QUEM SOU EU

Minha foto
Goiânia, Goiás, Brazil
Escrevemos sobre assuntos ligados à história goiana, genealogia, artes, artesanato e assuntos de interesse de nossa família. Portanto, esse espaço pertence a uma pessoa somente, é público, todos podem ler se quiser, pois aqui publicamos vários tipos de assuntos, a grande maioria dos leitores se manifesta positivamente e com elogios, o que agradecemos muito. Os comentários devem ser acompanhados de identificação, com email, para que sua opinião seja publicada.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

PUNINDO AO PADRE LUIZ AUGUSTO, QUANTOS PERDEM SEM A AJUDA DOS FIÉIS DA COMUNIDADE ATOS?


Pensar, pensar e não conseguir entender uma atitude que em nada contribui para o crescimento da Igreja, pelo contrário, diminui a sua capacidade de ajudar ao próximo.
Ontem li mais uma coisa: as pessoas não podem mais levar alimentos, roupas, doações para a Comunidade Atos? É inacreditável, não pode ser, devo ter entendido errado, mas, ainda assim, fiz alguns cálculos para saber quantos pobres estão sem a assistência caridosa que faziam os fiéis da Comunidade Atos, todos os dias, atendendo aos pedidos das pessoas carentes que são assistidas pelo Padre Luiz Augusto.
Pois bem, vamos raciocinar em números, talvez os números sensibilizem e a Arquidiocese acorde e pense com generosidade na real conseqüência desse ato ou talvez, quem sabe, nem seria bom falar em números, isso pode acender de novo a vontade de outro padre assumir o seu lugar, mas, não se enganem os fiéis da Comunidade Atos não estão preocupados em deixar de fazer caridade, são dedicados a Igreja Católica porque essa é a Igreja em que foram batizados, cresceram nela, fizeram a primeira comunhão, foram crismados, casaram e muitos jovens se casaram na Paróquia em que o Padre Luiz estava. Batizaram seus filhos na Igreja católica, enfim, são exemplos de católicos, pois rezam e praticam a caridade continuamente. Ao contrário do que dizem, não são fanáticos e merecem respeito, são católicos tanto como o outro irmão de outra paróquia que por escolha pessoal gosta e quer continuar ali. São pessoas dignas, honestas e não se escondem atrás de anonimatos para tecer opiniões sobre esse assunto, estão se expressando com um profundo sentimento de indignação por serem desconsideradas e privadas de uma palavra honesta sobre a situação que tem causado muita intranqüilidade às suas famílias, aos seus filhos menores que não entendem porque não podem mais assistir às missas na Comunidade Atos.
Bem, vamos dizer assim, até porque os servos da Comunidade Atos nunca se preocuparam em fazer estatísticas para impressionar a ninguém, a vontade de todos é atingir a meta de acabar com a desigualdade, com a doença, com a fome da Palavra de Deus e a fome que maltrata tanto esses irmãos carentes ao ponto de deixá-los incapazes de reagir diante da vida e cada vez mais, encontramos pessoas impossibilitadas para o trabalho por absoluta ignorância, levando-os a uma total dependência das pessoas caridosas, que através da Igreja, providenciam um auxílio que minimiza a sua fome, a sua doença, a sua dor, a sua exclusão da sociedade. Quantos estão sem essa assistência desde o final de outubro? Conseguem calcular o que está deixando de ser feito pelos fiéis da Arquidiocese de Goiânia através da Comunidade Atos, uma comunidade que agrega mais de três mil pessoas todos os Domingos?

domingo, 13 de novembro de 2011

QUEM PERDE SÃO OS FIÉIS


TEXTO DE: Mauro Borges Teixeira Neto

Essa semana fiquei sabendo que o Padre Luiz Augusto está impedido de realizar a missa que ele celebra ao domingos na Comunidade ATOS. Fiquei chateado e sem entender, porque nem mesmo frequento as suas missas, mas, conheço e admiro a sua maneira de celebrar e mais ainda, admiro os seus trabalhos na área social . Aliás os goianienses sabem que ele tem a mais abrangente ação da arquidiocese de Goiânia, é conhecido pela seriedade e por isso as pessoas o procuram e confiam nele.
Ele é um padre que consegue reunir 3 mil pessoas por domingo, pessoas que vão lá assistir a missa com a família, escutar o seu sermão, ficam para almoçar pois enquanto seus filhos brincam eles aproveitam para discutir e melhorar as ações de caridade em andamento e assim poder realizar mais ainda, eles não param, a caridade, o serviço ao próximo é a grande realização de seus fiéis, sendo ele que consegue todo esse feito.
Gostaria de saber qual igreja aqui em goiânia que consegue esse feito? O propósito não é a comunidade estar na igreja....isso o Padre Luiz conseguiu. Infelizmente a igreja não é transparente, principalmente em questões internas, mas um problema interno não pode atingir os fiéis. São poucos os padres que tem o carisma do Padre Luiz e é o padre que está na linha de frente da igreja com o povo e se o padre não tiver carisma isso influi diretamente na frequencia dos fiéis na igreja. Não estou criticando os outros padres, ter carisma ou não é uma caracteristica individual do ser humano, eu mesmo não tenho, e se fosse padre não iria conseguir reunir tantos fiéis assim.
O fato é que a arquidiocese está afastando os fiéis de um lugar onde eles se sentem bem e com certeza muitos não vão a outra igreja.
Li, no site da arquidiocese a Biografia do Bispo D. Washington e lá tá escrito duas coisas que me chamaram a atenção.

