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Goiânia, Goiás, Brazil
Escrevemos sobre assuntos ligados à história goiana, genealogia, artes, artesanato e assuntos de interesse de nossa família. Portanto, esse espaço pertence a uma pessoa somente, é público, todos podem ler se quiser, pois aqui publicamos vários tipos de assuntos, a grande maioria dos leitores se manifesta positivamente e com elogios, o que agradecemos muito. Os comentários devem ser acompanhados de identificação, com email, para que sua opinião seja publicada.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

CRITICAR A PAIXÃO DE CRISTO?

Mais uma vez a cúpula da Arquidiocese conduz a sua atitude com relação ao Padre Luiz e aos fiéis criticando, usando sua visão com antolhos, parecendo desconhecer a realidade de hoje. O mundo mudou muito e as pessoas se afastaram de Deus, não têm tempo sequer de rezar uma Ave Maria. Ora, agir com respeito a Jesus e fazer conhecê-lo tornando público o seu sacrifício, é sim muito necessário, imaginem o quanto é necessário fazer um grande público reconhecer, na verdade ter o conhecimento real do ato de Jesus Cristo para nos salvar. Será que ficar em silêncio, fechado dentro das igrejas é realmente o que fará a maioria ter essa consciência?
Essa apresentação traz as pessoas para vivenciar a Paixão de Cristo, as pessoas tomam conhecimento do que aconteceu, participam, se emocionam e de tão intenso não se esquecem do que presenciam. Pena que ainda insistam em usar o tempo da Idade Média - isso não atrai o povo de Deus. Agir como São Francisco, Santa Clara ou como Irmã Dulce, ora convenhamos, quantos agem assim no meio do próprio clero enxergando nas coisas simples o extraordinário? Estão todos usando celular, computadores, sejam mais honestos consigo mesmo e sejam mais humildes, isso sim, pelo menos teriam alguma virtude dos Santos que citaram, porque no dia a dia o que temos presenciado são comportamentos de inveja, perseguição que não condizem com o juramento que fizeram. Ajam como Jesus Cristo agiria, com amor ao seu semelhante.
Errada tem sido a orientação de quem quer que seja ao manter continuamente esse ataque desditoso, com a intenção de denegrir a imagem do Padre Luiz Augusto. Tem sido há um ano a coisa mais sem sentido e sem fundamento. Todos esses textos que criticam sem conteúdo válido, não conseguiram afastar o povo do Padre Luiz, portanto não alcançaram o real objetivo desses ataques cheios de meias palavras. Quem escreve ou quem manda escrever esses textos não tem a coragem nem de citar o nome do Padre Luiz, criticam o seu trabalho, criticam a sua maneira de ser generoso, mas não se manifestam publicamente contra todos os fiéis, não pelos fiéis, mas porque não podem expor a Igreja mostrando o que realmente existe. Não mostram para não “denegrir”  a imagem da Igreja, expoem, então, uma situação que não condiz com o que está acontecendo.
A inveja não leva a nada. A Igreja tem dentro dela pessoas capazes, não é à toa que ela permanece uma instituição sólida desde a sua fundação em Pedro, passando por tudo que já passou. Portanto, se Jesus mandou ensinar tanto mais pessoas quanto pudessem para difundir a sua Igreja, mandando os escolhidos falar com as pessoas e arrebanhar multidões, porque? Ele sabe que as pessoas param  e escutam seus ensinamentos, pois necessitam de Deus. Assim devem agir hoje como Jesus agiu, é a única maneira aceitável nesse mundo atual a Igreja ter padres capazes de conduzir os fiéis, fazendo da Igreja uma casa permanentemente cheia de pessoas ávidas por uma palavra de esperança e amor.
Se hoje Jesus estivesse aqui, escolheria o Padre Luiz Augusto como propagador de sua Igreja, jamais o puniria por arrebanhar tanta gente para suas celebrações, jamais o menosprezaria ao contrário enalteceria seu trabalho evangelizador, orientador espiritual e de um servo de Deus.
Como podem ficar alheios a tudo o que acontece há um ano? Não conseguiram atingir a meta traçada, usaram de todas as táticas para afastar o povo do Padre Luiz, desfizeram seus planos por se sentirem incapazes de competir com ele? Preferem nada fazer do que  permitir ao Padre Luiz realizar o que mais lhe agrada – seu sacerdócio pleno.
Até quando? Até onde irá tudo isso? Não critiquem, todos tem a sua característica e podem servir, ninguém precisa ficar comparando e muito menos tentar macular a imagem do outro, trabalhar juntos é a missão da Igreja pela unidade cristã. Se o Padre Luiz Augusto se destaca é porque Deus o capacitou para assim ser e os homens da Igreja deveriam ser gratos à esse irmão, não se aterem em fuxicos e conversas fiadas que em um ano só causaram problemas e desunião. Imaginem se todos se unirem em prol da caridade ao próximo?   

