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Goiânia, Goiás, Brazil
Escrevemos sobre assuntos ligados à história goiana, genealogia, artes, artesanato e assuntos de interesse de nossa família. Portanto, esse espaço pertence a uma pessoa somente, é público, todos podem ler se quiser, pois aqui publicamos vários tipos de assuntos, a grande maioria dos leitores se manifesta positivamente e com elogios, o que agradecemos muito. Os comentários devem ser acompanhados de identificação, com email, para que sua opinião seja publicada.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

VALORES HUMANOS


A vida segue, de modo geral, uma trajetória comum a todos nós, com algumas exceções que se tornam momentos especiais de cada um.
Com a idade vamos nos tornando cheios de manias e, também, mais emotivos. Alguns enxergam a vida com simplicidade e por isso seguem vivendo naturalmente, mais facilmente porque aprenderam que existe uma sequência de coisas comuns a todos nós mortais, nada, ao que costumamos chamar de ordem natural da vida, é modificado, a não ser pelas mãos de Deus.
Cada um pode ser feliz a sua maneira, mas, sempre com o amor, o mais importante de todas as coisas é o amor – Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos.
Nas coisas mais simples encontramos a beleza que nos traz a felicidade, geralmente está perto de nós, tão perto que a sacrificamos a procura por algo distante, por coisas que nos afastam de Deus, da nossa família e dos amigos. Quantas vezes somos capazes de magoar um ente querido para satisfazer egoisticamente uma vontade nossa, assim acontece porque temos a certeza da grandeza desse amor que tudo aceita porque sabe perdoar.
Todos sabem, o mundo oferece coisas glamourosas que levam a uma vida materialista, com valores fantasiosos, aonde se experimenta a glória, porque é essa a procura, a busca de uma vida intensa, mas, nessa vida não encontrará o aconchego e a gratuidade do amor familiar que é o porto seguro, sempre estará à espera do filho. Viver em família e com aqueles amigos cultivados com respeito e cerimônia durante a vida, aceitando os seus defeitos e admirando as suas qualidades, faz com que ao envelhecermos encontremos junto às pessoas queridas a satisfação de dividir cada momento desde as coisas corriqueiras do dia a dia até os momentos especiais celebrando os casamentos de nossos filhos e a chegada dos nossos netos, e, o mais importante, ter o amparo necessário nos dias difíceis das perdas que se sucedem de entes queridos como os nossos pais e, também, encontrar nas horas de dores das doenças que aparecem com “terceira idade” o amparo.  Tudo isso só é possível se cultivamos esse amor familiar e fazemos amizades que duram uma vida. É na família que as crianças são moldadas, são seus pais com exemplos que determinam a maneira com que viverão a vida, moldam o seu caráter e a sua vida e o mundo precisa de pessoas  disciplinadas, solidárias, responsáveis, leais, trabalhadoras, corajosas, perseverantes, honestas e que tenham fé.
Se por um lado ter amigos e uma família amorosa é um privilégio, mais valoroso se torna o ser humano que é solidário, que, como diz o Padre Luiz Augusto, “trabalha dedicando parte de seu tempo para as pessoas necessitadas”. Hoje, a Comunidade Atos e a Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus, sob a direção do Padre Luiz Augusto precisam da solidariedade de todos para que trabalhos como 

Por quem os sinos dobrarão.Texto de Vanderlan Domingues


quarta-feira, 19 de setembro de 2012


Por quem os sinos dobrarão.

Texto de Vanderlan Domingues 
Deus ao criar o homem colocou em sua mente uma multiplicidade de sensações e emoções capazes de despertar sentimentos mais variados – desde o prazer proporcionado pela contemplação da beleza, da harmonia e equilíbrio naturais, até do terror e impotência gerados por pessoas passando fome, doentes e sem condições de plantar a sua própria sobrevivência. Por outro lado, veem-se meninos e meninas cheirando cola para enganar a fome, crianças e mulheres que se prostituem para sobreviverem, chacinas, roubos, corrupção, abusos do poder econômico que oprimem, catástrofes e fenômenos naturais que ocorrrem no mundo, onde tudo parece irreal, mas é pura realidade e se alastram como se fosse uma coisa natural característica da própria espécie humana, que a tudo vê e assiste complacente através de jornais e imagens geradas pela TV.

