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Goiânia, Goiás, Brazil
Escrevemos sobre assuntos ligados à história goiana, genealogia, artes, artesanato e assuntos de interesse de nossa família. Portanto, esse espaço pertence a uma pessoa somente, é público, todos podem ler se quiser, pois aqui publicamos vários tipos de assuntos, a grande maioria dos leitores se manifesta positivamente e com elogios, o que agradecemos muito. Os comentários devem ser acompanhados de identificação, com email, para que sua opinião seja publicada.

sábado, 16 de junho de 2012

SE COMANDA, TEM PODER, TEM A OBRIGAÇÃO DE SER JUSTO


Tenho um cunhado que se encanta com o livro da Sabedoria, de fato, as histórias ali narradas são proveitosas para se formar para a vida em família ou no trabalho. Sendo empresário, bem sucedido, muito cristão e caridoso, gosta de citar o exemplo de um rei poderoso, um homem temente a Deus e pecador, mas em suas orações pede perdão e demonstra a sua total confiança em Deus. 
Passamos quatorze anos reunindo a família, na casa de minha mãe, para estudar passagens bíblicas e rezar. Isso fortaleceu a fé de todos, especialmente das crianças, hoje adultos caridosos e bons cristãos. Escolhíamos o tema exemplificando com os fatos do cotidiano. Deus nos mostra que os seus ensinamentos, usados num passado tão distante são úteis aqui, agora e sempre. 
O livro da Sabedoria foi um belo ensinamento e para completar o estudo, por sugestão do meu cunhado, compramos para cada um, o livro "Os sete princípios de Salomão, os segredos do Sucesso Financeiro do Homem mais rico da história”.
Estamos acostumados a presenciar a falta de habilidade das pessoas que galgam o poder e não estão aptas a ele. Não sabem gerenciar, são negligentes e o mais grave acham que o poder permite humilhar, ofender, maltratar e, o mais degradante, essas pessoas não se intimidam em usar o dinheiro que não lhes pertence para finalidades particulares, envaidecendo-se de ser assim se tornam manipuladores e corruptores pensando somente em si mesmo e em se promover. 
Se Deus permite que uma pessoa se torne um líder, um expoente em sua profissão ocupando uma função que lhe dá poder para agir, essa pessoa já é privilegiada, é seu dever ser justo, ser correto e guiar os seus liderados: “O Senhor de todos não fará exceção para ninguém e não se deixará impor pela grandeza, porque, pequenos ou grandes, é ele que a todos criou, e de todos cuida igualmente; mas para os poderosos o julgamento será severo". 

Sabedoria, 6, 1 - 20.
Ouvi, pois, ó reis, e entendei; aprendei vós que governais o universo! Prestai ouvidos, vós que reinais sobre as nações e vos gloriais do número de vossos povos! Porque é do Senhor que recebestes o poder e é do Altíssimo que tendes o poderio; é ele que examinará vossas obras e sondará vossos pensamentos! Se, ministros do reino, vós não julgastes equitativamente, nem observastes a lei, nem andastes segundo a vontade de Deus, ele se apresentará a vós, terrível, inesperado, porque aqueles que dominam serão rigorosamente julgados. Ao menor, com efeito, a compaixão atrai o perdão, mas os poderosos serão examinados sem piedade. O Senhor de todos não fará exceção para ninguém, e não se deixará impor pela grandeza, porque, pequenos ou grandes, é ele que a todos criou, e de todos cuida igualmente; mas para os poderosos o julgamento será severo. 



