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Goiânia, Goiás, Brazil
Escrevemos sobre assuntos ligados à história goiana, genealogia, artes, artesanato e assuntos de interesse de nossa família. Portanto, esse espaço pertence a uma pessoa somente, é público, todos podem ler se quiser, pois aqui publicamos vários tipos de assuntos, a grande maioria dos leitores se manifesta positivamente e com elogios, o que agradecemos muito. Os comentários devem ser acompanhados de identificação, com email, para que sua opinião seja publicada.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

A FÉ CONSISTE NA TRINDADE SANTA

‎"A fé de todos os cristãos consiste na Trindade. Ao receber o sacramento do Batismo este é dado "em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo", por este motivo o Mistério da Santíssima Trindade é o mistério central do Cristianismo e da Fé, já que se reporta a Deus em si mesmo." 






Deus é único, Pai, Filho e Espírito Santo. Por isso a fé do católico consiste na Trindade. Não é em Papa, Cardeais, Arcebispos, Bispos, Padres ou qualquer outro membro da Igreja Católica. A fé é um sentimento pessoal e intransferível, a pessoa crê em Deus e aumenta a sua Fé, aí sim, com a ajuda do Papa e dos membros da Igreja. Eles têm a missão de levar os ensinamentos cristãos ao povo. Para tanto, precisam ter o carisma e a credibilidade, e, tudo depende da capacidade que cada um tem de transmitir o que Jesus Cristo ensinou.
O ser humano - que se transforma em a Igreja - tem sim o carisma, a unção e a responsabilidade de evangelizar. São os escolhidos para essa missão pois, eles se diferenciam das outras pessoas, porque passam anos estudando teologia e outras disciplinas ligadas à religião católica, se preparando para guiar o povo de Deus. Todo sacerdote da Igreja Católica é muito bem preparado porque nesses longos anos estudando, eles estão adquirindo a Sabedoria que vem de Deus, que é luz que orienta, é o Deus presente.   
Mesmo assim, hoje em dia, dificilmente a Igreja Católica tem conseguido ser um atrativo para as pessoas, neste caso os mais novos, a geração que perdeu o ensino religioso eficiente que havia há quatro décadas atrás nas escolas, não são eles que levam as pessoas a se tornarem seguidores de Jesus Cristo. Em primeiro lugar é a família que ao batizar uma criança a entrega ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Depois, a própria necessidade que a pessoa tem de Deus, seja em que circunstâncias forem, ela se aproxima de Deus. Nessa seqüência, está a Igreja, que ainda, acaba "perdendo" para tantos atrativos da vida moderna, como: os finais de semana, o jogo de futebol, a televisão, o excesso de mídia e de informações, e, o grande número de crenças, filosofias, e, mesmo outras religiões, que oferecem mais alegria, a busca mais fácil pela felicidade, predizem o seu futuro e oferecem mais proximidade com o Deus do universo.
Está claro que as pessoas precisam de Deus, e no momento em que procuram a ajuda espiritual, elas precisam ser atendidas com discernimento, com presteza, pois muitos se aproveitam desse momento de transtorno e  se aproximam correndo, fragilizadas as pessoas aceitam qualquer ajuda, mas, somente Deus pode ajudar.
E, se há alguém que tem a bondade, a serenidade, a sabedoria, a unção, o carisma e a boa vontade em ajudar, em atender às pessoas necessitadas de Deus, é o Padre Luiz Augusto. Tem prova maior do que as cinco mil pessoas que necessitam tanto de sua orientação espiritual e que sentem falta de suas celebrações...
Pai amado, proteja o Padre Luiz e todo clero!
Amém! 

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

PADRE LUIZ AUGUSTO, EXEMPLO DE SACERDOTE.

"Terminou a reunião e a decisão já foi tomada por Dom Washington, não estou aqui para questionar, só acho que a arquidiocese deve uma explicação, não só para os católicos, mas, para o povo de Goiás. É a conduta não só de um padre, mas, de um ser humano que está no ar. Só queremos o por que? Ave maria..."  Copiado do facebook de Valéria L. Junqueira


