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Goiânia, Goiás, Brazil
Escrevemos sobre assuntos ligados à história goiana, genealogia, artes, artesanato e assuntos de interesse de nossa família. Portanto, esse espaço pertence a uma pessoa somente, é público, todos podem ler se quiser, pois aqui publicamos vários tipos de assuntos, a grande maioria dos leitores se manifesta positivamente e com elogios, o que agradecemos muito. Os comentários devem ser acompanhados de identificação, com email, para que sua opinião seja publicada.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

O AMOR VENCE TUDO


Pessoas a quem Deus capacitou para falar sobre as coisas que nos fazem aumentar a fé são abençoadas por Ele, é claro que são. O que é maravilhoso é que essas pessoas na grande maioria são pessoas simples, de quem as palavras fluem devido a unção do Espírito Santo, porque falar de Deus não é complicado e nem suntuoso, falar de Deus é despertar no coração a luz que ilumina a vida de cada um. São palavras que alimentam a sede do saber de Deus. Saber que Jesus veio ao mundo para banir as trevas e trazer a luz. Uma luz que encontramos se buscamos Jesus vivo entre nós. Ele ressuscitou e está vivo, disponível para todos nós. Nele encontramos a vida, Jesus Cristo é vida.
Essa mensagem otimista de que Jesus é vida, é amor, sempre traz a alegria de viver. Ajuda a caminhar na verdadeira fé, a caminhar perseverando, com atitudes firmes de   fazer o bem, rezar, perdoar, ajudar ao irmão, amar, assumir a mentalidade de Cristo e aprender que Deus não quer seres miseráveis, mas que aprendam a viver na fé, com confiança plena n´Ele.
Somos seres do bem, caminhando para sermos sempre melhores, é o que Deus quer de nós e nos dá o caminho para chegar a Ele – confiar em sua misericórdia.
Se a fé é abalada por coisas que acontecem ao nosso redor, são provações que não se assemelham às que passou Jesus até chegar a morte. Ele é a maior prova de confiança em Deus. Nada o abalou nem as tentações, nem a solidão, nem o sofrimento, nem a dor física, porque o amor a Deus era maior, o amor de Deus vence todas as batalhas. Confie em Jesus vivo entre nós, Ele é o nosso pastor e nada nos faltará.
Só temos que promover às pessoas a quem Deus capacitou para ser um guia entre nós, são muitos, graças a Deus, contudo podemos dizer que seria muito bom para o mundo se tivéssemos pessoas com essa capacidade espalhadas em cada canto da cidade, isso ajudaria a muitos que se perdem nos vícios, nas drogas, nos desentendimentos familiares, na falta de Deus em suas vidas. Sozinhos não conseguem encontrar o caminho, é preciso a mão caridosa de uma pessoa capacitada por Deus para orientar que Jesus é o caminho, a verdade e a vida e quem tem o privilégio de ter um pastor assim, agradeça a Deus.
Obrigada, Senhor! Eu tenho um pastor que me guia, orienta e mostra que Jesus é vida, é alegria, é amor.
Deus abençoe sempre ao Padre Luiz Augusto, que é esse pastor para milhares de pessoas. Amém! 