quinta-feira, 14 de junho de 2012

ESCREVENDO SOBRE O APOIO QUE RECEBE O DINÂMICO PADRE LUIZ AUGUSTO

"Não são os maus pensamentos que fazem perder a Deus, mas sim os maus consentimentos." (Santo Afonso de Ligório)Uma coisa é fato: omitir-se diante dos erros de outros, mais especificamente, quando consentimos que ele erre, como disse Santo Afonso de Ligório, é compactuar com o errante, porque se percebemos que existe algo errado, é sinal de que temos mais discernimento, portanto, corrigir é um ato de amor, deixar que permaneçam no erro é errar junto. Não existe ninguém que esteja imune aos erros.
É necessário estar sempre questionando tudo o que acontece perto de nós,  as nossas falhas, as omissões e mudar de atitude, não ficar calados compactuando com o que anda errado, é preciso revestir-se da responsabilidade que Deus nos dá de poder ensinar, corrigir, repreender e formar na justiça, mesmo porque ele nos mostra aonde devemos recorrer para acertar, capacitando-nos para qualquer tarefa. Com humildade, paciência e caridade devemos acatar as instruções que foram deixadas para que se pregue a Palavra de Deus a todos, “insistam oportuna e inoportunamente, repreendam, ameacem, exortem com paciência e empenho de instruir”.
Quando a dúvida vier, a indecisão impedir de agir procurem na Bíblia, os conselhos que são fartos ou peçam em oração a orientação de Deus, peçam sabedoria ao Espírito Santo.
“Justo sois, Senhor, e retos os vossos juízos. Promulgastes vossas prescrições com toda a justiça, em toda a verdade. Sinto-me consumido pela dor ao ver meus inimigos negligenciar vossas palavras. Vossa palavra é isenta de toda a impureza, vosso servo a ama com fervor. Sou pequeno e desprezado, mas não esqueço os vossos preceitos! Vossa justiça é justiça eterna; e firme, a vossa lei. Apesar da angústia e da tribulação que caíram sobre mim, vossos mandamentos continuam a serem minhas delícias. Eterna é a justiça das vossas prescrições; dai-me a compreensão delas para que eu viva. De todo o coração eu clamo. Ouvi-me, Senhor; e observarei as vossas leis. Clamo a vós: salvai-me, para que eu guarde as vossas prescrições. Já desde a aurora imploro vosso auxílio; nas vossas palavras ponho minha esperança. Meus olhos se antecipam às vigílias da noite, para meditarem em vossa palavra. Conforme vossa misericórdia ouviu, Senhor, a minha voz; e dê-me a vida, segundo vossa promessa”.
Quando se escreve sobre o mesmo assunto achamos que estamos repetitivos, embora, os focos mudem, a pessoa referida sendo a mesma faz com que os adjetivos elogiosos se tornem comuns. Assim tem acontecido com o que tenho escrito cada vez que aperta o meu coração quando partem para cima do Padre Luiz sem nenhuma caridade e fraternidade cristã, a maioria das vezes, aliás, todos esses cometários que tive conhecimento partiram de sacerdotes que se esquecem da orientação do Papa para cuidar para que as intrigas sobre a Igreja não partam de pessoas de dentro dela, denegrindo a sua imagem. Nesses quinze meses, o que seria uma “simples” transferência de um sacerdote de uma Paróquia para a outra se tornou um suplício porque não foi estagnada naquele momento da transferência. Não escrevo porque me pedem, escrevo quando vou à missa e escuto as pessoas atônitas comentarem o que está acontecendo, sensibilizaria qualquer cristão de verdade. Foi assim, desde o primeiro texto que escrevi sobre a transferência do Padre Luiz da Paróquia que eu conheci uma “tapera”, perto do que hoje é. Eu ia ali, esporadicamente, às missas de quinta-feira, mas, eu não era paroquiana, não contribuía com o dízimo e nunca havia conversado com o Padre Luiz, escrevi porque, como todos os fiéis da Paróquia, temia pela falta que faria o trabalho do sacerdote cuja liderança arrebanhava milhares de pessoas, que doavam o dízimo mensalmente, dando a ele a sustentabilidade financeira para fazer obras perenes que beneficiaram e beneficiam a muitos. Nunca foi explicada, com propriedade, a necessidade de se fazer a sua transferência. Sabemos que isso motivou uma evasão de dizimistas. E o que será que aconteceu com as obras que ficaram sob a responsabilidade do sucessor? Logicamente, foram transferidas para o seu sucessor toda a administração e todas as atividades da Paróquia.
É certo que liderança, carisma, competência administrativa e credibilidade não se transferem, são qualidades pessoais que cada um desenvolve e aperfeiçoa ao longo de sua caminhada pela vida. Agora a missão é outra, a prática do bem é necessária em muitos lugares, há espaço para a todas as Paróquias e, mesmo assim, com tantas trabalhando para suprir essa carência, muitos ainda sofrem sem a devida assistência. Quando os fiéis doam para a Igreja - está doado - que seja aplicado como queira, porém, a confiança e a contínua doação estão relacionadas ao uso das doações, condição para que os paroquianos se tornem constantes doadores e se empenhem em realizar todas as atividades inerentes a uma Paróquia, investindo tempo, esforços e com parte do seu salário, muitos colaboram para a realização dos projetos. Por questões óbvias, seria bom se demonstrassem em forma de prestação de contas simples, o que as Paróquias realizam ou realizaram, informando aos doadores como estão sendo administradas. 
Quem está indo a Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus já pode notar que ali está um sacerdote transformador de Paróquias, um bom administrador que tem ao seu lado as pessoas que precisam de sua evangelização, de seu apoio espiritual e de sua liderança. Quantas transferências, punições, estratégias usaram para afastá-lo dessas pessoas? A sua obediência ao seu superior não impede que mais de cinco mil pessoas continuem com ele espontaneamente, sem convocações, sem intimações, estão ali porque eles foram cativados pelas qualidades inerentes ao Padre Luiz Augusto. Continuam com ele as mesmas pessoas dispostas a doar o seu serviço e, nesse ano, outros se encantaram com a sua humildade e resignação passando a integrar essa grande equipe da qual fazem parte: engenheiros, comerciantes, empresários, arquitetos, advogados, administradores, juízes, promotores, médicos, dentistas, donas de casa, pedreiros, jardineiros, pessoas de todas as profissões, aptas a servir ao próximo. E eu continuo escrevendo sobre as suas atividades porque me encanta, a mim e a muitos católicos sinceros, o quanto o Padre Luiz Augusto faz pelas pessoas necessitadas de apoio sejam pessoas carentes, doentes e mesmo sãs, ele é um enviado de Deus, que ajuda a todos a persistirem na caminhada que leva a Deus, de maneira rígida, rigorosa, mas cheia de misericórdia, apoiando famílias, ajudando casais a reatarem casamentos desfeitos e trazendo jovens para a Igreja. Vá conhecer um pouquinho desse pastor dedicadíssimo a Deus.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

A prestigiosa visita de Valéria Perillo à Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus

Não são, nem de longe, o conforto e o aparato de uma Igreja que atraem as pessoas, o que elas procuram é um sacerdote que saiba conduzi-las a Deus e a alegria de participar de uma celebração que solidifica os ensinamentos bíblicos. 
Em várias ocasiões, domingos ou dias santos, se fizermos uma peregrinação pelas Igrejas da cidade encontraremos em seu interior bancos suficientes para muitos fiéis, porém, estão, parcialmente, vazios  e, se a celebração for durante a semana, pouco mais de 30 pessoas participam das missas. Por quê?
Outro fator que pede uma resposta. Por que as pessoas têm que demonstrar apatia e tristeza durante a celebração de um momento tão sublime de louvor?  Tem que ser assim? 
Quando são leigos participando da missa pode até se explicar  a apatia, mas, essa tristeza transmitida nas feições dos inúmeros sacerdotes que estavam presentes na Praça Pedro Ludovico Teixeira, na quinta-feira, celebrando o mistério da Eucaristia – o Sacramento do Corpo e Sangue de Jesus Cristo, instituído por Ele, durante a última ceia com seus apóstolos, quando Ele mandou que celebrassem a sua memória, comendo o pão e bebendo o vinho, que se transformam a cada celebração da Santa Missa, em Corpo e Sangue de Jesus Cristo. Para todos os católicos esse é um dos especiais momentos de louvar a Deus, porque seu Filho Jesus, com esse ato, permitiu que cada um tenha a alegria de recebê-Lo vivo em comunhão na hóstia consagrada. Esse solene momento tem seu dia especial comemorado sempre na quinta-feira, em alusão à Quinta-feira Santa. É uma festa, se é festa é com alegria que se comemora, ainda mais, se é para comemorar esse momento tão único para todos  os católicos, é um presente sem igual que Jesus nos dá todos os dias e deve ser recebido com respeito, porém, estamos comemorando a vida de Jesus vivo entre nós, motivo de muita gratidão, louvor e glória. Não se entende porque devemos participar dessa celebração com o semblante de tristeza. Estamos comemorando o dia de Corpus Christi, festa solenemente comemorada, digo, comemorada para celebrar Jesus Cristo vivo. Algumas celebrações não condizem com o momento, parecem velórios, todo mundo com cara de Sexta-feira Santa. Não pode ser comemorado esse momento com alegria, respeito e louvor? 
Aliás, comemorar as boas coisas é agradecer  a Deus as suas providências, como foi a visita de Valéria Perillo, Primeira Dama do Estado, para participar da Missa de Domingo, dia 10 de junho, na Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus. Ela declarou estar ali para homenagear a importante obra do Padre Luiz Augusto e de sua comunidade. Prestígio, não é o que o Padre Luiz procura, porém, as pessoas lhe dão esse crédito por conhecerem a administração de suas obras, o seu trabalho árduo e o que ele vem realizando. Com propriedade de quem conhece bem as obras do Padre Luiz disse a paroquiana e amiga Soraya Sebba Chater: " A Primeira Dama reconhece o valor do Padre Luiz para o Estado de Goiás!" . Foi uma satisfação para todos que estão juntos ao Padre Luiz a visita da Senhora Valéria, que fez uma doação significativa para as obras da Casa de Nossos Pais. Deus a abençoe!
Esse foi mais um domingo que trouxe para todos a esperança de poder realizar o trabalho que uma Paróquia necessita, as três missas de ontem estavam repletas, as cadeiras não foram suficientes, sinal de que ali estavam para cada celebração, mais de um mil e oitocentas e três pessoas, graças a Deus! Padre Luiz Augusto e toda a comunidade unida pensam nas realizações que isso possibilita. A união para fazer o bem, servindo, não como servidão que nos torna escravizados, mas servir com amor a Deus e ao próximo. 
Como uma confirmação de que ali é um lugar propício para boas causas, um senhor, morador do bairro, cumprimentando-me, disse, eufórico: “É uma bênção a vinda desse Padre para cá”!
Que assim seja e que ali se realizem muitas outras obras!




segunda-feira, 4 de junho de 2012

O QUE MAIS PODEM QUERER, SE EM TUDO ESTA A FÉ, A VIRTUDE, O CONHECIMENTO, A TEMPERANÇA, A PACIÊNCIA, A PIEDADE, A FRATERNIDADE E O AMOR.