Diante de tantos comentários e questionamentos será que teremos uma resposta agora?
Desde a primeira vez que tomaram a decisão de transferir o Padre Luiz, foi questionado o por que e quem arcaria com as necessárias despesas de todas as obras de caridade iniciadas por ele. Pois bem, como elas estão? São casas e ações que deveriam ter a vigilância das pessoas que doam, porque nunca se tem respostas aos questionamentos feitos à Igreja de  Goiás. 
Padre Luiz é um dos poucos padres próximo ao povo, as pessoas podem conversar com ele sempre, ele atende a todos, o que é difícil em outras paróquias.
Porque se deve uma resposta ao católicos de Goiás. Pois, os projetos dirigidos e iniciados por ele tiveram a grande ajuda de seus "seguidores" - servos de Deus - qual a resposta da Igreja para todos nós engajados em trabalhos caridosos com a liderança do Padre Luiz? Por que a Igreja não se importa em responder aos que colaboram para o seu fortalecimento? Somos fiéis católicos ativos, investimos nosso tempo, nossos esforços e, porque não dizer, investimos nosso DINHEIRO em obras de caridade. Cabe, sim, aos fiéis, cobrar uma continuidade e respeito aos seus interesses caridosos. Afinal somos o povo de Deus, sem o povo de Deus a Igreja não existe. Não há interesse em deixar de ser católico, mas sim de continuar a realizar as obras de caridade tão necessárias e que ainda são poucas, mas, só se consegue esse dinamismo tendo um padre que realmente sabe ser incansável em servir a Deus. No dia do Leilão escutei vários doadores comentando sobre a seriedade de seu trabalho e que estavam ali porque doaram lotes inteiros (caros) e iriam arrematar os mesmos e doar novamente, para que o leilão rendesse mais. Isso se chama credibilidade. 
A atitude do Padre Luiz é de respeito com o bem maior que a Igreja tem: o ser humano - desde os mais necessitados até aos mais ricos, pois, eles, também, necessitam de seu auxílio espiritual. Jesus veio para os necessitados. 
Padre Luiz é SERVO de Deus, ainda, tenho fé, terá a admiração de seus companheiros, porque o que ele faz é enobrecer a sua Igreja com seus sermões e a sua generosidade. 
Por Deus não deixem milhares de pessoas órfãs de um grande sacerdote, mas acima de tudo de um sacerdote  que é exemplo de bondade da Igreja Católica. Ave Maria... Eu creio.

Aos que criticam deveriam se ater mais aos documentos da Igreja e à sua história, e melhor seria se nada disso estivesse acontecendo dentro da nossa Igreja, com excelentes sacerdotes, ninguém chega ao alto comando da Igreja se não por méritos.
Há muita crítica aos carismáticos, mas, se o próprio Papa Bento XVI tem um longo documento elogiando e pedindo que incentivem aos Sacerdotes Carismáticos, por que isso? Esse é o início do documento do Papa,  ele completo está publicado nesse blog também e disponível no site do Vaticano.


O DISCURSO DO PAPA BENTO XVI, em Assis, na Itália

Em Sexta-feira, 31 de Outubro de 2008
Venerados Irmãos
no Episcopado e no Sacerdócio
Queridos irmãos e irmãs!
Apresento com vivo prazer a todos vós as minhas cordiais boas-vindas, e agradeço-vos a visita que me fazeis por ocasião do II Encontro Internacional dos Bispos que acompanham as novas Comunidades de Renovação Carismática Católica, do Conselho Internacional da Catholic Fraternity of Charismatics Covenant Communities and Fellowships e, por fim, da XIII Conferência Internacional, convocada em Assis, sobre o tema: "Nós pregamos Cristo Crucificado, poder e sabedoria de Deus" (cf. 1 Cor 1, 23-24), na qual participam as principais Comunidades da Renovação Carismática no mundo. Saúdo-vos a vós, queridos Irmãos no Episcopado, e a todos vós, que trabalhais ao serviço dos Movimentos eclesiais e das Novas Comunidades. Dirijo uma saudação especial ao Prof. Matteo Calisi, Presidente da Catholic Fraternity, que se fez intérprete dos vossos sentimentos.
Como já tive a ocasião de afirmar noutras circunstâncias, os Movimentos eclesiais e as Novas Comunidades, que floresceram depois do Concílio Vaticano II, constituem um singular dom do Senhor e um recurso precioso para a vida da Igreja. Eles devem ser acolhidos com confiança e valorizados nas suas diversas contribuições para os colocar com confiança ao serviço da utilidade comum de modo ordenado e fecundo. De grande interesse é também a vossa actual reflexão sobre a centralidade de Cristo na pregação, assim como sobre a importância dos "Carismas na vida da Igreja particular", com referência à teologia paulina, ao Novo Testamento e à experiência da Renovação Carismática. O que aprendemos do Novo Testamento sobre os carismas, que surgiram como sinais visíveis da vinda do Espírito Santo, não é um acontecimento histórico do passado, mas realidade sempre viva: é o mesmo Espírito divino, alma da Igreja, que age nela em cada época, e estas suas intervenções misteriosas e eficazes manifestam-se neste nosso tempo de modo providencial. Os Movimentos e as Novas Comunidades são como irrupções do Espírito Santo na Igreja e na sociedade contemporânea. Então podemos dizer que um dos elementos e dos aspectos positivos das Comunidades da Renovação Carismática Católica é precisamente a importância que revestem nelas os carismas ou dons do Espírito Santo e mérito seu é ter evocado na Igreja a actualidade.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

DEUS NOS PEDE SOMENTE PARA AMAR!