quarta-feira, 4 de abril de 2012

PREJUÍZOS À IGREJA CATÓLICA por Anna Maria Florentino


Estou publicando por achar achar justo e real Anna Maria Florentino, o que você escreve. Toda a dificuldade encontrada em qualquer que seja o lugar não impede que o Padre Luiz OBEDEÇA a arquidiocese, mas para nós fiéis isso é uma afrontra e todos sabem, todos do corpo da Igreja goiana, especialmente o Bispo Dom Waldemar e Dom Washington, sabem e  insistem em manter o Padre Luiz sob punição e longe do povo. Padre Luiz é o padre das multidões, afastá-lo de quem precisa de sua ajuda espiritual tem sido um pecado constante, e isso tudo é um ato de OMISSÃO de todo clero, dos que determinaram esse desatino e dos que se calam e não tem a coragem de dizer que passaram da conta. Se quem comanda precisa mostrar força, mostre com quem age errado dentro da Igreja, castigue os faltosos, os que namoram, os que são permissíveis com coisas erradas, os que fecham as Igrejas e vão passear deixando seus paroquianos sem missas. E, ainda existem os que concordam porque gostam do poder. Que horror! 



A Igreja de Goiânia
  • A saída do Padre Luiz Augusto da Paróquia Sagrada Família, a proibição de celebrar missas e sua transferência da Comunidade Atos mostram, além de ciúme e inveja, a face real da Arquidiocese de Goiânia: evangelização deficiente e desrespeito pelo sacerdote e pelo povo.

    O que mais me chama a atenção e me deixa perplexa é para onde o Padre Luiz Augusto foi transferido, e, ainda mais, como Auxiliar. Como é que um Templo, que teve à frente Padres de comando na Arquidiocese, continua esse Templo sem nenhum crescimento físico e espiritual? Lá existem apenas dezoito bancos velhos, não possui âmbulas dignas e o seu altar é usado como depósito (tem até caderno) e, apesar disso, conta ainda com mais 5(cinco) capelas e o seu Salão Paroquial era alugado por R$ 150,00 (cento e cinquenta reais) para qualquer tipo de festa.

    Vejo que isso trouxe e continua trazendo grandes prejuízos à Igreja Católica. Perdemos muitos e ainda estamos perdendo. Falta atitude de evangelização, e quem tenta trabalhar com seriedade é perseguido.

    Quantas outras capelas, sem nenhuma estrutura e cuidado, são instituídas Paróquias. Será que isso é jogo de marketing para impressionar Roma?

    Sem intenção de ofensa, mas com muita preocupação, insisto: é preciso rever a conduta da nossa Igreja. Falta vigor, falta conhecimento da realidade de tantas Paróquias que jamais foram Paróquias. O povo está sofrendo e, com certeza, o Pe. Luiz Augusto também. Afinal de contas, injustiças não provêm de Deus.

    Anna Maria Florentino

domingo, 1 de abril de 2012

PAIXÃO DE CRISTO - GRANDE ESPETÁCULO

www.ciadeartesfilhosdopai.com.br

Vejam a apresentação do ano passado, abrindo o VÍDEO e se encantem com a beleza do espetáculo.

sábado, 31 de março de 2012

MUITO OBRIGADO, DOM WALDEMAR PELO CONFORTO PROPORCIONADO AOS FIÉIS!