     Missa das 10 horas no domingo - foto de Bruno Karin


Apesar das dificuldades milhares de pessoas continuam indo aos domingos lá, no bairro Expansul, município de Aparecida de Goiânia, para as missas na Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus. Poderíamos então dizer que agora no Rincão, quase pronto, os fiéis se sentem melhor, é verdade, porém, está longe de ser o ideal, contudo não é isso que determina a ida das pessoas para lá, ali eles estão indo para participar das celebrações da Santa Missa e de outras atividades que são dirigidas pelo Padre Luiz, que para todos está claro que essa é a sua missão agora. São pessoas perseverantes, embora percebam que estão sendo testados em todas as situações, aliás, têm sido assim, há mais de um ano e nada tem sido facilitado. As perseguições são estratégias para minar os esforços dessa gente? Todo o fardo imposto – distância, desconforto, exigências, proibições – tudo foi aceito em nome da obediência e tem sido superado com a proteção de Deus, embora estejam sempre apreensivos, porque, de repente, surge um fato novo que pune a todos.
Enquanto o Padre Luiz se mantém ocupadíssimo na prática do bem, realizando a sua missão, sistematicamente, ele tem sido desrespeitado e humilhado por colegas e por quem deveria zelar pelas pessoas da Igreja – o Bispo. Perguntem a Dom Washington e a Dom Waldemar, quando estiveram com os católicos que rezam com o Padre Luiz Augusto pela última vez? Perguntem se eles já participaram de algum evento dessa Comunidade. Ora, esses católicos são os mesmos que sempre colaboraram e colaboram, como qualquer bom católico, para que a Igreja possa realizar as suas obras, são os mesmos que ajudaram a edificar patrimônios para a Igreja, são os mesmos que, apesar de toda a discriminação, continuam com a fé inquebrantável, unidos ao dinâmico evangelizador, pastor e mestre Padre Luiz Augusto, são conduzidos para a prática do bem. A fé viva em seus corações os anima a reiniciar quantas vezes for necessário, pois, essa foi uma escolha espontânea de cada um dos que ali estão.
Dom Washington, pastor da Arquidiocese, será que delegar a Dom Waldemar todas as ações para determinar o agir, o pensar e etc ao Padre Luiz, foi correto? Será que Dom Waldemar age imparcialmente quando decide qual a melhor paróquia para um sacerdote? Ou quando analisa as conversas e condutas de sacerdotes das outras paróquias, inclusive as de seu sucessor na Sagrada Família?  Ou, ainda, parece que foi armada uma encenação com as diversas transferências ocorridas, simultaneamente, à transferência do Padre Luiz, qual era o intuito? Calar a sociedade católica, justificando assim que era normal transferir sacerdotes como fizeram com o Padre Luiz? Já fizeram duas transferências com o Padre Luiz e como se explica o retorno de alguns padres às paróquias de origem, como aconteceu com o Padre Rodrigo, o Padre César e outros?
Os esforços para cumprir as determinações que emanam da direção de Dom Waldemar, com o aval de Dom Washington, têm sido enormes, será que reconhecem? Talvez uma visita ao local para ver de perto como é a realidade ali, seja útil, entenderiam que há necessidade de valorizar essas pessoas, deixar que o Rincão, que mais uma vez foi construído em tempo recorde, seja um novo local de missas para milhares de católicos. Hoje, as pessoas estão apreensivas, não podem expor a alegria, porque quem conhece a história do Padre Luiz Augusto sabe que as duas primeiras punições aconteceram assim que ele concluiu as construções da Paróquia Sagrada Família e do Rincão da Comunidade Atos. Para bom entendedor, meia palavra basta. Ou será que por isso, usam, em tom de crítica, denominar aos que são chamados de “adoradores” do Padre Luiz como construtores de patrimônio, da melhor qualidade, para a Igreja? E, assim, concluídas as construções são determinados e obrigados a abandoná-las cumprindo ordens de quem manda – do Bispo Dom Waldemar, sem direito a argumentação. Ou, pensam que esses mesmos “adoradores”, que a Arquidiocese não tem o mínimo apreço por eles e os ignora, têm sido usados para pagar contas da Igreja, até então estavam de acordo, porque é por amor e dedicação ao próximo que fazem, mas, pagar contas oriundas de desacertos de má gestão, geradas por incompetência de terceiros, tenham paciência e respeitem a essas pessoas. Então querem dizer que a Paróquia da Sagrada Família é da Arquidiocese, mas as contas de lá continuarão sendo do Padre Luiz? Porque, estão exigindo que o Padre Luiz assuma compromissos com a Arquidiocese, acarretando a paralisação da obra? Ora, têm ótima percepção os chamados “perseguidores de padre”, entendem bem o que tem acontecido e está acontecendo. Padre Luiz vive em sua simplicidade, até o que todos recebem como ajuda de custo, ele deixou de receber da Igreja há mais de treze anos.
É verdade, é preciso respeitar as hierarquias, é uma questão de ordem para o sucesso de qualquer empreendimento. A obediência é óbvia, mas isso não quer dizer que o subordinado deva ser submisso aos caprichos do chefe. É comum pessoas do clero repetirem essa frase com tom de orgulho sempre que querem forçar alguma coisa: “é melhor errar com a Igreja, do que acertar sem ela”, Santo Agostinho ficaria indignado de ver suas palavras tão mal empregadas. Não, não é, o correto e o melhor, é claro, é acertar não só com a Igreja, mas, pautar a vida fazendo corretamente tudo, principalmente, quem comanda. A obediência emana de uma autoridade sábia, respeitosa, que não humilha os subordinados, esse é o sentido da obediência, e não essa enxurrada de ordens que mostram, claramente, um descontrole emocional, onde transparecem vários dos pecados capitais condenados pela própria Igreja, inveja, ódio, cobiça, difamação e outros, que destroem qualquer sinal de liderança sadia. Fica parecendo que a direção da Arquidiocese estava em transe quando decidiu as providências que emanam de lá, isso mina completamente a confiança de seus subordinados (os católicos “adoradores”), criando uma casta de puxa sacos que querem se dar bem a qualquer custo, a custo da subserviência, do aplauso fácil e do fuxico. Algumas vezes negando o óbvio, insuflando padre contra padre, plantando a discórdia e a desconfiança entre pessoas que deviam espelhar seus comportamentos em Jesus Cristo.
Ainda se lembram da frase do para choque do caminhão que dizia “enganar as pessoas é fácil, duro vai ser explicar a Deus”? E, de Lúcifer? Ele era um anjo do Senhor e se tornou o rei do inferno e ele certamente está andando pelo mundo para perder as almas e esperando por cada um que não cumpre a sua obrigação diante do que Deus nos pede. 



sexta-feira, 1 de junho de 2012

Carlos Cachoeira: Onde está o crime?


Carlos Cachoeira: Onde está o crime?
Muitos dias já se passaram da revelação pela Polícia Federal, das escutas telefônicas do suposto contraventor Carlos Cachoeira e seu grupo.
Muitas coisas chamam a atenção nessa investigação. A imprensa divulgou que nas escutas o nome do Governador Marconi foi citado 270 vezes. Sendo ele Governador é natural que seja citado, fosse governadora a Madre Tereza de Calcutá, ela teria sido citada, igualmente.  Mas, o que não vi é, dentre todas as citações, qual virou crime? Por falar em crime, outra coisa achei estranha, a Polícia Federal manteve sob escuta vários telefones do mesmo grupo de pessoas por quatro anos, o que determina a hora de acusar o investigado, ou, simplesmente, abandonar a investigação? Por quatro anos a Polícia Federal sabia que Carlinhos Cachoeira era um contraventor, entretanto demorou quatro anos para divulgar o que ele era e que as pessoas de bem não deviam se relacionar com ele, socialmente ou comercialmente. Ao não divulgar que o Sr. Carlinhos Cachoeira era um contraventor a própria Polícia deu a ele um atestado de idoneidade que hoje todos têm conhecimento, mas, na época só a Polícia Federal sabia e não divulgou, aí volta a pergunta, quem determina se essa investigação deve durar seis meses, um ano, dois anos, quatro anos com um cara delinquindo com o conhecimento da PF, do Ministério Público, do Juiz que autorizou a escuta telefônica? No meu entender tem muito mais gente precisando se explicar.
Após quatro anos, suspender a escuta, prender, formalizar a acusação, etc. Atende a conveniência de quem? À própria Polícia Federal? À justiça? Ao Governo (Executivo)? Ou ao PT? Não é uma coincidência, após quatro anos, dar o desfecho da investigação num momento tão conveniente para o PT, cujo líder maior, o Lula ameaça destruir o Marconi Perillo, achaca Ministro do STF, ameaça deputados e senadores. A quem serve esse episódio todo? Ao Estado que está a serviço da sociedade ou mais uma vez, o partido que está no poder  se servira das instituições do governo.
O julgamento dos mensaleiros colocou a quadrilha em pânico. Lula e os cardiais do PT adotaram como estratégia alegar que o mensalão não existiu. Se a quadrilha for condenada é prova cabal que de fato existiu e o grande medo é que descubram que o verdadeiro chefe sempre foi o próprio Lula.
                                                                                                                                       