Esclarecer porque muitos apoiam ao Padre Luiz Augusto, não vem ao caso, mas, contudo, eu, Maria Dulce, digo que li muito sobre a Igreja Católica, e para mim, é claro e certo de que só deve orientar o bom cristão os dogmas, concílios, catecismos – já que mencionaram assim - se neles existirem a verdadeira razão de todos nós sermos católicos - O AMOR DE CRISTO acima de tudo, ou seja, sem esse amor as nossas ações são falhas. A nossa fé é nula, deixamos de ser cristãos, e, aí sim, tornamos os fanáticos seguidores de homens que estabelecem preconceitos, distinções, ou tudo o que Deus não pede. Onde está estabelecido que um pedaço de papel é mais importante do que a Bíblia? Ou que uma rotina deve ser imitada, decorada e lida todos os dias durante a missa ou celebrações, causando desinteresse, preguiça e sono na maioria das pessoas? Está estabelecido em algum lugar que rezar e cantar causam a ira de Deus? 
Quando se fala em Padre Luiz Augusto não se fala de um homem sozinho, fala-se de uma comunidade de milhares de pessoas, que unidas ao Padre estão trabalhando para atender pessoas necessitadas, sendo o Padre Luiz fator aglutinador, a peça principal dessa força cristã-católica. Penalizar ao Padre Luiz é causar um imenso dano a milhares de pessoas que o ajudam, além disso, estarão deixando órfãos os miseráveis do Lixão do entorno de Aparecida que dependem dele até para comer. Deixarão abandonados centenas de idosos, de dependentes químicos e pobres que aguardam a sua ajuda com as cestas distribuídas todas as semanas por seus "seguidores". Sim, seus "seguidores" são servos que participam de suas celebrações cantadas, rezadas em línguas, que realizam curas pela fé em Deus. São esses mesmos "seguidores" que cantam, rezam, têm fé nas curas de Deus, que têm levado comida, vestimentas, assistência médica e odontológica, conforto, apoio espiritual e à medida do possível conseguem levar segurança pública, posto médico, educação sensibilizando a todos que acreditam nas ações generosas do Padre Luiz e da comunidade, que não têm nenhum interesse em ser agradável ao Padre Luiz, pois quem recebe é ele, os pessoas doam a quem confiam.
Quem acha que todos freqüentam a Comunidade Atos apenas para escutar as belas palavras de Padre Luiz, não erram, mas é, ele tem o dom da palavra, mas, toda a comunidade é dedicada à compaixão, ao amor ao próximo, que é tudo que Jesus pregou.
Tem gente que diz que o Padre Luiz gosta de ricos, é o oposto, os ricos gostam dele, porque sabem aonde são aplicadas as suas doações e eles sabem que o dinheiro doado ao Padre Luiz é totalmente aplicado em caridade, é tanto assim, que nunca falta doação para suas ações generosas. Os ricos procuram quem sabe e pode administrar bem as doações.
Quem critica deveria participar, pode ir lá, aliás, vá lá e participe, mas, vá de coração aberto, pois, as pessoas lá são assim dispostas a colaborar seja no que for, se for para o bem do próximo. Não criticam, não amolam outras paróquias, não exalam discórdias, só querem fazer caridade e rezar.
Se ainda não convence, pense na falta que o Padre Luiz fará às pessoas assistidas por ele, como a pequena que mora no Lixão de Aparecida. Será que essa cena comove somente aos "seguidores" do Padre Luiz? No dia da Festa Junina levamos roupas, brinquedos e foi celebrada uma Missa. Uma menina de quase seis anos se aproximou carregando uma boneca toda acabada, tentamos consertar, mas, ela jogou a boneca fora e disse chorando: "Eu não quero nada disso, só quero comida, tem dois dias que eu não como". Engasgados de tristeza, demos a ela um cachorro quente. Em seguida, ela pediu mais um, foi dado, pensando que estava satisfeita, ela, ainda, perguntou: "Na festa tem comida, porque eu só vou se tiver comida, só quero comida e mais nada". Recusou até os brinquedos.
As pessoas miseráveis do Lixão precisam da ação do Padre Luiz e de seus "seguidores", que são chamados de servos, para dar qualidade de vida e dignidade aos que moram ali.
Será que para tudo o que o Padre Luiz faz, terá alguém para dar continuidade? Existe um Padre indo ao Lixão de Aparecida? Um padre tem feito as visitas que ele faz aos doentes em hospitais? Algum padre está dando apoio espiritual a centenas de pessoas que estão indo à Comunidade Atos? Algum Padre tem conseguido celebrar com entusiasmo na Comunidade Atos? Se tentam substituí-lo, pensem em alguém que tenha toda essa capacidade e qualidades admiráveis. Há um imenso trabalho evangelizador, caridoso, de grande repercussão no meio católico, realizado pelo servo de Deus Padre Luiz Augusto Ferreira da Silva. Um padre incansável no serviço a Deus e pelo bem do próximo. Que tem seus seguidores, servos como ele, que querem atender ao chamado de Jesus, amar a Deus e ao próximo, servindo. Como ele mesmo diz: “Eu vim para servir e não para ser servido.”

