, era possível dimensionar. 
Visitar os lugares por onde andaram Jesus, seus amigos e perseguidores é um roteiro turístico que atrai a muitos, mas, passar por esses lugares com o olhar piedoso foi uma experiência única, abençoada, enriquecida com as diversas celebrações da Santa Missa pelo Padre Luiz em locais como a Igreja aonde era a casa em que se realizou o primeiro milagre de Jesus durante as bodas de Caná, no mar da Galiléia onde Jesus andou sobre as águas e em suas margens Ele fez o sermão das montanhas e em Belém, em uma capela da Basílica da Gruta da Natividade, ou seja, no local aonde Jesus nasceu. 
No Rio Jordão, aonde João Batista batizou Jesus, renovamos as promessas do nosso batismo, mergulhando em suas águas. 
O que mais desejam os católicos quando vão a Roma? Desejam uma audiência com o Papa. Pois bem, o grupo do Padre Luiz foi à audiência e ficou radiante quando o Papa citou a Paróquia Santa Teresinha de Aparecida de Goiânia. E, para encerrar a visita a Roma, como coroamento de uma belíssima peregrinação o Padre Luiz celebrou a Santa Missa na Capela de São José, dentro da Basílica da São Pedro, aquela que fica à esquerda do altar principal, a maior delas, um privilégio para poucos padres brasileiros, providência Divina, como diz um grande sacerdote amigo.
Nos depoimentos da despedida houve relatos de cura interior, de graças recebidas, de fortalecimento da fé e o compromisso de ser um dedicado propagador da fé em Jesus. Falando nisso, insistentemente, as pessoas cobram a volta do Padre Luiz aos seus antigos programas de rádio e televisão, quando ele então, eficientemente, evangelizava. Isso não depende exclusivamente do Padre, ele precisa da autorização da Cúria. Ideal seria se todos que concordam com esse pleito fizessem uma campanha junto a Dom Washington e Dom Waldemar, para que, em nome do bom serviço a Cristo ou à cristandade, devolvam ao Padre Luiz a alta missão de evangelizar via da mídia, também.

sábado, 24 de novembro de 2012

UMA “SANTA” AUDITORIA

Nenhuma calúnia passa sem ser percebida e noticiada se o alvo é uma pessoa conhecida e que tem feito maravilhas em sua área. A difamação é como um raio, destrói o alvo e o que está ao seu redor, a não ser que o alvo seja uma pessoa capaz e admirada por milhares de fiéis seguidores. Quiseram denegrir a sua vida, mas, não conseguiram, pois erraram o alvo, Padre Luiz Augusto Ferreira da Silva, ex Pároco da Paróquia Sagrada Família e, intencionalmente, retornado ao cargo de Vigário, está agora na Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus, em Aparecida de Goiânia, é forte, tem fé, apesar de toda injusta perseguição, ele manteve a sua integridade.
Muitos ainda comentam a transferência tumultuada do Padre Luiz Augusto da Paróquia Sagrada Família, em maio de 2011. Quem era contra, fazia insinuações levantando dúvidas sobre o seu caráter e sobre a sua conduta administrativa. A própria direção da Igreja Católica insinuou uma quebra de acordo e foi responsável por declarações que colaboraram para que fossem levantadas suspeitas sobre a verdadeira causa da sua transferência, assim, quiseram esconder o que estava ocorrendo por traz de uma manobra para dar poder a quem não é capaz, pois, entregar uma estrutura bem administrada com tudo pronto a outro administrador é simples, porém, administrar tudo é somente para quem tem competência e competência não se transfere.
Tudo foi amplamente divulgado, até porque o Padre Luiz Augusto se tornara um sacerdote de enorme destaque perante a sociedade goianiense, não só pela sua atitude como Pároco da mais popular Paróquia de Goiânia, mas, também, por ter se tornado referência de sucesso em tudo o que fazia, talvez aí estivesse o seu pecado, as pessoas o admiravam por suas obras – e não podia ser assim, segundo a Igreja. Fizeram de tudo contra o Padre Luiz, difamaram, caluniaram, expulsaram seus catequistas, trocaram chaves das portas da Igreja, ele foi proibido de realizar qualquer atividade na Paróquia Sagrada Família, não fosse tudo isso um absurdo, eles inventaram um rombo de trezentos mil reais. Mentiram tanto que para parecer verdade instauraram uma Auditoria para provar o que queriam que fosse verdade.
Agora, mais de um ano depois, na semana passada, ele foi à Cúria para ler a conclusão do Relatório da Auditoria, muito bem, mas, correto seria comunicar publicamente que nada existe que desabone a sua conduta, que sempre foi irrepreensível em sua administração e que ele não roubou ou desapareceu com nenhuma quantia de dinheiro da Paróquia Sagrada Família, que tudo foi um engano. Ora, foi somente uma “Santa Auditoria” a pedido da direção da Igreja de Goiânia! Agora, deveriam prestar contas aos milhares de fiéis que sempre contribuíram com a Paróquia Sagrada Família e que foram punidos, criticados, chamados de não católicos e outros tipos de adjetivos nada honrosos, somente porque decidiram seguir com o Padre Luiz Augusto, pois, confiavam nele e sabiam que onde ele estivesse eles continuariam engajados em obras caridosas, e, hoje, perante esse Relatório está a confirmação de que foram enganados e desrespeitados pela Direção da Igreja. Agora, deveriam comparecer para levar o resultado da Auditoria para os milhares de fiéis que participam das missas de Domingo na Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus, não que seja necessário para eles, pois, nunca precisaram do resultado dessa Auditoria para confiar em seu sacerdote, todos souberam distinguir quem é o joio e quem é o trigo. Esse texto do Marco André reflete o pensamento de todos amigos do Padre Luiz: “nunca tive dúvidas de sua retidão e de sua obediência a Deus. Então não há motivos para dúvidas. Os que duvidaram, questionaram e caluniaram é porque se deixaram ser instrumento do inimigo para semear a discórdia e a divisão em nossa Igreja. O senhor é ungido de Deus, vive a retidão e saiba que a estrada que estás trilhando é aquela que te levará para o Céu...”
Agora, deveriam, ao invés de criticar, visitar algumas de suas obras, como a Casa de Nossos Pais, a Casa Mateus 25, a Clínica Atos, a Comunidade Atos e a Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus, tudo isso construído nesse ano e meio tumultuado, cheio de injustiças e perseguições incabíveis cometidas contra ele. Em seu dia-a-dia ele só tem tempo para sua missão de ser servo de Deus e ele nunca parou para esperar essa Auditoria, porque seu tempo é precioso para atender os que precisam da mão caridosa da Igreja. Ele sabe que pode fazer do limão uma deliciosa limonada, isso sim, é que o difere de tantos.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