Ubiratan Estivallet Teixeira
Administrador

quarta-feira, 30 de maio de 2012

É QUESTÃO DE CARÁTER


Estamos assistindo, mais uma vez, um jogo de “empurra/empurra” a culpa em quem puder tornando difícil saber quais as acusações são verdadeiras ou são calúnias. Onde está a verdade? Existem conchavos para esconder o que realmente interessa ser esclarecido e o povo brasileiro fica à mercê de sensacionalismo, de suposições, de CPI’s que não se concluem, até chegar ao ponto em que tudo é engavetado para que o povo esqueça, com isso, muitos políticos envolvidos em corrupção e contravenções se reelegem.
Porque tem sido assim, não quer dizer que não se pode mudar, mesmo que a história confirme que essa prática de corrupção está aqui desde o descobrimento do Brasil, entretanto só é assim, porque existe uma desastrosa permissividade ao que é errado.
As diversas maneiras encontradas para manter as contravenções debaixo do tapete têm sido como uma escola. O político se elege, ao tomar posse se aproximam dele os mais sabidos para mostrar que existem maneiras de ganhar dinheiro além do salário normal, como se o salário de um político fosse pouca coisa. Infelizmente, ficou fácil ser assim, os aplausos são para os incorruptíveis, não importa quem seja ou quantos são, não precisam ser divulgados, eles cumprem a sua obrigação, não fazem para se vangloriar, mas cumprem o seu dever e, o mais importante, é que estão aí para tentar acabar com esse conceito negro de que a corrupção esta inserida no contexto nacional e nada mudará.
Mudará se o povo quiser, como foi feito com as Diretas Já e com o Impedimento do Collor. O que está aí é uma vergonha. Fazem acordos, arquivam processos ou somem com eles, tudo achando que pode ser assim, desprezam as Leis e se sentem seguros, imputáveis. Zombam da sociedade e se vangloriam disso. Não é possível que acordos sejam feitos à revelia da Lei. O poder corrompe. Alguns políticos e corruptores não se importam com o Brasil, não são patriotas, deixam de lado as suas obrigações satisfazendo os seus interesses, esquecem que os milhões de brasileiros esperam dos governantes e dos políticos ações que propiciem educação, saúde e segurança pública condições garantidas pela Constituição.
O correto: é tornar o indivíduo capaz de prover o próprio sustento, sem ser dependente de um Estado paternalista que ceva o cidadão, com o suficiente, para que ele se torne um eleitor de cabresto.
O correto: é dar um bom atendimento na área da saúde, a corrupção nesse meio tem tirado a vida de pessoas que precisam demais desse serviço público e gratuito, só não é mais crítico porque a iniciativa privada garante aos trabalhadores da área, planos de saúde que  custeiam atendimentos adequados, entretanto, os que dependem do setor público são deixados em macas nos corredores dos hospitais esperando por uma vaga. Uma vaga para um quarto, uma vaga para a UTI ou por uma vaga para ser submetido a uma cirurgia, e, se for um caso de urgência, o paciente morre. 
O correto: seria ter um sistema educacional eficiente. Quando a educação se tornar prioridade no Brasil tudo será diferente, as pessoas que têm acesso às escolas aprendem a se cuidar, adoecem menos, pois, conseguem se sustentar melhorando a sua qualidade de vida e a da família. Gastar o dinheiro público com paternalismo negligenciando a educação e a saúde pública, não é solução.
O que acontece hoje poderia ser em consequência do que aconteceu antigamente, mas, não é aceitável. Se existe corrupção é porque os corruptos não são punidos, estão protegidos por quem detêm o poder. O poder é uma arma perigosa para quem não sabe usá-lo, não é para qualquer um. A grande maioria age obedecendo às normas e às Leis, é eficiente e trabalha honestamente, porém, existem aqueles que usam o poder para ampliar a sua renda prejudicando a sociedade, o Estado e o País.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