sexta-feira, 5 de abril de 2013

MAURO BORGES - NA INTIMIDADE


Mauro Borges Teixeira – o ex governador Mauro Borges, como muitos o conhecem,  falar do que ele fez é muito fácil, porque trabalhou muito, edificou, realizou e deixou u grande legado político administrativo, porém seu maior legado ele construiu par a par com a sua amada companheira, amor de sua vida Maria de Lourdes Estivallet Teixeira, a sua Lourdes, a sua família. Como ele sentia orgulho de seus filhos e netos, era um carinhoso pai, avó e sogro. Conduziu sua família com determinação, com um amor exigente educou a todos para que fossem honestos e íntegros, que valorizassem o ser humano respeitando a individualidade de cada um e respeitassem e amassem a sua Pátria.
Como ele sentia orgulho de ser brasileiro e goiano. Como militar – Coronel reformado do Exército ensinava a todos que é obrigação e dever de cada cidadão defender  a sua Pátria e agir corretamente. Trabalhar e viver do que produz para se sustentar.
Quando saiu do governo foi obrigado pelo regime militar que assumiu, os ditadores, a ficar recluso em sua fazenda Congonhas em Corumbá. Lá, ele, ficou com sua Lourdes, os meninos estudavam e ficaram na casa dos avós e da tia Prudencia.
Filho de governador por mais de 30 anos, Pedro Ludovico foi eleito e reeleito, mas,  não acumularam riqueza, pelo contrário, saíram sem nada da política, como deve ser, mas,  com muita dignidade. Mauro quando foi deposto ele não tinha casa e nem carro, tinha uma fazenda comprada com a herança da d. Lourdes que perdera seu pai. Na verdade não tinha nada, nem emprego, estava proibido de sair de sua fazenda, mas, como tinha que viver e manter a sua família ele iniciou o primeiro reflorestamento de eucaliptos no Estado de Goiás.
Alguns poucos amigos o visitaram lá nas Congonhas, um deles ao chegar lá se espantou em ver o ex governador,  vestido como um peão,  a roçar um canavial. Tomaram um lanche juntos e o amigo perguntou: Mauro como você está fazendo para se locomover? Ele ficou espantado porque não viu carro nenhum, ele, então, com a ajuda de outros amigos comprou e deu a ele um carro, uma Rural.
Seu exemplo, suas atitudes moldaram uma família não exemplar, porque seria presunção demais auto elogiar, mas, ele era um mestre, a família teve o privilégio de escutá-lo falando de muitos  assuntos, coisas corriqueiras, coisas atuais, histórias da família, suas histórias, histórias do mundo atual e antigo era culto, sabia de tudo. São ensinamentos que passarão de geração a geração, porque são ensinamentos que moldam o caráter das pessoas de sua família. São pessoas boas, íntegras, como ele era , assim será  sempre lembrado por nós da família, o pai, o avô e o sogro que não tinha preguiça de ensinar as suas virtudes, o que aprendeu e o que a vida lhe ensinou. Não guardava rancor e nem tinha ódio. Tinha a sabedoria dos grandes. Quando meu pai faleceu,  o então Senador Mauro Borges me pediu para escrever uma placa e colocar em seu túmulo com essa frase que lhe define muito bem, também:
FOI GRANDE SEM QUERER SER, CUMPRINDO O SEU DEVER.

MAURO BORGES, EM FAMÍLIA


PARA OS GOIANOS ELE FOI O HOMEM QUE MUDOU A HISTÓRIA ADMINISTRATIVA DE GOIÁS e
Para a família foi um homem amoroso que fazia questão da convivência harmoniosa e de transmitir seus abençoados ensinamentos. Foi um privilégio conviver com nosso amado avô Mauro.
Deus deu a ele diversos dons, dentre eles o da sabedoria porque sabia que ele era um filho especial e saberia usar o que recebia para o bem. Ele espalhou à sua volta a solidariedade, usando generosamente o seu trabalho beneficiando a coletividade.
Jesus mandou amar a Deus e ao próximo, meu avô amou e amou ao próximo por atacado. Ele tinha em sua própria casa um exemplo ímpar, a sua mãe Gercina, que era conhecida como a Mãe dos Pobres.
Desde cedo ele sabia o que queria ser. Conduziu sua educação formal preparando-se para uma eventual vida civil em cargo executivo, já que escolhera a carreira militar. Ele sabia que no Exército ele aprenderia a ser disciplinado e a organizar as suas estratégias de ações. Assim, com muita disciplina, mas de forma amorosa, ele usava isso também para educar e ensinar a família. Ele frequentemente traçava metas para cada um dos filhos e depois cobrava cada atividade programada.
Tudo seu era detalhadamente planejado e escrito em forma de pequenas anotações, geralmente em papéis dobrados, para facilitar colocá-los no bolso. A quantidade de papéis escrita por ele, com anotações valiosas, daria um livro muito interessante.
Foi um excelente professor de história para todos nós, ele não se contentava em contar as histórias, ele queria o retorno e cobrava depois tomando a lição. Aprendemos muito, não só porque ele era um bom narrador, muito mais porque havia emoção em suas narrativas, muitas vezes ele chorava quando falava dos grandes guerreiros e heróis militares ou quando cantava os hinos do exército. Com a voz embargada ele declamava poesias como “Navio Negreiro” e páginas inteiras de Camões. Podemos chamar de minutos de sabedoria cada minuto ao seu lado. Em qualquer lugar ele achava uma maneira para ensinar, mesmo quando estávamos na fazenda ele passava horas falando sobre a vegetação, os tipos de solos, sobre pecuária e agricultura.
Ele dizia, quando era menino, que seria militar ou caubói. Ainda bem que ele decidiu ser militar, assim, servindo no Rio Grande do Sul ele conheceu a sua amada Lourdes, companheira, incentivadora, o amor de sua vida. Uma vez lhe perguntaram qual teria sido o cargo mais importante de sua vida. Ele respondeu sem vacilar: “O de marido de Lourdes”.
Suas referências de família são marcantes, costumava se referir aos avós com carinho e com muita emoção falava de seus pais, Pedro e Gercina. Ele poderia ter vivido aproveitando o sucesso de seu pai, seu líder, mas, aos 16 anos foi para longe estudar o que queria e cedo conquistou o seu lugar de destaque no meio de seus colegas da escola militar, porque em ocasiões que dependiam de atitudes firmes, ele antecipava e se impunha ao apresentar aos seus superiores soluções para os impasses.
Ele repetia continuamente essa frase: por Goiás e pelo Brasil!... Esse era o Mauro Borges, mesmo na intimidade da família ele não parava de pensar o desenvolvimento de Goiás e do Brasil.
Observador e culto, ele estava sempre em dia com tudo o que se passava. Ele admirava a modernidade, aliás, ele se adiantou no tempo planejando muito bem as suas atividades como militar, como governador, como fazendeiro e como chefe de família. É um exemplo para todos. Ser um herdeiro seu é uma grande responsabilidade, mas isso não quer dizer que temos que seguir os mesmos passos ou sermos parecidos com ele, ele se sentiria feliz em saber que seus descendentes são cidadãos honestos e que sempre estaremos honrando a herança que recebemos dele.
Deus abriu os braços para recebê-lo e ele está na glória de Deus!
Amém!