Muito obrigado, Dom Waldemar, pelo conforto proporcionado aos fiéis!!! Creio ser de interesse de todos saber da enorme preocupação que aflige os que frequentam a Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus, devido ao grande transtorno que tem sido para todos, inclusive para os paroquianos antigos que, de repente, passaram a conviver com milhares de pessoas, seus carros e as adaptações necessárias para receber ali o sacerdote que traz consigo milhares de féis. Podem usar a estratégia que quiserem usar, os fiéis não se afastarão daquele que ensina, evangeliza e faz com que todos se sintam motivados a fazer a vontade de Deus orar e agir.
Se não bastassem a distância e a rodovia de tráfego intenso com cruzamentos perigosos, agora, a chuva tem transtornado a todos, embora nada espante os fiéis, ao contrário, todos se unem mais ainda em solidariedade ao Padre Luiz Augusto.  
Centenas de voluntários formam uma imensa equipe para adequar um espaço que está disponível, gentilmente, pela escola Municipal, para que, aos domingos, possa estar muito bem arrumado para a celebração da Missa. O local é impróprio, é, mas, o Arcebispo Dom Washington e o Bispo Dom Waldemar sabiam que tudo isso iria acontecer, mas, tornaram a usar uma tática errada para  afastar os fiéis do Padre Luiz, aliás, tudo porque até hoje Dom Waldemar não perdoou esses fiéis que o “maltrataram” após as missas em que ele anunciou a transferência do Padre Luiz. Coerência de atitude? Até poderia ser para um leigo, jamais deveria ser a ação de uma pessoa preparada para ocupar o cargo em que está e a quem foi delegado agir como “Pastor dos Pastores”. Ficar insensível a tudo o que vem acontecendo há um ano é usar antolhos e se negar a agir como um mensageiro de Deus e designado pelo Papa para manter a Igreja de Jesus Cristo na unidade cristã.
Ao contrário de agir dessa maneira, perseguindo uma multidão, esses milhares de fiéis se unem para fazer acontecer o que mais agrada a Deus, isso é certo, ver seus filhos unidos em torno de seu Santo nome para louvá-Lo e glorificá-Lo.
É preciso muito desprendimento, experiência e dedicação para transformar esses lugares inadequados, para onde eles  insistem em transferir o Padre Luiz – que qualquer pessoa de sã consciência evitaria causar. Teimam em deixar igrejas vazias e castigar a todos os fiéis com essa mesquinha atitude, não permitindo que um sacerdote possa celebrar missas em Igrejas com capacidade para mais de mil pessoas. Não que ele queira demonstrar poder ou qualquer outra coisa que lhe queiram adjetivar, é, simplesmente, porque a sua maneira de agir cativa a todos e congrega pessoas que não se conhecem.
Os fiéis não têm sido tratados com  respeito, nem mesmo o Padre Luiz,  apesar de saberem que ele desempenha perante a sociedade seu verdadeiro papel de pastor evangelizador, tanto é que nunca representantes da Arquidiocese foram participar de uma celebração na Atos ou na Igreja Santa Teresinha e nem mesmo convidaram o Padre Luiz uma vez sequer para eventos em obras que ele ajudou a instituir.  
Domingo após domingo, desde que a Paróquia está sob a administração do Padre Luiz, não fosse a solidariedade do Padre Cássio, dos paroquianos dali e de todos que colaboram, nada seria possível, por isso, percebem que apesar de tanta rudeza imposta aos fiéis as missas têm sido verdadeiras demonstrações de que o mais importante é Deus estar ali, e assim tem sido, a partir do momento em que aquele espaço é transformado, com muito repeito e cuidado, em uma imensa Igreja que acolhe a todos.   
Após dois domingos de temporais com chuvas de vento que alagaram todo o espaço do Ginásio e todo o material usado para a missa, fica a pergunta: por que tudo isso? Não se compreende porque o Arcebispo e o Bispo Dom Waldemar agem dessa forma.
Procurem as grandes Igrejas no dia de domingo, em horário de missa e vejam se há sentido em manter esse Sacerdote que arrebanha uma multidão, em uma Paróquia que abriga pouco mais de 50 pessoas? Se conseguissem pessoas suficientes para encher os bancos de Igrejas grandes como a Catedral, seria o sinal de que nelas estão as respostas para a vida espiritual das pessoas, mas, não tem sido assim, o que vemos é um êxodo constante para igrejas que oferecem mais apoio e atenção. Como disse um Padre outro dia, quando participava da celebração com o Padre Luiz Augusto: “ah! Como seria bom se somente essas pessoas dessa fileira de bancos do lado esquerdo estivessem em minha Paróquia”.
As pessoas se manifestam, através das redes sociais sobre a precariedade e a inconcebível dificuldade imposta ao Padre Luiz pela Arquidiocese, com o único intuito de usar uma "estratégia", como eles dizem, para afastar a multidão de fiéis. Não percebem eles que tem sido ineficaz a estratégia usada, não porque não existam impedimentos, mas sim por causa da enorme vontade e procura dos fiéis por uma boa celebração e acompanhamento espiritual. 
Até hoje, Dom Waldemar não explicou porque outros padres podem celebrar na Comunidade Atos e o Padre Luiz não pode.
Um ano perseguindo e causando grandes transtornos.