Quando intitulei este artigo como “Por quem os sinos dobrarão”, título de um filme antigo, o fiz com  o intuito de homenagear o Padre Luiz Augusto e reportar o seu sermão proferido no último domingo na Paróquia Santa Terezinha do Menino Jesus. Ele, incisivamente, pediu ajuda aos profissionais médicos e odontólogos que colaborássem na Clínica Atos e que resgatássemos da memória do tempo os bons fluídos, o amor ao próximo, a prática da solidariedade, a volta das riquezas e criatividades cristãs, que criteriosas, podem fecundar novas reflexões e ajudar a delinear e modelar novos conceitos de vida em face do processo atual, de forma que, cada pessoa se torne responsável pela sua própria história, pela sua própria libertação, transformando a sua realidade de forma que se efetive a justa liberdade e amor, ainda que de maneira rudimentar.
Naquele domingo, padre Luiz ao ver a multidão diante do altar e rincão inacabado, talvez sentindo a não presença de Deus em muitos corações e a falta efetiva de colaboração dos fiéis, passou no telão as obras que a comunidade Atos vem realizando em prol dos mais necessitados: mostrou pessoas famintas, enfermas, idosas e viciados em drogas, abandonadas, sem rumo, perdidas na escuridão de seu próprio ser. Preocupou-se sobremaneira com a situação real de alguns enfermos, como o do Carlos, mas não se deixou abalar pelo desânimo e insistiu junto à multidão que se praticasse a solidariedade, realçando-a como único valor e extremamente capaz de forjar um mundo mais justo, humano e fraterno.
Após ouvir as palavras do Padre Luiz, com o pensamento absorto, me vi caminhando pelas ruas da cidade, sem chutar pedras ou bisbilhotar as belezas circundantes. Olhava o vaivém dos veículos e a falta de respeito à leis de trânsito e ao próprio ser humano. Cada carro que ultrapassava o meu, sentia uma dor no coração ao imaginar que a vida de cada uma daquelas criaturas sequer tinha tempo de pensar que existe vida além vida e que poderia ter que prestar contas do que faz neste mundo de expiação e provas. Sequer tinham tempo de observar os pedintes amontoadas nas calçadas e uma criança esquelética sugando o seio da mulher que parecia doente. Um quadro que jamais apagarei da memória. Pouco mais à frente, um vento quente soprou manso e logo deparei com alguns jovens descontraídos que usavam colares, brincos, pircing, cabelos pintados em cores variadas, dando-se a impressão de estarmos em outro planeta. Fumavam e soltavam baforadas de fumaça que cheirava a “baseados” e nos refrigerantes, misturavam diminutas pedras de crack no afã de contemplar melhor a vida e de se “chegar às nuvens”, talvez numa nave criada pelas suas imaginações, sem destino e desvalida.

Ao quebrar os laços familiares, deixar de ajudar aos infortunados, aos doentes e àqueles que passam fome, o homem quebra também o elo da cadeia que o liga a harmonia, ao amor, a fraternidade, a fé e equilíbrio de forças assentes nas Escrituras, motivos relevantes que se não exercitados tornam implacáveis e difíceis a mantença da sobrevivência humana, e na forma em que está, banalizada, indiferente e que nos leva  passividade, não pode continuar. Ao final, deverão estar fundamantadas precisamente no amor, na caridade, não ficar à deriva, sem referência, para no final, saber por quem o sinos dobram e dobrarão e não perderem a visão familiar tão sonhada por Josué (24:15): “Eu e minha casa serviremos ao Senhor”.
Hoje, o homem não mais cora de vergonha e muitas vezes nem vê  motivos para isso. Talvez a vergonha que não se aflora mais em seu rosto é que o faz fazer tantas declarações de intenções, tantos compromissos político-sociais, tantas promessas de ajudar ao próximo, ajudar aos doentes, ao menos favorecidos; muitas vezes não realiza alegando falta de tempo ou faz-se de esquecido. Ao analisar as palavras do Padre Luiz no último domingo confesso que corei e sei que muitos coraram e usaram a carapuça. Eu, principalmente, me senti em débito com a minha comunidade. Cheguei a conclusão também de que temos a oportunidade fazer alguma coisa boa em prol de nosso Planeta e se não o fizermos será por mero capricho. Podemos transformá-los num paraíso se agirmos com correção, termos amor ao próximo e sermos solidários um ao outro, ou num inferno, se sucubirmos sob o peso do pecado e da falta de amor ao próximo A resposta a esse desafio está presa nos elos da imensa cadeia da vida, que se quebrados, deixarão todos em cárcere inseguro, e para sairem ilesos, difíceis serão as decisões que cada um terá de tomar. E é diante dos fatos narrados que cheguei a conclusão de que os sinos dobram e dobrarão a todos aqueles que sempre ajudaram a segurar o cajado espinhoso da luta em prol da vida.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

VALORES DO SER HUMANO...