"Ao assumir o pastoreio da Arquidiocese afirmou que o povo é quem diria como seria o estilo do novo arcebispo(...)"

"Dom Washington enfrenta os problemas da Igreja e da sociedade pela via do diálogo(...)"

Realmente não estou vendo o povo dizendo como é o estilo do arcebispo e muito menos diálogo com a sociedade, o que estou vendo são atitudes intransigentes que beira a persiguição.
E quem sai perdendo com tudo isso são os fiéis.

Nessas horas sei diferenciar a igreja católica de Deus. A igreja é comandada por homens e estão sujeito a erros, como já erraram muito na história da igreja. Minha fé está acima disso, Nossa Sra. esta acima disso, Jesus está acima disso e principalmente Deus está acima disso. Estão só me resta rezar pelos dirigentes da igreja para que Deus os ilumine e o perdoem porque realmente eles não sabem o que fazem.


ARQUIDIOCESE DE GOIÂNIA: AUTORITARISMO E HIPOCRISIA

TEXTO DE: Pierre Fernandes Machado, Publicitário
A Arquidiocese de Goiânia publicou nota justificando o afastamento e as punições aplicadas ao Padre Luiz Augusto. No entanto, toda pessoa idônea tem certeza de que essa nota não retrata a verdade dos fatos.
Como é que um Padre, somente por estar numa Comunidade, não pode mais estar na TV, na Rádio, escrever artigos, comentar o Evangelho, e agora também não pode mais celebrar com os fiéis, assistir casamentos e realizar batizados?
Nas Comunidades Canção Nova, Shalon e em tantas outras isso não acontece. Lembro-me também de que por alguns anos o Padre Anacleto esteve na Comunidade Luz da Vida e não sofreu qualquer restrição.
Encontro-me cada vez mais assustado e perplexo com o abuso de poder e hipocrisia dentro da Arquidiocese de Goiânia. Ainda mais quando surgem os comentários de que estão arrumando um jeito de mostrar que o Padre Luiz Augusto está doente, que não tem condições de exercer o seu Ministério.
Como homens consagrados a Deus podem arquitetar tanta coisa absurda?
O fato é que querem calar a boca do Padre Luiz Augusto, afastá-lo do contato com o povo, porque ele é um Profeta, um verdadeiro homem de Deus que incomoda muito com seu ardor missionário.
Até quando os Bispos e os Padres do Conselho Consultivo vão insistir na “caça” ao Padre Luiz Augusto? Uma coisa é certa e tão simples de se perceber: a Igreja, realmente, Santa, mas levada pela inveja e ciúme de muitos, torna-se pecadora em extremo, infinitamente injusta. Não é isto que estamos vendo acontecer?
Coragem, Padre Luiz Augusto!
Jesus garante que bem-aventurados sereis quando vos caluniarem, quando vos perseguirem e disserem falsamente todo mal contra vós por causa do Reino de Deus.

E AGORA, SEM OS FIÉIS DA COMUNIDADE ATOS, QUEM IRÁ ASSISTIR AOS POBRES?

"Porque o pão é Cristo, unido conosco nós formamos um só corpo, pois todos nós comemos do mesmo pão. Um só corpo de Cristo, Igreja, Igreja, Igreja.”