COERÊNCIA ENTRE O QUE FALAM E FAZEM - OBEDIÊNCIA A JESUS CRISTO. A LEI É A BÍBLIA

A verdade é que os fiéis católicos colocam a sua confiança em homens que se dedicam ao sacerdócio esperando que eles sejam orientadores de sua vida religiosa, esquecendo que eles são homens passíveis de falhas e alguns são fracos em suas atitudes, por isso, desapontam. Porém, cabe aos bons evangelizadores  orientar e aconselhar melhor, até porque a fé é fraca, é com o tempo e ajuda  que se fortalece. O ideal seria encontrar um padre assim em cada paróquia, melhor ainda, se fosse perto de nossa casa, mas, se não pode ser assim,  não é possível deixar que as pessoas desistam, cabe ao bom católico chamar para rezar ou para voltar à Igreja Católica, não se pode deixar que desistam, é claro, que os padres devem ser esse canal de esperança de tantas "ovelhas perdidas" em busca de Deus.
Vários relatos são passados por pessoas que deixaram de ser católicos por testemunharem  fraquezas humanas, porém, não é como dizem muitos "padres" por aí: "esses não eram católicos mesmos, que continuem assim".  Não deveriam fazer isso, essa jamais seria a atitude de um servo verdadeiro, não é preciso nem tecer comentários, porque em várias passagens bíblicas Jesus mostra o contrário. Essa em Gálatas 5 e 6 é perfeita.
Pelo contrário, fazei-vos servos uns dos outros pela caridade,14.porque toda a lei se encerra num só preceito: Amarás o teu próximo como a ti mesmo (Lv 19,18).15.Mas, se vos mordeis e vos devorais, vede que não acabeis por vos destruirdes uns aos outros.16.Digo, pois: deixai-vos conduzir pelo Espírito, e não satisfareis os apetites da carne.17.Porque os desejos da carne se opõem aos do Espírito, e estes aos da carne; pois são contrários uns aos outros. É por isso que não fazeis o que quereríeis.18.Se, porém, vos deixais guiar pelo Espírito, não estais sob a lei.19.Ora, as obras da carne são estas: fornicação, impureza, libertinagem,20.idolatria, superstição, inimizades, brigas, ciúmes, ódio, ambição, discórdias, partidos, 21.invejas, bebedeiras, orgias e outras coisas semelhantes. Dessas coisas vos previno, como já vos preveni: os que as praticarem não herdarão o Reino de Deus!22.Ao contrário, o fruto do Espírito é caridade, alegria, paz, paciência, afabilidade, bondade, fidelidade,23.brandura, temperança. Contra estas coisas não há lei.24.Pois os que são de Jesus Cristo crucificaram a carne, com as paixões e concupiscências.25.Se vivemos pelo Espírito, andemos também de acordo com o Espírito.26.Não sejamos ávidos da vanglória. Nada de provocações, nada de invejas entre nós.

Irmãos, se alguém for surpreendido numa falta, vós, que sois animados pelo Espírito, admoestai-o em espírito de mansidão. E tem cuidado de ti mesmo, para que não caias também em tentação!2.Ajudai-vos uns aos outros a carregar os vossos fardos, e deste modo cumprireis a lei de Cristo.3.Quem pensa ser alguma coisa, não sendo nada, engana-se a si mesmo.4.Cada um examine o seu procedimento. Então poderá gloriar-se do que lhe pertence e não do que pertence a outro.5.Pois cada um deve carregar o seu próprio fardo.6.Aquele que recebe a catequese da palavra, reparta de todos os seus bens com aquele que o instrui.7.Não vos enganeis: de Deus não se zomba. O que o homem semeia, isso mesmo colherá.8.Quem semeia na carne, da carne colherá a corrupção; quem semeia no Espírito, do Espírito colherá a vida eterna.9.Não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo colheremos, se não relaxarmos.10.Por isso, enquanto temos tempo, façamos o bem a todos os homens, mas particularmente aos irmãos na fé.

A Paz de Cristo é a esperança de todos.





domingo, 27 de maio de 2012

VOLTE AO RINCÃO PARA REZAR E AJUDAR AO PADRE LUIZ AUGUSTO NA PARÓQUIA SANTA TERESINHA DO MENINO JESUS


Rezar, rezar, rezar, o quanto puder rezar, reze, o mundo precisa de orações...  
Assim tem feito quem tem ido ao Rincão de Santa Teresinha do Menino Jesus para as Missas durante a semana às 19:30 e aos Domingos às 10 horas da manhã e às 18 horas da tarde.  Sendo a missa das 10 horas da manhã uma missa dedicada às crianças, que são tão atentas quantos aos adultos.
Missa de Pentecostes maravilhosa! Quem estava lá teve o privilégio de participar, de ser um dos milhares de “fiéis católicos” que não se importam com a distância, estão sempre dispostos a colaborar com a Igreja, sob a orientação do Padre Luiz Augusto. Não são liderados por um homem comum, e, sim, por um sacerdote preparado e exemplar que orienta para que sejam portadores da Palavra de Deus e a vivam intensamente no caminho que leva a Deus, por isso, as suas celebrações são repletas de pessoas que amam ser católicos.
Ele tem uma atenção especial com as crianças, hoje, convidou a todas para que subissem ao altar e rezassem de mãos dadas a oração do Pai Nosso, o espaço foi pequeno para tantos pequenininhos, sentindo-se valorizados por ele. Seus pais e todos que lá estão cuidam para que aprendam como devem se portar durante a Santa Missa, sem tumulto.
Lamentavelmente, existe a falta de apoio da Igreja aos sacerdotes que dirigem paróquias mais simples, essas precisam de recursos para suas obras e missões, nelas o dízimo é muito pequeno, não cobre nem as despesas comuns de limpeza, energia e água.  Embora, pensem que o Padre Luiz Augusto receba muitas doações, não tem sido assim, as seguidas transferências que a Arquidiocese fez com ele, para lugares de difíceis acessos e distantes, fizeram com que as pessoas se afastassem, por precaução e por medo de ir a esses lugares. As despesas são grandes, os que permanecem com ele ajudam como podem, mas, não, como era antes, alguns, preferem doar o seu trabalho, até porque, perguntam: o que estão reservando para o senhor, Padre Luiz, assim que o senhor acabar de construir mais uma obra para a Igreja? A sua resposta dizendo que  toda obra feita por ele foi feita para a Igreja e que mesmo sendo transferido, outros padres virão e vão receber uma casa mais bonita e organizada, não diminui a insegurança, essa é a explicação de um servo dedicado e dinâmico, porém, alguns fiéis se ressentem pela falta de respeito, pois, sequer são avisados quando decidem, usando as prerrogativas de mandantes, transferir  ou proibir o Padre Luiz de exercer o seu sacerdócio, desprezando toda a dedicação dos fiéis.
Pensem assim, isso passou, o trabalho continua e aos que se afastaram e poderiam continuar ajudando,  lembrem-se que a ajuda é para Deus e a Paróquia necessita de doações, precisa do dinamismo do Padre Luiz e do apoio das pessoas que sempre o ajudaram. Todos que já estiveram ao seu lado, conhecem o seu ritmo. Vocês que estão  distantes, por causa do ocorrido, voltem, Deus espera por vocês, não temam, Deus protege aos que estão ali no Rincão ou na Comunidade Atos com o Padre Luiz. Existe segurança sim e se estamos rezando, estamos com Deus, estamos sendo amparados. Padre Luiz tem trabalhado muito e precisa da ajuda de todos.