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

PADRE LUIZ, MAIS UMA VEZ ENTRE O AMOR, A INVEJA E A CANETA.


 DE: VANDERLAN DOMINGOS

PADRE LUIZ, MAIS UMA VEZ ENTRE O AMOR, A INVEJA E A  CANETA.
No último domingo ao passar pelo portão de entrada da Comunidade Atos deparei com uma jovem chorando. Achei meio estranho e segui rumo ao galpão preocupado e com o pensamento absorto. Logo mais à frente  percebi outras pessoas com lágrimas nos olhos e continuei sem entender o que estava acontecendo. Meus pensamentos iam voltavam ao passado como se fosse uma avalanche esmagando de minha memória cada momento de angustia vivido em face da perseguição promovida contra o Padre Luiz na Igreja Sagrada Família. Ao adentrar no salão já sentindo o meu corpo    dormente em razão  de noites mal dormidas, pois minha mãe encontra-se internada na UTI onde o padre  Luiz esteve e com suas orações acalentou sua dor, inquietei-me. Inspirado no evangelho de São Marcos, capítulo 9, versículo 42, olhei para as cadeiras e observei que todos choravam e ai não resisti e perguntei a um membro da comunidade que disse; “O padre Luiz foi proibido mais uma vez de celebrar missa e o Arcebispo disse que ele vai ter que se reciclar” Reciclar? Como reciclar se ele é um verdadeiro evangelizador! Os outros padres é que tem que aprender a celebrar e a           evangelizar como ele faz. Revoltado de vê-lo mais uma vez tolhido de forma tão injusta de exercer seu Ministério, o tempo naquele domingo ensolarado passou tão lento quanto a um trem que se   engasga em seus próprios trilhos enferrujados e que muitas vezes se rompem sem deixar vestígios, mas quanto a mim, embalado pelo descontentamento  de ver mais uma vez o Padre Luiz  ser       proibido de fazer celebração, também quedei-me junto aos outros extremamente emocionado.                                                                                                                             
Vi os olhos de meus filhos e de minhas noras marejarem de lágrimas e se revoltarem. Meus   olhos cujas lágrimas já derramadas em face da doença incurável de minha mãe, ainda se direcionaram ao altar com um novo celebrante já postado e lá fora, o sol encoberto por pequenas nuvens    esparsas ainda conseguia enviar à terra pequenos retalhos de luz. De repente meus pensamentos  flutuaram na região recôndita de meu cérebro tentando me convencer da imposição da Arquidiocese, mas, tenaz quanto a aquelas centenas de crianças que esperavam o teatrinho não acontecido e depois o pãozinho de Cristo não oferecido, tive vontade de voar e ouvir lá em cima fragmentos de relatos esquecidos pelo tempo onde se pode ouvir tudo e até vozes solitárias expondo a decepção de toda a comunidade em face da perseguição mais uma vez sofrida pelo Padre Luiz Augusto.
        Breve como a um pássaro que foge de seu ninho em busca uma nova morada do outro lado do rio, restava-me olhar as belezas daquelas matas e com a idéia fixa de não admitir a idéia de recuar um passo face à hipocrisia reinante ante tantos esforços empreendidos por um sacerdote de valor e de seu sacrifício para manusear o sal que temperou o pão de cada dia e lhe conservou a têmpora de        genuíno missionário, de um benfeitor espiritual, dedicado, sério, amoroso e que sempre teve como alicerce a vocação de bem servir os mais carentes com o lema: “EU VIM PARA SERVIR E NÃO PARA SER SERVIDO”              
    Incrédulo mais uma vez diante de tanta insensatez, em certos momentos, mesmo sabendo que invejosos são muitos, naquele momento nem acreditei, mas mesmo assim me senti perdido detrás da sombra que cobria a região recôndita de meu cérebro.  Assisti à missa, pasmo, mas ansioso para   externar minha insatisfação. Mal conseguia orar. Como amar uma igreja que impede um padre de celebrar missa. Como amar uma igreja que não enxerga suas crianças, seus jovens, adultos e idosos que saem de longínquas regiões da Grande Goiânia para assistir aquela sagrada celebração e ao chegarem, derramaram-se em prantos: “Meus Deus que aconteceu, e agora?” Como estaria Jesus pensando ao ver aquela multidão chorando, pedindo simplesmente o direito de ter o seu pastor     celebrando as missas? Como ficaria Jesus ao ver aquelas crianças chorarem e serem tolhidas do prazer de serem pequenas cristãs. Como!... Com o pensamento alhures, só me restaria acreditar na justiça Divina.  A acreditar que o Arcebispo pode continuar usando sua poderosa caneta, mas a  comunidade continuará navegando em águas mansas no afã de remontar o que os invejosos, falsos amigos e pessoas retrógadas tentam desfazer. O Arcebispo nunca procurou ouvir e nem se preocupa em saber o que é melhor para a comunidade católica. Nós servos da Comunidade Atos, não        servimos para nada, somos tratados como entes nocivos pela Arquidiocese de Goiânia. A igreja    católica não se modernizou, não vem acompanhando a evolução dos tempos e em razão disso está se esfacelando a cada dia. A caneta pode mudar tudo num simples papel digitado quando não se  ouve a outra parte ou se não tem amor no coração, mas os olhos espertos da comunidade Atos que são milhares, com papel ou sem papel, com voz branda ou rouca, com som ou sem som, teimarão em mostrar às  autoridades arquidiocesanas as cenas de tristeza ante as dificuldades encontradas ao  longo dos anos e as alegrias com as vitórias alcançadas por todos nós e por este jovem  honrado e abnegado sacerdote. VANDERLAN DOMINGOS DE SOUZA é advogado, escritor, ambientalista. Presidente da  ONG Visão Ambiental e membro da UBE - União Brasileira dos Escritores.       E-mail: vdelon@hotmail.com