segunda-feira, 19 de março de 2012

PAIS E FILHOS - texto do PADRE LUIZ AUGUSTO


Pais e filhos,

Na verdade não sei nem como dizer, ou melhor, como traduzir em palavras o grande conflito que é, hoje, a relação pais e filhos. É algo muito mais grave e sério do que imaginamos, e que, por causa do caminho que estamos trilhando, interfere de maneira negativa na sociedade como um todo: violência, drogas, prostituição... 
Todos os dias escuto relatos desesperadores. Pais que não sabem mais o que fazer e, na verdade, precisam mesmo de um milagre para retomarem a autoridade sobre os filhos, porque foram sempre ausentes, omissos e permissivos. Ou porque também marido e mulher discordam sempre no momento de corrigir, de orientar os filhos. Mãe diz uma coisa e o pai diz outra, e até brigam por isso na frente dos filhos. Que absurdo é constatar que a maioria dos pais concorda com todas as reivindicações dos filhos e se privam de tudo para atendê-las.
Corrigir filho, cobrar seriedade nos estudos e no trabalho, solicitar a participação deles nos compromissos normais da família, sobretudo, no cuidado com a limpeza da casa e observância dos horários é chamá-los para briga. Mãe e pai, hoje, são reféns dos filhos, basta que estes batam os pés para conseguirem tudo com os pais.
Qual é o filho hoje que diz bênção, pai, bênção, mãe? Que diz, sim senhor, sim senhora? Estabeleceu-se uma relação de igualdade, de falsa democracia que é um verdadeiro desastre. Pais e filhos não são iguais e nem têm os mesmos direitos e deveres. 
O que escuto é filho dizer: “Se você me encostar a mão eu denuncio você”, intimidando os pais e tornando-os seus reféns. Há uma inversão de valores e papéis. Por exemplo, quem dita as normas em casa, na maioria das famílias, são os filhos. É trágico constatar que os filhos se apoiam na legislação em vigor para ameaçarem os pais. Quem diria que isso um dia fosse acontecer! Pais comandados e explorados pelos filhos.
A Palavra de Deus diz: “aquele que dá ensinamentos a seu filho será louvado por causa dele. Não lhe dê toda a liberdade na juventude, não feches os olhos às suas extravagâncias”. Eclesiástico 30.
É uma vergonha mesmo o que está acontecendo nas famílias! Falta amor, respeito, diálogo e, sobretudo, falta fé e temor a Deus. A falta de conhecimento da Palavra de Deus pelos pais e, consequentemente, a não evangelização dos filhos faz das nossas casas verdadeiros Jardins Zoológicos. Afinal de contas quem não reza vira bicho.
Pais e filhos somos todos nós que acreditamos na família como pedra fundamental para a edificação de um mundo novo. Portanto, escutemos a voz de Deus: “filhos, obedecei a vossos pais, porque isto é justo. Pais não exaspereis vossos filhos. Pelo contrário, criai-os na educação e doutrina do Senhor”.
É bom lembrar que o que vivem ou não vivem os pais é, geralmente, o que aprendem ou não aprendem os filhos.

Pe. Luiz Augusto

quarta-feira, 14 de março de 2012

RESPEITO AO PODER...


Uma vez, em um desses encontros que gostaríamos de ter nos esquivado, mas não foi possível, tivemos que escutar um padre que queria interpretar a vontade de Deus e se denominava como um excelente interprete dessa vontade, tinha certeza de que Deus concordava com ele. Oh! Quanta bondade! Parecia arrogância, mas não poderia ser!  Alguém com tanta habilidade e sensibilidade para perceber os desígnios de Deus, realmente, deve ter valor na Igreja, haja vista o que já se foi feito em nome de Deus dentro dela, na época das Cruzadas, alguns mandamentos foram suspensos, como não matarás e não usarás seu santo nome em vão, porque alguém interpretou que Deus assim queria naquele momento. Ou, ainda, pessoas tão poderosas e, algumas com autoridades infalíveis, aceitaram e julgaram que torturar, roubar, matar em nome da inquisição era “perfeitamente cristão e católico”. Todo cuidado é pouco ao se tirar conclusões de uma conversa rápida, em que a pessoa fala uma coisa e definitivamente quer dizer o oposto. Como se pode determinar que um padre desdenha o poder e por isso ele o quer? Isso só pode ocorrer na cabeça de alguém em que só existem duas questões no mundo: ter poder ou não ter poder.  Dizia Lorde Ascott , parlamentar  inglês, católico,  “se o poder corrompe, o poder absoluto corrompe absolutamente”, ele era defensor das liberdades humanas como o mais elevado de todos os fins políticos, apesar de católico, combatia o dogma da infalibilidade papal, considerava-o um reflexo do absolutismo , por isso, seria o caso de acrescentar o poder infalível corrompe infalivelmente.
Quando um homem não pode ser esquecido é porque ele fez algo importante, se destacou de alguma forma. A pessoa não nasce poderosa, ela assim se faz por seus atos, atitudes, desapegos, generosidade e sabedoria. O poder é conquista pessoal. Quem tem poder será sempre invejado, imitado e o pior, bajulado. Jesus foi imitado, invejado, até que seus algozes não podendo mais combatê-Lo, resolveram aniquilar o bondoso poderoso. Bons líderes são mais raros, possuem a grandeza espiritual, são corretos, são gentis, porém firmes em suas atitudes, são homens de princípios que lutam pelo dever e pela paz.
Enquanto isso, os maus poderosos são líderes maquiavélicos que possuem um grande número de bajuladores que se aliam a eles, certificando-se de que o poder permaneça em suas mãos. Eles ficam mais tempo no poder, como os ditadores de alguns países, porque a grande maioria se acovarda e não ousa agir contra eles. Eles são temidos, são implacáveis em vinganças, para vencê-los é necessária uma grande estratégia de guerra, além da união de vários segmentos de uma sociedade usando táticas, minuciosamente, estudadas para um combate, como fizeram para derrotar Hitler na Segunda Guerra Mundial. Aliás, as estratégias usadas para acabar com Hitler parecem fracas e inadequadas se fossem no mundo de hoje, porque a mente perversa do ser humano só tem aprimorado e sofisticado os métodos usados em guerras e combates, são até transformados em jogos à disposição no mercado de computadores para todas as idades, são tão perfeitos, que parecem reais.
Para derrubar Hitler e até Bin Laden pessoas inteligentes foram remuneradas para esse fim. Mas, com Jesus foi diferente, quem usou o poder para acabar com Jesus foi um homem covarde, que não teve coragem de assumir o seu ato, pediu que uma multidão se manifestasse e escolhesse a quem condenar. Ele merecia ter poder? Claro que não. Jesus foi o condenado. Ele não aparentava ser perigoso, agia com extrema bondade, eles só temiam perder o poder para o jovem homem que desconcertava a todos e era seguido por uma multidão.
Não se pode estranhar que alguns temam o poder. Poder por poder, tem que ser temido mesmo, não é para qualquer um, ele é uma arma perigosa para quem não sabe usá-lo.  Para alguns, subir em um banquinho já é o suficiente para se sentirem no alto e ser um ditador. Outros nascem no meio de tanto poder que se sentem humildes ao serem exaltados, esses são os poderosos que edificam uma sociedade, são eficientes e contribuem para o progresso e crescimento de uma nação.
A diferença todos sabem: uns usam o poder para ampliar a sua capacidade de se servir; outros o usam com respeito, servindo.