Sabemos que nada tem sensibilizado as decisões já tomadas em torno do Padre Luiz Augusto, atingindo aos fiéis da Comunidade Atos da Arquidiocese de Goiânia. Muito já foi dito, mas não demonstraram o menor interesse em esclarecer como os fiéis merecem. Algumas coisas até foram ditas, mas foram tão carentes de verdade caçoando da capacidade de discernimento das pessoas católicas dessa Comunidade.
Toda essa história de punição já foi citada e comparada à triste época da inquisição em que se usavam penalidades injustas para punir as pessoas que contrariavam os interesses da Igreja. De todas elas, a mais terrível era acusar a vítima de bruxaria, fanatismo, feitiçaria, tomadas de espírito maligno e outros crimes cruelmente inventados para condenar sem direito de defesa, pois a acusação de doença mental era de difícil comprovação na medicina, era considerada um tipo de patologia incurável. Ainda hoje usam esse tipo de artimanha para enganar em casos de crimes nos processos judiciais. Foram tantas mentiras que ainda hoje causam constrangimentos à Igreja. Mais tarde ficou comprovado que não eram nem bruxos, nem fanáticos, nem eram mal pagadores de impostos, eram todos cidadãos descentes que se sobressaiam e lideravam grupos de pessoas incomodando aos aos seus algozes.
Impressionante, como a Igreja age contra comunidades inteiras. Tem sido assim, obrigam às pessoas a baixar a cabeça a tudo que vem da direção da Igreja em nome da infalibilidade que dizem ter. Não pode ser assim, falta bom senso, generosidade e falta consideração aos seus fiéis. A Igreja agindo como está fazendo agora, está tirando a oportunidade de milhares de pessoas da Comunidade Atos de continuar fazendo o bem.
O que está acontecendo é perder por perder, perde a Igreja, perde o Arcebispo, perde o Padre Luiz, perde a Comunidade Atos, perdem os fiéis e o maior perdedor são os pobres e as pessoas necessitadas de ajuda espiritual e material. Isso tudo tem fundamento em intrigas patrocinadas por profunda inveja de pessoas que não pensam na coletividade, pensam muito no patrimônio do acusado, seja ele material ou espiritual, nesse caso: as doações que ele recebe e os milhares servos de Deus que freqüentam a Comunidade Atos e que agora estão sem saber aonde ir.
Essa peleja está deixando uma triste marca, pois, estão alijando da Arquidiocese de Goiânia milhares de pessoas que só tem um objetivo nessa luta a volta de uma vida cristã nas celebrações na Comunidade Atos. A internet modernizou, radicalmente, a maneira com que as pessoas se informam, nada passa sem que milhares de pessoas fiquem sabendo e participem de tudo o que tem acontecido ao Padre Luiz Augusto. Todos sabem que ele não pode participar de nenhuma ação em defesa de si mesmo, pois, está proibido pelo pelo Arcebispo da Arquidiocese de Goiânia, de se manifestar, de atender aos que procuram por ajuda espiritual (confissões), de celebrar missas, batizados, casamentos, e, para seu bem, deve obedecer e se manter em silêncio total, sob pena de mais punições. O que será de tão grave que Padre Luiz fez contra Deus e contra a Igreja? E os católicos da Comunidade Atos da Arquidiocese de Goiânia que contribuem pagando o dízimo e exercem a função de servos na constante caridade que fazem, ficarão sem ser consultados? Eles não podem ficar somente com meias palavras e nem aceitam mais punições incabíveis ao sacerdote Padre Luiz Augusto que os prejudiquem. Eles estão se sentindo injustiçados, desrespeitados e ignorados pela Santa Igreja Católica.
Não inventem justificativas, não se escondam atrás de cartas anônimas e nem se atrevam a designar qualque tipo de doença para afastar definitivamente o Padre Luiz Augusto. Os milhares de fiéis que o acompanham há muitos anos, atestam a sua conduta, o seu bom caráter e as suas excelentes qualidades. Ele é perfeitamente saudável, incansável, não tem qualquer tipo de doença como querem insinuar. Se houver qualquer tipo de inquisição a seu respeito, fica claro que essa é uma perseguição a ele e a todos os fiéis da Comunidade Atos da Arquidiocese de Goiânia, porque nada há que possa determinar tamanha injustiça. Por que até agora não foram respeitados os milhares de fiéis da Comunidade Atos que só têm um objetivo nessa luta, continuar servindo a Deus, a Igreja e ao próximo?  

POR QUE NÃO PODEM CONTINUAR A MISSÃO DE AMAR A DEUS SERVINDO?


Bom Domingo a todos - hoje seria um dia para milhares de pessoas irem louvar a Deus lá na Igreja da Comunidade Atos, sim lá é Igreja porque são os fiéis que fazem o corpo de Igreja. Estão impedidas, qual a razão? Estão sofrendo, elas merecem esse sofrimento? Quem está preocupado com todas essas pessoas - crianças, jovens, adultos, pessoas idosas - enfim quem está preocupado com a grande, unida e caridosa comunidade que abandonada e punida pela a Arquidiocese se vê novamente, deixada de lado. Está sofrendo, está desamparada. Precisa de uma solução para a essa imensa força cooperativa caridosa, a maior de Goiás. Estão deixando de lado toda essa força, essa vontade de agir em benefício do próximo e da Igreja, POR QUE? Toda a comunidade é prejudicada por estar trabalhando muito? Todas essas pessoas precisam ser respeitadas. Não são milhares desocupados - são fiéis católicos que amam a missão de AMAR A DEUS, SERVINDO.

sábado, 12 de novembro de 2011

SERIA UMA RESPOSTA AO COLÉGIO DE CONSULTORES DA ARQUIDIOCESE?

Como o tema não tem novidade, acho que o texto "DEUS NOS PEDE SOMENTE PARA AMAR" responde ao esclarecimento abaixo: 
Arquidiocese de Goiânia esclarece
A Arquidiocese de Goiânia, por meio do seu Colégio de Consultores, reconhece o interesse com que muitos fiéis católicos, além de membros da sociedade em geral, acompanham a vida da Igreja Católica. Gostaríamos de esclarecer que transferências periódicas de religiosos, religiosas e ministros ordenados fazem parte da vida da Igreja. Tais medidas visam sempre ao bem da comunidade e daquele que assume uma nova missão.
Quando o Pe. Luiz Augusto Ferreira foi designado para uma nova missão pastoral, deixando de ser o responsável imediato pela Paróquia Sagrada Família, o Sr. Arcebispo Dom Washington Cruz acolheu a solicitação do referido padre para permanecer na Comunidade Atos. Ficou então definido pela autoridade eclesiástica competente que o Pe. Luiz Augusto se dedicaria ao acompanhamento espiritual dos membros efetivos das comunidades "Luz da Vida" e "Atos".