Tenho recebido muitos emails e pedidos de informações no facebook do endereço e de como chegar à Paróquia de Santa Teresinha do Menino Jesus.
Agora, as Missas já estão sendo celebradas no Rincão que fica na Av. Circular grudado à Igreja de Santa Teresinha do Menino Jesus, logo depois fica a Escola Municipal Camila Scaliz Figueiredo. 
Horários das Missas
na Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus:

Domingo: às 10 horas – Missa com teatro para as crianças e
                 às 18 horas  

De segunda a Sexta-feira: às 19:30

Quinta-feira: às 15 horas

Sábado: às 9 horas

PARA QUEM VAI EM SEU PRÓPRIO CARRO:                              
PARA VER MELHOR O MAPA AUMENTE O ZOOM DA TELA.

SAINDO DO SHOPPING FLAMBOYANT - SÃO 15 KM 
SIGA NA BR 153 PARA APARECIDA DE GOIÂNIA. PASSE A FÁBRICA DA MABEL, DEPOIS O VIADUTO - FIQUE À ESQUERDA DA PISTA, POIS, FARÁ O RETORNO À ESQUERDA, EM FRENTE AO ARROZ CRISTAL - VIRE À ESQUERDA, ATRAVESSE A PISTA. PEGUE A PISTA AO LADO DA RODOVIA, COMO INDICA O MAPA, O TERCEIRO MAPA 

OBSERVE COMO É: 
SAINDO DA RODOVIA, ANDE COMO SE ESTIVESSE VOLTANDO NA PISTA DE FORA DA RODOVIA. DEPOIS DA SEDE DA SOMAFÉRTIL ATÉ A PRIMEIRA RUA À DIREITA.- AV. VINTE UM DE ABRIL -  ENTRE AÍ, TEM UMA PLACA DA GOIARTE, VIRE AÍ À DIREITA.

SIGA EM FRENTE, PASSE A PRIMEIRA RUA , NA SEGUNDA RUA  À DIREITA - É UMA BIFURCAÇÃO DE RUAS -  ENTRE NA QUE É MAIS RETA, - AV. INÁCIO XAVIER DA SILVA -  SIGA DIRETO, PASSANDO POR DEZ RUAS, ESSA AVENIDA TERMINA NA PRAÇA ONDE ESTÁ O RINCÃO DA IGREJA, VIRE À DIREITA E PROCURE UM LOCAL PARA ESTACIONAR, VOCÊ CHEGOU AO SEU DESTINO.

 NA AVENIDA CIRCULAR, QUADRA E, LOTE E1, SETOR EXPANSUL - ESSA AVENIDA TERMINA NA PRAÇA.



SAINDO DO TREVO DO FLAMBOYANT ATÉ A PARÓQUIA, SÃO 15 KM


O VIADUTO E O RETORNO



MAIS DETALHADO O RETORNO PARA ENTRAR NA PISTA LATERAL COMO SE ESTIVESSE VOLTANDO PARA GOIÂNIA, VIRE À DIREITA, DEPOIS À DIREITA NOVAMENTE NA AV. XAVIER DA SILVA, SIGA RETO ATÉ A PRAÇA.