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

"A IGREJA TEM QUE ESCUTAR A PALAVRA DE DEUS ASSIM COMO OS ANSEIOS DOS HOMENS"


De novo não. Essa frase estava estampada nos olhos aflitos dos que ali estavam. Já vimos essa cena acontecendo pouco tempo atrás. A Igreja lotada, todos felizes com a costumeira missa dominical. A surpresa foi tão mal educada e, mais incompreensível do que a anterior que ficou escondida atrás de uma “transferência” necessária para o bem da Igreja. A fisionomia abatida, sofrida, desrespeitada via-se no rosto dele que nada quer a não ser trabalhar, servir a Deus e ao próximo.
Não, de novo não! É de novo sem nenhuma consideração aos fiéis, sem sequer conhecer a riqueza de uma celebração ali com tantas pessoas. É Deus agindo naquele lugar, só quem não quer não enxerga, ou a mão do que quer fazer a discórdia agiu para fazer tudo de novo? A Igreja tem que escutar tanto a Palavra de Deus como os anseios dos homens, “a força da Igreja é ser um povo, ser uma comunidade crente”.
Não de novo! Mas, é de novo sem nunca ter ido ver o que vem acontecendo com o povo de Deus ali, acreditando nas conversas maldosas, mentirosas, fazem essas aberrações. Seria mais digno de um cristão se algum membro do comando da Igreja fosse ver a determinação das pessoas que não se importam em enfrentar estradas ruins, lama, desconforto, e tempo para chegar lá naquela distância e assistir a melhor celebração de missa de Goiânia – há de se perguntar, por que tantas pessoas precisam se deslocar mais de 30 km para escutar um sermão que vem da alma, que vem ungido por Deus, pelo Espírito Santo? Por que não estão indo na Paróquia ao lado de suas casas? Perguntem a elas?
Não de novo, ficarão sem atendimentos as suas obras?  Os seus algozes têm obrigação de ir pessoalmente ao lixão de Aparecida dar assistência às pessoas e, principalmente, às crianças que esperam pelo bom sacerdote. Dar explicações aos dependentes químicos (drogados) que esperam a sua ajuda, aos idosos que estão esperando pela Casa de Nossos Pais, e, mais, dar explicações a toda a comunidade a quem ele dá todo o apoio espiritual. A seus filhos espirituais quem ele se dedica diariamente. Isso não quer dizer qualquer um, ou seja, qualquer um padre que esteja encostado em qualquer lugar ou que esteja começando e vá fazer experiência com a comunidade, tem que ser experiente, ser um Padre com a capacidade e liderança do Padre Luiz,
Fica nítido que estão agindo como perseguidores de Jesus Cristo, os romanos. Os perseguidores romanos só queriam saber do dinheiro, de arrecadar impostos, para seus chefes, tinham que mostrar serviço para seu superior em ROMA (que coincidência!) e os cristãos também  foram vítimas porque acreditavam num homem que pregava o bem, a caridade e mais do que isso PRATICAVA. Jesus foi perseguido porque era generoso, bodonso, amigo das pessoas.
A grande vergonha desse paralelo é que isso está acontecendo dentro da própria Igreja de Jesus Cristo, contra seus fiéis e contra o sacerdote que os guia tão bem. O sacerdote segue o mandamento de Jesus, que é amai a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo. Amai-vos uns aos outros. Seu algoz recebe ordens de outro padre, que coloca em primeiro lugar dinheiro, dinheiro, dinheiro...
É impressionante como pessoas que deviam agir da mesma forma que Jesus, são exaltados praticantes dos sete pecados capitais, a inveja, a soberba, o ódio.
Que vergonha! Que tristeza!