INACREDITÁVEL... PADRE LUIZ AUGUSTO NÃO CELEBROU.


Absolutamente perplexa diante de coisas que acontecem dentro da Igreja de Goiânia que entristecem qualquer bom católico, ou melhor, qualquer católico que queira ser justo. Um fato como esse de hoje só engrandece o meu pastor, guia espiritual, Pai zeloso e sábio Padre Luiz Augusto.
Tamanha ingenuidade a minha de cristã que sou, fui até a Catedral, com a anuência do Padre Luiz, e paguei um salário mínimo para que a missa de sétimo dia do meu sogro se realizasse em horário especial e individual para ele. O horário foi confirmado, assim como confirmei que o sacerdote da família para a celebração seria o Padre Luiz Augusto. Eu havia perguntado, inclusive, se tinham alguma restrição ao Padre Luiz, disseram que não. Essa era a minha preocupação.
Tive a inspiração de voltar à secretaria da Catedral e a pessoa que atende ali avisou que a missa seria celebrada pelo Bispo de Uruaçu Dom José Chaves. Como podem mudar a escolha que a família fez e pagou?
Liguei para meu marido, ele ficou mais indignado do que eu. Passei para ele, infelizmente, o telefone de Dom Washington, ele ligou para dizer que a família fazia questão de que fosse o Padre Luiz. O Arcebispo lhe disse que pela importância de seu pai seria mais condizente com a solenidade se um Bispo fizesse a missa concelebrada, como ele não podia, nem Dom Antônio, ele designou Dom José e que o Padre Luiz não estava impedido de celebrar. Para um católico que não é praticante como meu marido e não entende nada de celebrações, ficou parecendo que tudo estava como antes, pois foi assim que ele me disse ao telefone, que era com Padre Luiz sim. Quando lhe expliquei o que era concelebrar, que isso era mais uma restrição ao Padre Luiz, ele concordou, porém estava constrangido e receoso de que isso pudesse piorar as coisas para o Padre Luiz. Mesmo assim, ainda telefonei, mais uma vez e tentei explicar a Dom Washington a nossa preferência pelo Padre Luiz, mas, ele não quis entender.  
Liguei constrangida e contei ao Padre Luiz dispensando o seu comparecimento, não seria através de mim que ele seria humilhado publicamente. As lágrimas não cessam, fico mais inconformada com a minha ingenuidade em pensar que poderia haver mais caridade ali na Arquidiocese.
Tudo estava organizado pela família, nem sequer perguntaram com antecedência como a família participaria, ao contrário do que fez o Padre Luiz que nos instruiu sobre a passagem bíblica, as músicas escolhidas para cada momento, ele incluiu a participação dos filhos e netos.
Não posso dizer que uma celebração em que Jesus está nela não tenha me tocado, o celebrante fez a sua parte como se faz normalmente, conhecia meu sogro e falou sobre ele. Como disse minha cunhada: “as músicas estavam perfeitas”, foram executadas pelo coral da Maristela, mas, não foi como a família esperava. Foi morno, como diz o Papa Francisco. Esse momento sofrido em que a família dá seu último adeus ao seu ente querido, não pode ser compartilhado pelos netos que tinham um texto para ler no final da celebração e eles esqueceram de chamá-los antes da benção final.
Pedimos desculpas ao senhor Padre Luiz por tê-lo convidado, não se pode acreditar que a nossa preferência pelo padre exemplar, caridoso, que várias vezes foi abençoar o meu sogro nos hospitais e em casa, seria o motivo para mais essa humilhação imposta ao Senhor. Para nós a Igreja Catedral deveria ser para todos, deveria estar aberta para que o celebrante escolhido pela família pudesse celebrar ali e realizar uma cerimônia sem menos importância diante dos homens, sem vaidade como Mauro era, mas, de muita unção e importância para Deus. 