Essas "Novas Comunidades" trazem alegria e esperança para a Igreja, mas não têm o mesmo perfil pastoral que as paróquias possuem. Por esse motivo, está sendo solicitada a correção da postura pastoral do referido sacerdote.

O Pe. Luiz Augusto permanece sendo membro do clero de Goiânia e em diálogo constante com seus responsáveis. Ele continua tendo uso de Ordens, ainda que com restrições previstas pelo Código de Direito Canônico.

Unidos, sinceramente, a todos os irmãos, esperamos que se manifeste sempre mais a comunhão da Igreja, para que o Evangelho de Jesus Cristo seja anunciado e produza frutos de vida e paz.

Arquidiocese de Goiânia - Colégio de Consultores


DEUS NOS PEDE SOMENTE PARA AMAR!

Esclarecer porque muitos apoiam ao Padre Luiz Augusto, não vem ao caso, mas, contudo, eu, Maria Dulce, digo que li muito sobre a Igreja Católica, e para mim, é claro e certo de que só deve orientar o bom cristão os dogmas, concílios, catecismos – já que mencionaram assim - se neles existirem a verdadeira razão de todos nós sermos católicos - O AMOR DE CRISTO acima de tudo, ou seja, sem esse amor as nossas ações são falhas. A nossa fé é nula, deixamos de ser cristãos, e, aí sim, tornamos os fanáticos seguidores de homens que estabelecem preconceitos, distinções, ou tudo o que Deus não pede. Onde está estabelecido que um pedaço de papel é mais importante do que a Bíblia? Ou que uma rotina deve ser imitada, decorada e lida todos os dias durante a missa ou celebrações, causando desinteresse, preguiça e sono na maioria das pessoas? Está estabelecido em algum lugar que rezar e cantar causam a ira de Deus?
Quando se fala em Padre Luiz Augusto não se fala de um homem sozinho, fala-se de uma comunidade de milhares de pessoas, que unidas ao Padre estão trabalhando para atender pessoas necessitadas, sendo o Padre Luiz fator aglutinador, a peça principal dessa força cristã-católica. Penalizar ao Padre Luiz é causar um imenso dano a milhares de pessoas que o ajudam, além disso, estarão deixando órfãos os miseráveis do Lixão do entorno de Aparecida que dependem dele até para comer. Deixarão abandonados centenas de idosos, de dependentes químicos e pobres que aguardam a sua ajuda com as cestas distribuídas todas as semanas por seus "seguidores". Sim, seus "seguidores" são servos que participam de suas celebrações cantadas, rezadas em línguas, que realizam curas pela fé em Deus. São esses mesmos "seguidores" que cantam, rezam, têm fé nas curas de Deus, que têm levado comida, vestimentas, assistência médica e odontológica, conforto, apoio espiritual e à medida do possível conseguem levar segurança pública, posto médico, educação sensibilizando a todos que acreditam nas ações generosas do Padre Luiz e da comunidade, que não têm nenhum interesse em ser agradável ao Padre Luiz, pois quem recebe é ele, os pessoas doam a quem confiam.
Quem acha que todos freqüentam a Comunidade Atos apenas para escutar as belas palavras de Padre Luiz, não erram, mas é, ele tem o dom da palavra, mas, toda a comunidade é dedicada à compaixão, ao amor ao próximo, que é tudo que Jesus pregou.
Tem gente que diz que o Padre Luiz gosta de ricos, é o oposto, os ricos gostam dele, porque sabem aonde são aplicadas as suas doações e eles sabem que o dinheiro doado ao Padre Luiz é totalmente aplicado em caridade, é tanto assim, que nunca falta doação para suas ações generosas. Os ricos procuram quem sabe e pode administrar bem as doações.
Quem critica deveria participar, pode ir lá, aliás, vá lá e participe, mas, vá de coração aberto, pois, as pessoas lá são assim dispostas a colaborar seja no que for, se for para o bem do próximo. Não criticam, não amolam outras paróquias, não exalam discórdias, só querem fazer caridade e rezar.
Se ainda não convence, pense na falta que o Padre Luiz fará às pessoas assistidas por ele, como a pequena que mora no Lixão de Aparecida. Será que essa cena comove somente aos "seguidores" do Padre Luiz? No dia da Festa Junina levamos roupas, brinquedos e foi celebrada uma Missa. Uma menina de quase seis anos se aproximou carregando uma boneca toda acabada, tentamos consertar, mas, ela jogou a boneca fora e disse chorando: "Eu não quero nada disso, só quero comida, tem dois dias que eu não como". Engasgados de tristeza, demos a ela um cachorro quente. Em seguida, ela pediu mais um, foi dado, pensando que estava satisfeita, ela, ainda, perguntou: "Na festa tem comida, porque eu só vou se tiver comida, só quero comida e mais nada". Recusou até os brinquedos.
As pessoas miseráveis do Lixão precisam da ação do Padre Luiz e de seus "seguidores", que são chamados de servos, para dar qualidade de vida e dignidade aos que moram ali.
Será que para tudo o que o Padre Luiz faz, terá alguém para dar continuidade? Existe um Padre indo ao Lixão de Aparecida? Um padre tem feito as visitas que ele faz aos doentes em hospitais? Algum padre está dando apoio espiritual a centenas de pessoas que estão indo à Comunidade Atos? Algum Padre tem conseguido celebrar com entusiasmo na Comunidade Atos? Se tentam substituí-lo, pensem em alguém que tenha toda essa capacidade e qualidades admiráveis. Há um imenso trabalho evangelizador, caridoso, de grande repercussão no meio católico, realizado pelo servo de Deus Padre Luiz Augusto Ferreira da Silva. Um padre incansável no serviço a Deus e pelo bem do próximo. Que tem seus seguidores, servos como ele, que querem atender ao chamado de Jesus, amar a Deus e ao próximo, servindo. Como ele mesmo diz: “Eu vim para servir e não para ser servido.”