PADRE LUIZ AUGUSTO FERREIRA DA SILVA

Padre Luiz Augusto Ferreira da Silva TEXTO DE Helder R Filho

Pai, eu havia me esquecido que o senhor tinha 3 cursos superiores, era concursado efetivo no Estado de Goiás e que por amor a Deus exclusivamente largou tudo para servir ao Reino de Deus, e que ficou de molho por aproximadamente 3 longos anos esperando a ordenação sacerdotal, e não se esquivou, (porque o que é de Deus tem que ser triturado e sofrido) eu havia me esquecido que se empossou numa paróquia como administrador paroquial que na época cabia no máximo 600 pessoas, e deveria ter no máximo uns duzentos dizimistas, e que por 15 anos a fez crescer para no mínimo 5 mil pessoas sentadas e que o dízimo superou os 10 mil dizimistas, pela sua força e testemunho, eu havia me esquecido que o senhor construiu uma comunidade de vida com o seu esforço e suor, eu havia me esquecido que comprou uma Rádio e uma Televisão, assumiu uma creche que era destruída, sem dignidade e a transformou em exemplo de Creche para a grande Goiânia, que não recebia recursos do município, as vezes por 6 meses a um ano de atraso, eu havia me esquecido que o senhor pela sua insistência e radicalidade no Evangelho salvou pelo nome de Jesus inúmeras famílias, eu havia me esquecido que o senhor já celebrou em 17 anos de sacerdócio no mínimo 15 mil missas, já presidiu no mínimo uns 5 mil casamentos, já atendeu em confissão e direção espiritual inúmeros casais, jovens e crianças, já visitou milhares de doentes, eu havia me esquecido que já distribuiu mais 100 mil cestas básicas, eu havia me esquecido que montou um ambulatório e farmácia de dar gosto há muitos psicólogos, médicos, dentistas, enfermeiros enfim a área da saúde, eu havia me esquecido que tinha inúmeros advogados a disposição da comunidade, eu havia me esquecido que dormia as 0h e acordava às 4:30h, eu havia me esquecido que ajudou na formação de grandes líderes na Arquidiocese de Goiânia, inclusive sacerdotes, eu havia me esquecido que o senhor cuida no mínimo de 5 homens com doença mental porque nenhuma clínica os aceitaram, eu havia me esquecido que o senhor adotou várias crianças com suas mães porque não tinham com quem contar, eu havia me esquecido que o senhor construiu uma Casa para acolher os pais e mães que são abandonados, eu havia me esquecido que foi empossado numa paróquia como Vigário Paroquial que tinha 60 pessoas e 20 dizimistas e que em um ano já participam mais de 8 mil pessoas por domingo, e que já tem quase1.000 dizimistas, eu havia me esquecido que o senhor está construindo uma Casa onde abrigará pessoas doentes e desabrigadas, enfim eu havia me esquecido que tenho Jesus tão perto de mim e as vezes não faço por onde. Eu havia me esquecido que para o senhor ter conseguido fazer tudo isso precisou da graça de Deus, do seu desprendimento e também precisou de pessoas do bem do seu lado, competentes e comprometidas com o Reino de Deus. “Mas para que tudo isso tivesse acontecido precisou de um coração zeloso por trás e de um grande administrador” (palavras de um padre numa Santa Missa). E com certeza eu devo ter esquecido de alguma coisa... completem meus irmãos na fé... Querido pai, te amo e seguirei seus passos e testemunho até o fim; o sigo porque? Por que os seus passos são os mesmos do Cristo Jesus. Paz e bem.