Uma das virtudes mais significativa e valorosa de um ser humano é a gratidão. Saber ser grato é reconhecer que foi ajudado e agradecer e, o mais importante, agradecer a Deus e aos intercessores que são os verdadeiros anjos que cuidam de nós em todas as circunstâncias e em especial quando estamos em conflito, em dificuldades financeiras, com problemas em família, com algum ente querido doente e até quando nos encontramos sem soluções para nossas coisas corriqueiras.
De modo geral esses intercessores que nos ajudam são nossos amigos íntimos, médicos especialistas quando se tem recurso para recorrer a eles, porém, quem mais procuramos são aqueles que podem nos ajudar gratuitamente, são os sacerdotes que seguindo os ensinamentos de Jesus Cristo se tornam um profeta aqui na terra e tentam ajudar.  
São poucos os que são verdadeiramente um pai espiritual acolhedor nas horas que precisamos, nesse requisito se destaca o Padre Luiz Augusto, como um silencioso obreiro do Senhor, incansavelmente, atende a todos que o procuram porque assim ele é, e, assim, jurou ser. Porém, todos sabem como é que andam por aí, mas, ele faz questão de atender a todos, fazendo de sua missão a sua grande diferença entre os sacerdotes que conhecemos.
Ao lado do Padre Luiz Augusto estão os seus filhos (como ele gosta de chamar) os que o ajudam em todas as horas e, estes têm sabido ter a gratidão que se espera dos que foram ajudados. A grande maioria desses que hoje lhe são gratos, de alguma forma, receberam do Padre Luiz Augusto a ajuda que procuraram, não importa o tamanho da ajuda ou do que lhe foi pedido, o que importa é que esses fiéis entenderam que ser cristão é ajudar ao próximo como a si mesmo, é esse amor ao próximo que se deve demonstrar em todos os momentos e não quando lhe é conveniente.
Todos nós podemos dar muito mais do que estamos doando, não estamos aqui falando de doação material, mas, em todos os tipos de doações, porque, “o vem a nós” é egoisticamente o que mais se presencia em nosso meio, se sou atendido, se consigo o que esperava, está bom, “quando eu precisar de novo, eu vou atrás do Padre Luiz Augusto e ele me ajudará, porque essa é a sua obrigação”. Será?
Não é obrigação do Padre Luiz Augusto ou de qualquer outro atender às pessoas que precisam de ajuda, se ele faz assim é porque  ele é um instrumento do Senhor aqui na terra e age assim porque é de sua personalidade, esse é o seu caráter bondoso e dentro de sua humildade encontra-se um homem cheio de virtudes, o que o torna um sacerdote capaz de ajudar a todos.
Não entendo e só consigo uma explicação para a falta de apoio de algumas pessoas que se dizem “amigas”, mas, não comparecem às atividades programadas por Padre Luiz Augusto: é a falta de gratidão.
Se a distância é maior – tem o carro que nos leva até lá; se o tempo está curto – quando a dificuldade aparece o tempo aparece também para ir naquela distância procurar ajuda; se precisa de um sacerdote para um batizado ou casamento, vão até lá procurá-lo. Não é censura ou crítica, mas, é preciso refletir se queremos seguir de forma egoísta, valorizando somente as nossas coisas.
Participar  de um evento como o lançamento do livro “Sei que posso mais” do Igo Neander com as lindas orações escritas pelo Padre Luiz Augusto foi para os que ali foram uma noite abençoada, foi um desses encontros em que sentimos que Deus está conosco, sentimos que a nossa fé cresce mais ainda e  a nossa convicção de que de que as poucas pessoas que formam a Comunidade Atos estão juntas se dedicando para que mais pessoas possam participar de um trabalho maior na consolidação da caridade, do amor ao próximo, assegurando que as atividades ali desenvolvidas sejam abraçadas por todos, porque é um trabalho sério, um trabalho que precisa da ajuda de todos e quem estava ali deve ser um propagador das obras da Comunidade Atos, para que muitos se tornem colaboradores para que suas ações sejam estendidas a mais irmãos que necessitam de ajuda.
Não pude sentir no lançamento do livro “Sei que posso mais” a valorização do sacerdote Padre Luiz Augusto, não pela obra em si, que pelo nome diz tudo a respeito desse sacerdote incansável, sempre se desdobrando para atender a todos, mas nem todos tem a gratidão de se deslocar por meia hora que fosse, para lhe fazer um agrado. Poderiam ter feito do lançamento do livro do seu filho espiritual Igo Neander com as mais belas orações do Padre Luiz, uma noite de autógrafos onde não estivessem somente seus mais fiéis colaboradores, mas, também, outras pessoas,  isso porém não tirou o brilho da festa, mas, chamou atenção dos que conhecem e sabem da quantidade de pessoas que procuram a sua ajuda. Esse era o momento ideal para demonstrar a sua GRATIDÃO. Volto a dizer, fizeram falta, embora a casa estivesse cheia, a sua ausência foi notada.
Para refletir. Uma boa reflexão!  
  