terça-feira, 8 de novembro de 2011

A FÉ CONSISTE NA TRINDADE SANTA

‎"A fé de todos os cristãos consiste na Trindade. Ao receber o sacramento do Batismo este é dado "em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo", por este motivo o Mistério da Santíssima Trindade é o mistério central do Cristianismo e da Fé, já que se reporta a Deus em si mesmo." 






Deus é único, Pai, Filho e Espírito Santo. Por isso a fé do católico consiste na Trindade. Não é em Papa, Cardeais, Arcebispos, Bispos, Padres ou qualquer outro membro da Igreja Católica. A fé é um sentimento pessoal e intransferível, a pessoa crê em Deus e aumenta a sua Fé, aí sim, com a ajuda do Papa e dos membros da Igreja. Eles têm a missão de levar os ensinamentos cristãos ao povo. Para tanto, precisam ter o carisma e a credibilidade, e, tudo depende da capacidade que cada um tem de transmitir o que Jesus Cristo ensinou.
O ser humano - que se transforma em a Igreja - tem sim o carisma, a unção e a responsabilidade de evangelizar. São os escolhidos para essa missão pois, eles se diferenciam das outras pessoas, porque passam anos estudando teologia e outras disciplinas ligadas à religião católica, se preparando para guiar o povo de Deus. Todo sacerdote da Igreja Católica é muito bem preparado porque nesses longos anos estudando, eles estão adquirindo a Sabedoria que vem de Deus, que é luz que orienta, é o Deus presente.   
Mesmo assim, hoje em dia, dificilmente a Igreja Católica tem conseguido ser um atrativo para as pessoas, neste caso os mais novos, a geração que perdeu o ensino religioso eficiente que havia há quatro décadas atrás nas escolas, não são eles que levam as pessoas a se tornarem seguidores de Jesus Cristo. Em primeiro lugar é a família que ao batizar uma criança a entrega ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Depois, a própria necessidade que a pessoa tem de Deus, seja em que circunstâncias forem, ela se aproxima de Deus. Nessa seqüência, está a Igreja, que ainda, acaba "perdendo" para tantos atrativos da vida moderna, como: os finais de semana, o jogo de futebol, a televisão, o excesso de mídia e de informações, e, o grande número de crenças, filosofias, e, mesmo outras religiões, que oferecem mais alegria, a busca mais fácil pela felicidade, predizem o seu futuro e oferecem mais proximidade com o Deus do universo.
Está claro que as pessoas precisam de Deus, e no momento em que procuram a ajuda espiritual, elas precisam ser atendidas com discernimento, com presteza, pois muitos se aproveitam desse momento de transtorno e  se aproximam correndo, fragilizadas as pessoas aceitam qualquer ajuda, mas, somente Deus pode ajudar.
E, se há alguém que tem a bondade, a serenidade, a sabedoria, a unção, o carisma e a boa vontade em ajudar, em atender às pessoas necessitadas de Deus, é o Padre Luiz Augusto. Tem prova maior do que as cinco mil pessoas que necessitam tanto de sua orientação espiritual e que sentem falta de suas celebrações...
Pai amado, proteja o Padre Luiz e todo clero!
Amém! 

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

PADRE LUIZ AUGUSTO, EXEMPLO DE SACERDOTE.

"Terminou a reunião e a decisão já foi tomada por Dom Washington, não estou aqui para questionar, só acho que a arquidiocese deve uma explicação, não só para os católicos, mas, para o povo de Goiás. É a conduta não só de um padre, mas, de um ser humano que está no ar. Só queremos o por que? Ave maria..."  Copiado do facebook de Valéria L. Junqueira