terça-feira, 25 de outubro de 2011

QUEM CONTINUA CRITICANDO AO PADRE LUIZ AUGUSTO SÃO ANÔNIMOS SEM CORAGEM PARA SE IDENTIFICAR

Em resposta aos ANÔNIMOS
Quando uma pessoa escreve comentários sem assinar é porque nem acredita no que escreve e se envergonha do que está escrevendo.
Se tivesse confiança em suas opiniões assinaria com orgulho.
Portanto, se você não assina guarde as suas opiniões inconfessáveis para você mesmo.
Esse blog é para idéias que sejam proveitosas, que reforçam o trabalho das pessoas que se importam com os outros, que trabalham pela comunidade e que falam e fazem coisas positivas.
Não importa que a caridade que cada um tenta fazer seja maior ou menor, unir forças em benefício das pessoas é a finalidade da Igreja. Cada um pode realizar seu trabalho caridoso, porque existe espaço para todos, a população carente cresce cada dia mais, críticas não constroem, a união faz a vitória.

Só para esclarecer esse blog não é público, é administrado por mim, eu escrevo e publico selecionando o que é do bem. Eu o criei. Todos são convidados a escrever mas, com responsabilidade e usando palavras respeitosas. Não é UM BLOG DE IGREJA E NEM DO PADRE LUIZ AUGUSTO, é um blog de assuntos da comunidade, de história, da construção de Goiânia e da nossa família.
Se gosto da Comunidade Atos é pela liderança que o Padre Luiz exerce, da participação sincera dos que lá trabalham e os resultados obtidos no acolhimento de pessoas que são dependentes químicos, aos idosos e às pessoas que moram no lixão de Aparecida.
Deus me deu capacidade financeira para poder ajudar e aqueles que criticam que os ricos são bem tratados, posso afirmar que são esses ricos que sustentam os programas da Igreja, ricos generosos, caridosos, que viabilizam os atendimentos dos pobres. Quem faz críticas não conhece o trabalho desenvolvido pela Comunidade Atos, aonde a grande maioria é formada por pessoas que são ricas em generosidade, em solidariedade, em dinamismo e doam o seu trabalho e recebem em troca a graça de ter uma família abençoada.
A família Atos é assim, unida, muito trabalho e as doações são uma prova de que as pessoas que podem colaborar acreditam na seriedade do trabalho executado pela Comunidade Atos, são testemunhas do resultados. Assim como eu sou.
 

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

LOUVADO SEJA DEUS QUE ABENÇOA QUEM AMA O PRÓXIMO, ABENÇOADO SEJA SEMPRE Pe LUIZ AUGUSTO!

Foto Bruno Ragonesi

Padre Luiz Augusto anunciou na Missa celebrada, hoje, no Parque de Exposição Agropecuária, que estávamos em um “dia de graça”, porque era aniversário de Goiânia, da SGPA e teríamos o Leilão Solidário, cuja renda será destinada à construção da “Casa de Nossos Pais” e para suas obras de caridade.
O resultado do Leilão Solidário foi fantástico. A solidariedade do povo de Goiânia com o Padre Luiz Augusto só se explica pela sua maneira de ser. Ninguém prestigia ou faz doações vultosas, se quem recebe não for digno da maior credibilidade, se não for exemplar a sua atitude. Assim, incansável, ele realiza o verdadeiro sacerdócio que Jesus Cristo ensinou - amar ao próximo.
Ficou mais uma vez evidenciado o quanto ele é admirado pela sua atuação caridosa. Seu legado caridoso ficou marcado com a sua passagem pela antiga Paróquia, ninguém pode esquecer o seu trabalho na Casa Bom Samaritano, Pobre de Deus, Mãe de Deus, Creche Coruja, Luz que Liberta e a construção das duas belíssimas Igrejas Sagrada Família e Medalha Milagrosa, poucas igrejas, em Goiás, têm a estrutura e o conforto que elas oferecem aos seus fiéis. Não existe em Goiânia quem não reconheça o seu trabalho e o admire. Tanto é assim, que não são poucas as mãos que se estenderam e se estendem para ajudá-lo a recomeçar de novo, ou melhor, a construir tudo o que puder para o bem do próximo e da Igreja.
O Governador Marconi Perillo, durante as homenagens de hoje, fez questão de destacar o desempenho do Padre Luiz, lembrando que embora ele tenha enfrentado diversas provações, soube levar adiante a sua missão de evangelizar e de servir ao próximo, razão porque ele fazia questão de colaborar com suas obras, em especial, com a construção da “Casa de Nossos Pais”.
Luiz Humberto de Oliveira Guimarães, Presidente da Sociedade Goiana de Pecuária e Agricultura - SGPA e associados foram generosos demais, pois, além de promoveram o grande “Leilão Solidário”, eles doaram animais e outros brindes para que fosse conseguida uma arrecadação maior do que a do ano passado. Do começo ao fim eles evocaram o trabalho dinâmico do Padre Luiz, empenhando-se para que a renda atingisse o valor necessário para a construção da Casa de Nossos Pais e para que ele possa atender aos seus projetos e ações caridosas.
Diversas pessoas comentaram sobre a atuação do Padre Luiz Augusto, com a graça de Deus foram, somente, referências excelentes. Uma delas, depois da missa, a de um senhor mais idoso que falava sobre a qualidade de seu sermão, dizendo que a segurança do Padre Luiz o deixou, pela primeira vez, entusiasmado com um sacerdote, “ele fala sem titubear e firme, dá o recado de Deus, louvado seja Deus”!
Depois, outro senhor comentou que nunca viu tamanha solidariedade, somente um líder honesto consegue receber tantas doações como ele estava vendo. Completando, o amigo lhe disse que o Padre Luiz é um trabalhador incansável, é, realmente, um homem de Deus, trabalha sem parar para atender às pessoas necessitadas, não há nenhum Padre em Goiânia que realiza o que ele faz.
Deus fez com que esse evento fosse absolutamente maravilhoso, pois, o que foi arrecadado e no leilão arrematado faz com que a Comunidade Atos e todos os que participam das atividades ali realizadas louvem ao Senhor, sejam gratos a Deus pela fartura de prendas, pela generosidade dos doadores, pela solidariedade dos arrematadores, pela colaboração dos que serviram de garçons, pelos que limparam, pelos "leiloeiros", pelos alimentos ali servidos, enfim, por tudo o que foi utilizado para que o Leilão fosse o sucesso que foi. Por todos que colaboraram de qualquer forma, especialmente, a todos da SGPA.
Glórias ao Senhor! A nossa Mãe Maria passou na frente e fez desse evento uma graça.
Amar a Deus e ao próximo produz milagres. Qualquer evento em que Deus está à frente é abençoado.
A “Casa de Nossos Pais” já é uma realidade, louvado seja Deus!