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

REVITALIZAÇÃO DA PRAÇA PEDRO LUDOVICO TEIXEIRA


Desde quando se falava em colocar a estátua equestre com Pedro Ludovico Teixeira em um local diferente do que havia sido acordado com a família, há tantos anos atrás, a grande preocupação era o fato de, a cada dia mais, Goiânia ter o seu traçado inicial desfigurado, assim, os órgãos responsáveis por zelar do que é a nossa história, perceberam a urgência em revitalizar o que está precisando de socorro urgente.
O ideal seria iniciar construindo um Instituto/Museu dos Pioneiros na Praça Pedro Ludovico Teixeira, uma instituição moderna visando reunir toda documentação, como as plantas da cidade, os decretos, as fotografias, os filmes, depoimentos e todas as informações sobre a construção da cidade, com uma finalidade muito antiga por todo o mundo: preservar a história de um povo, a memória do fundador está sendo cuidada em seu Museu Pedro Ludovico Teixeira, acanhado para abrigar outras tantas informações.
Todos sabem que um povo que perde a sua memória, perde a sua riqueza cultural. Para que se mantenha viva a memória de um povo é necessário cuidar de seu patrimônio, de sua gente e de seus costumes. É preciso ter amor às coisas de sua terra, ter orgulho de suas raízes.
Já se manifestaram de todas as maneiras sobre o local para se colocar a estátua de Pedro Ludovico Teixeira na Praça que leva o seu nome, a negativa vem por causa do tombamento da Praça pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN. Contudo, o que mais agride aos pioneiros é a falta de uma referência que destaque ali na Praça o seu fundador, o que existe é um pequeno busto, com pouco mais de 50 cm, no pátio da frente do Palácio das Esmeraldas. Insignificante diante da gigantesca obra de arte de Neusa Morais, a imensa escultura apelidada de “Monumento às Três Raças”, uma alusão aos trabalhadores pioneiros que construíram Goiânia, ela está ali, bem no centro da praça destoando do restante, tomando o lugar do adequado obelisco que ali se encontrava, imitando, de acordo com os recursos existentes à época, o milenar obelisco de Luxor, instalado no centro da “Place de La Concorde”, em Paris, desde 1833 e, apesar do crescimento da cidade, nenhum governante mexeu ou retirou o obelisco do lugar, podem até dizer de sua magnitude, mas, o que vale ressaltar é que tem sido preservado por representar uma história, um marco instalado ali desde 1833.
O nosso obelisco, embora simples, era um marco da fundação da cidade e se foi, não preservaram a história e a nem sabem a razão porque naquele lugar tinha um pequeno obelisco. Deixaram a Praça ir se acabando, nem mesmo o tombamento do IPHAN ajudou a preservar esse patrimônio, a sua concepção inicial foi maculada inúmeras vezes. Os postes de iluminação foram substituídos por imensos postes de cimento, os mastros com as bandeiras ferem a harmoniosa fachada do Palácio, a Praça de Pedro Ludovico Teixeira de ontem já não existe e até hoje é chamada de Praça Cívica.
Será que teremos sempre que corrigir as crianças que visitam a Praça Pedro Ludovico Teixeira e ali aprendem que quem construiu Goiânia foram as três raças? Por que, inadvertidamente, ao se querer fazer uma homenagem aos trabalhadores que construíram a cidade, permitiram colocar em local impróprio uma escultura que destoa totalmente do restante da praça? Se há algo a preservar que seja a história correta dessa cidade tão nova, tão bonita, de traçado simples, que tinha a petulância de querer se parecer com Versailles, cidade francesa idealizadora do traçado inicial de Goiânia, com praças imensas, jardins bem cuidados, ruas largas e bem dimensionadas.
Aqui tinha um clube moderno para o lazer chamado Jóquei Clube, sua sede antiga foi derrubada; tinha um hospital público gratuito, a Santa Casa, foi derrubada; tinha um mercado no centro da cidade, concentrando nele os armazéns e lojas de alimentos para facilitar a vida da dona de casa – foi derrubado;  é impossível enumerar o que se perdeu em menos de um século, Goiânia tem recebido um tratamento indisciplinado com relação ao que diz respeito à sua história. O tombamento da Praça Pedro Ludovico Teixeira - é fundamental, mas como se vê ele não evitou a decrepitude do local, pararam de cuidar de seus jardins, da iluminação pública, das fontes luminosas, da conservação da pintura, deixaram a ocupação desordenada do logradouro por moradores de rua e lavadores de carro. Permitem a sua degradação cada vez que fazem as montagens de imensos palcos e arquibancadas para eventos e, o próprio governo anexou “puxados” para aumentar os edifícios públicos situados na praça.
Agora, o poder público resolveu revitalizar a praça corrigindo alguns desses problemas, o tombamento não pode se tornar o empecilho, o órgão responsável deve ser parte da solução para devolver à principal Praça de Goiânia a sua função, a sua beleza e ao povo goiano um ponto turístico que valorize a sua história. E o mais importante dar ao Palácio das Esmeraldas um ambiente externo compatível com a representatividade da residência de quem é, do chefe do Estado, deve ser revitalizada e permanecer impecavelmente arrumada.
Seria bom se nesse processo de revitalização ficasse registrado a proibição de edificações que deturpem o traçado original, como fizeram com os Correios, o Tribunal de Contas com seus anexos e até o Centro Administrativo Pedro Ludovico Teixeira. E, para garantir sua preservação proibir eventos ali, a aglomeração de pessoas causa transtornos, como o pisoteando de tudo que encontram pela frente.
O Governo de Marconi Perillo está cuidando do jardim da casa do Governador, que este zelo permaneça. A revitalização é um marco administrativo e colocar a estátua de Pedro Ludovico Teixeira em sua Praça é um marco histórico, uma questão de coerência com a história, Pedro na principal praça de sua Goiânia.
Assim, como Pedro Ludovico Teixeira entregou a sua grande obra ao Brasil, no dia da inauguração em 5 de julho de 1942, dizendo: "Ao Brasil entrego um grande ideal que se tornou uma grande realidade - GOIÂNIA", a ele seja entregue a sua Praça, em reconhecimento pela sua obra.

Maria Dulce Loyola é administradora 

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

O Dízimo de todos nós


A oração faz a obra acontecer, mas, é o nosso dízimo que faz a obra permanecer.
É antigo e bíblico doar parte do que você recebe todo o mês com o seu trabalho para as obras de Deus, conforme a sua capacidade.
Para se sentir motivado, basta escutar o Padre Luiz Augusto relatando sobre as diversas solicitações de ajuda das pessoas que o procuram no dia a dia. Porém, esse é o seu trabalho, mas, ele precisa de todos nós, católicos que frequentamos a Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus, para que seja realizado o que Jesus ensinou e está, também, em uma das passagens da Bíblia que o Padre Luiz mais gosta de citar, Mateus 25: “porque tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; era peregrino e me acolhestes; nu e me vestistes; enfermo e me visitastes; estava na prisão e viestes a mim”.
A oração faz a obra acontecer, mas, é o nosso dízimo que faz a obra permanecer. Se R$10,00 reais em suas mãos se transformam em apenas um lanche para você, preste atenção, deixando de comer um lanche na semana e doando esse R$10,00 à Paróquia do Padre Luiz, esses seus R$10,00 se somados aos outros que são doados se transformam em muitos lanches, em cestas básicas, em medicamentos, em vestimentas, em ajuda para mudar a vida de muitos, que não conseguem ganhar nem mesmo os seus R$10,00 por mês.
Esse gesto generoso de sua parte transforma a vida e muda o olhar das pessoas que recebem a ajuda.
Quando multiplicamos as doações automaticamente multiplicamos a capacidade de atendimento. A Paróquia tem cadastradas inúmeras famílias esperado por ajuda. Todos sabem e conhecem o trabalho que o Padre Luiz realiza, por isso, todos os dias, o dia inteiro, as pessoas vão até a Paróquia para pedir ajuda, pois sabem que dali não sairão de mãos vazias. Portanto, unindo os esforços e somando o que é doado, estaremos colaborando para que o olhar caridoso que nos conduz seja, também, um olhar de contentamento, que alcança o objetivo de seu sacerdócio: servir a Deus e ao próximo. Padre Luiz Augusto precisa da sua ajuda, doe o dízimo. Seja um multiplicador do bem, espalhe e compartilhe essa mensagem, para que todos doem o dízimo regularmente. Deus o abençoe!