sexta-feira, 25 de maio de 2012

COMPETÊNCIA NÃO SE TRANSFERE


Padre Luiz Augusto tem sido colocado em lugares distantes e de difíceis acessos, mas, isso não muda o seu entusiasmo. A Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus está em processo de transformação, tal qual às outras paróquias em que o Padre Luiz se envolveu, não é só pela sua pessoa, mas, pelo conjunto que formam ele e com as pessoas que admiram a sua liderança, a firmeza de seu caráter, embora exigente, mas, totalmente, confiável. São fiéis que confiam em sua evangelização e em suas obras. A transparência com que o Padre Luiz se relaciona com aqueles que tiram, às vezes, parcelas significativas de seus orçamentos domésticos para ajudar em suas obras, são a sua marca registrada e, também, são essas doações que se tornam as pedras de seu caminho, por que causam inveja e desconforto em pessoas que deviam se pautar pela sua trajetória como Padre.
Essa semana fez um ano que ele celebrou a primeira missa no Rincão da Comunidade Atos, foi uma alegria, o espaço foi pequeno para tanta gente, foi necessário aumentá-lo e em pouco tempo ele celebrava as Missas do Domingo para mais de três mil pessoas. Lamentavelmente, proibiram as celebrações ali. Agora, providencialmente, no dia 20 de maio, no quase pronto Rincão da Paróquia de Santa Teresinha do Menino Jesus, em Aparecida de Goiânia, construído, de novo, pelos fiéis, foi celebrada a primeira Missa. Elas não serão  mais no ginásio da escola ao lado que para ser usado tinha um custo, porém, necessário para acomodar a tantas pessoas que queriam participar das celebrações do Padre Luiz. São cuidados que ele tem, porque sabe do esforço que as pessoas fazem para ir a um local distante e é com respeito que devem ser tratados os quatro mil fiéis da Igreja Católica. Que eles tenham, como qualquer outro católico, um mínimo de conforto durante as celebrações, é o que se espera. Mas, somente o Padre Luiz que se preocupa com esses detalhes, pela segunda vez ficou claro que não se importam com tantos fiéis, porque na pequena Igreja que lhe deram não cabem cem pessoas. Como acomodar ali quatro mil fiéis?
O seu voto de obediência o cala, mas, não cala aos que o cercam. A Paróquia de Santa Teresinha do Menino Jesus ganhou um sacerdote que não conhece a palavra “preguiça”. Quando ali chegou o estado era de deprimente, faltava o zelo de uma pessoa cuidadosa. O Padre Luiz  não gosta de coisas desarrumadas, em pouco mais de dois meses, a realidade é outra, a Paróquia está sendo reestruturada para poder atender a todos os ministérios, conta, também, com a adesão maciça dos antigos paroquianos, que estão satisfeitos com as mudanças. Ainda existem o desconforto e as dificuldades para a realização de cada celebração da Santa Missa, embora, tenham sido reduzidos, ainda falta muito para ser uma Paróquia como o Padre Luiz gosta, mas, nada tem sido impedimento para que as pessoas estejam ali..
Como é um trabalho para Deus, é abençoado e só é possível por causa da liderança de um sacerdote incansável e competente. Sim, a sua COMPETÊNCIA, com todas as letras maiúsculas, impulsiona às pessoas para a religiosidade cristã, realizando um belíssimo trabalho comunitário. Não é possível transferir a outros, a admiração de tantos fiéis que ele conquistou através de suas atividades de sucesso para a Igreja. Não existe fanatismo ou endeusamento a ele, existe a vontade de ser parte ativa das missões da Igreja Católica. Será que não faz diferença ter ao seu lado quatro mil pessoas ativas? 

domingo, 20 de maio de 2012

QUEM SEGUE JESUS, ACERTA MAIS.


Hoje em dia, as informações do mundo todo chegam às pessoas quase que em tempo real, permitindo a quem queira, ficar atualizado ou buscar qualquer assunto de seu interesse, gratuitamente, nos meios de comunicação. Com toda essa facilidade alguns insistem em usar antolhos, ficam na mesmice e atrasados, acham que se manter longe do moderno, é algo admirável!?
A globalização deveria tornar o mundo mais solidário, mas, ainda não é assim, continuam acontecendo as mais terríveis tragédias, causadas por desastres ecológicos, por ações violentas contra as pessoas e o mais triste, as notícias diárias sobre jovens que são atraídos pelo fascínio que representam as drogas e se perdem nesse meio.  Existem órgãos que são usados com canais para esse tipo de ajuda, que procuram dar soluções para todo tipo de problema social, o empenho tem que ser maior e cada vez mais. Não se pode ficar alheio a tanta contravenção, tragédias e desigualdade, principalmente, quando se é uma pessoa cristã, é inadmissível se comportar de maneira diferente quem se pauta nos ensinamentos deixados por Jesus Cristo, Ele esteve entre nós, para, com seu exemplo, mudar esse tipo de relacionamento do ser humano com o seu irmão.  
Ainda há muito que se compreender sobre a passagem de Jesus entre nós e a relevância de seus ensinamentos, até porque, o que foi ensinado está disponível e muito claro nas passagens bíblicas. Jesus chama a todos de filhos do Pai, todos estão incluídos em sua misericórdia e os que estão afastados devem ser buscados. Não existem pessoas mais ou menos valorosas diante de Deus, todos são filhos seus com direito a sua misericórdia infinita, não é papel do ser humano, ainda que se sinta ungido pela Igreja, designar quem deve ou não deve ser cristão de verdade, embora as atitudes de cada um definam a sua condição, porém, Deus fica de braços abertos esperando a conversão de qualquer um de seus filhos. Jesus ensinou a ser o pastor das ovelhas perdidas, a ser um pai que recebe de volta o filho pródigo. Qual é o papel do cristão, então? Não é só amar e conviver com as pessoas que são próximas, isso é fácil. A grande missão do cristão é amar e mostrar o caminho que leva a Deus aos irmãos perdidos. À Igreja cabe ser o instrumento para que o ser humano alcance a misericórdia divina.
Ninguém consegue liderar uma grande quantidade de fiéis se não pautar as suas ações nos ensinamentos de Jesus Cristo. Todos os homens que fazem parte da instituição Igreja tornam-se instrumentos para guiar o povo. São passíveis de erros, é claro, mas, devem se revestir da humildade de Jesus Cristo para reconhecer que erram. Perdoar, ter a união católica, respeitar as diferenças entre seus pares seguindo a Deus, faz com que acertem mais. Não se submeter a outro tipo de comando. Acertam mais esses que não sucumbem a uma instituição altamente burocrática em que os chefes e alguns subalternos estão mais preocupados com a preservação da instituição, do que com a propagação da fé cristã, ficam, confortavelmente em seus postos, longe daqueles que deveriam ser objeto de seus esforços os pobres, doentes, famintos, oprimidos e pecadores. O que salva a instituição são os esforços individuais executados por verdadeiros heróis da fé, que por seu prestígio crescem na liderança pessoal a ponto de incomodar seus pares e diretores, que, invariavelmente, aplicam ao verdadeiro pregador cristão medidas disciplinares para que eles se lembrem, muito bem e claramente de quem manda. Esse tipo de ação restringe os trabalhos de caridade, são atos imaturos dentro da fé, somente quem recebe a sabedoria divina pode saber a diferença. Quem dera se os sacerdotes assumissem a missão de trazer de volta para a Igreja as pessoas decepcionadas com algumas atitudes de alguns poucos, coisas que os evangélicos sabem muito bem fazer.