Me desculpem, por erros de gramática e acentuação.

Helder R Filho

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

CONCLUSÃO DA AUDITORIA NA PARÓQUIA SAGRADA FAMÍLIA CONFIRMA A INJUSTIÇA CONTRA PADRE LUIZ AUGUSTO

A partir do momento em que se conhece uma pessoa que se destaca pela sua postura diante da vida, é possível concluir: se ela é uma pessoa valorizada pela sua atitude e pela sua liderança é porque essa pessoa tem credibilidade. Ninguém engana a tantos por muito tempo, muito menos consegue manter uma postura falsa, fingindo ser bom, sem que as pessoas comentem sobre seus erros.

Porém, como entender porque que essa pessoa de comportamento exemplar, tem contra si as pessoas mais próximas, as que mais usufruíram de seu sucesso. Porque os primeiros a atirar a pedra contra essa pessoa são os mais próximos? Na verdade eles nunca o admiraram com sinceridade, eles se encostaram como parasitas, para ver se sobrava um pedacinho do sucesso dele para si, sem que fosse necessário fazer qualquer esforço, somente queriam tirar a sua parte – alguns agiam como poderosos, exigiam que fosse dado a “César o que é de César”.

Será que nunca acabarão com essa mania de invejar e não realizar? Trabalhar para pelo menos se igualar ao melhor, não pensam assim, melhor é criticar.

É vergonhosa essa atitude de algumas pessoas que não toleram o sucesso do outro indo às vias da insanidade para tentar provar que quem age corretamente e se destaca mais do que os outros na instituição, tem algum desajuste mental ou cometeu algum desvio. Tentaram de tudo, fizeram calúnias, inventaram mentiras, fizeram denúncias, tudo porque quem detém algum poder lhes acobertavam. A mando de quem e para quem? Qual a verdadeira razão de tudo isso? Não se importam em envolver instituições, famílias, pessoas honestas. Não se preocupam em perder qualidade, estão preocupados em manter o poder, em ser obedecidos. A que ponto chega a vaidade de quem não está preparado para o poder. A ética moral é um preceito que todos temos que seguir, independentemente de hierarquia. É necessário senso moral, piedade e humildade, para que haja mais generosidade em nosso meio.

Com certeza milhares de pessoas, também, haviam esquecido tudo isso, mas, se alegram com a conclusão do Relatório da Auditoria, porque nunca duvidaram e sempre estiveram ao lado do Padre Luiz e ao seu lado permanecem até hoje, ao lado do Sacerdote das Multidões.
 
SEGUE TEXTO DO PADRE LUIZ AUGUSTO:
“Eu havia me esquecido...

Sim, eu havia me esquecido de que, quando saí da Paróquia Sagrada Família, gritaram em alto e bom tom que Deus havia separado o joio do trigo, e que agora todos ficariam sabendo quem era mesmo o Padre Luiz Augusto. Eu havia me esquecido de que meus filhos da Comunidade Atos foram expulsos da Coordenação da Catequese como malfeitores, e que trocaram as chaves das portas para que eles não pudessem entrar no Centro Catequético; eu havia me esquecido de que afirmaram que alguns imóveis da Paróquia estavam no nome da Comunidade Atos; eu havia me esquecido de que um Ministro da Eucaristia bateu na porta da Comunidade Atos, trazendo uma carta me proibindo, expressamente, de participar de qualquer atividade na Paróquia Sagrada Família, porque havia provas concretas de que eu queria destruí-la; eu havia me esquecido de que fora banido da convivência de pessoas que sempre tive como filhos e amigos; eu havia me esquecido de que fora proclamado que o Padre Luiz Augusto deixou um rombo de trezentos mil reais, que destinou à construção na Comunidade Atos e que por isso fora instaurada uma Auditoria; sim, eu pensava que havia me esquecido...

Precisamente, no último dia 22 de outubro, uma pessoa, que tenho como filho, veio me pedir perdão, porque, durante muito tempo, ela esteve com raiva de mim, porque alguém a convencera de que o Padre Luiz Augusto havia roubado a Paróquia Sagrada Família, e, justamente, alguém que sempre tive como filho e por quem sempre terei eterna gratidão, pois, gratidão independe se hoje a pessoa que nos fez o bem é ou não amiga da gente. E eu tenho muita gratidão por centenas de famílias que me ajudaram no tempo em que estive à frente da Sagrada Família. Mas, por esse fato, tudo o que havia “esquecido” voltou à tona. Então, me lembrei da Auditoria. Para mim era questão de honra ver o Relatório final. Por isso, nessa terça-feira, 30 de outubro, fui à Cúria falar com o Monsenhor Daniel e assessores. Tive acesso ao Relatório: Não “roubei” a Sagrada Família, mas, se a conclusão fosse diferente, iria lhes dizer do mesmo modo, pois, afinal de contas, era preciso decidir.

Com muito carinho e gratidão,

Pe. Luiz Augusto”