quinta-feira, 4 de abril de 2013

PERSEGUIÇÃO QUE NÃO TEM FIM...


Mais uma vez a Arquidiocese de Goiânia, não sei se Dom Waldemar ou Dom Washington, mas, quem comanda é que proíbe, temos que saber quem comanda? Proibiram a apresentação de um programa de TV, somente porque o Padre Luiz aparece dando uma entrevista sobre o seu trabalho. Quanta ingenuidade, para não dizer, maldade, daqueles que dirigem a Arquidiocese de Goiânia. Será que uma só pessoa se sente tão incomodada com o bom trabalho que uma comunidade faz e não conseguem fazer nada semelhante? Não consegue aplaudir o que é de Deus? A inveja cega.
Ou será que pensam que agindo assim estão prejudicando tão somente ao Padre Luiz? O maior prejuízo é exatamente para os que se beneficiam da sua ação caridosa, o que acaba refletindo também nos colaboradores que se sentem frustrados, mas, não impedidos de continuar agindo. Prejudicar uma obra de caridade por questões pessoais não é cristão, as pessoas estão aguardando para serem acolhidas, são doentes em estado grave, idosos e, também, as pessoas que precisam da mão da Igreja – não é assim que dizem?
Um programa que fala sobre “A Casa dos Nossos Pais, o Abrigo Mateus 25 e a Comunidade Atos”, só traria benefícios à população, mas, não, preferem ser uma mera ONG do que ser um cristão verdadeiro. Porque agem assim?
Todas as dificuldades impostas ao Padre Luiz Augusto foram rompidas pela sua capacidade de reagir diante das adversidades que aconteceram. Eles podem até dizer que ele assim é desobediente, não acata as ordens de seus superiores, ora Jesus foi contra tudo e contra todos para fazer seus milagres e suas pregações. E difícil entender porque para os burocratas da igreja o mais importante é ficar emburrado em sua toca ao invés de realizar as obras verdadeiras. Se Paulo fosse ouvir os burocratas da Igreja a Igreja não seria universal e sim um braço do judaísmo, daqueles que se intitulavam os escolhidos. Está aí a grande diferença, para Jesus os escolhidos são todos e não uma tribo ou outra e o trabalho do Padre Luiz é integrar os excluídos. Ninguém em Goiás consegue melhores resultados que o Padre Luiz, porque ele tem a confiança de muitos, uma multidão continua contribuindo com ele de todas as formas, diariamente, semanalmente e mensalmente, alguns doam trabalho, outros doam o que podem e muitos doam quantias elevadas, todos sabem que o que é dado ao Padre Luiz vira obra de caridade visível como são A casa Mateus 25, A Casa de Nossos Pais, todo o trabalho da Comunidade Atos e da Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus. Suas idas e vindas a lixão, à penitenciária, visitas aos hospitais são constantes, suas obras são úteis e de grande valor. Quem quiser pode visitar e ver as construções, as instalações, ver a qualidade dos materiais usados, poderá constatar a dedicação das pessoas que trabalham com ele.
Ninguém tem dúvida em continuar fazendo as suas doações, pois, ao contrário de outras pessoas que recebem doações, ele não compra carros, televisões, jatinhos, casas em condomínio, fazendas, não manda dinheiro para o exterior, na verdade não compra nem roupa para si mesmo, o que frequentemente tem sido advertido que sua roupa não serve mais para uso.
Para nós, seus colaboradores, Padre Luiz é um ícone, de um comportamento, também, abraçado pelo novo Papa Francisco, dedicação, primordialmente, ao que devia ser a vocação de todos, ajudar os pobres. Lamentável e injustificável essa atitude. A diferença de igreja para ONG é o que define o seu objetivo. 