segunda-feira, 5 de março de 2012

UM DESABAFO, EXPLICANDO AO PADRE LUIZ


Ao  ler o texto "Desabafo" do Padre Luiz, eu já tinha postado meu texto "De quem é o poder?". 
Uma vez, um sacerdote santo, Dom Antonio Ribeiro me disse numa de nossas conversas: não existem coincidências, existe providência divina, todas as vezes que for fazer algo ou escrever peça ao Espírito Santo auxílio e você receberá.
Tenho certeza, que tem sido assim. Escrevo sempre que percebo algo "que causa espanto", porque nunca se pensa, que no maior país católico do mundo os homens da Igreja estejam agindo sem pensar nas consequências de seus atos, mesmo que estejam usando  alguma estratégia cujo resultado seja ainda mais espantoso. 
Realmente, importante não são as estratégias são as atitudes diante de todos os momentos da vida. Seja um bom cristão e atingirá as estratégias traçadas, não fique somente em discursos e palavras, seja exemplo. Exemplo em qualquer lugar em que esteja, seja qual for a estratégia é seu dever agir corretamente.
 Isso me faz perguntar e perguntar e perguntar: será que o que tem  acontecido, será por coincidência ou todas as vezes que punem ao Padre Luiz e aos fiéis estão usando uma mesma estratégia? Uma estratégia tentando desunir os fiéis e distanciar o Padre Luiz do povo. Ou será que usam a obediência pura e obtusa para atingir o objetivo da estratégia? Ora, essa hierarquia da Igreja não pode ser minada de inveja, ódio e rancores sejam de quem for. Deus disse amarás a Deus sobre todas as coisas e nunca indicou amarás e obedecerás abaixo de mim quem dirige a Igreja Católica e sua hierarquia. Concordo com  a hierarquia bondosa, que orienta, conduz e educa, como muitas fazem, estas só fortalecem a Igreja, mas essa hierarquia maldosa, punitiva, não tem sentido cristão.
Todos que dirigem uma paróquia são lembrados pelo que fizeram, seus nomes são ditos sem medo. Não se pode temer o que já passou, ou será que o temor é um álibi para justificar as calúnias? Ou será que a luz que deveria iluminar o caminho para as boas obras ainda recebe o brilho do Senhor Deus, hoje mais ainda, porque ele continua sendo um servo de Deus, onde estiver, seja em atos ou brilhando sob a luz da vida. Deus não abandona quem é correto, se usam estratégias para mascarar qualquer que seja a ação, Deus enxergará, pois para Deus tudo é visível. Podem tapar os atos, mas não apagarão jamais as obras iluminadas e eternizadas sob a luz da vida, todos enxergam que quem plantou continua iluminado, embora procurem apagar o seu nome de todas as maneiras. Mas, a sua paixão e amor a Deus o fortalece, é a maior paixão do mundo! Assim, soube ajudar a encenar a segunda maior Paixão de Cristo no país, fez e gravou seu nome no evento, sejam ricos ou sejam pobres, goianos ou não goianos, já sabem que o espetáculo é maravilhoso e será repetido e se não fosse a discórdia, a inveja, unir-se-iam os talentos, mas separaram e instigaram a humilhação, mas, se Deus é por nós quem será contra nós.
Eles não perceberam, ainda, que os fiéis e o Padre Luiz são mais do que SIMPLES FIÉIS - são pessoas de fé, educadas na fé católica e aprenderam não só rezar mas, amar, também. Paz de Cristo! 