Diante de tantos comentários e questionamentos será que teremos uma resposta agora?
Desde a primeira vez que tomaram a decisão de transferir o Padre Luiz, foi questionado o por que e quem arcaria com as necessárias despesas de todas as obras de caridade iniciadas por ele. Pois bem, como elas estão? São casas e ações que deveriam ter a vigilância das pessoas que doam, porque nunca se tem respostas aos questionamentos feitos à Igreja de  Goiás. 
Padre Luiz é um dos poucos padres próximo ao povo, as pessoas podem conversar com ele sempre, ele atende a todos, o que é difícil em outras paróquias.
Porque se deve uma resposta ao católicos de Goiás. Pois, os projetos dirigidos e iniciados por ele tiveram a grande ajuda de seus "seguidores" - servos de Deus - qual a resposta da Igreja para todos nós engajados em trabalhos caridosos com a liderança do Padre Luiz? Por que a Igreja não se importa em responder aos que colaboram para o seu fortalecimento? Somos fiéis católicos ativos, investimos nosso tempo, nossos esforços e, porque não dizer, investimos nosso DINHEIRO em obras de caridade. Cabe, sim, aos fiéis, cobrar uma continuidade e respeito aos seus interesses caridosos. Afinal somos o povo de Deus, sem o povo de Deus a Igreja não existe. Não há interesse em deixar de ser católico, mas sim de continuar a realizar as obras de caridade tão necessárias e que ainda são poucas, mas, só se consegue esse dinamismo tendo um padre que realmente sabe ser incansável em servir a Deus. No dia do Leilão escutei vários doadores comentando sobre a seriedade de seu trabalho e que estavam ali porque doaram lotes inteiros (caros) e iriam arrematar os mesmos e doar novamente, para que o leilão rendesse mais. Isso se chama credibilidade. 
A atitude do Padre Luiz é de respeito com o bem maior que a Igreja tem: o ser humano - desde os mais necessitados até aos mais ricos, pois, eles, também, necessitam de seu auxílio espiritual. Jesus veio para os necessitados. 
Padre Luiz é SERVO de Deus, ainda, tenho fé, terá a admiração de seus companheiros, porque o que ele faz é enobrecer a sua Igreja com seus sermões e a sua generosidade. 
Por Deus não deixem milhares de pessoas órfãs de um grande sacerdote, mas acima de tudo de um sacerdote  que é exemplo de bondade da Igreja Católica. Ave Maria... Eu creio.

Aos que criticam deveriam se ater mais aos documentos da Igreja e à sua história, e melhor seria se nada disso estivesse acontecendo dentro da nossa Igreja, com excelentes sacerdotes, ninguém chega ao alto comando da Igreja se não por méritos.
Há muita crítica aos carismáticos, mas, se o próprio Papa Bento XVI tem um longo documento elogiando e pedindo que incentivem aos Sacerdotes Carismáticos, por que isso? Esse é o início do documento do Papa,  ele completo está publicado nesse blog também e disponível no site do Vaticano.


O DISCURSO DO PAPA BENTO XVI, em Assis, na Itália

Em Sexta-feira, 31 de Outubro de 2008
Venerados Irmãos
no Episcopado e no Sacerdócio
Queridos irmãos e irmãs!
Apresento com vivo prazer a todos vós as minhas cordiais boas-vindas, e agradeço-vos a visita que me fazeis por ocasião do II Encontro Internacional dos Bispos que acompanham as novas Comunidades de Renovação Carismática Católica, do Conselho Internacional da Catholic Fraternity of Charismatics Covenant Communities and Fellowships e, por fim, da XIII Conferência Internacional, convocada em Assis, sobre o tema: "Nós pregamos Cristo Crucificado, poder e sabedoria de Deus" (cf. 1 Cor 1, 23-24), na qual participam as principais Comunidades da Renovação Carismática no mundo. Saúdo-vos a vós, queridos Irmãos no Episcopado, e a todos vós, que trabalhais ao serviço dos Movimentos eclesiais e das Novas Comunidades. Dirijo uma saudação especial ao Prof. Matteo Calisi, Presidente da Catholic Fraternity, que se fez intérprete dos vossos sentimentos.
Como já tive a ocasião de afirmar noutras circunstâncias, os Movimentos eclesiais e as Novas Comunidades, que floresceram depois do Concílio Vaticano II, constituem um singular dom do Senhor e um recurso precioso para a vida da Igreja. Eles devem ser acolhidos com confiança e valorizados nas suas diversas contribuições para os colocar com confiança ao serviço da utilidade comum de modo ordenado e fecundo. De grande interesse é também a vossa actual reflexão sobre a centralidade de Cristo na pregação, assim como sobre a importância dos "Carismas na vida da Igreja particular", com referência à teologia paulina, ao Novo Testamento e à experiência da Renovação Carismática. O que aprendemos do Novo Testamento sobre os carismas, que surgiram como sinais visíveis da vinda do Espírito Santo, não é um acontecimento histórico do passado, mas realidade sempre viva: é o mesmo Espírito divino, alma da Igreja, que age nela em cada época, e estas suas intervenções misteriosas e eficazes manifestam-se neste nosso tempo de modo providencial. Os Movimentos e as Novas Comunidades são como irrupções do Espírito Santo na Igreja e na sociedade contemporânea. Então podemos dizer que um dos elementos e dos aspectos positivos das Comunidades da Renovação Carismática Católica é precisamente a importância que revestem nelas os carismas ou dons do Espírito Santo e mérito seu é ter evocado na Igreja a actualidade.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

DEUS NOS PEDE SOMENTE PARA AMAR!