quarta-feira, 13 de março de 2013

DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS


Quando se trata de tecer comentários denegrindo o outro, as pessoas não poupam adjetivos ofensivos que nem ao menos sabem o significado correto, mas, como dizem, vão na onda, especialmente se quem está sendo atacado é alguém que tem notoriedade e não faz nenhum esforço para ser tal qual o sucesso lhe impõe, são coisas naturais que Deus reserva a uns poucos e o faz ser grande sem que queira ser, simplesmente porque cumpre o seu dever e a sua missão.
Qual é o maior mandamento cristão? Não fala sobre o amor? Não foi pelo amor que Jesus veio ao mundo? Amar a Deus e ao próximo. Ninguém ama a Deus se não consegue amar ao seu irmão. Ninguém pode ser cristão se não souber perdoar. Ninguém pode ter rancor e querer ensinar amor, não combina. Pregar amor é lindo, mas é fundamental que saibam sentir o amor de que falam, não há condição de ser um missionário cristão se não souber que esse amor que Jesus nos ensinou é muito maior que qualquer outra questão administrativa, pessoal ou mesmo da Igreja.
Sempre seremos impelidos a questionar as razões que levam a direção da Igreja a tomar certas atitudes deprimentes aos olhos de muitos quando não faz justiça e age com equidade.
Ninguém, não pensem ao contrário, fica alheio às atitudes dos dirigentes e membros da Igreja Católica eles são alvos constantes de vigilância e questionamentos dos seus atos, principalmente, se o sacerdote é conhecido. Nem é necessário que se cometa um deslize, basta que achem que tem o direito de julgar à maneira de qualquer um, principalmente, se a própria Igreja Católica não consegue ser unida e defender os seus membros, vejam agora na eleição do Papa, existem diferentes opiniões e é somente através da unção do Espírito Santo que essa união virá.
Esse é um mal que acomete a todos os membros da Igreja Católica em todos os Continentes, entretanto quanto menor é o prelado mais fácil deveriam ser as decisões que levassem à união. É inconcebível para os leigos que dentro de uma irmandade baseada em Cristo tenha tanto desentendimento e tantas diferenças de tratamento. Se pode para um deveria ser regra, todos podem. Porque uns podem ter missas para cura e libertação, para empresários e se os outros procedem assim são chamados de mercenários e dizem que eles gostam de estar perto de quem tem dinheiro.
Poderiam explicar qual a religião que consegue agir se não tiver pessoas ricas para que possam manter as obras de caridade? São hipócritas ou escondem debaixo de seus tapetes todas as suas mazelas?
Haja fé, como disse Bento XVI, só a fé mantêm as pessoas dentro da Igreja Católica porque alguns de seus membros estão longe de ser o que esperam os fiéis.  