A ORAÇÃO FAZ A OBRA ACONTECER E O DÍZIMO FAZ A OBRA PERMANECER


De Eduardo de Souza – CIA DE ARTES FILHOS DO PAI!

Esse foi o texto de Eduardo de Souza para o teatro da Missa de Domingo, lindo e necessário. Estamos acostumados com as boas apresentações todos os domingos, porém esta superou a todas, foi excelente. Parabéns Eduardo e à Cia De Artes Filhos do Pai!  Maria Dulce 

NARRADOR: Pagai integralmente o dízimo ao tesouro do templo, para que haja alimento em minha casa. Fazei a experiência e vereis se não vos abro os reservatórios do céu e se não derramo a minha bênção sobre vós muito além do necessário.
MÚSICA: EU ESTOU ORANDO POR VOCÊ...
TEXTO 01:  
Durante a caminhada pela vida muitas vezes temos que aprender as coisas na pratica, e não apenas na teoria.
Vamos nos colocar na situação de nossos semelhantes, para experimentar suas sensações e sentimentos.
Por isso quando falar de amizade estenda a mão aos seus inimigos para que possa provar a si mesmo aquilo que gosta de dizer aos outros.
Quando falar de fome, faça um minuto de jejum para lembrar aqueles que jejuam todos os dias mesmo sem querer.
Quando falar de frio, abrace alguém para aquecer-se e aquecer seu semelhante.
Quando falar de calor, sopre uma brisa suave em direção do próximo.
Quando falar de fé, feche os olhos para encontrar a razão daquilo em que crê.
Quando falar de Deus faça-o pelo silencio do seu testemunho e mais do que falar, aja!
Por que fé sem ação não é fé.
NARRADOR: Cada um dê conforme decidir em seu coração, sem pena ou constrangimento, porque Deus ama quem dá com alegria.
TEXTO  02  
No mundo existem vencedores e perdedores. E há uma enorme diferença entre os dois.
Um vencedor sempre acha uma solução, o perdedor sempre se justifica atrás de problema.
Um vencedor sempre diz: “Deixe-me ajuda-lo.”
Um perdedor diz: “Não é minha obrigação.”
Um vencedor vislumbra uma resposta para cada problema.
Um perdedor vê todos os problemas sem resposta.
Um vencedor diz: “Pode ser difícil, mas não impossível!”
Um perdedor diz: “Pode ser possível, mas é difícil!”
Um vencedor doa, divide e partilha.
O perdedor acha que se doar algo vai passar por dificuldades.
O vencedor vive a vida como ela deve ser vivida, o perdedor não vive, agoniza!
NARRADOR: SER DIZIMISTA É SER COMPROMETIDO COM A IGREJA. SER DIZIMISTA É RECONHECER QUE DEUS OCUPA O PRIMEIRO LUGAR EM NOSSAS VIDAS.

Uma bola de basquete, nas minhas mãos, valem uns R$ 35,00. Nas mãos do Oscar, valem R$ 7.000,00. Depende da mão que segurar.
Uma raquete de tênis, em minha mão, não tem uso algum. Nas mãos do Guga, o torna o número 1. Depende da mão que a segura.
Um madeira em minha mão vai manter os animais afastados de mim. Nas mãos de Moisés, abriu o Mar Vermelho. Depende da mão que segura.
Um estilingue, nas minhas mãos, é apenas um brinquedo. Nas mãos de Davi, se tornou uma arma poderosa. Depende das mãos que o seguram.
Dois peixes e cinco pães, nas minhas mãos, se tornam alguns sanduíches. Nas mãos de Cristo alimentaram multidões. Depende das mãos que os seguram.
Pregos..., nas minhas mãos, podem significar, a construção de uma casa. Nas mãos de Cristo, significam a salvação do mundo. Depende das mãos...

Como você pode concluir, agora tudo depende das mãos...
Então, nunca deixe de lutar, mas não esqueça de colocar suas preocupações, seus sonhos, seus anseios, seus temores, seus interesses, a família, sua vida, nas mãos de Deus. Pois tudo depende das mãos que os tem.