Esclarecer porque muitos apoiam ao Padre Luiz Augusto, não vem ao caso, mas, contudo, eu, Maria Dulce, digo que li muito sobre a Igreja Católica, e para mim, é claro e certo de que só deve orientar o bom cristão os dogmas, concílios, catecismos – já que mencionaram assim - se neles existirem a verdadeira razão de todos nós sermos católicos - O AMOR DE CRISTO acima de tudo, ou seja, sem esse amor as nossas ações são falhas. A nossa fé é nula, deixamos de ser cristãos, e, aí sim, tornamos os fanáticos seguidores de homens que estabelecem preconceitos, distinções, ou tudo o que Deus não pede. Onde está estabelecido que um pedaço de papel é mais importante do que a Bíblia? Ou que uma rotina deve ser imitada, decorada e lida todos os dias durante a missa ou celebrações, causando desinteresse, preguiça e sono na maioria das pessoas? Está estabelecido em algum lugar que rezar e cantar causam a ira de Deus? 
Quando se fala em Padre Luiz Augusto não se fala de um homem sozinho, fala-se de uma comunidade de milhares de pessoas, que unidas ao Padre estão trabalhando para atender pessoas necessitadas, sendo o Padre Luiz fator aglutinador, a peça principal dessa força cristã-católica. Penalizar ao Padre Luiz é causar um imenso dano a milhares de pessoas que o ajudam, além disso, estarão deixando órfãos os miseráveis do Lixão do entorno de Aparecida que dependem dele até para comer. Deixarão abandonados centenas de idosos, de dependentes químicos e pobres que aguardam a sua ajuda com as cestas distribuídas todas as semanas por seus "seguidores". Sim, seus "seguidores" são servos que participam de suas celebrações cantadas, rezadas em línguas, que realizam curas pela fé em Deus. São esses mesmos "seguidores" que cantam, rezam, têm fé nas curas de Deus, que têm levado comida, vestimentas, assistência médica e odontológica, conforto, apoio espiritual e à medida do possível conseguem levar segurança pública, posto médico, educação sensibilizando a todos que acreditam nas ações generosas do Padre Luiz e da comunidade, que não têm nenhum interesse em ser agradável ao Padre Luiz, pois quem recebe é ele, os pessoas doam a quem confiam.
Quem acha que todos freqüentam a Comunidade Atos apenas para escutar as belas palavras de Padre Luiz, não erram, mas é, ele tem o dom da palavra, mas, toda a comunidade é dedicada à compaixão, ao amor ao próximo, que é tudo que Jesus pregou.
Tem gente que diz que o Padre Luiz gosta de ricos, é o oposto, os ricos gostam dele, porque sabem aonde são aplicadas as suas doações e eles sabem que o dinheiro doado ao Padre Luiz é totalmente aplicado em caridade, é tanto assim, que nunca falta doação para suas ações generosas. Os ricos procuram quem sabe e pode administrar bem as doações.
Quem critica deveria participar, pode ir lá, aliás, vá lá e participe, mas, vá de coração aberto, pois, as pessoas lá são assim dispostas a colaborar seja no que for, se for para o bem do próximo. Não criticam, não amolam outras paróquias, não exalam discórdias, só querem fazer caridade e rezar.
Se ainda não convence, pense na falta que o Padre Luiz fará às pessoas assistidas por ele, como a pequena que mora no Lixão de Aparecida. Será que essa cena comove somente aos "seguidores" do Padre Luiz? No dia da Festa Junina levamos roupas, brinquedos e foi celebrada uma Missa. Uma menina de quase seis anos se aproximou carregando uma boneca toda acabada, tentamos consertar, mas, ela jogou a boneca fora e disse chorando: "Eu não quero nada disso, só quero comida, tem dois dias que eu não como". Engasgados de tristeza, demos a ela um cachorro quente. Em seguida, ela pediu mais um, foi dado, pensando que estava satisfeita, ela, ainda, perguntou: "Na festa tem comida, porque eu só vou se tiver comida, só quero comida e mais nada". Recusou até os brinquedos.
As pessoas miseráveis do Lixão precisam da ação do Padre Luiz e de seus "seguidores", que são chamados de servos, para dar qualidade de vida e dignidade aos que moram ali.
Será que para tudo o que o Padre Luiz faz, terá alguém para dar continuidade? Existe um Padre indo ao Lixão de Aparecida? Um padre tem feito as visitas que ele faz aos doentes em hospitais? Algum padre está dando apoio espiritual a centenas de pessoas que estão indo à Comunidade Atos? Algum Padre tem conseguido celebrar com entusiasmo na Comunidade Atos? Se tentam substituí-lo, pensem em alguém que tenha toda essa capacidade e qualidades admiráveis. Há um imenso trabalho evangelizador, caridoso, de grande repercussão no meio católico, realizado pelo servo de Deus Padre Luiz Augusto Ferreira da Silva. Um padre incansável no serviço a Deus e pelo bem do próximo. Que tem seus seguidores, servos como ele, que querem atender ao chamado de Jesus, amar a Deus e ao próximo, servindo. Como ele mesmo diz: “Eu vim para servir e não para ser servido.”

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

PADRE LUIZ, MAIS UMA VEZ ENTRE O AMOR, A INVEJA E A CANETA.