PORQUE SER CATÓLICO

Quando os leigos se deparam com declarações sobre a Igreja Católica, especialmente, em momentos de crises, como esse agora em que o mais importante representante da Igreja na Terra resolve renunciar, ficam abertas as enxurradas de comentários de todos os tipos. É muito desgastante para qualquer Instituição ver o seu Chefe maior renunciar, porém, nesse caso, podem até tripudiar em cima da questão, entretanto, para quem é sensato, basta olhar a idade do Papa Bento XVI e se sentir até solidário com sua atitude, visto que ele atravessa uma série de escândalos, fatos dolorosos que marcam a Igreja, assim como tem marcado a vida política, ou melhor, assim como tem marcado a vida da humanidade.
Escândalos são próprios da natureza humana, foram previstos até por Jesus, porém, deve prestar contas à sociedade e a Deus quem é o causador. Portanto, não é privilégio de nenhuma Instituição, empreendimento ou qualquer outro setor ter pessoas desqualificadas para exercerem as funções às quais se candidataram, cabe sim, que sejam punidos e desligados do seu trabalho.
Na via contrária dos que envergonham a humanidade estão homens que se destacam por cumprirem o seu dever, de maneira nobre, sem querer aparecer, porque essa é a sua missão, acarretando-lhes muitas vezes punições desnecessárias por serem “diferentes” dos demais.
No mundo atual, a religiosidade briga intensamente com a cultura do lazer intenso. Se o mundo chama para um divertimento mais intenso, é claro que a Instituição Católica com os seus sacerdotes devem estar atentos ao que pedem as pessoas que, ainda, estão ligadas a ela. Ora, o domingo já é curto para quem tem uma família e quer passear e se divertir nas poucas horas que lhe proporcionam o dia de folga do trabalho. Escolher ir à Igreja, para a grande maioria, não é prioridade, digamos uma minoria tem como sagrada a escolha de ir à missa aos domingos e uma parcela mínima da sociedade opta por ir com a família. Será que deixaram de acreditar em Deus? Talvez aqui se inverta a coisa, a grande maioria acredita em Deus, mas deixou de acreditar nos homens que se dizem representantes de Deus, ou seja, preferem ter uma conversa com Deus à sua maneira do que se sujeitarem a ir a uma Igreja e, por mais ou menos quarenta minutos, ficar diante de um sacerdote que fará um sermão sem entusiasmo e de fraca convicção religiosa. Segundo o próprio Bento XVI “a prova de que a fé católica é proveniente de Deus é o fato de ela sobreviver todos os domingos a centenas de milhares de homílias insossas e insípidas”.
Tudo isso no faz lembrar os sacerdotes que são verdadeiros líderes da fé, são capazes de realizar todos os domingos missas para milhares de pessoas que se deslocam de suas residências, andam distâncias consideráveis, para poderem participar de uma missa que lhes avive a fé. Percorrendo as Igrejas aos domingos, encontraremos lá sacerdotes sem entusiasmo, incapazes de liderar uma Comunidade. Contudo, encontramos alguns poucos que são líderes e, por isso, são hostilizados e criticados, sem merecer da direção da Igreja o devido reconhecimento e respeito por seu desempenho e trabalho, porém, para os leigos são eles que realmente os incentivam a permanecer católicos.
http://www.aredacao.com.br/artigos/25632/porque-ser-catolico

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segunda-feira, 11 de março de 2013

TRISTE É PENSAR QUE A IGREJA NÃO RECONHECE QUE EXISTEM SACERDOTES DIFERENTES E CAPAZES - COMO O PADRE LUIZ

Em uma entrevista publicada em uma revista de circulação nacional um respeitado integrante da Igreja romana, cotado para ser papa, mas, como vem da área jesuíta ele mesmo descarta a sua chance. Ele respondeu ao ser perguntado sobre a constante perda de católicos para outras religiões que o clero precisa ser melhorado e adaptado aos novos tempos. Não somente isso, mas também, se interessar mais pela comunidade, pelos paroquianos que, apesar de tanto descaso, permanecem na Igreja Católica não pela competência de seus sacerdotes mas, pela fé que move os leigos, como já disse Bento XVI: “a prova de que a fé católica é proveniente de Deus é o fato de ela sobreviver todos os domingos a centenas de milhares de homílias insossas e insípidas.”


Missa de Domingo, 10 de março de 2012, às 10 horas - tinha gente até do lado de fora, mais de quase 2.000  pessoas. Todas as pessoas estavam acomodadas em cadeiras improvisadas (não são bancos), mas que garante o conforto necessário para poder prestar atenção e o mais emocionante é que em coro único todos cantam todas as músicas e rezam. Não se vê ninguém dormindo, cochilando ou conversando. 