NARRADOR: DIZIMO É GRATIDÃO POR TUDO QUE DEUS FAZ EM NOSSAS VIDAS

CORDEL DO DIZIMO 
MEU CARO AMIGO E IRMÃO, O ASSUNTO QUE HOJE TRAGO É DE MUITA CONSIDERAÇÃO
EU QUERO FALAR DO DÍZIMO QUE NÃO É UMA OBRIGAÇÃO
 MUITA GENTE ACREDITA QUE O DÍZIMO É FAVOR
POIS EU DIGO QUE É BÍBLICO NÃO DUVIDE NÃO SENHOR 
COMO ABRAÃO NÃO TEVE MEDO  DE SEU FILHO LANÇAR MÃO
DEUS QUER NOSSA CORAGEM DE SE LANÇAR EM DOAÇÃO 
O DÍZIMO NA MINHA VIDA ME LEVA A REFLETIR
A PARTE QUE EU DEVOLVO VEM EM DOBRO PARA MIM
MAS NÃO SE PODE DEVOLVER E FICAR APEGADO
IMAGINANDO EM QUE SERÁ  O MEU DINHEIRO APLICADO
SE PARA A MINHA FAMÍLIA NÃO DEIXO FALTAR O PÃO
O QUE DEVOLVO NO DÍZIMO TEM A MESMA FUNÇÃO
MANTÉM A CASA DE CRISTO NO QUAL FAÇO PARTE COMO IRMÃO
TANTAS PASSAGENS BÍBLICAS NOS DÃO A INDICAÇÃO 
QUE O DÍZIMO É SANTO E PRECISA DE ATENÇÃO
O DÍZIMO É MINHA CHANCE  DE DOMAR MEU CORAÇÃO
DE PARTICIPAR DO SACRIFÍCIO DA PARTILHA E DOAÇÃO
QUER SER COMUNIDADE DEZ POR CENTO PARA DEUS
MEU SENHOR É FIEL, NÃO VACILA COM OS SEUS
VAMOS MEUS IRMÃOS, FAZER A EXPERIÊNCIA
DE CONFIAR EM NOSSO DEUS, E NA SANTA PROVIDÊNCIA
DESAPEGAR-SE DESSE POUCO EM SINAL DE OBEDIÊNCIA

Narrador : O Dízimo é uma forma de retribuirmos a Deus tudo que ele nos dá, é a forma mais justa de ajudarmos as pessoas menos favorecidas, pois"Um pouco de quem tem muito, é muito na vida de quem tem pouco".

MÚSICA: ORAR É AMAR, ORAR É PEDIR...
ATOR: ( Olair )
EU SONHAVA TER UMA TETO PRA ME ABRIGAR, ALGUÉM QUE ORASSE POR MIM, QUE ME CAHAMASSE DE FILHO, ME COLOCASSE NO COLO E ME DESSE TODO AMOR DESSE MUNDO. EU QUERIA UM PEDAÇO DE PÃO QUE VIESSE DA MÃO MAIS GENEROSA E AQUI EU ENCONTREI. ALGUEM QUE ME DISSESSE QUE EU PODERIA RECOMEÇAR. FOI ATRAVÉS DO SEU DIZIMO QUE EU GANHEI UM COBERTOR, UMA ROUPA,ESTUDOS, SAI DA VIOLÊNCIA, GANHEI AMIGOS, CONQUISTEI DIGNIDADE E CONHECI A DEUS. O SEU DIZIMO É COMO O CAJADO NA MÃO DE MOISÉS, FAZ ATRAVESSAR PARA O LADO DO AMOR TODOS AQUELES QUE NECESSITAM DESSA GRAÇA!
( todos )
Tive fome, e destes de comer; tive sede, e me destes de beber;
estive nu e me vestistes; enfermo, e na prisão, e Tu  me visitastes.
Em verdade vos digo que, quando fizeres o bem a um destes pequeninos, fizeste também a mim. Mateus 25
ORAR  É AMAR, ORAR É PEDIR  ORAR É SENTIR A MESMA DOR
fim