PROVIDÊNCIAS...



Ao  ler o texto "Desabafo" do Padre Luiz, eu já tinha postado meu texto "De quem é o poder?". 
Uma vez, um sacerdote santo, Dom Antonio Ribeiro me disse numa de nossas conversas: não existem coincidências, existe providência divina, todas as vezes que for fazer algo ou escrever peça ao Espírito Santo auxílio e você receberá.
Tenho certeza, que tem sido assim. Escrevo sempre que percebo algo "que causa espanto", porque nunca se pensa, que no maior país católico do mundo os homens da Igreja estejam agindo sem pensar nas consequências de seus atos, mesmo que estejam usando  alguma estratégia cujo resultado seja ainda mais espantoso. 
Realmente, importante não são as estratégias são as atitudes diante de todos os momentos da vida. Seja um bom cristão e atingirá as estratégias traçadas, não fique somente em discursos e palavras, seja exemplo. Exemplo em qualquer lugar em que esteja, seja qual for a estratégia é seu dever agir corretamente.
 Isso me faz perguntar e perguntar e perguntar: será que o que tem  acontecido, será por coincidência ou todas as vezes que punem ao Padre Luiz e aos fiéis estão usando uma mesma estratégia? Uma estratégia tentando desunir os fiéis e distanciar o Padre Luiz do povo. Ou será que usam a obediência pura e obtusa para atingir o objetivo da estratégia? Ora, essa hierarquia da Igreja não pode ser minada de inveja, ódio e rancores sejam de quem for. Deus disse amarás a Deus sobre todas as coisas e nunca indicou amarás e obedecerás abaixo de mim quem dirige a Igreja Católica e sua hierarquia. Concordo com  a hierarquia bondosa, que orienta, conduz e educa, como muitas fazem, estas só fortalecem a Igreja, mas essa hierarquia maldosa, punitiva, não tem sentido cristão.
Todos que dirigem uma paróquia são lembrados pelo que fizeram, seus nomes são ditos sem medo. Não se pode temer o que já passou, ou será que o temor é um álibi para justificar as calúnias? Ou será que a luz que deveria iluminar o caminho para as boas obras ainda recebe o brilho do Senhor Deus, hoje mais ainda, porque ele continua sendo um servo de Deus, onde estiver, seja em atos ou brilhando sob a luz da vida. Deus não abandona quem é correto, se usam estratégias para mascarar qualquer que seja a ação, Deus enxergará, pois para Deus tudo é visível. Podem tapar os atos, mas não apagarão jamais as obras iluminadas e eternizadas sob a luz da vida, todos enxergam que quem plantou continua iluminado, embora procurem apagar o seu nome de todas as maneiras. Mas, a sua paixão e amor a Deus o fortalece, é a maior paixão do mundo! Assim, soube ajudar a encenar a segunda maior Paixão de Cristo no país, fez e gravou seu nome no evento, sejam ricos ou sejam pobres, goianos ou não goianos, já sabem que o espetáculo é maravilhoso e será repetido e se não fosse a discórdia, a inveja, unir-se-iam os talentos, mas separaram e instigaram a humilhação, mas, se Deus é por nós quem será contra nós.
Eles não perceberam, ainda, que os fiéis e o Padre Luiz são mais do que SIMPLES FIÉIS - são pessoas de fé, educadas na fé católica e aprenderam não só rezar mas, amar, também. Paz de cristo! 


sábado, 3 de março de 2012

O PODER DE QUEM É?