domingo, 23 de outubro de 2011

PEDRO LUDOVICO, SIMPLES ASSIM - 120 ANOS DE NASCIMENTO

No dia 23 de outubro de 1891, nasceu Pedro Ludovico Teixeira, na cidade de Goiás. Era o terceiro filho de Josephina Ludovico de Almeida Teixeira e de João Teixeira Álvares. Hoje, ele teria 120 anos.
Dona Josephina estava se separando de seu marido, sozinha com os dois filhos pequenos e grávida do terceiro, voltou para a cidade de Goiás, indo morar com seus pais, Pedro Ludovico de Almeida e Maria Inocência Ribeiro da Maia, Dona Sinhazinha. Na espaçosa casa, pouco acima do Forum, na lateral da Igreja do Rosário, esquina do beco, nasceu Pedro, cujo nome era uma homenagem de sua mãe ao seu querido pai. Mas, o pequeno Pedro pouco conviveu com seu avô, seis anos após seu nascimento ele faleceu.
D. Josephina mudou-se, então, para uma casa menor, na Rua da Abadia. Passou por dificuldades financeiras, mas, com dignidade criou seus três filhos João Júnior, Dulce e Pedro. Pedro Ludovico falava de sua mãe com extrema admiração, para ele, ela foi a pessoa mais importante e que mais o incentivou.
Em Goiás, Pedro passou a sua infância com a alegria natural de uma criança saudável. O que mais gostava era dos banhos diários no Rio Vermelho, um rio com correnteza forte e volumosa, muito diferente do rio de hoje. No poço da Carioca ele dividia o espaço com mais de cem meninos nas águas despoluídas da época.
Como muitas crianças da cidade de Goiás ele foi aluno da Mestre Nhola dos seis aos dez anos. O que o aterrorizava era quando ela mandava cada aluno conjugar os verbos. Em fila ela ordenava que conjugassem o verbo escolhido, um após o outro e quem errasse era castigado com "bolos de palmatória" - batidas em uma das mãos com uma barra de madeira, parecida com uma raquete. Outro castigo horrível era ficar ajoelhado por horas quando a falta era muito grave.
Aos dez anos se matriculou  no Lyceu de Goiás. Para ser aceito ele teve que fazer testes de Português e Francês. Sempre foi bom aluno de Francês, ele gostava muito de estudar línguas. Em uma prova final de Francês, dentre os vinte e um alunos, somente dois passaram ele e um colega. Pedro, tirou a nota mais alta, dez. Essa, segundo ele, foi a sua primeira vitória. Além do Francês, naquele tempo eles estudavam Alemão e Grego.
Pedro foi escolhido para ser o orador de sua turma na formatura. Assim, ele fez seu primeiro discurso público e foi muito aplaudido. Nesta época ele recebeu de um amigo um bilhete em francês que dizia: "Pierre est le plus savant et le plus brave de nos collègues" - Pedro, você é o mais inteligente e mais corajoso de nossos colegas. Ele humildemente classificou o bilhete como sendo generosas palavras de um companheiro de classe, mas, esse companheiro previu que aquele menino se tornaria um bravo e destemido homem que foi capaz de mudar a história de Goiás, construindo as bases para a sua modernização. Deixando ao povo goiano e do centro-oeste o grande legado para a viabilização do desenvolvimento da região com a construção de Goiânia, sua mais importante obra.
Em um de seus discursos, sobre a mudança da Capital ele declarou sua amor à cidade de Goiás, dizendo que a mudança se concretizava em seu governo, mas era um sonho de outros antigos governantes como Couto Magalhães e Rodolfo Paixão. Pedro não temeu os obstáculos para a mudança, sabia que havia desgostado velhos amigos para proteger e levar adiante a sua determinação. Ele prosseguiu enfrentando e contrariando a todos os adversários da mudança. Não recuou, decidido declarou que embora fosse filho da cidade de Goiás, onde passou  "dias bucólicos" de sua infância - "época em que a alma se enche de místicos sentimentalismos, de que a idade madura não se pode exonerar completamente, mal grado o assalto da dúvida, a frieza do raciocínio e a lógica da análise, é natural que se tornasse preciso calcar essa poderosa impressão, de que ninguém escapa. Fí-lo, não sem magoar o coração." 
A voz da razão ditou as suas ações, justificando até as ações de seus opositores, dizendo que os que eram contrários à mudança, eram levados pelo afeto à cidade de Goiás. Esse mesmo sentimentalismo lhe tocou o coração no momento em que deixava definitivamente a cidade, parando no alto da Igreja de Areias ele disse: "aqui passei os melhores dias de minha infância, com o coração doído deixo a cidade."
Certo dia, em julho de 1975, sua nora Maria de Lourdes - casada com Mauro Borges Teixeira - levou seu sogro, Pedro, ao apartamento do casal, no décimo sétimo andar do Edifício Josephina Ludovico, em homenagem a sua mãe. Lá do alto ele podia ver a cidade se perder no  horizonte distante. Ele ficou deslumbrado com o que via,  não imaginava a cidade como estava vendo, pois até então, ele não tinha noção do crescimento de Goiânia, de seu real tamanho, passou muito tempo sem viajar de avião, desde 1966 quando foi cassado, portanto não tinha uma visão aérea da cidade. Emocionado com a sua obra, ele repetia sempre que Goiânia era a sua maior homenagem, o maior reconhecimento de seu trabalho. Em diversas ocasiões em que lhe rendiam homenagens ele se orgulhava em dizer que a maior homenagem que um homem pode receber é o sucesso de sua obra. Goiânia, como ele dizia era a sua filha mais nova.
Escreveu um político da época: "Vossa Excelência merece a gratidão nacional, os aplausos da mais justa consagração. ´É preciso que as façanhas de um homem excedam os limites de um poder próprio ou que a sua piedade seja infinita, para que o imenso poeta, que é o povo, improvise essas epopéias, tecidas de fios de ouro, na sua alma límpida, ingênua, maravilhosamente isnpirada,´ palavras de um poeta português."
   