Porém, sabemos que existem sacerdotes diferentes e capazes, como é necessário. Um sacerdote chamado Padre Luiz é capaz de celebrar missas para milhares de fiéis todos os domingos, não importa a distância em que se encontra a sua paróquia e nem que ele seja apenas vigário. Nem todas as formas de humilhação que lhe foram impostas o afastaram de suas convicções e razões para ser um sacerdote ímpar. Todos os domingos a sua Igreja fica cheia de pessoas que se importam em ser cristãos, que se importam com a sua Igreja, que se importam com as famílias e acima de tudo se entregam com fé a Deus recebendo do Padre Luiz a melhor e constante evangelização que é necessária para ser um cristão católico.
Tudo isso seria assim feito, pois a fé em Deus é maior, porém, existe, além da fé, a motivação necessária para que se faça a graça permanecer e ser difundida. Quantas vezes levamos uma pessoa para uma missa e ela se sente tocada e permanece na Paróquia ajudando como pode.
Embora seja muito desgastante ficar batendo na mesma tecla, não se pode conformar diante de tanta falta de sensatez, não enxergam o óbvio. Será que nem as palavras de um Papa dizem nada?
Pois assim vão se afastando da Igreja Católica muitos que gostariam de encontrar em sua paróquia sacerdotes mais animados e entusiasmados com as suas pregações, que deixassem de fazer “homílias insossas e insípidas”, que fossem capazes de criar comunidades vivazes e fraternas, cuja a fé se manifestasse em suas celebrações.
Que se preocupem com a administração de sua Igreja, mas, se preocupem bastante em ser líderes da fé em suas comunidades não demonstrando a apatia e o desinteresse que demonstram, mas, que sintam a alegria de ser sacerdote, não uma obrigação, mas, uma missão de servir a Deus e ao próximo.
Longe estão de estar cumprindo o que é necessário, porém, os fiéis da Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus têm um sacerdote que em todos os momentos tem cumprido a sua missão, se não pode evangelizar mais e trazer para a Igreja Católica mais pessoas que estão enfraquecidas na fé é porque a Cúria de Goiânia não permite que ele volte aparecer na televisão e a falar nas emissoras de rádio. Como é importante o trabalho de um sacerdote capacitado para tanto, mas, infelizmente, a inveja, o rancor, a falta de perdão têm sido a causa do afastamento de muitos, mas, não parece a preocupação  da Cúria que continua a usar antolhos e não percebe que o Padre Luiz Augusto Ferreira da Silva é um sacerdote que a Igreja Católica quer e precisa.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

MAURO BORGES, 93 ANOS


Hoje, 15 de fevereiro de 2013, é aniversário do meu sogro Mauro Borges Teixeira que me ensinou muitas coisas ao longo de nossa convivência há mais de 40 anos. Sábio, culto e com grande habilidade para transmitir o que sabia, dedicava horas e horas conversando com a família, eram horas de muita alegria e confraternização, era um aprendizado mútuo, como ele dizia os jovens ensinando aos mais velhos e vice versa.
Todos os seus filhos, netos e eu, nesse caso falo com muito respeito e encanto pela sua dedicação aos seus, usufruíram de sua vasta cultura, apesar do seu compromisso e responsabilidade diante dos cargos importantes que ocupou.
Com ele aprendemos muito de história, geografia, civilidade, patriotismo e em tudo que ele podia tecer algum comentário, assim fazia. Ele é dessas pessoas que nada o faz desistir de suas metas. Das coisas mais importantes de seus ensinamentos, que nos marcou muito, foi a sua segurança e otimismo diante de todos os momentos de sua vida, seu objetivo era transmitir aos seus descendentes, homens e mulheres, a sua perseverança e o principal, a sua habilidade para enfrentar as adversidades que a vida apresenta. Era um leitor ávido. Em sua vida leu demais. Biografias de grandes vultos da história brasileira e mundial, livros das grandes guerras e batalhas, livros dos escritores goianos, enfim, leu de tudo e com essas leituras enriqueceu a vida dos que o cerca, pois, entusiasmado ele contava as grandes batalhas, muitas vezes se entusiasmava tanto que chorava. Um dos mais tocantes momentos de “ensinamento” de respeito e amor ao próximo é quando ele declama a poesia “Navio Negreiro” de Castro Alves, ela é longa e retrata um triste fato histórico do Brasil, a escravidão. Declamava ela inteira, se emocionando em alguns versos: “Auriverde pendão de minha terra, que a brisa do Brasil beija e balança, estandarte que a luz do sol encerra as promessas divinas da esperança... Tu que, da liberdade após a guerra, foste hasteado dos heróis na lança antes te houvessem roto na batalha, que servires a um povo de mortalha!”
Outros momentos em que se destacava o seu lado romântico era quando escutava os tangos, as marchinhas e dentre as suas músicas preferidas estava a especialíssima “Olhos Negros - Ochi chyornie ", música russa. Mas, as que lhe traziam lágrimas aos olhos eram os hinos militares, sendo o seu preferido o da Infantaria, Arma a qual ele pertencia.
A sua vida foi marcada por momentos desafiadores que lhe exigiram muita determinação. Desde menino vivenciou cenas que envolviam a família em circunstâncias perigosas. Atravessar a vida enfrentando desafios e, muitas vezes, injustiças, o fez um ser humano paciente, porque em certos momentos era necessário ser humilde e, em outros, ser um homem destemido capaz de vencer qualquer batalha.  A sua educação de berço aliada ao seu aprendizado na escola militar e a admiração à cultura oriental foram essenciais para seu estilo meio Alexandre, o grande, meio Dom Quixote de La Mancha, meio Kung Fu e muito ele mesmo se espelhando, é fato, na vida de um homem determinado e de sucesso, o seu pai Pedro Ludovico. Hoje, dizem que seu pai mudou a história do Estado de Goiás construindo Goiânia projetando o Estado na era do progresso e ele, Mauro Borges, com o seu Plano de Governo MB, transformou e modernizou a maneira de administrar o Estado.
Ele é uma pessoa que se valeu de tudo o que aprendeu para ajudar aos outros, sempre pensando em contribuir de alguma forma para melhorar do seu Estado e o seu País. Ele dizia quando era pequeno que queria ser cowboy ou general e de certa forma foi os dois. Em muitas oportunidades de sua vida fez prevalecer o seu temperamento de cowboy arriscando-se em aventuras que poucos teriam coragem de enfrentar como ele fez, por outro lado, ao se eleger governador, cargo administrativo que se equipara ao cargo máximo na hierarquia militar, teve da parte das Forças Armadas todas as homenagens equivalentes a um general, embora tenha chegado somente a coronel.
Em seu livro “O caminho da Tranquilidade” Dalai-Lama parece estar falando de Mauro Borges quando diz: “Determinação, coragem e autoconfiança são fatores decisivos para o sucesso. Não importam quais sejam os obstáculos e as dificuldades. Se estamos possuídos de uma inabalável determinação, conseguimos superá-los. Independentemente das circunstâncias, devemos sempre ser humildes, recatados e despidos de orgulho.”