O poder absoluto corrompe e cria ditadores que atraem para perto de si pessoas interesseiras, carreiristas e bajuladores que não contestam as suas ordens ou o que fazem. Isso só acontece aonde as diretrizes da instituição não permitem que se oponham aos dirigentes e os subalternos juram obediência obtusa e cega. Qualquer empresa ou instituição do mundo laico que agisse assim teria decretado a sua morte, a sua falência, entretanto, a Igreja Católica, que é uma enorme instituição, tem fechado os olhos para a eficiência dos que assumem cargos de direção ou chefia, permitindo que a habilidade de gerir seja nula e muito criticada. Alguns chefes da Igreja Católica não podem ser desobedecidos e pensam que não erram. Erram sim, mas, continuam sem qualquer preocupação com as consequências de seus erros. Ressaltamos que já passaram por Goiânia líderes exigentes, entretanto, muito atenciosos com os fiéis, por isso são lembrados com carinho e saudade.  A comunhão entre a direção da Arquidiocese e o clero era visível, valorizava os sacerdotes e o diálogo era constante.  Assim agem os bons líderes sensibilizam as pessoas para que se sintam motivadas a realizar bem as suas atividades. São gestores guiados pela fé preocupados com o ser humano.
Analisando hoje, podemos concluir que o que está acontecendo não tem sido bom para a Igreja, menos ainda para o Padre Luiz e para o povo de Deus. Porque Dom Waldemar se tornou aquele que responde pela Arquidiocese? Não se fabricam líderes, mas, se pertence à Igreja Católica tem-se a obrigação de ser um cristão, querer fazer o bem, ser orientador da paz e da unidade. Para ser um bom líder é preciso compaixão, coragem, perseverança, lealdade, ser um trabalhador incansável e respeitar ao próximo.  
Alguns chefes pensam que são líderes, porém agem sem piedade. Para atingirem o objetivo traçado, penalizam quem ou o que estiver no caminho, causando temor e descontentamento entre às pessoas e um prejuízo enorme à instituição. Não se importam com aqueles que são obrigados a acatar as decisões poderosas. As pessoas se calam, não podem se manifestar. Ser justo e solidário é dever de quem segue a Cristo e o seu maior poder é não querer errar.  
Até hoje, quase um ano após o seu afastamento, as pessoas criticam ao Padre Luiz Augusto, vale citar que foi dito ao vivo em um jornal de televisão local, que nada tinham contra ele, ou nada que justificasse um ato punitivo. Como assim? Por que então as punições e pior ainda, porque tanta perseguição a todos que estão ligados ao Padre Luiz? A Via Sacra da Paixão de Cristo há mais de quinze anos encenada pelo Grupo Filhos do Pai, não encontrou apoio da cúpula da Arquidiocese, isso é mais uma punição? É mais que evidente que Dom Waldemar e outros estão contra o Padre Luiz e as pessoas que o apoiam. Para quem exerce a função de “Pastor dos Pastores” causa espanto essa atitude! 
 Nada tem sido explicado, aplicam a pena com o maior descaso ao ser humano – olhem o que o Padre Luiz já executou em sua vida como sacerdote, vejam as suas obras. Como são ingratos e como os “irmãos” agem! Não  se pode esperar mais do que isso, pois é, do conhecimento de todos a falsidade e  a falta de solidariedade em torno desse episódio.  É proibido questionar as ordens superiores? Por que? Devem ser perpetuadas as ações erradas? Há um grande constrangimento entre os católicos. É tanta falta de união e intrigas,  sendo as maiores vítimas os católicos goianos que não merecem isso.
Padre Luiz é 100% goiano, ama a sua terra e respeita os fiéis. Hoje o Padre Luiz Augusto e com os mais de cinco mil fiéis tentam manter a paz, mas não é possível diante de tanta falta de compaixão. Isso permite que  as pessoas que têm pouco discernimento critiquem impiedosamente a Igreja Católica.
Hoje as pessoas andam pelas rodovias, se deslocam do conforto de suas casas para participar da Santa Missa em um galpão distante, que mais lembra o início da Igreja no Brasil, precariamente, organizado para receber cerca de três mil pessoas em cada celebração. Misericórdia, será que não enxergam? Isso é injustificável!
As indagações prosseguem sem que sejam dadas respostas adequadas aos questionamentos que há quase um ano os fiéis fazem. Agravadas pela forma como são impostas por Dom Waldemar. Qual será o medo em permitir que o Padre Luiz realize algumas atividades que ainda lhe são proibidas? Ele é culto, conhece a realidade do povo sofrido de Goiânia, faz um trabalho lindo com os pobres do lixão e com os presos. Assumiu as suas atividades sem medo porque é um líder/administrador que já provou a sua capacidade de gerir, organizar e concretizar empreendimentos que visam o bem do próximo.
Por que a Arquidiocese permite entrevistas com padres de fora que são punidos em suas arquidioceses, como foi o caso do Padre Marcelo Rossi que deu uma entrevista a uma rádio católica daqui? Porém, o Padre Luiz Augusto está proibido de falar em rádios e televisões, não pode sequer fazer uma oração ao vivo? Por que a Arquidiocese acolhe e valoriza padres de fora em detrimento do Padre Luiz que é goiano e tem grande valor? Isso se chama desrespeito e, como já disse, falta amor próprio ao fato de ser goiano e valorizar o que é nosso.
A resposta existe, não respondem, pois, não querem dar satisfação a ninguém. Mas, o povo quer ser esclarecido sobre essa proibição do Padre Luiz Augusto ser o Padre da Comunidade Atos. O que justifica esse ato? Dom Waldemar,  por favor explique porque um sacerdote que mora e chefia uma Comunidade não pode celebrar missas em sua própria casa,  na Comunidade Atos, se é permitido a outros padres celebrarem ali para diversas pessoas? É evidente que estão perseguindo e castigando ao Padre Luiz e aos fiéis? Por que abandonar uma estrutura que cabe mais de cinco mil pessoas – sem se importarem com os gastos ali realizados? Sabendo que ali por perto não tem nem uma paróquia grande, só precisam agir como Jesus agiria e transformar ali em Paróquia. Não existe coerência nessas atitudes? Não existe o amor de Deus.
Não há porque impor a um ser humano uma agenda de atividades, ainda que Padre Luiz fosse jovem,  está comprometendo seu estado físico e emocional. Que tipo de coerência pode haver em um sacerdote que reside e dirige a Comunidade Atos situada no Bairro Recreio dos Bandeirantes, saída para o Norte do Estado e ser nomeado Vigário da Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus, no Bairro Expansul, Aparecida de Goiânia , saída para o Sul do Estado. É humanamente impossível entender essa “nomeação”.  É desrespeito com os mais velhos e uma total falta de amor ao próximo. Por mais que hoje a condução facilite, o trânsito em Goiânia está impossível e o Padre Luiz não tem carro, esse deslocamento entre as duas comunidades leva no mínimo uma hora. Por que impor ao Padre Luiz esse sacrifício tão grande?  Façam uma experiência, passem um dia como ele faz, dia todo trabalhando, atendendo às diversas atividades da Comunidade Atos, recebam as pessoas para um conforto espiritual, atendam e coordenem as atividades de uma Paróquia e de uma Comunidade, tentem conciliar os horários e termine o dia celebrando do outro lado da cidade.
Algumas pessoas perguntam: agora o Padre Luiz está feliz? Sim, em um ponto, quando celebra a Santa Missa, mas as dificuldades são tantas que ele fica apreensivo e se fosse qualquer outro sacerdote gritaria ao mundo a indignação dos milhares de fiéis que somente através da sua boa evangelização conseguem continuar rezando pela paz. Isso é desumano, essa nomeação é uma descabida humilhação ao sacerdote que tem 51 anos de idade e 16 anos de ordenação. Falta bom senso a quem determinou esse vicariato.
O povo deve saber que há falta de estrutura para que ele ande de um extremo ao outro, pois, ele não tem carro, quem o tem levado são alguns amigos que o admiram muito, não tem nem celular e nem possui computador.  A  “sede” da Paróquia Santa Teresinha está totalmente danificada, possui apenas dez bancos, mas, nada disso impede que o Padre Luiz exerça o seu ministério sacerdotal. Só quem está por perto e participa das  atividades desse  Padre é que sabe da sua obediência e  que isso tem causado grandes  prejuízos a ele, à comunidade que o apoia e, especialmente, à Comunidade Atos e seus membros.  Até quando será levada adiante essa posição intransigente, perseguindo um grande líder que todos admiram e que sempre terá um grande crédito junto à Igreja, pois a sua história está escrita do jeitinho que Jesus Cristo pediu. Ele é e será sempre identificado como um líder bom e ungido por Deus, que os homens da Igreja o puniram para satisfação de não se sabe de quem e nem porque.