 DE: VANDERLAN DOMINGOS

PADRE LUIZ, MAIS UMA VEZ ENTRE O AMOR, A INVEJA E A  CANETA.
No último domingo ao passar pelo portão de entrada da Comunidade Atos deparei com uma jovem chorando. Achei meio estranho e segui rumo ao galpão preocupado e com o pensamento absorto. Logo mais à frente  percebi outras pessoas com lágrimas nos olhos e continuei sem entender o que estava acontecendo. Meus pensamentos iam voltavam ao passado como se fosse uma avalanche esmagando de minha memória cada momento de angustia vivido em face da perseguição promovida contra o Padre Luiz na Igreja Sagrada Família. Ao adentrar no salão já sentindo o meu corpo    dormente em razão  de noites mal dormidas, pois minha mãe encontra-se internada na UTI onde o padre  Luiz esteve e com suas orações acalentou sua dor, inquietei-me. Inspirado no evangelho de São Marcos, capítulo 9, versículo 42, olhei para as cadeiras e observei que todos choravam e ai não resisti e perguntei a um membro da comunidade que disse; “O padre Luiz foi proibido mais uma vez de celebrar missa e o Arcebispo disse que ele vai ter que se reciclar” Reciclar? Como reciclar se ele é um verdadeiro evangelizador! Os outros padres é que tem que aprender a celebrar e a           evangelizar como ele faz. Revoltado de vê-lo mais uma vez tolhido de forma tão injusta de exercer seu Ministério, o tempo naquele domingo ensolarado passou tão lento quanto a um trem que se   engasga em seus próprios trilhos enferrujados e que muitas vezes se rompem sem deixar vestígios, mas quanto a mim, embalado pelo descontentamento  de ver mais uma vez o Padre Luiz  ser       proibido de fazer celebração, também quedei-me junto aos outros extremamente emocionado.                                                                                                                             
Vi os olhos de meus filhos e de minhas noras marejarem de lágrimas e se revoltarem. Meus   olhos cujas lágrimas já derramadas em face da doença incurável de minha mãe, ainda se direcionaram ao altar com um novo celebrante já postado e lá fora, o sol encoberto por pequenas nuvens    esparsas ainda conseguia enviar à terra pequenos retalhos de luz. De repente meus pensamentos  flutuaram na região recôndita de meu cérebro tentando me convencer da imposição da Arquidiocese, mas, tenaz quanto a aquelas centenas de crianças que esperavam o teatrinho não acontecido e depois o pãozinho de Cristo não oferecido, tive vontade de voar e ouvir lá em cima fragmentos de relatos esquecidos pelo tempo onde se pode ouvir tudo e até vozes solitárias expondo a decepção de toda a comunidade em face da perseguição mais uma vez sofrida pelo Padre Luiz Augusto.
        Breve como a um pássaro que foge de seu ninho em busca uma nova morada do outro lado do rio, restava-me olhar as belezas daquelas matas e com a idéia fixa de não admitir a idéia de recuar um passo face à hipocrisia reinante ante tantos esforços empreendidos por um sacerdote de valor e de seu sacrifício para manusear o sal que temperou o pão de cada dia e lhe conservou a têmpora de        genuíno missionário, de um benfeitor espiritual, dedicado, sério, amoroso e que sempre teve como alicerce a vocação de bem servir os mais carentes com o lema: “EU VIM PARA SERVIR E NÃO PARA SER SERVIDO”              
    Incrédulo mais uma vez diante de tanta insensatez, em certos momentos, mesmo sabendo que invejosos são muitos, naquele momento nem acreditei, mas mesmo assim me senti perdido detrás da sombra que cobria a região recôndita de meu cérebro.  Assisti à missa, pasmo, mas ansioso para   externar minha insatisfação. Mal conseguia orar. Como amar uma igreja que impede um padre de celebrar missa. Como amar uma igreja que não enxerga suas crianças, seus jovens, adultos e idosos que saem de longínquas regiões da Grande Goiânia para assistir aquela sagrada celebração e ao chegarem, derramaram-se em prantos: “Meus Deus que aconteceu, e agora?” Como estaria Jesus pensando ao ver aquela multidão chorando, pedindo simplesmente o direito de ter o seu pastor     celebrando as missas? Como ficaria Jesus ao ver aquelas crianças chorarem e serem tolhidas do prazer de serem pequenas cristãs. Como!... Com o pensamento alhures, só me restaria acreditar na justiça Divina.  A acreditar que o Arcebispo pode continuar usando sua poderosa caneta, mas a  comunidade continuará navegando em águas mansas no afã de remontar o que os invejosos, falsos amigos e pessoas retrógadas tentam desfazer. O Arcebispo nunca procurou ouvir e nem se preocupa em saber o que é melhor para a comunidade católica. Nós servos da Comunidade Atos, não        servimos para nada, somos tratados como entes nocivos pela Arquidiocese de Goiânia. A igreja    católica não se modernizou, não vem acompanhando a evolução dos tempos e em razão disso está se esfacelando a cada dia. A caneta pode mudar tudo num simples papel digitado quando não se  ouve a outra parte ou se não tem amor no coração, mas os olhos espertos da comunidade Atos que são milhares, com papel ou sem papel, com voz branda ou rouca, com som ou sem som, teimarão em mostrar às  autoridades arquidiocesanas as cenas de tristeza ante as dificuldades encontradas ao  longo dos anos e as alegrias com as vitórias alcançadas por todos nós e por este jovem  honrado e abnegado sacerdote. VANDERLAN DOMINGOS DE SOUZA é advogado, escritor, ambientalista. Presidente da  ONG Visão Ambiental e membro da UBE - União Brasileira dos Escritores.       E-mail: vdelon@hotmail.com