terça-feira, 24 de julho de 2012

COPIAR O QUE É BOM

Uma das coisas que me encanta em São Paulo é a preservação da sua história que é, por sua antiguidade, a história dos brasileiros, também. Tem sido hábito em São Paulo revitalizar edifícios antigos, adaptando-os para abrigar centros de cultura excelentes. Visitar o Mercado que tem muito mais de 100 anos e foi preservado, a Estação Ferroviária, a Pinacoteca e tantos outros lugares mais que centenários e muito bem preservados faz com que se conclua que copiar quem faz certo é uma boa maneira de acertar, também.
Goiânia, apesar de ser uma Capital aonde a riqueza é visível pelo consumo de bens e serviços, lamentavelmente, os governantes não conseguem sensibilizar aos que são geradores dessa imensa riqueza para que invistam, como incentivo, na área cultural, na preservação de nossa história.
O que se vê é a seguida repetição de atos como foi a destruição do Mercado Central para ali edificar uma garagem, de vários andares, sem, que até hoje tenha alcançado algum objetivo, se é que tenha sido planejado.  A destruição da Santa Casa, marco da caridade e do início de Goiânia, para edificar um Centro de Convenções é uma das aberrações das administrações passadas, rapidamente se tornou um elefante branco pelo fato de ter sido extremamente inadequado o local escolhido, todos sabem que os centros de convenções são colocados estrategicamente em locais que permitem o acesso de um enorme público, com estacionamento gigantesco para receber um grande número de carros e ônibus, ali, na Rua 4, eles só podem parar ocupando as laterais das ruas em volta do Centro de Convenções na Rua 4, alguns têm placas de proibido parar, tudo isso causa transtorno para quem passa por ali e para os próprios motoristas desses veículos, total falta de planejamento ou fizeram assim  para justificar a injustificável destruição da Santa Casa?
A descaracterização da Praça Pedro Ludovico Teixeira, abandonada há décadas, mostra o descaso com o bem público. Deixaram construir ali um barracão para abrigar parte da Prefeitura e assim permanece até hoje, mas, felizmente, já está aprovada pelo Governador Marconi Perillo parte da restauração da praça. Essa praça era o encantamento dos goianienses antigos que faziam dali seu local de passeio com a família no final da tarde e nos fins de semana. Porém, hoje em dia, é usada para shows, exposições e celebrações requerendo que ali se monte enormes estruturas que danificam tudo que há em volta (se é que ainda tenha sobrado algo). Essa prática tem que ser eliminada. Nada existe ali que lembre o jardim do Palácio das Esmeraldas de antes, com suas fontes luminosas e seus arbustos podados e bem cuidados. Hoje é o jardim mais descuidado e abandonado de Goiânia, não salva nem o que está no pátio da frente do Palácio, parece até que não existem paisagistas em Goiânia capazes de fazer um jardim adequado à casa do Governador.
Visitar um centro de cultura como São Paulo no faz voltar para casa pensando quando será que deixarão de fazer obras faraônicas, deixando o que temos acabar, sem valorizar o pouco que restou. Revitalizar e restaurar o que já existe, preservando o que se dá o nome de patrimônio e a exemplo de São Paulo não destruir, mas adaptar o local para ser um novo espaço cultural, usando melhor os edifícios antigos como a Estação Ferroviária, o Grande Hotel e outros. Assim como, o Teatro Goiânia que já foi palco de tantos excelentes espetáculos. Porém, não se cuidou de seus bens, que fazem parte do patrimônio. Dizem que o piano de caldas que era do Teatro Goiânia caiu do palco e quebrou de tal maneira que não teve recuperação, depois desse "acidente" nunca mais se teve um piano com a qualidade desse.
É preciso, não só vontade para realizar tudo isso, mas é preciso entender que a nossa cultura, a preservação de nossos bens é mais importante que valorizar a cultura de fora, essa já é valorizada em seus Estados. Não tenho nada contra cinema, mas, não é o que Goiás produz, quantos filmes de sucesso saíram de Goiás nos últimos anos? No entanto se gasta uma fortuna para valorizar empreendimentos que não são nossos, no intuito de alcançar projeção nacional repetindo, importando hábitos de outros lugares, onde o evento é um grande sucesso devido ao tempo em que ali é realizado e se tornou uma realização tradicional dali. Importar eventos, manias, tradições de terceiros significa que não amamos o que temos.
Estação Ferroviária de São Paulo revitalizada atende a seu propósito e tem a  Casa São Paulo de espetáculos musicais e o Museu da Língua Portuguesa na outra ala, tudo devidamente aproveitado.



Mercado de São Paulo, com restaurantes excelentes e com sua s bancas de alimentos, tudo usado com cuidado e zelo.

PORQUE INSISTEM EM RECLAMAR

Ainda que insistentes, são poucos, os que querem tornar ou fazer parecer uma guerra dentro da Igreja. No entanto, para que fique bem claro, as pessoas seguem quem tem capacidade de liderança, quem tem sabedoria, que edifica e constrói. Num país livre, podemos ir e vir como queremos.
Aliás, incomoda muito quem faz o bem, são testemunhos tão antigos de vários santos, que repetiam suas lamentações quando perseguidos por se destacarem fazendo o bem.  
Mas, nada incomoda mais que além de fazer o bem, fazer com sucesso.
Os que reclamam não conhecem os mandamentos de Jesus Cristo, desconhecem o que ele prega ou nem sequer sabem o que lêem na Bíblia. 
Mas, Deus vê tudo e a sua misericórdia é para todos não faz distinção de raça, cor ou nação, assim deveriam agir os homens, especialmente, os que são da Igreja que Jesus instituiu.
Se criticam, deveriam se identificar, não se esconder atrás de nomes fictícios e anonimatos, pois nem sequer assinam  que escrevem, e quando enviam uma mensagem ela vem acompanhada desse aviso: "O endereço de resposta do remetente indica para não responder". Se não quer resposta, não merece ser publicado. 
Esse espaço pertence a uma pessoa que publica vários tipos de textos, quem não concorda, tem toda a liberdade de discordar, porém deve se identificar e colocar seu email, se quiser emitir a sua opinião e ver publicada.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