Zico, jogador de futebol, doa camisa autografada para o Leilão Solidário, Padre Luiz Augusto


Posted by PicasaPara quem gosta de futebol, foi doado para o Leilão solidário do Padre Luiz, uma camisa do Zico - Flamengo - Seleção Brasileira - Campeão do Mundo!!! Ele próprio autografou a camisa para o Padre Luiz... Será uma das peças do Leilão do dia 24 de outubro.


Se você é amigo do Padre Luiz Augusto e admira suas obras de caridade cole em seu perfil, convide amigos e vá ao Leilão Solidário


Feriadão Segunda-feira dia 24 de outubro. Qual o melhor programa?

Ir ao LEILÃO SOLIDÁRIO - no Tartesal de Elite do Parque Agropecuário

Toda a renda será revertida para a construção da "Casa dos Nossos Pais" (casa de apoio para pessoas idosas) obra da Comunidade Atos - Padre Luiz Augusto

Às 9 horas Missa em Ação de Graças em comemoração aos 70 anos da SGPA - celebrada pelo Padre Luiz Augusto após a missa o leilão às 11 horas.

sábado, 22 de outubro de 2011

LEILÃO SOLIDÁRIO - PADRE LUIZ AUGUSTO - DIA 24 OUTUBRO 11 HORAS

Sempre desempenhando o papel de sevir a Deus, acolhendo às pessoas necessitadas de amparo, Padre Luiz Augusto e a Comunidade Atos com a ajuda dos católicos caridosos está construindo a Casa de nossos Pais, um lar para pessoas idosas. Mais uma obra de amor ao próximo. Para ajudar na sua construção a Sociedade Goiana de Pecuária e Agricultura está realizando um leilão solidário no dia 24 de outubro às 11 horas no Tatersal de Elite do Parque de Exposição Agropecuário de Goiânia, na Nova Vila. 
Prestigiem, colaborem participando.
Antes de iniciar o leilão Padre Luiz Augusto celebrará a missa em Ação de Graças pelos 70 anos da SGPA.