domingo, 10 de fevereiro de 2013

PADRE LUIZ AUGUSTO, LÍDER ESPIRITUAL E LÍDER CARIDOSO


Se o Padre Luiz Augusto não fosse como é, não teria perto de si pessoas de todas as camadas sociais que o admiram com a mesma intensidade. Homens, mulheres e crianças que fazem parte de uma grande família católica que participam das missas que ele celebra e colaboram, cada um como pode, para que ele realize a sua missão de sacerdote.
Graças a sua personalidade e ao apoio de toda essa multidão ele cresce, não importa se ainda existem comentários em consequência de uma punição injusta, como ficou provado no processo de auditoria que instalaram para saber como ele estava agindo e nada conseguiram provar, porque NÃO EXISTE NADA CONTRA ELE.
A sua atitude é sempre positiva diante de tudo o que faz. Ele continua exercendo muito bem o seu papel de líder espiritual e líder em promover o bem para os que necessitam, através de ações assistenciais, cuja manutenção provém da arrecadação financeira captada pela condição de credibilidade que ele exerce.
Sempre que ele aparece, por causa da sua notoriedade alguns desavisados revivem algo que todos sabem que foi um erro. Mas, ele é seguro em suas ações e não se descuida da sua responsabilidade missionária, por tudo isso, ele pode até ter alguns descontentes com o seu sucesso caridoso e exemplar, mas, uma multidão o aplaude e continuará participando de todas as suas ações caridosas, porque se muitos o procuram não é porque ele é simpático aos ricos, como querem insinuar, mas, é porque ele é um pai para todos, e, além disso, é um sacerdote confiável que sabe administrar o que recebe como doação.
Quer quiser conhecer pode ir visitar a Casa Mateus 25, a Casa de Nossos Pais, os consultórios médicos e odontológicos, ver também, os doentes que ele cuida com tanto carinho. Poderá conferir tantas outras coisas que ele realiza na Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus e na Comunidade Atos, não para atender aos ricos como alguns maldosos dizem, o que ele faz, é  verdade, é dar aos ricos a oportunidade de ter um lugar para fazer a sua caridade, porque na grande maioria das vezes as pessoas que podem ajudar financeiramente não sabem aonde ajudar.  Ele propicia, com o seu trabalho, uma ação caridosa que envolve milhares de pessoas através da sua paróquia e da sua comunidade e assim pode melhorar as condições de vida dos necessitados que o procuram. Isso se chama competência e credibilidade.
Deus o capacitou para ser um servo de Deus incansável e mesmo sendo criticado ele consegue se destacar sendo bom e sem mágoas.
Paz e Bem!