SE É DO BEM, INCOMODA MUITO

Para muita coisa na vida que são iguais ou mesmo semelhantes as pessoas usam dois pesos e duas medidas, principalmente, quando se trata de uma pessoa que se destaca por suas qualidades e, ainda, se suas atitudes são marcadas pela sua generosidade, ela incomoda muito. Estranhamente os conhecidos, os amigos e até a família não valorizam a sua capacidade. Quanto mais a pessoa produz, mais lhe é cobrado, o tratamento é rígido, não lhe é permitido qualquer deslize, é tratada até com desconfiança, os outros estão sempre com um pé atrás, como é popularmente falado. Deveria ser o contrário, valorizar a esses seres espiritualizados e mais bondosos respeitando e reconhecendo o trabalho que executam. Dar a eles a credibilidade que merecem e não deixar que aconteça o que vem sendo, repetitivamente, mostrado na história, depois que a pessoa morre creditam a ela todo o seu valor, o correto seria enaltecer, homenagear e valorizar a pessoa em vida ou simplesmente deixá-la ser a pessoa exemplar que é.
As passagens bíblicas mostram a desconfiança do povo com os profetas daquela época, eles chamavam a atenção porque falavam sobre Deus e condenavam certas maneiras de viver, o que não agradava nem um pouco, por isso o profeta era criticado, mas, mesmo assim, mesmo não sendo bem aceito, mesmo que não lhe dessem ouvidos, ele se fazia notar e todos comentavam o que ele pregava, embora zombassem de suas pregações, porque eram incapazes de entender as coisas de Deus: “Não temas, nem tenhas receio de suas palavras. Mesmo que espinhos te cerquem e estejas assentado sobre escorpiões, não tenhas medo de suas palavras nem te intimides diante deles, pois são uma corja de rebeldes. Tu lhes falará a minha palavra quer te escutem ou não”.
Deus protege aos que falam em seu nome, aos profetas de ontem e aos de hoje, homens e mulheres que são capazes de enfrentar as adversidades da vida para levar a Palavra de Deus. Para esses, Jesus dá a graça, dá a inspiração, dá o Espírito Santo. “Basta minha graça (de Jesus) pois é na fraqueza que a força chega à perfeição. Portanto, prefiro gloriar-me das minhas fraquezas para que habite em mim a força de Cristo. Eis porque sinto alegria nas fraquezas, nas afrontas, nas necessidades, nas perseguições, no profundo desgosto sofrido por amor a Cristo. Pois, quando me sinto fraco, então é que sou forte”.
Nada abala a fé do profeta, e, certamente, o que ele faz não é buscando o reconhecimento, mas, instruir para que cada um ande no caminho do bem, quantos tem perto de si profetas maravilhosos mas não são escutados. É sabido que santo de casa não faz milagres, Jesus em sua terra, Nazaré, pregando em uma sinagoga, falou aos que lhe escutavam: “Um profeta só é desprezado em sua terra, entre seus parentes e em sua própria casa”. E em sua terra natal ele não pode fazer nenhum milagre, curou apenas alguns poucos doentes impondo-lhes as mãos.
A bondade e a sabedoria de Jesus incomodaram demais, mas, ninguém é mais Santo e digno de ser imitado do que Ele é. Somente, assim, olhando o que Ele passou é que podemos entender porque continuam menosprezando o trabalho das pessoas corretas.
Sabedoria não significa poder e sim a obrigação de cumprir o seu dever, só isso. Ser honesto, ser correto, ser bondoso é uma escolha dos que têm um bom caráter, não cabe invejar quem é assim mas, mirar-se em seus exemplos, isso já é uma boa escolha.

sábado, 7 de julho de 2012

PADRE LUIZ AUGUSTO EM UM SÁBADO ESPECIAL


Quando a vontade é servir, a sabedoria divina é a grande orientadora de todas as boas ações. Muitos pensam que a alegria está relacionada com o lazer que o mundo oferece maciçamente, colocando propagandas atrativas, visando somente lucrar com o divertimento. Não é errado se divertir, porém, devemos nos lembrar da prática da caridade e aproveitar nossos momentos de folga para o lazer sim, mas, esse lazer pode estar no servir, afinal, “a verdadeira riqueza do homem está no bem que ele faz ao próximo neste mundo”. Servir a Deus nos aproxima mais do sofrimento do próximo, conhecendo as suas privações e carências, somos levados a agir para suprir as suas necessidades. 
Este sábado foi um dia especial, algumas pessoas participaram do “Mutirão Solidário”, para dar andamento à construção da Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus. Eles ali estavam para construir a calçada em torno do Rincão, homens e mulheres chegaram cedo e iniciaram seu trabalho. Outro grupo de pessoas rezava as Mil Ave-Marias, dando início aos encontros que, a partir de agora, serão realizados todo primeiro sábado de cada mês.
Assim, enquanto uns trabalhavam na construção da calçada, outros rezavam diante do Santíssimo as Mil Ave- Marias e outro grupo seguia com o Padre Luiz Augusto para o CEPAIGO. No presídio, eles visitaram todas as alas das celas, rezando e levando a Palavra de Deus para os detentos. Padre Luiz Augusto levou àqueles que estão presos a oração, a palavra de conforto, de ânimo e da misericórdia de Deus. Naquele lugar o melhor alimento é a Palavra de Deus.
Foi um sábado muito especial mesmo, por volta das 18 horas e trinta minutos, Padre Luiz Augusto voltava feliz para a cidade de Goiânia, feliz porque foi um dia de muitas realizações, foi um dia abençoado por Deus. Quem esteve com ele percebeu a sua alegria em compartilhar as ações com tantas pessoas da sua Paróquia, companheiros da prática da caridade, do trabalho pela Comunidade e pela preservação do bem da Igreja Católica e, mais, pela união em torno do que mais agrada a Deus – amar ao próximo.
De lá ele saiu feliz e, como é um sacerdote incansável para as coisas de Deus, ele foi se preparar para celebrar um casamento na Paróquia Nossa Senhora Aparecida.
Um sábado especial! Se o homem não cumpre os preceitos de justiça e caridade com o próximo, de nada serve seu culto religioso.