PALAVRAS DO PAPA BENTO XVI , EM FEV 2012


Belas e verdadeiras palavras de Bento XVI dirigidas ao clero da Diocese de Roma:

A escassez de vocações é hoje o grande sofrimento da Igreja no Ocidente. Segundo o Sumo Pontífice, o que a provoca é sobretudo a falta de disponibilidade à escuta das voz do Senhor. Daqui resulta a necessidade de voltarmos a descobrir virtudes como a HUMILDADE, a MANSIDÃO e a MAGNANIMIDADE, para construir os juntos o "nós" da Igreja a caminho pelas veredas do mundo.
O Papa frisou sobretudo a necessidade de não ceder à tentação da SOBERBA, raiz de todo o pecado e terreno no qual prosperam a ARROGÂNCIA e a VONTADE DO PODER.
Também acrescentou - não podemos aceitar os outros, sem nos aceitarmos a nós mesmos. E não podemos aceitar-nos a nós mesmos sem a HUMILDADE de quem reconhece na própria pequenez o fruto de um pensamento de DEUS, insubstitível na construção do mundo. Também por isso, da vida do cristão, deve ser eliminada qualquer atitude de prevaricação ou de violência em relação ao próximo: com efeito cada HOMEM é uma parte da beleza da sinfonia de DEUS, que se manifesta na unidade da sua IGREJA.
SS Bento XVI tem notado que está faltando humildade no seio do clero. Vamos rezar!